Na releitura amorosa do jardim do Éden, Adão e Eva são Yin&Yang, jardineiros tântricos que cuidam deste paraíso interior no qual a serpente Kundalini - força vital da sabedoria primordial - ascende.
O pecado original é nos alimentarmos dela antes desta ascender e se tornar sabedoria transcendental, alimento sustentável.
Saber se cultivar é transcender e ter a certeza de uma colheita abundante, onde nenhum fruto é proibido.
No tantra do jardineiro, cultivo do Ser, fruto do Amor,
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terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor contra o pecado original
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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Amar é dar Espaço ao Tempo no jardim da vida
Nunca se sabe quando Amor e Tempo casam pulsos e ponteiros - a hora certa é uma incógnita que está por vir, mas que deve ficar saudosa em algum lugar do passado ou esperançosa em algum lugar do futuro, nunca impaciente no presente.
Criar este espaço de cultivo - de si, do outro e do nós - é o respeito necessário para o conhecimento desabrochar e dar frutos; é a vivência plena do Amor em seu pleno potencial: é saber que para saborear algo é preciso cultivá-lo ao longo do tempo - desde a semente - tendo a coragem de também podar quando necessário e adubar sempre que preciso.
Jardineiros da vida, crianças do parque - somos co-criadores, mantenedores e maiores beneficiados desse imenso jardim do éden que é o Planeta Amor, esta vênus chamada Terra, cuja superfície é 70% água, tal qual nós o somos em nossa constituição.
No jardim de inverno, contemplando as estações do Amor,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Amor - consciência edênica
Se todos encarassem o Outro e a Terra - o alter-individual e o supremo-coletivo - com a consciência edênica para se potencializar o campo fértil, atuando como jardineiros e não como proprietários do jardim - como se para cultivar e preservar o Jardim do Éden (Gênesis 2:15) - não seria esse um chamado divino, a materialização do Amor, o melhor dos desenvolvimento sustentáveis: cultivar e preservar o paraíso em si, no seu Ser, no Outro e no coletivo?
Amor, consciência edênica: cultivo, preservação, sem posse, sem obsessão, com liberdade de expressão e impulso de evolução.
No Amor,
Amor, consciência edênica: cultivo, preservação, sem posse, sem obsessão, com liberdade de expressão e impulso de evolução.
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