quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Quem ama, sabe: saboreia o Amor, a maior das filosofias a cada gota de vida
No sentido convergido pelo pensamento a partir dos sentidos, sabedoria que saboreia o viver,
Desejo Amor
Desejo vem do Latim DESIDERARE, “fixar atentamente as estrelas”, formada por DE-, prefixo intensificativo, mais SIDERARE, de SIDUS, “astro, estrela”.
Pense duas vezes naquilo que estás desejando, considerando sua expressão máxima.
O céu estrelado sobre mim ganha outro significado e nesta reflexão revelo a moral em meu coração - é uma more+all.
Desiderata (palavra latina, plural neutro de desideratus, -a, -um, particípio passado de desidero, -are, sentir a falta de, perder, desejar, esperar, procurar) s. m.
As coisas que se desejam e ainda não existem. = ASPIRAÇÃO, DESIDERATO
Isto ressalta bem a noção de aspirar a ação à sua expressão máxima. O desejo como meta que se aspira alcançar - não apenas como impulso; mas a consciente relação entre meta+impulsão, eis o vetor da inteligencia.
Desiderata é um termo derivado de desiderare, o que revela que aspiramos que nossa ação se eleve às estrelas - disto em uma época onde o céu era estrelado de tal maneira que nos lembrava de nossa humilde existência.
Saiba desejar seu desejo, expresse-o detalhadamente, a arte está na minúcia.
No desejo que inspira, motiva, organiza, compartilha e sustenta o Ser em Rede,
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amor, necessidade do desejo
Na base de toda necessidade existe um desejo; necessidade é a coerência do compromisso desejável.
O destino do desejo é a necessidade; toda vontade necessita se realizar.
No desejo necessário a todo desejo,
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Da carne de cavalo ao Amor nas asas da Razão e Emoção
Eis um bom exemplo de como podemos expandir nossa compaixão: refletir racionalmente sobre a diferença de seu bichinho de estimação e aquele que vem servido em seu prato.
Extraindo-se o ato dos papéis de seus agentes, não somos tão diferentes do que todos os vampiros relatados na história: um Ser sedento suga e se nutre da vida de outro Ser; com a diferença de que estes ao menos iam a caça e não se serviam de um vil sistema de subjugação, sofrimento e matança.
Uma vez transpostas as barreiras racionais-ilusórias, deixe agora este Amor por seu bichinho de estimação - mesmo aquele deixado escondido nas memórias da infância - emanar também aos outros animais, que como seu amado bichano também sentem, sofrem e tem tanto direito à vida, quanto medo de morrer: e isso não é papo new age, é comprovado cientificamente.
Na próxima vez que um suculento pedaço de carne estiver sangrando em seu prato, sua boca salivar e sua língua instintivamente tocar seus caninos, lembre-se do Amor que lhe une aos outros seres, de que você faz parte daqueles animais que ao menos pensaram ter superado esta condição (animalesca) e supere seu apetite por destruição para poder canalizar sua energia amorosamente para construir um mundo mais sustentável, que só é possível se edificado no e com Amor.
Escolhe, pois, a vida. Sê forte, Ame.
Na disciplina e fortaleza do Ser, liberdade assegurada pela compaixão,
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Amor, contexto da sustentabilidade, coerência do processo
Afinal, tudo está certo em sua dimensão e necessita ser contextualizado na relação.
Tudo faz sentido se for convergido a um destino comum.
No ponto de convergência que tudo eleva,
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
O poder do Amor
No Amor que jazz, Deus que dança,
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Da afirmação da existência do Amor em atos e fatos
Portanto, a maneira como nos conectamos e posicionamos determina claramente o que extrairemos da situação. E aqui entra aquilo que é próprio do amor sustentável: a coerência.
Se quero que algo prossiga, devo ter um olhar que buscar canalizar a energia do fenômeno vazio desta maneira.
Se quero que algo tenha futuro, não devo olhar insistentemente para o passado, mas canalizar o aprendizado que se encontra presente para situações que se farão.
Na compatibilidade de opostos que se unem,
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Os sentidos do Amor
O Amor é a busca pela sinergia, não o reforço das diferenças. É empreendido por dois Seres fortes e inteiros.
O sentido do Amor é harmonizar os distintos; aparentemente opostos, mas complementares em essência, canalizando-os em hierarquia rumo à evolução disposta na mandala do Ser.
A partir deste princípio, do Amor, a reta razão do pensamento nos serve não para buscar evidências (óbvias e visíveis) de distinção, individualismo e isolamento, mas organizar e manter a coerência dos processos intuitivos que devem impulsionar e conduzir nossas vidas que deságuam em sensações e sedimentam sentimentos no infindável ciclo cognitivo que é viver (em comunhão).
Na meditação que discerne os ciclos e espiraliza a ascese,
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Filosofia é Amor
Filosofia é viver de acordo com a sabedoria da mente-coração; o resto é masturbação mental e erudição precoce.
Na harmonia e coerência de corpo-fala-mente,