Se os Amores são cada vez mais líquidos, só nos resta pedir mais uma dose e brindar a Eros, cosmificador do caos, que por tortas linhas tece a eternidade, atualizando a cada ciclo de con-fiança o significado de respeito, honra, comprometimento, lealdade e fidelidade.
Mais do que perguntar se é possível ser fiel nos tempos líquidos de uma sociedade tão altamente fragmentada quanto conectada dos dias de hoje, é se perguntar sobre ao que se quer - pode e até deve ser fiel.
Ao desejo, este volátil combustível do Ser?
A uma idéia, frágil fragmento de uma obscura totalidade desconhecida em constante "plasmificação"?
Ao Outro, este desconhecido em devir, mutante de nossas expectativas e projeções e ao qual poucos dão espaço para revelar-se em sua plenitude sem julgamento e a maioria enclausura em seus enquadramentos? Fulano, o que há contigo, não estou te reconhecendo...
A um nós que é tao construído quanto o Eu – frágil diante de tantos estímulos e obstáculos internos e externos?
Ao que então devemos ser fiéis?
A valores? Valores criados por homens demasiadamente humanos e falhos e que de tempos em tempos são revistos e atualizados?
Sim, a valores, mas não estes e sim aqueles, que nos norteiam em nossa busca, que não estão fora em algum lugar paradisíaco, mas dentro de nossos corações – os valores que regem nosso destino e que nos tornam Ser em constante devir.
Sê fiel a teu destino – e flui em harmonia com o todo. Respeita a maré, considera o vento, faz do contexto teu aliado e nunca tira o foco de teu objetivo mais alto; mesmo que seja apenas uma utopia – é para isto que nos servem o sonho e a imaginação.
Ouse ser fiel a seu destino. Sempre em frente – respeitando tudo, considerando o necessário.
aude sapere et semper fidelis Amor - atreva-se a ser o amor sábio e sempre fiel
No líquido que atualizamos quando interagimos,
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domingo, 29 de setembro de 2013
Aude sapere et semper fidelis Amor
Laços do Amor:
conexão,
desejo,
destino,
fidelidade,
ideia,
imaginação,
Ingenieros,
Kant,
latim,
Nietzsche,
nós,
outro,
Plasma,
sonho,
valor,
valores
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Da fecunda abertura do Amor
Amor é quando um Ser se abre ao Outro para uma fecunda interação.
Na superação de todos os medos, coragem de se entregar à vida em todo seu esplendor e potência,
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Amor, convergência de visões
Amor é a via da regra que equilibra o eu com o outro no nós através do Todo.
Amor é esta convergência, é ver urgência em co-laborar.
Na metodologia da terceira visão, à sustentabilidade e além,
Amor é esta convergência, é ver urgência em co-laborar.
Na metodologia da terceira visão, à sustentabilidade e além,
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Amor, atuação na rede da informação
Comunicação digital é a tangibilização, por parte da tecnologia, da rede
invisível a qual pertencemos e que paradoxalmente anula e potencializa o
espaço-tempo através do conhecimento, gerando através da interação holística a
sustentabilidade.
A tecnologia tem um impacto e tanto em nossas vidas – não a toa cunhamos a evolução de nossa espécie a partir dos adventos tecnológicos, da pedra ao ouro, tudo converge em algum momento do pós-pós – tentamos apreender nosso momento atual em conceitos ao invés de vivê-lo em sua plenitude; ignorantes em saber que necessitamos de certo distanciamento para melhor entender e referenciar algo.
Cada vez mais a aldeia torna-se global e o mundo se torna uma aldeia – a geografia se encontra em um processo de encolhimento e nós no de franca expansão.
Harmonizar este paradoxo só é possível através da força e clareza do Amor – Eros/impulso, Ágape/direção e Philia/União que, reunidos, realizam o Amor fati/confirmação do destino: de si, da raça humana e do planeta Terra.
É chegada a hora.
Quantos de vocês ainda usam relógio de pulso? Eis o impacto das novas tecnologias na invenção de St.Dumont. Não apenas nesta. Em breve, holoconferências – videoconferências holográficas - reduzirão os vôos comerciais (e consequentemente o impacto ambiental destes). Tanto o relógio, quanto a aviação não serão mais uma necessidade, mas um desejo estético.
Da mesma maneira invertem-se desejos em necessidade – executivo que não tem smartphone corre o risco de perder clientes.
Mas como isto impacta nas gerações?
- Pós-30
Se adequa a tecnologia com certa aversão; processos mais lentos e menos eficazes; maior profundidade ; quando domina a tecnologia se apega e a usa como status.
- Pré-30
Nasce com a tecnologia; ‘goes with the flow’. Potencialmente mais eficazes e rápidos, nitidamente mais superficiais – pecam por não explorar seu potencial em rede; quando domina a si se desapega, usa a tecnologia para transformar seu mundo e se conectar de verdade ao Todo.
Ø Necessidade de convergirmos e colaborarmos para explorar o melhor de ambos os mundos (pré+pós)
Ø Realizar o plento potencial tecnológico superando as limitações do hábito pessoal e da cultura geracional
Ø Como está tudo a um clique, cai-se da conveniência no comodismo, o que leva a estagnação – a web tem todas as respostas, mas será que sabemos fazer a pergunta correta?
Satisfazer mil desejos ou conquistar apenas um?
A paz mundial através da inteligência coletiva é uma realidade. Um vazio preenchido pelos valores construídos através de nossas interações. Eis o princípio e o fim do Amor como meio.
E o que se faz em contra-partida?
Redes que instigam a violência e a competição: exemplos como usarmy, hezbollah, ethnic cleansing e outras calamidades instigadas pelo medo e pela ganância, enraizadas na ignorância.
Mas há uma luz no fim da banda larga: exemplos como os projetos freerice, WeAtheR, waterfootprints e tantos outros.
Falava antes então sobre o fato da tecnologia determinar nosso grau de evolução. E vimos nestes exemplos que a tecnologia é a mesma, mas o fim é diferente.
Será que isto não importa?
No TED2009, Juan Enriquez, afirmou que a humanidade se encontra em um novo estágio evolutivo – homo evolutis – devido à alta tecnologia: estamos conectados e a robótica, bem como os ciborgues são uma realidade.
Mas qual a diferença entre o humano recém-emergido dos macacos que extravazava sua agressividade através de paus e pedras e aqueles que ao longo do tempo usaram lanças, facas, armas de fogo e agora apertam botões – a evolução foi da destruição do indivíduo à massa.
Vivemos um momento de convergência e reconstrução de nossa sociedade – podemos chamá-la de sociedade 2.0 (da informação) ou até 3.0 (da consciência) se quiserem.
Mas ao que nos conectaremos?
Precisamos realizar a mensagem no meio.
Minha proposta evolutiva, que pesquiso desde 2005, é o homo amabilis – aquele que converge em si os elementos e cresce na medida que se torna maior que as partes.
Em suma: precisamos ainda evoluir emocionalmente, porquanto já o fizemos suficientemente no âmbito racional e tecnológico. Já atuamos em rede antes, apenas desaprendemos: ao buscar nossa individuação escorregamos e caimos no individualismo; ao dar o salto evolutivo para a oitava superior da rede humana, estagnamos no momento tenda.
Falamos atualmente de Tribos, depois de um boom das comunidades – em termos não apenas de conceitos, mas de e nas práticas estamos nos revisitando: tribos e comunidades são termos bem ancestrais – talvez para fazermos algo melhor de nós mesmos, de nossa raça e da história.
Talvez para acertarmos o rumo da evolução que no processo das tribos ao invés de privilegiar a individuação acabou, por medo, fortalezando o individualismo.
E engana-se quem acredita que nos tornamos mais independentes – Não existe independência sem interdependência. Da mesma maneira que não existe liberdade sem segurança. Hoje em dia estamos dependentes demais nos quesitos básicos – alimentação do corpo e da alma.
O homem livre é aquele que faz o que tem que fazer. E entende seu lugar no mundo.
Por isto é que a Ubiqüidade é relativa e está em constante expansão. Participação também. Antes o mundo conhecido era um, agora, enquanto ainda há fronteiras, estas se encontram em franca expansão.
A participação também é relativa e crescente. As mulheres votam há pouco mais de 100 anos; há menos de 150 anos ainda havia escravidão – hábito atualizado através das empregadas hoje em dia; há menos de 30 anos dizia-se haver 22% de analfabetos no Brasil; quando vemos “o povo fala na TV” nossos ouvidos enrubecem e nossa consciência se curva à ansiedade e angústia de viver em uma sociedade assim.
Isso tudo sugere um cenário negativo para o uso das mídias sociais no geral, em especifico para o cenário político, certo?
Errado – Sêneca já reclamava que os romanos davam mais atenção à cabeleira que à República e se formos generosos, entenderemos que a evolução humana é menos audaz e rápida quanto se pressupõe é alentador: informação e linguagem sempre foram símbolos e ferramentas do poder, mesmo em meio aos brutamontes.
Do clero à nobreza, da nobreza à burguesia e da burguesia ao povo o cetro do poder passou de mão em mão apenas com as devidas anuências da gestão anterior – o clero precisava da nobreza para se financiar; esta por sua vez precisou da burguesia para se financiar e como esta queria comprar seu estatus, todos se entenderam. Ao povo o mínimo de educação para poder produzir melhor, consumir direito e não atrapalhar tanto o convívio social.
Já postei sobre isto no blog do professor, da #comunadigital: como as marcas vem de um passado egóico da mídia de massa e agora tem que aprender a dialogar e a interagir, transcendendo seu ego corporativo.
Por isto que durante um breve encontro que tive com Pérre Levy, chegamos à conclusão de que uma revolução na educação através de tecnologia não é possível senão através das redes – o poder centralizado dá apenas o que lhe interessa para se perpetuar. Ensina a apertar o botão, diploma o ego, mas não ensina a pensar – a liberdade de pensamento é perigosa ao sistema centralizado.
O poder da rede tende a ser maior e irá nos levar à mudanças mesmo que involuntárias – nossos hábitos mudarão, porque a cultura muda com a economia e conceitos como Cauda Longa, Free e inteligência coletiva são pilares desta nova Era.
Uma Era onde a democracia e participação cedem vez à pluricracia e interação – não queremos uma parte, somos o Todo.
Já nos é possível convergir o melhor mundo possível dentro de um universo de possibilidades – apenas para não deixarmos de homenagear Leibniz, fonte da qual também bebe Piérre Levy.
Uma Era que ruma da informação para a Era da Consciência – erigida quando transcendermos o ego e alcançarmos nosso pleno potencial: o Ser em Rede – pois tudo que é sustentável tem padrão de Rede.
Quem sabe assim, através do Amor – próprio, com o Outro e com o Todo –, não realizamos o Übermensch nietzschiano?
Na transcendência do dualismo e fortalecimento da rede, do Ser e do Superorganismo,
Laços do Amor:
ágape,
comunadigital,
eros,
Leibniz,
Nietzsche,
outro,
philia,
Piérre Levy,
rede,
Ser em Rede,
Todo,
Übermensch
domingo, 22 de agosto de 2010
Amor, abertura ao caos
Amar é contemplar o caos, o espaço aberto e sem forma, e ter a fé e perseverança de que as coisas acontecem quando menos esperamos. Não como queremos, mas como devem acontecer.
É aguardar com abertura e disposição para a troca que realmente lhe complete - e não apenas mais ou menos em um ou outro quesito.
Ter esta paciência somente é possível quando se está bem consigo mesmo, não necessitando de nada para se sentir completo, mas disposto a somar e multiplicar com outro inteiro para forjar um nós forte e resiliente.
É na abertura ao caos que o Amor gera a ordem que e-leva ao progresso: do Eu, do Outro e do Todo.
Na abertura que não demanda nada egoicamente, mas aceita tudo dentro do melhor dos mundos possíveis,
É aguardar com abertura e disposição para a troca que realmente lhe complete - e não apenas mais ou menos em um ou outro quesito.
Ter esta paciência somente é possível quando se está bem consigo mesmo, não necessitando de nada para se sentir completo, mas disposto a somar e multiplicar com outro inteiro para forjar um nós forte e resiliente.
É na abertura ao caos que o Amor gera a ordem que e-leva ao progresso: do Eu, do Outro e do Todo.
Na abertura que não demanda nada egoicamente, mas aceita tudo dentro do melhor dos mundos possíveis,
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
A correnteza libertadora do Amor
Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.
Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,
Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,
Laços do Amor:
aceitação,
correnteza,
ego,
emoções,
ilusão,
integração,
lâmina,
libertação,
obstáculos,
oceano,
outro,
reconhecimento,
relacionamento,
sofrimento,
superação
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Voto é Amor
Voto é compromisso consigo mesmo.
O Amor é um voto tripartido: consigo, com o outro, com o Todo.
É eleição do que se eterniza a cada instante.
Na urna que pulsa em todos nós,
terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor, natureza cósmica do Ser
Que a vida é feita de alternância, sabemos desde Heráclito, que os opostos se atraem e complementam desde Lao Tsé - e é belo ver como na astrologia tudo se erige sobre eixos na órbita do Ser: o eu, o Outro, o Nós e o Todo.
Síntese do Todo, filho do Amor de Pai Cosmos e Mãe Natureza, devemos prestar sinceras homenagens, tornando nossas vidas um louvor à Terra que amorosamente nos sustenta.
No alto astral e Amor sem igual a partir da natureza cósmica do Ser,
Síntese do Todo, filho do Amor de Pai Cosmos e Mãe Natureza, devemos prestar sinceras homenagens, tornando nossas vidas um louvor à Terra que amorosamente nos sustenta.
No alto astral e Amor sem igual a partir da natureza cósmica do Ser,
Laços do Amor:
astrologia,
eu,
filosofia,
Heráclito,
homenagem,
Lao Tze,
louvor,
mãe natureza,
nós,
outro,
pai cosmos,
síntese,
sustentabilidade,
terra,
Todo
Amor, hoje, ontem e sempre
Amor é a força que converge o Eu e o Outro ao Nós e o realiza no Aqui e Agora.
Amor é o guia que direciona o Aqui e o Agora para o todo sempre.
Amor é a união do instante com a eternidade.
Na expansão da consciência,
Amor é o guia que direciona o Aqui e o Agora para o todo sempre.
Amor é a união do instante com a eternidade.
Na expansão da consciência,
Laços do Amor:
agora,
aqui,
consciência,
convergência,
direção,
eternidade,
eu,
expansão,
força,
guias,
hoje,
instante,
nós,
ontem,
outro,
sempre
quinta-feira, 27 de maio de 2010
O poder do não no Amor
Amor, ato de se estar aberto à troca, sem julgamentos ou pré-conceitos, sem simplesmente discordar ou dizer "eu tenho razão" - é entender como válido o ponto-de-vista alheio e de coração dialogar com ele.
É o ponto-de-partida do Outro e se o Eu busca a União no nós deve-se respeitá-lo e, ao fazê-lo, tomá-lo para si e, ao se apropriar dele, ter mais recursos para criar, expandindo o potencial latente na troca.
Amor é a sabedoria do dizer não, convergindo.
No reciclar, nunca no descarte,
É o ponto-de-partida do Outro e se o Eu busca a União no nós deve-se respeitá-lo e, ao fazê-lo, tomá-lo para si e, ao se apropriar dele, ter mais recursos para criar, expandindo o potencial latente na troca.
Amor é a sabedoria do dizer não, convergindo.
No reciclar, nunca no descarte,
Laços do Amor:
abertura,
diálogo,
eu,
expansão,
nós,
o poder do não,
outro,
potencial latente,
pré-conceito,
reciclagem,
sabedoria,
sem julgamento,
troca
sexta-feira, 14 de maio de 2010
No oceano do Amor
No oceano do Amor a nau é o corpo, a alma são as velas e o coração é o leme.
As pessoas estão constantemente nos oferecendo suas viagens para embarcarmos. Viajemos nas nossas com destino ao Outro e à felicidade.
Na esquadra do Amor,
As pessoas estão constantemente nos oferecendo suas viagens para embarcarmos. Viajemos nas nossas com destino ao Outro e à felicidade.
Na esquadra do Amor,
Laços do Amor:
alma,
coração,
corpo,
destino,
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felicidade,
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leme,
nau,
oceano,
outro,
viagem
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Amor, conhecimento que gera espaço para um novo tempo
Amor é o espaço que acomoda o tempo e as interações; é o tempo que atualiza o espaço através das interações; é a interAÇÃO em si, que une e transcende tempo e espaço através do conhecimento de si e do Todo.
É convergência que une tempo-espaço-interação e gera conhecimento sustentável de si e do processo. E saber sem fazer ainda não é fazer; Amor é conhecimento aplicado em ação sustentável.
O Amor tende a ser difícil por ser a convergência do Eu-Outro-Nós a um ponto de equilíbrio e superação, onde a soma é maior que as partes.
No difícil que é apenas trabalhoso, requer apenas tempo e dedicação,
É convergência que une tempo-espaço-interação e gera conhecimento sustentável de si e do processo. E saber sem fazer ainda não é fazer; Amor é conhecimento aplicado em ação sustentável.
O Amor tende a ser difícil por ser a convergência do Eu-Outro-Nós a um ponto de equilíbrio e superação, onde a soma é maior que as partes.
No difícil que é apenas trabalhoso, requer apenas tempo e dedicação,
Laços do Amor:
ação,
conhecimento,
convergência,
difícil,
espaço,
eu,
interação,
Lao Tze,
nós,
outro,
sustentabilidade,
tempo,
trabalho
Amor, abertura além-ego
Amar é ter a abertura de vivenciar o Outro em sua plenitude, convergir com seus valores e não estar pré-disposto a dialogar somente com o que se quer - isto seria monólogo assistido.
O ego que impede a abertura por medo de se perder não dialoga, permanece solitário no monólogo em-si-mesmado, vendo Outros juntos florescer, enciumado.
Na transcendência do ego que tudo quer à sua maneira e por isto absorve e desfruta pouco do Todo,
O ego que impede a abertura por medo de se perder não dialoga, permanece solitário no monólogo em-si-mesmado, vendo Outros juntos florescer, enciumado.
Na transcendência do ego que tudo quer à sua maneira e por isto absorve e desfruta pouco do Todo,
Laços do Amor:
abertura,
ciúmes,
convergência,
diálogo,
ego,
florescimento,
medo,
monólogo,
outro,
plenitude,
solidão,
transcendência,
união,
valores,
vivência
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Amor, louca reinvenção do Ser a partir da Shamata
O pulso ainda pulsa.
PULSO.
A mente ainda reage.
MENTE.
As mãos ainda manipulam.
PULAM.
E os macacos de galho em galho.
OLHA TEU RABO!
E lá vai o elefante, errante.
TROMBA.
Cai. Se levanta. A mente.
VOCÊ?
Senta. Medita.
OUTRA PESSOA.
E eu?
NÃO EXISTE.
A não ser na pureza de nossos corações.
SHAMATA.
Permaneça calmo.
AME.
Reinvente-se entre o Ser e o não-Ser, o eu e o outro;
AMOR, torna-te o que tu és
Ó BODISATVA, segue teu caminho.

Na louca sabedoria do Amor,
PULSO.
A mente ainda reage.
MENTE.
As mãos ainda manipulam.
PULAM.
E os macacos de galho em galho.
OLHA TEU RABO!
E lá vai o elefante, errante.
TROMBA.
Cai. Se levanta. A mente.
VOCÊ?
Senta. Medita.
OUTRA PESSOA.
E eu?
NÃO EXISTE.
A não ser na pureza de nossos corações.
SHAMATA.
Permaneça calmo.
AME.
Reinvente-se entre o Ser e o não-Ser, o eu e o outro;
AMOR, torna-te o que tu és
Ó BODISATVA, segue teu caminho.

Na louca sabedoria do Amor,
Laços do Amor:
Arnaldo Antunes,
bodisatva,
budismo,
coração,
crazy wisdom,
elefante,
eu,
louca sabedoria,
macaco,
mente,
não-ser,
Nietzsche,
outro,
pulso,
Ser,
shamata
No fluxo do Amor
Amor é o fluxo eterno do rio de nossas vidas, clareza que conduz a força que desapega das margens do gostar e do não-gostar, da cobiça e da aversão, do ego e do não-ego e que nos desprende de nós mesmos para empreendermos a piracema da ascece de nossas almas rumo ao encontro de nós mesmos - com o outro, pelo outro, através do outro, rumo ao Todo.
No panta rhei que sempre muda e por isso é sempre Amor,
No panta rhei que sempre muda e por isso é sempre Amor,
Laços do Amor:
alma,
ascese,
aversão,
clareza,
cobiça,
desapego,
ego,
fluxo eterno,
força,
gostar,
Heráclito,
margens,
não-gostar,
non-ego,
outro,
panta rhei,
piracema,
rio da vida,
Todo
terça-feira, 27 de abril de 2010
Amor são
O Amor é mais que impulso, direção, união – Amor é, quando dois são; unos na tríade de si mesmos: eu, outro e nós.
Na saúde do Ser que em Rede é,
Na saúde do Ser que em Rede é,
terça-feira, 2 de março de 2010
Desilusão: o aprendizado-mor do Amor
As desilusões fazem parte da história de nossas vidas, são nossos aprendizados mais íntimos.
Mas, acostumados ao nosso ego - infantil como só ele - de termos apenas aquilo que gostamos e queremos, revoltamo-nos e acusamos o culpado: é o coração, este fraco e desmiolado a quem seguimos cegos de paixão e que nos faz cair, na tentação e no abismo da solidão após nos lançarmos desenfreadamente de encontro ao Outro. Juramos nunca mais seguir o coração e nos isolamos assim de nós mesmos.
Não é que não devamos seguí-lo ou seguí-lo menos. Devemos sim torná-lo forte, independente e líder para nos conduzir sem cair nos boicotes da mente e do karma, bem como na solidão de nossa alma.
Ocorre é que sentimo-nos acuados e pressionados pelo tempo-espaço, acossados pela solidão de nós mesmos e ao invés de nos bastarmos primeiro, jogamo-nos na aventura da roleta russa do "nós-dois": depositamos no Outro arma e munição e entramos de cabeça em um jogo em que a sorte pode ou não cruzar com o destino. E o Amor está longe de ser um jogo de azar no qual se deposita as fichas às cegas.
Tranquilidade, este é o sinônimo da realidade do Amor: o que é nosso está guardado e quando se está maduro o suficiente se tem o prazer de desfrutar do verdadeiro néctar do Amor.
Até lá, vamos amadurecendo e entendendo que é necessário estarmos bem conosco, sem depositar em mais ninguém nossa felicidade. E é nestas desilusões que a vida nos traz que aprendemos a viver e assim a amar.
Aí sim, iremos ao encontro de nosso destino, sermos felizes. Por toda eternidade de cada momento.
No néctar da imortalidade que é o eterno Amor,
Mas, acostumados ao nosso ego - infantil como só ele - de termos apenas aquilo que gostamos e queremos, revoltamo-nos e acusamos o culpado: é o coração, este fraco e desmiolado a quem seguimos cegos de paixão e que nos faz cair, na tentação e no abismo da solidão após nos lançarmos desenfreadamente de encontro ao Outro. Juramos nunca mais seguir o coração e nos isolamos assim de nós mesmos.
Não é que não devamos seguí-lo ou seguí-lo menos. Devemos sim torná-lo forte, independente e líder para nos conduzir sem cair nos boicotes da mente e do karma, bem como na solidão de nossa alma.
Ocorre é que sentimo-nos acuados e pressionados pelo tempo-espaço, acossados pela solidão de nós mesmos e ao invés de nos bastarmos primeiro, jogamo-nos na aventura da roleta russa do "nós-dois": depositamos no Outro arma e munição e entramos de cabeça em um jogo em que a sorte pode ou não cruzar com o destino. E o Amor está longe de ser um jogo de azar no qual se deposita as fichas às cegas.
Tranquilidade, este é o sinônimo da realidade do Amor: o que é nosso está guardado e quando se está maduro o suficiente se tem o prazer de desfrutar do verdadeiro néctar do Amor.
Até lá, vamos amadurecendo e entendendo que é necessário estarmos bem conosco, sem depositar em mais ninguém nossa felicidade. E é nestas desilusões que a vida nos traz que aprendemos a viver e assim a amar.
Aí sim, iremos ao encontro de nosso destino, sermos felizes. Por toda eternidade de cada momento.
No néctar da imortalidade que é o eterno Amor,
Amor, fiel da balança do auto-conhecimento
Em um momento de desilusão amorosa você não deve esquecer do Outro, deve se lembrar de você.
Na força transformadora do Amor que a tudo conhece e ao auto-conhecimento possibilita e conduz,
Na força transformadora do Amor que a tudo conhece e ao auto-conhecimento possibilita e conduz,
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Amor é dança
Ritmo, movimento e som - do corpo, da alma; do Eu, do Outro; um baile na ascese da vida na forjadura do nós, onde cada passo é um pulsar de beleza na espiral evolutiva, ora conduzindo, ora sendo conduzido.
Na batida do Amor,
Na batida do Amor,
sábado, 25 de julho de 2009
Amor é a força
A força que nos tira da relação dicotômica Eu-Outro, nos expande ao Nós, apresenta a vacuidade (Śūnyatā) e nos salva do Niilismo.
Que o Amor esteja contigo, hoje e sempre,
Que o Amor esteja contigo, hoje e sempre,
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