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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Amor erudito e visceral

A pele é o primeiro contato,
no segundo, o ato.
Mundo que se cria,
orgasmo seguido de agonia.

Vazio.
O que me completa?
Não é esta do Amor a meta?
Saciar o cio?

Do Amor animal
ao Amor elevação
é tudo igual
como níveis à superação.

Em contatos imediatos de terceiro grau,
transcende-se a carne, pseudo-mal.
Reencontra-se o Vazio que nos completa;
Edificar nosso Ser, eis a meta.

No quarto, a busca por valores;
assim evitam-se as dores
de (mais) uma separação,
pois a pele é superficial para sustentar a união.

É na estrutura do osso e de nosso DNA
que há abertura para crescer e prosperar:
Amor através da pele, pela carne até a alma
ofegante e com calma
a eternidade a contemplar.
Eis o Amor fati, és o que há.

No não-dualismo que a tudo fecunda,

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Amor - sabedoria do paralelo cruzamento

Amar é o caminho. Ama-se quando se caminha em paralelo com alguém, na mesma direção.

E quando é em direção contrária? O Amor é tão magnânimo que ainda oferece o mapa e os conselhos, posto que vindo daquela direção para onde o Outro irá - estarão conectados, o (re)conhecimento os uniu. Grandioso, braços abertos para o reencontro que em algum momento ocorrerá, pois todos os caminhos levam à Roma - então não importa se de trás pra frente, é sempre Amor: as mesmas letras, outras maneiras, igual essência.

E quando os caminhos se cruzam? Ao invés do choque antagônico, o prazer harmônico, deleite de mesmo por instantes ocuparem o mesmo ponto da trajetória, do Tempo e do Espaço - eternidade aprisionada em momentos, liberta pelo orgasmo, estendida pelo gozo dos prazeres comuns, mas sustentada somente pela sabedoria de se buscar retomar os caminhos, que mesmo paralelos, podem e devem se cruzar nos momentos que nos tornam humanos para cumprir o devir e o dever de trazermos o céu para a terra.

A sabedoria do paralelo cruzamento deixa um caminho belo para trás e tem à sua frente promissores passos que evocam e enunciam - tal qual a dança das abelhas - a beleza da eternidade, na forma de trilhos que se cruzam e continuam, representando o símbolo do infinito e da espiral do DNA.

Na visualização do caminho,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Amor – espiral helicoidal ascendente evolutiva


Força Eletromotriz (FÉ) da alma, o Amor é o impulso que nos faz evoluir na espiral da vida, tal qual galgando os degraus da espiral do DNA, em busca de nos tornarmos divinos-humanos. É o coletor de força através da união incondicional motivada pela visão pura que filtra os fenômenos e nos confere acesso ao númeno.

Sentimentos contrários – os chamados venenos da mente - levam à estagnação e até a involução na espiral da vida.

Amar a si próprio, sem egoísmo e egocentrismo, é o primeiro passo para acessar a sabedoria e assim a salvação, de si e do planeta: ter o planeta como meta-mor auxilia na metamorfose pessoal em busca da melhoria individual, pois serve de um estímulo a mais e nos conscientiza de nosso papel e responsabilidade como raça eleita pela razão para conduzir este planeta de maneira sustentável.

No amor,