O olhar amoroso vê em tudo, em si, no outro e no Todo um sem fim de possibilidades.
Sem julgamento, sem ressentimento, compaixão e oportunidade da realização da plena felicidade.
Na lente do Amor, que não aumenta, não diminui, apenas ressalta e evolui na eternidade do Ser,
Mostrando postagens com marcador olho. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador olho. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 15 de março de 2010
domingo, 19 de julho de 2009
Amor é o Reino e a coroação
Instaurar o reinado do Amor depende de nós.
Fazer do outro Rei ou Rainha é antes de mais nada dizer que somos também nós Reis e Rainhas.
O Amor é este elemento que nos coroa e decreta nosso reinado.
Difícil é determinar a ruptura do padrão de mendicante e carente que perpetramos em nossas vidas para passar a atuar como Reis e Rainhas de nosso cotidiano e destinos.
Esperamos sempre que o outro nos trate assim para que, em contrapartida, o possamos tratar da mesma maneira. Isto, de fato, não é Amor. Pode ser amor, mas daquele tipo lei de talião, ‘dente por dente, olho por olho’ e, completo, coração por coração. Matematicamente impossível do Todo ser maior que as partes: nada se agrega e ascende verticalmente, apenas se equaciona horizontalmente, estagnando-nos em nossa ascese.
O Amor nos confere a dádiva – força e abundância – para sermos plenos em nós mesmos e transbordarmos rumo ao Outro fecundando o Nós, tal qual o Nilo tornava férteis suas margens.
Não devemos esperar o Outro nos tornar Reis. Devemos antes de tudo nos coroarmos pelo poder do Amor e assim agir majestosamente na relação com o Outro, que apenas irá referendar aquilo que nós já somos através do exercício de nossa plenitude. Afinal, o Outro sendo nosso espelho só terá a coroa em sua cabeça se nós também a tivermos.
É o Rei do Amor o melhor servidor, pois curvando se torna mais ereto, esvaziando-se se torna repleto, doando-se enriquecerá e fluindo eternizará cada momento.
No trono do Amor, que é a realeza do coração,
Fazer do outro Rei ou Rainha é antes de mais nada dizer que somos também nós Reis e Rainhas.
O Amor é este elemento que nos coroa e decreta nosso reinado.
Difícil é determinar a ruptura do padrão de mendicante e carente que perpetramos em nossas vidas para passar a atuar como Reis e Rainhas de nosso cotidiano e destinos.
Esperamos sempre que o outro nos trate assim para que, em contrapartida, o possamos tratar da mesma maneira. Isto, de fato, não é Amor. Pode ser amor, mas daquele tipo lei de talião, ‘dente por dente, olho por olho’ e, completo, coração por coração. Matematicamente impossível do Todo ser maior que as partes: nada se agrega e ascende verticalmente, apenas se equaciona horizontalmente, estagnando-nos em nossa ascese.
O Amor nos confere a dádiva – força e abundância – para sermos plenos em nós mesmos e transbordarmos rumo ao Outro fecundando o Nós, tal qual o Nilo tornava férteis suas margens.
Não devemos esperar o Outro nos tornar Reis. Devemos antes de tudo nos coroarmos pelo poder do Amor e assim agir majestosamente na relação com o Outro, que apenas irá referendar aquilo que nós já somos através do exercício de nossa plenitude. Afinal, o Outro sendo nosso espelho só terá a coroa em sua cabeça se nós também a tivermos.
É o Rei do Amor o melhor servidor, pois curvando se torna mais ereto, esvaziando-se se torna repleto, doando-se enriquecerá e fluindo eternizará cada momento.
No trono do Amor, que é a realeza do coração,
Assinar:
Postagens (Atom)