quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Egito, Amor antigo
No Faraó que reina sobre a razão e as emoções, filho do Sol e da Lua, que brilha em nosso peito,
quinta-feira, 11 de julho de 2013
A valor-iz-ação do Amor
Se mentes dão frutos,
É o florescimento de sua verdadeira natureza
que ocorre no cultivo de nossos melhores grãos.
Emoções - potenciais -
Sentimentos imagináveis,
Sentido-dia-logado,
Idéia esboçada, Ação esculpida
Na escolha do sabor de nosso viver, verdadeira sabedoria que é Ser, valor de estar,
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Amor, profunda emoção do Ser
Da mais profunda emoção do Ser emerge a sabedoria que nos conduz ao estar além do ter.
Na purificação que é estar em tua presença,
sábado, 24 de novembro de 2012
Amor, mola mestre da Sabedoria
Aconteço.
E enquanto amanheço,
Vivo (o poder que sirvo).
Sou noite para meu Sol,
Brilho silencioso para fazer brilhar,
Sou aurora, desperto, sou vontade da Razão,
Sou poder - da vida - sou emoção.
Na Triebfeder da sustentabilidade,
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Amor, sentido necessário
No mesmo lugar
Uma outra pessoa a olhar
A mesma situação
Questionando a emoção
É isto estar vivo?
Melhor ao fluxo se entregar
sem ser tão incisivo
Se relacionar sem apego, na totalidade amar.
No sentido que só faz o que se quer,
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Amor, caminho de expansão do Ente
Amor é o caminho no qual o Ser converge colaborativamente a Razão suprassensível e as inclinações, emoções sensíveis, despindo-nos do trans- e do iman- e, nus perante à Natureza e à Vida, expandindo nosso Ente.
Na SERpENTE que nos ascende,
sábado, 31 de dezembro de 2011
Amor chronos vincit - quatro mensagens para quatro estações
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Algum dia tudo acaba - até lá, que seja eterno o viver no Todo que nunca perece.
Eternidade não se mede com o tempo, mas pela intensidade, esta sim, que pode beirar o infinito e se fazer espaço ao seu tempo particular.

Que Terra é firme? Que porto é seguro? Que fluxo há senão o da maré da vida que leva e traz tudo de bom e de mau que julgamos assim... eternos, quando de eterno só há o ciclo da mesma maré, o fluxo do mesmo rio, as ondas do mesmo oceano - só há sofrimento se nos rebelarmos contra esta verdade. Entregando-nos a ela, ela se volta para nós e nos conduz ao êxtase em vida.
Amor, o fluxo, o reconhecimento do fluxo e o fluir em si.
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Que minhas palavras sejam puro combustível para minha ação e que minha ação seja o espelho de minha mente e que minha mente seja um só com o mundo

Alinhe corpo-fala-mente e torne tuas palavras chamas de sabedoria a aquecer e ativar a ação de todos com quem entras em contato.
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Crescemos através de nossas fissuras. Na crise, crie-se!

Cuidado - dê somente o melhor de si para se adubar.
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Intuição = Razão + Emoção

Amor, Fogo líquido que percorre nossas veias, néctar de sabedoria que banha nosso Ser.
No oceano de sofrimento ou de prazer, dependendo da inclinação de seu Ser,
sábado, 24 de dezembro de 2011
Amor, inteligência emocional no cultivo do Ser
Mas lembre-se que ele também se põe e vai ter com as profundezas, sem nunca deixar de brilhar e iluminar seu caminho. #inteligenciaemocional
Eis a chave evolutiva que abre todas as portas do labirinto de nosso Ser.
Na jardinagem evolutiva,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
A verdade do caminho do Amor
Só o Amor constrói o caminho ao Amor.
Na mente-coração, caminho do meio entre razão e emoção, alicerçado pela intuição,
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Na capitania do Amor, a nau do coração
Nas águas, ora turbulentas, ora calmas de nossas mais profundas emoções,
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Amor, o dis-curso do perde-ganha, aprende
Quando se perde um Amor, o raciocínio tropeça nos soluços da emoção e a razão cai.
Quando se perde um Amor, se é consumido pelo vazio.
Quando se perde um Amor, o coração é inundado pela dilaceração.
Quando se perde um Amor, se é afogado em mágoas.
Quando se perde um Amor, se fica repetitivo buscando um sentido.
Quando se perde um Amor, se busca um motivo, o culpado,
sempre no exterior para aliviar o fardo.
Quando se perde um Amor, nunca se pergunta de maneira equilibrada "onde foi que nós erramos", mas apenas se busca refúgio nos extremos "onde foi que eu errei" ou "o outro errou, não podia ter feito isto".
Quando se perde um Amor, talvez seja o momento de ambos refletirem e aprenderem com a situação, partindo de uma irrestrita aceitação: buscar um começo na lei do Karma da causa e do efeito só fará se emaranhar ainda mais na complexa teia da vida, consumindo-se pelo caos e esgotamento da falta de entendimento. Ou ainda levar a um entendimento parcial elevado erroneamente a status de verdade definitiva, gerando apenas mais karma.
Através da aceitação pode-se focar no aprendizado e na superação, buscando construir algo novo com novas bases.
Talvez um precise entender a linguagem da ação, do ato que se faz discurso, e não apenas esperar o diálogo das palavras.
Talvez o outro precise aprender a dialogar através das palavras que também são ações que clareiam emoções e confirmam a própria linguagem da ação.
E, por fim, não se deve esperar que nosso discurso é tão claro quanto parece: deve-se sempre zelar pela qualidade e eficácia da relação e da troca, indo-se sempre ao encontro do outro.
As pessoas são enganadas pelas emoções, que são mobilizadas tanto por ações como por palavras. Os encontros se perdem nos desencontros da vida, dissonâncias cognitivas que apenas o Amor pode convergir em entendimento, pois apenas o Amor é impulso ao desconhecido, elevação da troca, estabilidade da união e fluxo da progressão.
Apenas o Amor converge o diálogo verbal e o não-verbal elucidando e dissipando qualquer sombra de dúvidas, removendo qualquer obstáculo ao crescimento do Amor.
Quando se perde um Amor, se percebe claramente que Amor é o conhecimento maior, que abarca todo o conhecido e aquilo que está por se tornar conhecido. Amor é a razão principal, é a sustentabilidade, é o sentido maior de tudo e para Todos; e isto se aprende com a dor da ausência.
Só o Amor cada vez mais profundo e vivenciado é que corajosamente pode levar ao mesmo aprendizado, mas por vias mais doces e tenras.
No dis-curso do Amor que encontra seu caminho nas margens do diálogo,
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
É tempo do Amor libertar
E é no aqui e no agora que devemos estar, preservando nossa eternidade a cada momento, libertos: da emoção presa ao passado, da mente perdida no futuro e de um corpo dilacerado no presente.
Na meditação do Amor,
terça-feira, 27 de abril de 2010
Amor discernimento
É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.
Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.
No futuro, fruto do Amor presente,
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Amor é harmonização
sábado, 25 de abril de 2009
Amor - aceitação e superação de si
Freqüento este planeta desde seus primórdios.
Já matei, já roubei, já magoei.
Já andei solitário por entre gente,
relacionamentos,
confiando apenas na mente,
tormentos.
Lapidava a razão distante do coração,
esquecendo-me que tudo é equilíbrio,
que tudo é um só: o segredo da filosofia,
sensação, sentimento, pensamento, emoção, isto tudo combinado, sabedoria.
Evolui com os ciclos e agora só quero Amor.
Basta de viver o sofrimento, de aprender pela dor.
Chega um momento onde se descobre que Ser é Amar, que esta é a origem, este é o melhor meio e este é, com certeza, o único fim: se superar.
Muito além de reducionista, fatalista, aprisionante esta verdade é redentora e libertadora, estimulante.
Quando se aceita sua verdadeira natureza e passa-se a harmoniosamente trabalhar com ela, tudo flui, desatam-se os nós, caem os véus, cessa a neblina da confusão dualista e pode-se enfim seguir adiante explorando, vivenciando e colhendo os frutos do infinito de seu pleno potencial natural: isto é o Amor - a infinita dimensão natural do Ser.
Na aceitação que leva à ação dinâmica, sensata e amorosa, que é o Amor, a superação de si,
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Amor - escapando ao hábito
No Amor,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Amor é consciência
Amor é consciência - que se busca explicar, compreender e apreender no cruzamento entre a razão filosófica e a emoção poética, mas que é muito mais algo para se intuir e se fazer ato - e que emana mais facilmente da vacuidade meditativa.
No Amor,
Intuição amorosa
No Amor,
domingo, 15 de junho de 2008
Reflexão amorosa - Jogo de Luzes e Astros
No amor