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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Amor, autopoiesis do Ser

Sou todo sentidos e um pensamento: sempre escolhemos aquilo que nos satisfaz; que satisfaz o sentido escolhido, vontade que converge a partir de metavontade à meta da vontade.

Somos este ciclo de aperfeiçoamento, vontade em devir, arte em movimento.

Na autopoiesis,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, escolha afirmativa do destino

O Amor se afirma no destino que se escolhe.

Nos dados que se joga, nas regras que se consente,

A bênção, o caminho, o Amor

Amor é tanto a forja pura de suas habilidades de lidar com situações que desafiam teu Ser e o moldam, quanto as definições de teus quereres e valores - vale ouro e qualifica tua meta.

Benção não é o que recebemos - isso é karma -, mas o que fazemos com o que temos (recebemos e cultivamos), eis o divino que se manifesta na caminho de nosso dharma, nossa escolha pessoal e intransferível.

No caminho que faz sentido, ganho que se obtém quando se entrega tudo ao Amor,

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Amor, escolha radical

Nossas escolhas determinam a moralidade de nossas ações.

Na escolha radical, base de toda ação,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, profunda vivência

Já que só se vive uma vez - mesmo que em eterno retorno -, nosso tempo é precioso demais para se deixar as coisas na dúvida ou ignorância: é preciso viver a fundo as coisas do mundo e pra valer tudo aquilo que se escolher! Na profunda vivência que é Ser,

Amor, escolha sem medo

Não importa o que você quer ser.

Com medo, nada se tornará, tudo te transtornará.

Conquiste-se!

Livre-se do medo e seja livre para escolher com toda responsabilidade.

Na liberdade da escolha responsável pela nossa felicidade,

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Da carne de cavalo ao Amor nas asas da Razão e Emoção

Eis um bom exemplo de como podemos expandir nossa compaixão: refletir racionalmente sobre a diferença de seu bichinho de estimação e aquele que vem servido em seu prato.

Extraindo-se o ato dos papéis de seus agentes, não somos tão diferentes do que todos os vampiros relatados na história: um Ser sedento suga e se nutre da vida de outro Ser; com a diferença de que estes ao menos iam a caça e não se serviam de um vil sistema de subjugação, sofrimento e matança.

Uma vez transpostas as barreiras racionais-ilusórias, deixe agora este Amor por seu bichinho de estimação - mesmo aquele deixado escondido nas memórias da infância - emanar também aos outros animais, que como seu amado bichano também sentem, sofrem e tem tanto direito à vida, quanto medo de morrer: e isso não é papo new age, é comprovado cientificamente.

Na próxima vez que um suculento pedaço de carne estiver sangrando em seu prato, sua boca salivar e sua língua instintivamente tocar seus caninos, lembre-se do Amor que lhe une aos outros seres, de que você faz parte daqueles animais que ao menos pensaram ter superado esta condição (animalesca) e supere seu apetite por destruição para poder canalizar sua energia amorosamente para construir um mundo mais sustentável, que só é possível se edificado no e com Amor.

Escolhe, pois, a vida. Sê forte, Ame.

Na disciplina e fortaleza do Ser, liberdade assegurada pela compaixão,

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Amor, como queria

Estar contigo
Ser abrigo
Ter-te como meu alguém
Viver coisas que não vivi com mais ninguém

Sei que tudo pode mudar
Mas a esta altura
Só há bem querer, vontade e cuidar
- De ti e de nós com toda ternura.

Na vontade que em teus lábios se encontra,

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Amor, escolha nossa de cada inter-ação

O que se vê é o que se é; o que se quer ver é um potencial será.

Qual a máxima que se escolhe ver, que Lei se resolve adotar?

Na escolha nossa de cada interação,

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

É chegar e fazer, Amor!

Chegar e fazer, chegar e fazer, nem questionar se vai dar ou não, já deu: é chegar e fazer, chegar e fazer.

Questionamento é fundamental - antes e depois de cada ação, antes de chegar e depois de fazer; a reflexão ocorre antes e depois de cada ação de acordo com determinada meta relativa, ancorada no princípio universal da vida.

Na ação reflexiva, que reflete sempre os valores do Ser,

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Amor primaveril

Que ao norte o inverno e ao sul o verão coloquem nos trilhos os rumos dess' estação.

No caminho do meio da primavera, momento da escolha do caminhar,

sábado, 6 de outubro de 2012

Amor, a escolha da vida


Escolhe, pois, com responsabilidade (Klaus Dt, 30)

O vazio é o inominável, o espaço-mãe de todos os fenômenos, em ato e em potência, é o real em toda sua plenitude e formas.

O nada é quando este vazio já fora preenchido e deste estado nada mais resta que lembrança.

Quando dizemos que sentimos um vazio, talvez seja justamente por este nada deixado para trás se fazer tão presente em sua ausência que transcende a falta do que havia e engloba a falta de tudo que ainda estava por existir - o que torna o lamento amoroso correto ao menos sob o ponto-de-vista teórico, já que na prática toda e qualquer interação e, portanto, escolha de atualização do manifesto poderia ocorrer (dentre todas as sementes não-manifestas de atualização da realidade) - podendo viver-se atualidade bem distinta da projetada.

O tudo é mais que o nada, sendo menos que o Todo, uma vez que aquele (tudo) se refere a uma expectativa quali-quantitativa de algo e se encontra na confirmação da presença, sendo o nada seu equivalente na ausência; já o Todo é a soma do presença e da ausência, é tudo aquilo que foi, é e estar por vir - radicalmente poderiamos ainda afirmar que ainda contém aquilo que não está por vir, mas que potencialmente poderia se manifestar dependendo de estímulos de interação.

Essa reflexão metafísica serve para ampliar nossos horizontes de possibilidades de escolha e reforçar nossa responsabilidade em nosso processo decisório - a cada escolha, um infinito menos um de renúncias.

Mas ao invés disto se tornar inconscientemente um fardo, devemos compreender nosso papel para transformar nossa obra e passar a agir na vida consciente de cada escolha - viver, portanto, ou melhor, agir, é escolher. Podemos fazê-lo consciente do processo e consequente responsabilidade ou podemos fingir que não sabemos do impacto que a escolha de nossos atos e os atos em si geram e as questões que daí implicam.

No vazio que tudo perpassa,

sábado, 15 de setembro de 2012

Pode ser Amor - could be Love

Life? It´s just an illusion! But it could be Love.

No fato, fado do ato, uma constante escolha,

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O reencontro do Amor divino Amor

Teu é o nome que ecoa em minha caverna.
Meu é o despertar de um sonho profundo - precipito-me à cidade, subo ao altar, lanço-me ao mar.
Teu é o cais do porto - seguro meu horizonte com a fita de meu olhar laço a esperança de no infinito lhe encontrar.
Teu é o vento que infla minhas velas.
Teu é o vai-e-vem do mar de minhas emoções.

Teu sempre será todo meu coração.

Onde estás tu, Ser amado?

Por que me deixastes te procurando, seguindo tua voz, se te encontravas sempre comigo ecoando na caverna de meu coração, sendo bússola e ímã, princípio sem fim - és a busca, o buscado e o buscador.

Cessa em mim essa busca e dor e dá-me o prazer do reencontro e Amor.

Que tolo que sou. Peço-lhe o que somente eu posso conquistar: a serenidade de conhecer, apreciar e contemplar que somos todos um, tu e eu, eu e tu, um nós sem nós, um fluir por entre pontos - de vistas enriquecidas pela tua presença, essa rede que sustenta toda manifestação, que nada mais sou que eu mesmo lançado ao infinito e reconhecido na potência da interação.

Por ti e através de ti, me reencontrei.

No ocaso do destino, o acaso de nosso livre árbitro, determinação de nossa vontade, pura razão prática,

domingo, 26 de agosto de 2012

O outro, farol do Amor

Um encontro vazio
à espera de verdadeira interação
escolha, cultivo, ato
entrega a potência através da livre devoção

Luz

no horizonte
o outro
do porto se lançam
a um mar de possibilidades

Faróis

se enganam com vagalumes
não confiam no outro
e não se entregam às estrelas
para a salvo navegar

No oceano interativo,