No ato de Amor que nos perpetua,
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quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Amor curador de mundos
Quando te tenho sobre mim
neste universo sem fim de possibilidades,
dentro de ti desejo que curemos o melhor dos mundos,
o nosso, elevando nossas voluptuosidades.
Eis as forças amorosas que criam, organizam e compartilham; confirmam e elevam o fluxo evolutivo:
Eros que concebe mundos, cria casos de harmonia e beleza, ordena do caos ao cosmos;
Ágape que ordena possibilidades de mundos, cria hierarquia, processos e valores, eleva o cosmos;
Philia que eleva os mundos escolhidos, cria conexões e aberturas, compartilha o melhor dos mundos;
Amor fati que compartilha o melhor dos mundos criados e confirma o destino do cosmos: tornar-se caos e ressurgir brilhantemente, como uma estrela, no ciclo sem fim que é a eternidade em constante alternância.
Para transmutar a alternância de estagnação dual para evolução transcendental é preciso despertar o coração iluminado da bodhichitta - que todos possam se beneficiar com todos os atos; e que possamos ser a cura.
No devir que é confirmação do Ser, informação que se atualiza no êxtase que é viver,
Amor, fluxo continuum do êxtase eterno
Saudade,
Amor que fica
na imaginação
que tece e projeta memórias.
Histórias
do passado
presentes no futuro
envolto em bruma; úmida e duro.
Volúpia, vontade.
Eu, você, nós - sem nós
no fluxo continuum
Amor que fica
na imaginação
que tece e projeta memórias.
Histórias
do passado
presentes no futuro
envolto em bruma; úmida e duro.
Volúpia, vontade.
Eu, você, nós - sem nós
no fluxo continuum
de um êxtase sem fim.
No tênue limiar entre o virtual e o atual, realidade única do Ser em constante devir,
Laços do Amor:
continuum,
devir,
êxtase,
fluxo eterno,
imaginação,
memória,
nós,
saudade,
sem fim,
Ser,
volúpia,
vontade
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Amor, fluxo do nascer e morrer, continuum da vida
A morte não deveria ser uma preocupação, pois é um fato inalterável e aquilo que não se pode mudar não deve nos preocupar, mas deve servir de parâmetro para aquilo que nós podemos alterar que é o viver, determinante de como iremos morrer.
Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.
Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.
Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.
No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,
Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.
Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.
Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.
No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Há 10 anos, doce nostalgia do Amor
Há 10 anos acordo com a mesma vista, através da mesma janela.
Pensamento voa, memórias chegam, emoção decola
É a mesma janela, onde agora tremulam bandeiras
É um outro Eu que reflete sobra a vida e inúmeras besteiras
Há 10 anos dou aula, sempre diferente, em outra faculdade,
sempre a mesma, na sempre bela cidade.
É a mesma aula, com outros alunos,
É um outro embate em novos assuntos.
(Será? Não é apenas uma outra roupagem para o mesmo comum lugar?)
Há 10 anos acordo com outras companhias,
diferentes gatas, agora meu gato,
não há mais solidão a dois, fato
é a inteireza interior, pronta para se relacionar, que mia.
Há 10 anos acordo e por isto continuo grato.
Há tanta coisa por fazer, tanta coisa por arrumar
Há tantas prioridades pro começar
Há tanta prática para me moldar mais sensato.
Haaaaaaaaaaaaaaaaaaa, da loucura emerge a sabedoria.
É sempre a mesma janela, mas sempre outro sol, sorria!
Liberte-se de sua agonia:
É preciso força e Luz para confirmar sua existência todo dia.
Há 10 anos... nesse período parei de fumar, aprendi a ouvir não,
Não mudei de sexo, mas mudei de religião,
De cético à budista, mente-corpo em comunhão,
Mas será que, de fato, mudei meu padrão?
Há 10 anos abri asas e vim pro mundo,
Será que aprendi a me relacionar,
Será que aprendi a receber e dar,
Será que aprendi a amar?
Nas asas da nostalgia inspirada pela música "Often a bird", de Wim Mertens, enquanto olho pela janela de meu quarto, o mesmo quarto, outras luzes, outros partos. Como somos grandes, como somos pequenos, como somos nada, como temos a ousadia de sermos tudo.
No auto-questionamento que é o princípio sadio do Amor,
Pensamento voa, memórias chegam, emoção decola
É a mesma janela, onde agora tremulam bandeiras
É um outro Eu que reflete sobra a vida e inúmeras besteiras
Há 10 anos dou aula, sempre diferente, em outra faculdade,
sempre a mesma, na sempre bela cidade.
É a mesma aula, com outros alunos,
É um outro embate em novos assuntos.
(Será? Não é apenas uma outra roupagem para o mesmo comum lugar?)
Há 10 anos acordo com outras companhias,
diferentes gatas, agora meu gato,
não há mais solidão a dois, fato
é a inteireza interior, pronta para se relacionar, que mia.
Há 10 anos acordo e por isto continuo grato.
Há tanta coisa por fazer, tanta coisa por arrumar
Há tantas prioridades pro começar
Há tanta prática para me moldar mais sensato.
Haaaaaaaaaaaaaaaaaaa, da loucura emerge a sabedoria.
É sempre a mesma janela, mas sempre outro sol, sorria!
Liberte-se de sua agonia:
É preciso força e Luz para confirmar sua existência todo dia.
Há 10 anos... nesse período parei de fumar, aprendi a ouvir não,
Não mudei de sexo, mas mudei de religião,
De cético à budista, mente-corpo em comunhão,
Mas será que, de fato, mudei meu padrão?
Há 10 anos abri asas e vim pro mundo,
Será que aprendi a me relacionar,
Será que aprendi a receber e dar,
Será que aprendi a amar?
Nas asas da nostalgia inspirada pela música "Often a bird", de Wim Mertens, enquanto olho pela janela de meu quarto, o mesmo quarto, outras luzes, outros partos. Como somos grandes, como somos pequenos, como somos nada, como temos a ousadia de sermos tudo.
No auto-questionamento que é o princípio sadio do Amor,
sábado, 20 de fevereiro de 2010
No continuum do Amor
Nossa vida não é nada a não ser uma seqüência de momentos.
Amor é fazê-los serem sempre bons e proveitosos momentos - por prazer, aprendizado ou evolução.
No Amor, única coisa que levamos eternamente conosco,
Amor é fazê-los serem sempre bons e proveitosos momentos - por prazer, aprendizado ou evolução.
No Amor, única coisa que levamos eternamente conosco,
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Amor - escolha da vida plena, sem renúncia
Vida. Cheia de escolhas. Abarrotada de renúncias.
E com medo de perder as coisas em detrimento a outra, deixa-se de escolher e ganhar. Desejando tudo não se tem de fato nada.
A força do impulso de Eros se perde sem o foco do Amor Ágape que direciona naturalmente à escolha certa, aquela que leva à completude da Philia e se deleita no Amor fati. Mas pode ser diferente.
Quando se vive com Amor, esta força convergente e abertura sustentável que harmoniza os pólos envolvidos, entende-se que escolha e renúncia são faces da mesma moeda, que nunca se perde nada, sempre se ganha.
O Amor encontra seu caminho e te conduz às escolhas certas, basta estar aberto à vida que nada mais é que um continuum do Amor, um fio de ouro interligando o Eu, o Outro e o Ambiente.
Na moeda do Amor, sem escolher a face que me sorri,
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Amor - continuum da mente-coração
"Se nós acreditamos que a mente é contínua, o nosso amor pelos outros torna-se contínuo.
Se nós reconhecemos esta continuidade, não confiamos em circunstâncias temporárias, tangíveis, ou não as levamos tão a sério.
Se nós acreditamos na continuidade da mente, então o amor nos conecta imperceptivelmente àqueles que nós amamos com uma energia positiva contínua, de modo que mesmo separações tangíveis entre pessoas que se amam, não reduzem o poder intangível do amor.
Ao acreditar na continuidade da mente, nós reconhecemos a continuidade de todas as circunstâncias, incluindo nossas experiências de amor, que não são apenas por um momento ou por uma vida."
Trinley Norbu Rinpoche
Publicado no Amor, em homenagem ao falecimento de meu Opa - avô alemão de 95 anos que tanto me ensinou, na prática, o amor, o respeito e a união, o agradecer a tudo e em cada detalhe.
Se nós reconhecemos esta continuidade, não confiamos em circunstâncias temporárias, tangíveis, ou não as levamos tão a sério.
Se nós acreditamos na continuidade da mente, então o amor nos conecta imperceptivelmente àqueles que nós amamos com uma energia positiva contínua, de modo que mesmo separações tangíveis entre pessoas que se amam, não reduzem o poder intangível do amor.
Ao acreditar na continuidade da mente, nós reconhecemos a continuidade de todas as circunstâncias, incluindo nossas experiências de amor, que não são apenas por um momento ou por uma vida."
Trinley Norbu Rinpoche
Publicado no Amor, em homenagem ao falecimento de meu Opa - avô alemão de 95 anos que tanto me ensinou, na prática, o amor, o respeito e a união, o agradecer a tudo e em cada detalhe.
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