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sábado, 24 de dezembro de 2011

Na gestão do Amor

Amor é aprender a organizar seu tempo e suas idéias para dar forma ao seu potencial.

Na constante modelagem do Ser,

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Os sentidos do Amor

O Amor é a busca pela sinergia, não o reforço das diferenças. É empreendido por dois Seres fortes e inteiros.

O sentido do Amor é harmonizar os distintos; aparentemente opostos, mas complementares em essência, canalizando-os em hierarquia rumo à evolução disposta na mandala do Ser.

A partir deste princípio, do Amor, a reta razão do pensamento nos serve não para buscar evidências (óbvias e visíveis) de distinção, individualismo e isolamento, mas organizar e manter a coerência dos processos intuitivos que devem impulsionar e conduzir nossas vidas que deságuam em sensações e sedimentam sentimentos no infindável ciclo cognitivo que é viver (em comunhão).

Na meditação que discerne os ciclos e espiraliza a ascese,

Amor, segredo da juventude e do bem

A beleza externa,
ó tentação,
ofusca e enebria,
ilude o coração.

Tateia cego
em meio às projeções;
excita-se com as formas e perde-se em meio ao ego.
Enreda-se, enrosca-se nos véus das ilusões.

Preso, não chega à beleza interior
agoniza diante da impermanência exterior.
Iludido, liberta-se para em nova bela armadilha cair,
ignora os padrões que tende a repetir.

A beleza é o belo
e também a simpatia
acima de tudo valores que geram harmonia.
Do exterior ao interior, o Amor é elo.

A beleza é assim na Terra como no Céu,
eis um segredo que dissipa o véu:
resistir às chamas das paixões
liberta-nos a viver o Amor livre das ilusões.

Canalizar o impulso,
ordenar a direção,
garante o destino
do Amor à paz e união.

No secreto da beleza, segredo da juventude e do bem,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor, instante sublime da sabedoria

O Amor enxerga a ordem do caos e assim beleza em tudo, não tem a ânsia de construir um belo deformado (a qualquer custo), à imagem e semelhança da origem e, portanto, sempre ansiosa desta – tanto de obtê-la em futuro próximo, quanto de recuperá-la em um passado distante.

É na eternidade do momento, no aqui e agora sem forma, sem conceito, apenas vivência que somos - seres eternos em nós mesmos, criadores de nossa prisão nas memórias do passado e esperanças do futuro, libertadores do presente apenas através do Amor, janela de possibilidades em um sem fim de escolhas -, que a beleza se ordena em um ciclo constante e alternante de (des)ordenação e (des)construção. A beleza se ordena para no instante seguinte se modificar e tomar a forma de outra beleza.

Nunca conseguiremos apreender este momento e quanto mais o tentamos, menos o vivemos.

Quando nos abrirmos para esta experiência, convergiremos a beleza do passado, do futuro e de todos os presentes, contemplando a beleza do caos, agora ordenado por um entendimento e compreensão supraracionais, o conhecimento sublime e transcendental do Amor que tudo abarca, tudo une e tudo organiza.

Desapegar para interagir, isto é Amor.

Na abertura do espaço-tempo, conhecimento do Eterno,

sexta-feira, 9 de abril de 2010

O Cosmos é Amor em nós

Ciúme? Ódio? Medo? Rancor? Inveja? Raiva? Nuvens negras que só fazem a pessoa brilhar menos. E se apequenar mais.

Respira, expande teu potencial, venta a negatividade para fora do centro do teu Ser e faça teu coração irradiar Amor.

Eterniza-te com a humana brisa da compaixão. E regozija com o divino sentimento de equanimidade.

Sê uno com o outro, sistemas solares em harmonia, galáxia de nós dois totalizando o Universo de possibilidades sem fim.

Na mandala do Ser em Rede, ponto de Luz em torno do qual tudo orbita, Amor que é cosmos encarnado,

quarta-feira, 18 de março de 2009

Amor - convergência sem fronteiras

Amor é você não enxergar fronteiras e acolher o que há de melhor em tudo, convergindo para enaltecer valores. Como diria Marx: "ponto em que ele, em sua existência mais individual, é ao mesmo tempo coletividade (Gemeinwesen)".

Tudo tem seu lugar na mandala e roda da vida: Amor é este ato organizador - como também é o ato criador e o ato da destruição produtiva e criativa neste ciclo sem fim, a passagem do novo e desconhecido para o familiar e conhecido, dando abertura para um novo ciclo quando o vigente estagnado já não impulsiona a vida - reconhecer o timing da vida e de seus ciclos é a sabedoria máxima do Amor.

Amor supremo é conseguir manter através de sua organização e manutenção o tempo familiar e conhecido no ápice de sua revolução.

No Amor,