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quarta-feira, 18 de abril de 2012

Amor - gestor da informação, filosofia da sustentabilidade

O Amor é a metodologia que organiza o fluxo da convergência das 4 forças arquetípicas do Ser no espaço-tempo através do conhecimento; é o princípio organizador do Caos em Cosmos, meta que confere sentido ao destino e sustentabilidade às ações.

As 4 forças arquetípicas do Amor que atuam na gestão da informação e compõem a filosofia da sustentabilidade são:

Eros (impulso/busca//sinal/dado)

Ágape (organização//dado/informação)

Philia (encontro/união/compartilhamento//informação/conhecimento)

Fati (processo/destino//conhecimento/sabedoria)


Formas pelas quais as forças se manifestam:


Sabedoria primordial (espaço)

Sabedoria transcendental (tempo)

Da sabedoria primordial (caos) emanam sinais - 0 e 1 - que buscamos (eros) organizar em dados (ágape)para determinar informação (philia), que compartilhamos como conhecimento (fati) gerando um ciclo de sabedoria transcendental (cosmos); a meta do Amor é tornar as ações coerentes, revelando a enteléquia contida no caos, realizando o chaosmos (universo digital).

Na generosidade, um passo do Amor, como o cuidar,

sábado, 24 de dezembro de 2011

O despertar da flor do Amor

Amar é abrir-se à vida, é deixar-se florescer o espírito.

Na rega diária que aflora a enteléquia, me-dita-a-ação da mente-coração,

Amor, enteléquia dos corpos vivos

Amor é o cultivo da visão e da coragem de se ver e agir conforme o necessário; é a canalização do desejo para o ganho de potência.

É enxergar em cada situação sua força evolutiva inerente e agir conforme o necessário para fazer a verdadeira natureza de cada instante florescer; tornando-se o que se é, pura Força e Luz, energia em devir.

Na jardinagem evolutiva que realiza o ponto de perfeição de cada Ser,

domingo, 9 de maio de 2010

Amor é quando tudo pode dar certo

Amor é tudo aquilo que pode dar certo quando se é verdadeiro consigo, pleno e senhor de sua ética e razão e não servo de uma moral por muito decadente e manipuladora.

É quando se cria seu próprio caminho para a felicidade sendo feliz na constituição de seu próprio cosmos a partir do Amor próprio que ordena nosso caos - tornamo-nos o que somos e, livres, fazemos aquilo que temos que fazer. E regozijamos.

É entender que buscamos nos entupir de sentidos com medo de sentirmo-nos vazio e sem sentido, ponto crucial para alcançarmos o verdadeiro e único sentido da vida: Amar e no Amor, através do Amor realizarmos nossa plenitude.

No jeito que dá certo,