Mostrando postagens com marcador monólogo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador monólogo. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Amor, polifonia elemental

Acendamos o fogo de nossos corações, a lareira de nosso Ser para comungar em torno de valores cujas narrativas valem a pena serem contadas e vividas para se tornarem a história de nossas vidas.

Afinal, um grama de diálogo amoroso vale mais do que um quilo de monólogo egóico.

Na narrativa que torna imanente-familiar o transcedental-desejado,

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Amor policrático

Pelo princípio do pensamento digital não há de fato pensamento oposto, tudo é apenas uma questão de lógica convergente; qualquer debate polarizado representa a visão ultrapassada de democracia - a democracia é uma policracia, não um monólogo; são discursos em con-fusão, onde quem estabelece a ordem é a motiva-ação.

Na intenção determinante,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Amor, abertura além-ego

Amar é ter a abertura de vivenciar o Outro em sua plenitude, convergir com seus valores e não estar pré-disposto a dialogar somente com o que se quer - isto seria monólogo assistido.

O ego que impede a abertura por medo de se perder não dialoga, permanece solitário no monólogo em-si-mesmado, vendo Outros juntos florescer, enciumado.

Na transcendência do ego que tudo quer à sua maneira e por isto absorve e desfruta pouco do Todo,

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Amor - junção de linguagens

O Amor é o elemento que soma dois monólogos abertos e convergentes em um diálogo construtivo, conferindo-lhes a abertura, a convergência e o 'drive' construtivo.

No diálogo do Amor,