Mostrando postagens com marcador ausência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ausência. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de setembro de 2012

Da tua ausência, Amor

O que fazer
Se não posso lhe ter
Nos braços
E no viver?

Resta-me
Resignar-me
E confiar-me
Aos desígnios do Ser

Na cabeça erguida de quem ama de verdade,

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A sustentável presença do Amor

Amor é presença e inteireza com o Todo.

Presença mesmo na ausência, satisfação mesmo na falta, plenitude mesmo na parte.

Na integridade, interação não-dual,

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Quando o Amor insiste

Não estou só,
tua presença acompanha minhas memórias,
marca minhas lembranças,
indaga meu futuro.

Recordas-me de meu desejo,
Felicidade sublime
que genuinamente não carece de motivação externa,
mas que com sua presente ausência ferve.

A paixão por ti me prende
a mim mesmo (mesmo)
acompanhado por ti
me enalteço.

Não é do Amor próprio
esta prisão
antes é liberdade
própria do Amor
ao qual compadece a paixão
e traz ao Ser renovada pulsão.

Libido inscrita
na dança de Eros e Tânatos tudo pulsa
e vibra
à altura de nosso Ser.

Infinito que é
na finitude do devir
que nunca finda, se renova
sozinho, sereno sorri.


Na apropriação das forças e elementos que regem a dança da vida com maestria,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

O silêncio da sabedoria do Amor divino

Sua ausência se confirma
na terrível presença que confina.
Na prisão da saudade de nós dois,
encontro a liberdade não antes, não depois.

Agora, incandescente,
consumido pelo fogo do desejo do Eu
inflado por teu nome, chamo por teu sapato de cristal,
caibo apenas no pé teu.

Encaixemo-nos,
transbordemo-nos no nós,
nesse caminho,
do Todo.

Não mais amado,
não mais amante,
não mais eu, não mais tu,
não mais os nós do Amor,
mas o Todo Fluxo
do Amor sem fim.

Aqui renasço das cinzas de nosso encontro
forjado Uno, amado-amante em mim,
não necessito mais de ti; será de Eros o fim?
Já fez-me completo, brotou em mim o Homem pronto.

Silêncio!

O Amor pulsa ensudercedor.
Sinta, ouça, ouse
se entregar em mim
ao Amor.

No fim, eterno recomeço, que conduz à outra margem, mesma terra firme sob outra perspectiva,

sábado, 6 de novembro de 2010

Omnia Amor est et nos cedamus amori

Só o Amor é; só o Amor pode mudar como as coisas são - tudo é Amor em graus e modos distintos, portanto só o Amor pode alterar o grau de potência e o modo e extensão de cada coisa, pois tudo comunga de uma natureza una, de um único eixo cíclico: caos-cosmos, samsara-nirvana, nascimento-morte, luz-sombra; a força da vida em todos seus modos, potências e extensões é Amor.

O modo, grau e potência do Amor é determinado pelo conhecimento detido, trocado e exercido - quanto maior a coerência, maior a sustentabilidade do momento no eixo cíclico e maior a possibilidade de vetorizar o ciclo em um eixo evolutivo.

Quando se aprende algo pela dor se aprende na verdade pela ausência do Amor - a incompreensão deste aprendizado gera o ódio, esta revolta pela ausência do Amor e do sentido de si e da vida.

A revolta, o ódio e demais sentimentos e energias da nega-ATIVIDADE paralizam o fluxo do eixo cíclico e podem inclusive regredi-lo.

O Amor é o princípio sem fim, fluxo e movimento da rede da vida.

O Amor tudo é, rendamo-nos nós também ao Amor.

No Amor que tudo vence, pois tudo é: vençamo-nos nós a nós mesmos.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

A solidão necessária do Amor

Como diria Nietzsche, "a solidão nada tem a ver com a presença ou ausência de pessoas".

A solidão é apenas a reserva amorosa do espaço para verdadeiras companhias.

Este vazio (kénosis) é condição fundamental para ascese. E para a troca na união produtiva e evolutiva.

Na essência da solidão, encontro consigo mesmo,

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Amor, sopro da vida

Amor, consciência não-dual, essa franca abertura para dentro e para fora, esse tornar-se Ser autêntico: liberar os 5 sentidos através da respiração.

Na ausência de fronteiras, regozijo no Ser,

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori

Acabou de sair de minha casa o meu Amor.

De onde veio, para onde voltou?

Suspiro, não me entrego,

sua existência confirmo,

sua ausência nego.


Como algo tão sublime pode simplesmente desaparecer?

E ainda deixa rastro e vestígio - muito além do cheiro e do bem querer.

Planos precipitados, sentimentos antecipados, loucas sensações.

Destroços e pedaços do choque de dois corações.

Intuo... não, nada tenho como intuir, perdido que estou no meio do caos,

Que é de onde emana todo verdadeiro Amor e dá forma ao Klaus.


Desejo, confesso, que o Amor seja compassivo com este humilde servo e aprendiz,

e que não nos percamos um do outro em nossos caminhos, nem por um triz.

Ardo e oro para que hábeis artistas sejamos,

para dos cacos criarmos um lindo mosaico, onde enfim nos amamos.


No tempo que há de ser, para sempre no espaço de nós dois, com o carinho e o amor que palavras não podem traduzir, que o tempo não pode apagar e que só precisa de espaço para crescer, florir e prosperar.

Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori - o Amor tudo vence: cedamo-nos nós também ao Amor.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

O auge é o Amor

O meio entre o tédio e o sofrimento é o auge - onde o tédio é o extremo da saturação e o sofrimento o extremo da ausência e da falta.

O Amor é este gesto de equilíbrio que encontra o caminho entre os extremos da vivência humana.

No Amor,