Amor é viver com um sorriso nos olhos e um constante e inabalável SIM! nos lábios, percorrendo o curso que a sorte nos destinou com a dignidade de quem caminha com a cabeça erguida por seus próprios pés e coluna, pilar de seus valores e generoso por coração; dá e recebe na justa medida do equilíbrio que confere sustentabilidade nesta ascese que é viver.
Na felicidade que espera o amanhã sem preocupação,
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terça-feira, 17 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Quando o Amor diferencia, eleva
O que nos diferencia dos animais é nossa consciência da finitude.
O que nos diferencia dos mortais é nossa dignidade de viver o vazio da finitude através do Amor, conferindo um sentido sagrado ao mundano, elevando nossa existência.
No que importa,
sábado, 1 de outubro de 2011
Amor elucida - da vitória de Eros sobre a ignorância que é morte
Afirma-se na psicanálise freudiana e entre livros e mesas de bar que somos regidos por duas pulsões - de Eros, a vontade e a vida; e de Thanatos, a morte.
Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.
O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.
Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.
Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.
Nascimento ou morte, venceremos.
No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,
Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.
O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.
Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.
Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.
Nascimento ou morte, venceremos.
No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,
sábado, 25 de julho de 2009
Dica para escapar das armadilhas dos ciclos e do devir no Amor
Antes de tudo é necessário reconhecer que as armadilhas são nossas, não do Amor. É como se responsabilizássemos a fonte que nos deu água de beber pelo nosso afogamento. Somos nós os únicos responsáveis por nos posicionarmos e lidarmos com as energias a nossa maneira.
Esta consciência é o princípio do Amor, o fim em si mesmo, a eternidade como caminho; o prazer supremo a ser vivido com regozijo.
Os ciclos a seguir são originados dos círculos de poder de cada vértice da pirâmide e que se deve vivenciar até se acumular suficientemente energia para poder se percorrer o caminho até o próximo vértice - o perigo reside em ficar preso no ciclo e não fazer dele uma mola e espiral evolutiva.
Os ciclos são as zonas de conforto que as práticas tântricas ajudam a amorosamente deixar para trás em busca do conhecimento.
Ciclo de Eros – Liberdade & Desapego
Ciclo de Eros – Liberdade & Desapego
Aspecto - Corpo
Cor - Branco
Mantra - Om
Ação - Instintiva
Reconhecer a sua alma – sua psique – pode ser o caminho, pois na mitologia foi quando Eros conheceu a verdadeira Psique que ele se feriu com sua flecha e se apaixonou, ‘empoderando-a’ com seu Amor. E é desta união de Eros com Psique, do Amor com a Alma, que Psique, a alma, torna-se imortal tal qual o Amor (Eros).
"A propósito de cada desejo deve-se colocar a questão: 'Que vantagem resultará se eu não o satisfizer ?'" - Epicuro
"O prazer não é um mal em si; mas certos prazeres trazem mais dor do que felicidade" - Epicuro
Reconhecer a sua alma – sua psique – pode ser o caminho, pois na mitologia foi quando Eros conheceu a verdadeira Psique que ele se feriu com sua flecha e se apaixonou, ‘empoderando-a’ com seu Amor. E é desta união de Eros com Psique, do Amor com a Alma, que Psique, a alma, torna-se imortal tal qual o Amor (Eros).
"A propósito de cada desejo deve-se colocar a questão: 'Que vantagem resultará se eu não o satisfizer ?'" - Epicuro
"O prazer não é um mal em si; mas certos prazeres trazem mais dor do que felicidade" - Epicuro
A Fala nos ajuda a ir do Corpo à Mente em um caminho avermelhado e som do mantra Ah.
Ciclo de Ágape – Tempo & Meditação
Ciclo de Ágape – Tempo & Meditação
Aspecto - Mens (Alma, Mente)
Cor - Azul
Mantra - Hum
Ação - Canalização & Cultivo
Reconhecer-se como imagem e semelhança, mais do que isto, reconhecer sua natureza divina e que Deus habita em nossos corações, que carregamos a centelha divina e o poder criador e mantenedor pode ser vital para não ficarmos fixados ao êxtase e conseguirmos interiorizarmos esta experiência, podendo somente assim colocá-la em prática.
"É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho." - Epicuro
Reconhecer-se como imagem e semelhança, mais do que isto, reconhecer sua natureza divina e que Deus habita em nossos corações, que carregamos a centelha divina e o poder criador e mantenedor pode ser vital para não ficarmos fixados ao êxtase e conseguirmos interiorizarmos esta experiência, podendo somente assim colocá-la em prática.
"É estupidez pedir aos deuses aquilo que se pode conseguir sozinho." - Epicuro
Mas é sábio pedir-lhes conselhos e auxílio - Luz e Amor - em nossas fraquezas tão humanas. Novamente aqui é necessário o desapego - do êxtase supremo - para tornarmo-nos adultos e independentes.
O silêncio e a vacuidade nos auxiliam a unir corpo, fala e mente, o Eu e o Outro, a chegar à colheita de nosso pleno potencial. O caminho ganha tons de Amarelo-ouro e o som do mantra Sva (So).
Ciclo da Philia – Espaço & Prazer
Ciclo da Philia – Espaço & Prazer
Aspecto - União
Cor - Verde
Mantra - Ha
Ação - Resultado & Colheita
Reconhecer, tal qual apregoava Epicuro, o prazer de (con)viver – neste caso em união – e como isto nos potencializa quando em harmonia com as leis naturais.
"Não temos tanta necessidade da ajuda dos amigos quanto da certeza da sua ajuda." - Epicuro
No supremo prazer do Amor, que é o conhecimento em si
Reconhecer, tal qual apregoava Epicuro, o prazer de (con)viver – neste caso em união – e como isto nos potencializa quando em harmonia com as leis naturais.
"Não temos tanta necessidade da ajuda dos amigos quanto da certeza da sua ajuda." - Epicuro
Om Ah Hum Sva Ha - purificando corpo (om), fala (ah) e mente (hum), assim seja (sva ha).
No supremo prazer do Amor, que é o conhecimento em si
Laços do Amor:
ágape,
alma,
caminho secreto da evolução,
canalização,
ciclo,
Epicuro,
eros,
espiral ascendente-evolutiva,
eternidade,
mantra,
meditação,
mente,
philia,
pirâmide,
prazer,
tantra
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