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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, consciência da alegria de Ser

Na luta do Amor a melhor estratégia é se entregar.

E se há medo desta entrega realizar, é porque o Amor se precisa conscientizar.

Nada mais.

Ao verdadeiro Amor só resta a entrega.

Na incondicional alegria de Ser,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, as perspectivas de ação que convergem ao Todo

Reconhece. Aceita. Entrega. Supera.

E mantenha-se em seu caminho - obstáculo é tudo aquilo que aparece em nossa vista quando tiramos o foco de nosso objetivo.

E, de tempos em tempos, checa o objetivo e a motivação deste objetivo.

Respire e cultive a atenção plena.

Coragem para constantemente afirmar-se mesmo diante ou contra si mesmo.

O Eu e os demais valores (que o constituem) devem sempre ser checados e atualizados - são perspectivas de um Todo em constante colapso e reestruturação.

No devir que só faz sentido e se torna sustentável por Amor,

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Ser, esta busca que é o Amor

Quanto mais lhe busco,
mais lhe perco
por não aproveitar,
por não lhe viver.

Busco-lhe e no encontro já busco não lhe perder
e nesta busca que não cessa,
me perco por tanto buscar
ao invés de simplesmente ser.

E contemplar
que esta busca seja só uma:
buscar Ser, nada mais
do que Eu Sou.

Nada menos que a entrega total ao momento, esta instância da eternidade presente a cada instante,

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O que me resta do Amor

Respiro tua falta
Suspiro tua ausência
Suspendo o vazio
Apreendo tua essência

Tudo que me resta
É fazer-te presente na dor da saudade
É sorver cada gota de lembrança
Lentamente - para que tão cedo não acabe

Fostes tormenta e impulso
Passastes
És serena paisagem
Calmaria que me apraz e traz o melhor da minha vida

Na aceitação da unidade e entrega ao Todo,

domingo, 26 de agosto de 2012

O outro, farol do Amor

Um encontro vazio
à espera de verdadeira interação
escolha, cultivo, ato
entrega a potência através da livre devoção

Luz

no horizonte
o outro
do porto se lançam
a um mar de possibilidades

Faróis

se enganam com vagalumes
não confiam no outro
e não se entregam às estrelas
para a salvo navegar

No oceano interativo,

sábado, 23 de junho de 2012

Mesmo sendo, Amor

Mesmo sendo vazio
Mesmo sendo impermanente

Mesmo sendo assim, mesmo no desapego, mesmo assim e apesar disso, amar.

Na incondicionalidade de toda entrega, que constrói valor,

domingo, 6 de maio de 2012

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Amor, risco calculado

Amor é assumir o risco calculado que é viver e se entregar à vida com toda sua plenitude.

No dar que é receber, princípio desinteressado,

sábado, 24 de dezembro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Amor, instante presente

Amor é dar tudo o que cabe até aqui e no instante, entregando o restante à eternidade - que um dia se faça presente.

No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

A canalização da liberdade do Amor

Amor é canalizar a vontade para não prejudicar a evolução do outro.

Afinal, o poder do Todo traz consigo responsabilidades das potências individuais.

No desapego e entrega para que o Amor floresça de maneira sustentável sem ser refém de ego algum,

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Mediante, o Amor

Amor é conectar o silêncio da contemplação da vida ao milagre da entrega por inteiro.

Sem hesitação, com êxito em canalizar a excitação.

Na meditação que melhor media o Ser,

domingo, 11 de julho de 2010

A (nova) ordem do Amor

Inverter-se a ordem dos fatores para alterar o produto: sexo não depois do casamento, mas philia depois da ágape: determinar o regime de valores da união para se entregar ao prazer e fazer da carne uma escada para o Ser; e da união de dois inteiros a celebração da plenitude individual e coletiva.

Na coragem de se assumir humano, no controle de Si,

domingo, 13 de junho de 2010

Amor, razão de Ser da Alma

O que há na alma, entocada,
que não merece ser vivido,
que não merece ser amado?
Será dela uma asa castrada?

É a alma, intocada,
convergindo necessidades e desejos,
elevando padrões.
Discernimento prático que corta ilusões.

Não se pode ser refém
de si, de seus desejos,
esperanças e medos,
de mais ninguém.

Tem coisa que não se pode.
Tem coisa que não se deve.
Em todo caso, com o desejo
o sangue ferve.

Evitar o conflito,
deixar fluir.
Canalizar
para seguir e superar.

Gozo? Gozado, não gozo.
Liberto-me do jugo.
Integro-me,
não me julgo.

Ajo.
Hoje.
Não culpo o ontem,
não condeno o amanhã.

Entrega
plena, cega,
sem julgamento.
Essa é a hora, esse, o momento.

Fazer o que tem que ser feito,
isso é Amor.
Intuição da alma,
esse é o jeito.

Na do-ação ativa que sustenta e não compromete,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O dharma do Amor

Eros é o impulso que transforma a potência em ato, transformando-se em direção - ágape -, que converge em philia, ato de união que renova o impulso para uma nova busca e uma nova expansão do Ser em constante alternância.

O primeiro ato de Amor é a individuação (Eros), seguida da busca por elevação e completude (Ágape) e posterior entrega, união e realização(Philia).

Entender esta alternância entre indivíduo e coletivo do qual resulta a união suprema não-conceitual - individual-coletivo - é o Amor maior e pleno que se realiza e à toda potência.

No dharma do Ser,