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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, o desejo de querer a vontade

Queria
Ter-te mais que em meus braços
desenvolta em laços
Consentidos por nós dois

Queria
Estar em teu corpo, sempre agora,
a todo instante, a cada hora,
nunca antes, nem depois.

Queria
Não querer,
mas ter-te,
Sem da distância sofrer.

Quero
ter tempo para vencer a distância e o sofrer,
diluir esta vontade no espaço eternidade,
obrar este infinito querer.

Na força que é ponte sobre o abismo do espaço-tempo, eternidade que é Ser,

sábado, 24 de setembro de 2011

Aprendendo a viver nas asas do Amor

Ó sábio sabiá
me ensina a viver,
a cantar e voar,
a nunca ressentir, nem quando morrer.

Ó feliz andorinha
me ensina a viver,
a voar em bando
para garantir que o verão irá nascer.

Ó jovem rolinha
me ensina a viver,
a virar pomba,
gira o mundo e me faz crescer.

Ó forte águia
me ensina a viver,
a desgarrar do bando
para a mim mesmo vencer.

Ó amável agaporne
me ensina a viver,
a ter prazer nos encontros
e a não mais me esconder.

No coração, puleiro de experiências, ninho de aprendizados - "lá onde a coruja dorme",

domingo, 24 de abril de 2011

No espelho de Roma, Amor

Todos os caminhos levam à Roma;
Amor é o caminho que leva à Todos.

No centro de poder, pura potência do Ser,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amor Superam Continuum

O Amor é a vontade que rege a gestão da informação rumo ao entendimento, união e transvalorização: superação dos estados, modos e extensões e, assim, à um superam continuum.

No fluxo contínuo da ascese,

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Amor, ponto-base para o tripé da sustentabilidade

O Amor-Eros gera uma nova ordem, Amor-Ágape, que leva a realização do Amor-Philia; eis o Amor Fati de nosso Ser, de nossa cultura, sociedade, raça e planeta.

Amor é o meio, do começo ao fim.

Na base da sociedade fraterna, raíz de compaixão, fruto do regozijo, desabrochar do Amor,

domingo, 16 de maio de 2010

O ciclo social do Amor

A compaixão abre portas; a equanimidade convida; o regozijo recebe.

O Amor dá e não necessita, tampouco espera, algo de volta.

Na qualidade incomensurável do ciclo amoroso impulsionado pelas 4 forças do Amor, eternidade em movimento,

Declaração do Amor

Declare guerra contra a miséria.

Ame mais.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Amor, convergência sustentável das diferenças

Enquanto a vida é o tempo que se tem para fazer a diferença, compaixão é o espaço para se realizá-la e Amor o conhecimento para sustentá-la.

No regozijo da equanimidade que emana desta convergência sustentável,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O dharma do Amor - conhecimento que gera uma nova ordem

É preciso remodelar a sociedade, gerar o espaço para se estar mais tempo junto de quem se ama e para quem se é insubstituível - ao invés de se atuar como um dado estatístico de um mercado de almas.

Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.

E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.

Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.

Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.

Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.

A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.

Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:

do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,

do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e

da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.

Eis o dharma de nossa raça.

Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Sustentabilidade da Mente Amorosa

Se é verdade que tudo é projeção de nossa mente, que a mesma chuva hidrata e inunda, dá e tira a vida, que a chuva é festejada por uns e execrada por outros, que tudo depende da correlação tempo x espaço x observador, que o sol que aquece também queima, então também as demais relações, inclusive humanas, são projeções de nossa mente.

O professor severo que cobra pelo bem do progresso do aluno, pela maioria mal visto e difamado, talvez seja o melhor amigo do aluno, mal acostumado, que prefere aqueles de sorriso fácil e avaliação idem.

Ou o amigo, que criticamente colabora para seu crescimento, diferente do colega que se omite a lhe dizer a opinião para não investir tempo na concorrência.

No âmbito das empresas, enxergar o concorrente como aliado pode ser estrategicamente vantajoso, levando desde redução de custos de logística até a poder de negociação com o cada vez mais forte comércio varejista.

Olhar com foco amoroso otimiza o planejamento, pois encontra os caminhos que tornam as relações fluídas.

Olhar com foco amoroso faz de toda situação um aprendizado, uma conquista de conhecimento rumo à sabedoria do bem viver, por mais redundante que isto possa se parecer.

Olhar com foco amoroso depende necessariamente de dois elementos: motivação pura e atenção plena – ambos conquistados, por exemplo, através da meditação/yoga e de boa/correta alimentação.

Olhar com foco amoroso é re-significar.

Recentemente, acompanhei palestra de um grande professor que tive em meu MBA de marketing que citou meditação como sendo algo que seria bom, mas uma perda de tempo nas corporações, pois levaria também à divagação (devagar+ação).

Mas não é disto que todos precisamos? De um outro ritmo?

Na batida do Amor, que é a (re)união das sinapses,

quinta-feira, 12 de março de 2009

Amor é movimento não-dual

É a força do impulso - Eros -, é a clareza da direção - Ágape - , é a sábia união não-dual - Philia -; sabedoria que reconhece que movimento existe mesmo quando se fica estático - quando isto é uma decisão consciente e para assegurar o valor e a vida, o conhecimento e seu caminho de edificação do Ser em harmonia com o Todo.

É a dança da vida na qual se conduz e se é conduzido sem distinção de papéis ou preferência, apenas regozijo no entendimento equânime, de onde emergem o amor e a compaixão.

No Amor,

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Amor incomensurável

Da perspectiva temporal, independente se linear e única como a ocidental ou cíclica e repetida como a oriental - ambos -, se assentam na perspectiva da eternidade: qualidade que o Amor faz presente a cada momento e que anula as distinções entre o Eu e o Outro, unindo em um Todo a partir da possibilidade do Nada-Vacuidade atingido pela meditação-contemplação.

Portanto, como diz Longchenpa: "distingüir entre amigo e inimigo não faz sentido".

Especialmente se você iniciou o caminho do bodisatva, contemplando e realizando as quatro incomensuráveis a partir da equanimidade para sedimentar o amor, reforçar a compaixão e encorajar o regozijo.

O Amor como meio e como fim, sem fronteiras, incomensurável.

No Amor,

sábado, 20 de dezembro de 2008

A real fábula kafkaniana da barata e do amor, a aplicação prática das quatro incomensuráveis budistas

Quando completei 31 anos, no dia 26 de novembro de 2008, fiz votos de não matar, tampouco me nutrir de nenhum ser vivo com sistema cognitivo desenvolvido: passaria o dia mais vegetariano do que nunca, reforçando a escolha que fiz há quase 3 anos e que tenho ainda maculado com esporádicas aberturas para a ingestão de peixes e frutos-do-mar - fugindo-me à culpa pela frágil retórica de que são frutos e de que tanto biológica quanto zodiacalmente falando Peixes não sentem dor e são doadores, além da fecundação ser realizada de maneira externa e não se criarem cuidados parentais.


Então solicitei que minha mãe fizesse o macarrão ao funghi ao invés do macarrão ao camarão, bem como evitei os encontros no japonês e na temakeria.


Quando à noite tomava meu banho fui confrontado com uma situação kafkaniana: uma barata me observava audaciosamente perto de meus utensílios de higiene, tais como escova-de-dente, barbeador e demais apetrechos masculinos.


A primeira reação, por mais que tenha sido apenas um lampejo, foi a óbvia e habitual reação egóica de revolta por um bicho ligado comumente à sujeira estar perto de minha higiene pessoal.

Sentença: a m... não, peraí! Não poderia lhe desejar a morte. Não poderia esmagá-la assim, sem mais, nem menos. Havia feito votos de não matar seres em meu aniversário - ao menos não deliberadamente, pois andando na rua vitimizamos insetos suficientes para ainda o fazermos de maneira assim, cruelmente premeditada.


Contemplei. A barata. Meu voto. A situação.


Constatei que não havia diferença entre a barata e o camarão - inclusive são iguarias igualmente apreciadas em certos recantos do mundo.

Constatei ainda que o revisteiro abaixo da pia estava com jornais velhos, bagunçado e servia de refúgio para seres como aquela barata que tanto me fazia confrontar com velhos hábitos: não optamos todos pela saída mais cômoda, por permanecermos em nossa zona de conforto?


Tentei tirá-la, mas na primeira tentativa ela caprichosamente correu para debaixo e para dentro do tal revisteiro, que na verdade havia percebido somente naquele momento de sua fuga.

O pensamento de 'f.d.p., olha a trabalheira que está me dando' rápida, gentil e compassivamente cedeu vez para um agradecimento genuíno pela possibilidade e incentivo para organizar e limpar o revisteiro; basta mudarmos nossos paradigmas e tentar enxergar por uma ótica amorosa, de eterno aprendizado e benefício contínuo.


Dito e feito. Foi tirar o último exemplar que ela apareceu e ficou imóvel. Levei o revisteiro até a janela. Bati forte e ela caiu para fora. Mas não é que a danada voltou e parou me encarando?


Retribui o olhar, dizendo a ela que ela estava indo para o lado errado, que desse meia volta e fosse para fora. Prontamente ela se virou e seguiu seu caminho para o mundo, como se tendo apenas voltado para agradecer.


Ao retirar o revisteiro, devo ter batido no cifão da pia, pois pela manhã havia uma mancha na bolsa de minha máquina de raspar cabelo. O formato, imaginem: um perfeito coração.





Incrível do que a força do amor e da compaixão são capazes, não?

Depois disso fui visitado mais uma vez por uma barata que foi facilmente conduzida para fora sem retornar.

Adendo: minha relação com os mosquitos segue o mesmo caminho. Não os mato mais há um bom tempo, mas combato sim os possíveis focos de surgimento. Ah sim, não costumo ter uma mordida de mosquito!

Moral da história

Através do amor podemos não apenas entender o outro, o diferente, como também respeitá-lo e respeitar nossa natureza, fazendo com que nossas ações sejam construtivas de fato e em todos os sentidos.

Atuando com amor, preservamos os espaços e melhoramos não apenas a vida alheia, mas principalmente a nossa vida. Passamos a condenar menos os outros e também menos a nós mesmos, nos ofertando a possibilidade e o espaço para transcendermos e, ao passar pela zona de conforto de maneira amorosa, organizar e limpar recantos de nosso ser que acumulavam poeira e ficavam à sombra de nosso brilho, por muito tirando-nos nossa leveza e alegria de viver.

Às vezes, algo aparentemente negativo pode ser trabalhado como suporte positivo, basta termos calma para não sermos reativos/raivosos a partir de nosso ego e sim agirmos amorosamente com a plenitude de nosso ser.

O importante é sempre questionarmos se não poderiamos fazer, mesmo e principalmente as coisas mais simples e banais, de maneira diferente. No mínimo, faz-se necessário pensar diferente e questionar nossa maneira de ver e lidar com o mundo - os atos serão conseqüência dessa reflexão.

A receita budista para cultivar o amor é se trabalhar a equanimidade, conquistada por sua vez pela renúncia ao dualismo e a diferenciação; pela intenção de praticar o bem e que todos sejam afortunados - bodhicitta; pela realização da vacuidade, de que todos os fenônemos são vazios de existência e sim determinados por sua posição no tempo, espaço e relação interdependente; e, por fim, da aceitação da inexistência de um Eu, que igualmente é dependente do tempo, espaço e de suas relações.

Assim se cultiva o amor, que leva à compaixão e, por fim, ao regozijo.

Quando se sente a felicidade verdadeira de ver um ser livre, mesmo que momentaneamente como no caso da barata, de vê-lo feliz e sentir-se feliz pelo outro, isto é o ápice de nossa existência e potencializa essa coordenada no tempo, espaço e relação/conhecimento que chamamos de Eu - uma parte ínfama da grande rede que é a vida.

Depois de experimentar o prazer que é sentir prazer pelo prazer do outro, passa-se a querer trabalhar incessantemente para que esta felicidade seja genuína e imutável, ou seja, que esse ser também se liberte - porque nesse momento, você já estará liberto, já terá despertado.

É o Amor que desperta, eterniza e faz esse pontinho brilhar.

Aproveito para agradecer ao monge Gabriel pelos preciosos ensinamentos sobre as quatro qualidades incomensuráveis.

No Amor,

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Amor, Transformação e União

Mesmo face à Luz do conhecimeno, o ser humano prefere ficar à sombra da ignorância; por isso o mundo está assim: falta a força transmutadora do Amor que age sobre o Eu, o Outro e a favor do Nós.

No Amor,

Sobre como lidar com a velhice e a morte

É necessário trabalhar a relação com os entes queridos mais velhos com amor e desapego

Eles partirão.

Por isso, não cultive nada além de um imenso amor e agradecimento por tudo que lhes foi possibilitado ser vivido.

Saboreie cada olhar, cada toque, cada palavra, cada gesto, cada troca.

É o que eu faço com meu 'Opa' ('vô' em alemão) toda vez que estou com ele.

Ao mesmo tempo, vou me preparando para a minha própria velhice e morte.

Com o tempo, virão outras variáveis, como os filhos, netos, ou não, apenas doenças e dores.

Mas é bom já ir se abrindo para o inevitável para encarar tudo com dignidade e assim transcender a dor, o sofrimento e ser soberano de sua existência.

Apenas o Amor pode realizar isto: esta abertura que a tudo conquista, inclusive a eternidade.

Uma qualidade tranquila de entendimento daquilo que tem que ser vivido e a força para que seja vivido da melhor maneira. É explorar o todo potencial dos limites impostos pelo Ser, esse é o amor que nos guia, que nos conduz para o além-morrer.

É Luz que nos esclarece que o contrário de morte não é vida, é nascimento. Esse é o amor, o ciclo do eterno viver.

No Amor,

terça-feira, 22 de julho de 2008

Amor - Alquimia do Ser

Parte-se do desejo, da paixão, de seu tempo; busca-se o amor, preencher o espaço, o vazio que a tudo abarca para chegar-se à compreensão que nosso desejo se transforma na necessidade da compaixão e esta transmutação de valores, é o amor, o verdadeiro conhecimento, a Alquimia do Ser.

No Amor,

Amor é o caminho da transmutação

Amor ao caminho, Paixão à verdade, Compaixão à vida.

Amor é a transmutação da paixão em compaixão, é a espiral ascendente-evolutiva que conduz à ascese.

No Amor,

sábado, 12 de julho de 2008

Tempo, Espaço, Conhecimento e Amor

Somos parceiros do espaço por meio da existência física, parceiros do tempo por meio das ações e parceiros do conhecimento por meio da nossa consciência - Tarthang Tulku Rinpoche

Acrescentaria:

Somos parceiros do amor por meio do sentimento (ágape), da busca (eros) por compreensão e do pleno entendimento e aceitação (philia).

No Amor,

segunda-feira, 30 de junho de 2008

O Amor para Osho

"É preciso ter em mente estas três coisas: o amor de nível inferior é o sexo -- este é físico -- e o refinamento maior do amor é a compaixão.

O sexo encontra-se abaixo do amor, a compaixão está acima dele; o amor fica exatamente no meio. Bem pouca gente sabe o que é o amor. Noventa e nove por cento das pessoas, infelizmente, pensa que sexualidade é amor -- não é. A sexualidade é por demais animal; certamente, ela contém o potencial para transformar-se em amor, mas ainda não é amor, apenas potencial...

Se você se tornar consciente e alerta, meditativo, então o sexo poderá ser transformado em amor. E se a sua atitude meditativa tornar-se total, absoluta, o amor poderá ser transformado em compaixão.

O sexo é a semente, o amor é a flor, compaixão é a fragrância. Buda definiu a compaixão como sendo "amor mais meditação".

Quando o seu amor não é apenas um desejo pelo outro, quando o seu amor não é apenas uma necessidade, quando o seu amor é um compartilhar, quando seu amor não é de um pedinte, mas de um imperador, quando o seu amor não está pedindo nada em troca, mas está pronto para dar apenas -- dar só pela total alegria de dar --, então, acrescente a meditação a ele, e a pura fragrância é exalada.

Isso é compaixão; compaixão é o fenômeno mais elevado."

Osho - Zen, Zest, Zip, Zap and Zing Chapter 3