É preciso coragem para lançar-se contra si mesmo e caçar sua baleia assassina, confrontar-se com sua própria rapinagem ao invés de perseguir o próximo como bode expiatório, cordeiro de rebanho que costumamos ser, inconscientizando nosso lobo.
Inspirado em Moby Dick, lanço-me a mim mesmo como lança, baleia, nau e mar,
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terça-feira, 9 de abril de 2013
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Vida, a nau do Amor
Tormentas servem para amadurecer o velejador sob os ventos de seu destino.
No leme, o Amor,
sexta-feira, 14 de maio de 2010
No oceano do Amor
No oceano do Amor a nau é o corpo, a alma são as velas e o coração é o leme.
As pessoas estão constantemente nos oferecendo suas viagens para embarcarmos. Viajemos nas nossas com destino ao Outro e à felicidade.
Na esquadra do Amor,
As pessoas estão constantemente nos oferecendo suas viagens para embarcarmos. Viajemos nas nossas com destino ao Outro e à felicidade.
Na esquadra do Amor,
Laços do Amor:
alma,
coração,
corpo,
destino,
esquadra,
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içar velas,
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viagem
sábado, 25 de julho de 2009
A nau do Amor
Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.
Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.
Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.
Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.
Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.
Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.
Nas vagas do Amor,
Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.
Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.
Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.
Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.
Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.
Nas vagas do Amor,
Laços do Amor:
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Zé Maria
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