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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amor - é por você mesmo!

Amor é quando o tempo comporta o espaço infinito da eternidade.

Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,

domingo, 19 de julho de 2009

Nós somos o meio e a mensagem, nós somos Amor

“Somos mensageiros que esquecemos a mensagem”, mas não somos apenas os mensageiros, somos a mensagem. Na verdade, cada um de nós possui uma parte da mensagem. É heresia não dar atenção ao chamado da sua mensagem ou confundí-la com uma mensagem que não é sua, porque todos temos uma parte da mensagem, parte esta que precisamos e que a nossa comunidade também precisa para que, no compartilhamento de nossas letras exclusivas, formemos outra palavra, outra frase e, finalmente, outro mundo (citação de A.J. Heschel adaptado do livro As Marcas da Alma, de Marc Gafni – retirado do blog Zephyrus).

E como McLuhan afirma, ‘o meio é a mensagem’.

Não faz sentido? Não sentimos que temos algo a dizer para a gente, para o outro e para o mundo?

Esquecemo-nos da mensagem, pois sim, somos esquecidos de nós mesmos. Recuperarmos a consciência disto é entendermos que não há distinção entre o meio e a mensagem, entre nós e o Amor que viemos tornar carne - eis o verbo primordial, ação sem palavras, criação sem conceito, obra-prima-mor.

Quando entendermos que nossa missão como mensageiros é nos tornarmos a mensagem, cultivaremos o planeta de maneira sustentável - eis a mensagem e o meio hábil do Amor.

Aí sim, criaremos a 'aldeia global' proferida por McLuhan, quando nossos corações estiverem conectados em rede, sustentando a teia da vida.

Cada um com a sua forma e maneira de Amar, onde as diferenças asseguram a sobrevivência sadia da unidade do planeta e onde o efeito borboleta será nada mais que aquela excitante sensação no estômago ou dança da beleza e dos vôos leves ao vento dos insetos que sabem, mais do que ninguém, da importância da metamorfose e da transformação - eis mais uma mensagem de Amor vinda da natureza.

Na comunicação direta e bidirecional do Amor,

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Amar – a responsabilidade que é viver – a escolha

Viver e estar encarnado como Ser Humano é uma oportunidade única de não apenas sentir, pensar e falar, mas principalmente exercer e fazer o Amor se concretizar.

Ter a questão existencial da escolha - do livre arbítrio como uma dádiva, uma graça divina - é uma responsabilidade a qual devemos fazer jus, explorando o máximo de nosso potencial, abandonando nossa vidinha ‘em-si-mesmada’ para viver a Vida em toda sua plenitude através do poder do Amor.

Devemos assumir esta responsabilidade e não deixá-la na mão de ninguém, nem de Deus. As pessoas tendem entregar tudo a Deus e se esquecer da responsabilidade máxima do livre arbítrio, daquilo que nos faz sermos o que somos: nossas escolhas.

Deus não serve apenas para ouvir nossas confissões ou nos consolar; seria muito pouco para um Todo-poderoso. Por que não se espelhar em suas qualidades – existentes ou projetadas, não importa – ao invés de lhe praticamente exigir sua piedade, quando não repulsado por uma extrema arrogância egóica? Os extremos demonstram a fraqueza do desequilíbrio homogêneo: ou todo submissão ‘mesmizificada’ ou todo insolência individualizada; isto quando não somos nem totalmente parte de um grupo homogêneo, tampouco somos indivíduos heterogêneos, quando não somos nem ego, nem não-ego, para não deixarmos de fora uma abordagem budista. Amor é o caminho do meio que tudo converge.

Devemos Amar e assim nos tornarmos Amor e unos; afinal, Deus não é Amor? Como querer se harmonizar com o divino – o extrínseco, o intrínseco e o secreto – se não estamos dispostos a Amar de verdade, se temos medo de sairmos de nós mesmos em direção ao outro? Como faremos parte do Todo? Como tornarmo-nos plenos, fortes e isentos da necessidade de piedade?

Amar é para os fortes. Amar é nada temer, tudo aceitar e trabalhar para melhorar a partir do ponto em que tudo se encontra. Não é conformismo, pelo contrário, é a via possível de transformação. É a divinificação do humano, a união superior, é o entendimento do que é possível e a viabilização do impossível. É a formação do Homo amabilis, do Übermensch.

Ser Amor é trabalhar em prol do progresso e união de todos em um Todo. É entender que somos células de um grande organismo chamado Terra e cuja enzima salvadora se chama Amor e que nós, humanos, somos os maiores responsáveis por produzir, cultivar e aplicar.

Não há contra-indicações. A toda hora de escolha, a cada momento, pare e reflita se sua ação resultante de sua escolha traz benefício para si tanto quanto para os demais humanos, animais, plantas. Mude hábitos por Amor. Mude gostos por Amor. Simplesmente mude por Amor. Mudar é evoluir e isto é Amor; por si, pelo outro, pelo Todo.

Pois é dando que se recebe Amor. E a mudança que o mundo tanto necessita começa por cada um de nós. E mudar não é perder e sim reforçar sua essência que não é outra que Amor: surgimos de um ato de Amor, devemos viver no Amor para transcender a morte com Amor.

Guiar suas escolhas por Amor lhe torna progressivamente Amor, que dá, recebe e propaga aquilo que é a única saída para a existência de vida inteligente neste planeta Terra: o desenvolvimento sustentável do Amor.

No Amor, o sustento do verdadeiro desenvolvimento,

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Amor - consciência edênica

Se todos encarassem o Outro e a Terra - o alter-individual e o supremo-coletivo - com a consciência edênica para se potencializar o campo fértil, atuando como jardineiros e não como proprietários do jardim - como se para cultivar e preservar o Jardim do Éden (Gênesis 2:15) - não seria esse um chamado divino, a materialização do Amor, o melhor dos desenvolvimento sustentáveis: cultivar e preservar o paraíso em si, no seu Ser, no Outro e no coletivo?

Amor, consciência edênica: cultivo, preservação, sem posse, sem obsessão, com liberdade de expressão e impulso de evolução.

No Amor,

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Fraternidade - a sociedade do Amor - a sociedade auto-sustentável

Liberdade, Igualdade, Fraternidade.

As palavras de ordem da Revolução Francesa - longe de serem algo pequeno burguês como os objetivos mais imediatos da mesma revolução - ecoam ainda na mente-coração de todos. Mesmo os iletrados têm em si tais ideais, pois estes fazem parte da essência humana.

Aplicados como sistemas sócio-político-ecônomico-culturais e de pensamento, deram frutos que todos conhecemos: da Liberdade cunha-se o capitalismo; da Igualdade o socialismo/comunismo. Alguns ousam criar paralelos entre a Fraternidade e a Anarquia - aqui compreendido como ausência de coerção, e não ausência de ordem.

Todavia, me parece que a Fraternidade não é algo que possa se impor como sistema, deve nascer no coração de cada pilar da sociedade, de cada indivíduo - até aí estando em alinho com o ideário anarquista.

Acima de tudo não pode desprezar o que for humano, sem julgamento, mas sim com o encaminhamento para sedimentar tudo em uma organização não-hierárquica, mas em formato de mandala, onde a sequência do encadeamento dos fatores auxilia o bom funcionamento e não interesses ou valorizações particulares.

Deve abarcar - e aí é que se distingüe do anarquismo -, as conquistas tanto do capitalismo, quanto do socialismo/comunismo, tomando para si o melhor de cada caminho para forjar a terceira via - o desejo (eros) de um, a compaixão (philia) de outro; estabelece-se mais um paralelo entre as tríades, criando o caminho do meio, que é o amor.

Pois é resolvendo o homem que se resolve a sociedade - o inverso também é possível e me parece que o melhor mesmo é um movimento mútuo convergindo ao centro, já que em nossa sociedade não se deixa espaço para nossa essência respirar: desde cedo, ainda crianças, somos forçados a frequentar cursos com o receio de não nos formarmos, de não sermos economicamente viáveis.

Sufoca-se assim a individualidade e o auto-desenvolvimento. Passa-se até uma vida inteira sem se reconhecer a si mesmo, em um constante agradar e se adequar à sociedade. Deve-se então trabalhar individualmente sua própria evolução meditativa e coletivamente para se conseguir espaços para mais pessoas terem a mesma oportunidade.

Mas o que é esta sociedade senão uma construção coletiva de indivíduos. Há de se construí-la então em bases amorosas - não competitivas e exploradoras: uma sociedade que dá mais que exige. E naturalmente receberá de volta toda a grandeza de experiência humana.

Uma sociedade onde há campo fértil para o desenvolvimento humano e o florescimento do Amor.

Diferente da sociedade em que vivemos, resultado do Iluminismo, que manteve a Liberdade e a Igualdade, mas substituiu a Fraternidade pelo Progresso em seu lema.

Fica no ar a dúvida se os esclarecidos pensadores, como um todo, não viam a compatibilidade entre a Fraternidade e o Progresso, pois de todos os iluministas, os alemães eram os únicos que majoritariamente tinham verdadeira aspiração também religiosa e buscavam a reforma da religiosidade - mesmo com toda defesa da razão (até porque não vejo incongruência entre a fé e a razão). Imagino que não desatrelassem progresso de fraternidade, não seria racional.

Acredito muito mais no mau uso e má interpretação, sempre realizada de maneira conveniente às paixões pelos escravos de seus próprios desejos, que se 'esquecem' e cegam perante à desordem mundial na qual nos encontramos.

Por tudo isto, creio que o desenvolvimento sustentável de nosso planeta passe pelo desenvolvimento sustentável do indivíduo, que se espelhará no desenvolvimento sustentável da sociedade e assim da economia e da ecologia como um todo.

Amor, apenas Ele, é Ordem e Progresso, é desenvolvimento sustentável.

Fors fortuna in Amor (Boa Sorte no Amor)