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quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Amor, polifonia elemental

Acendamos o fogo de nossos corações, a lareira de nosso Ser para comungar em torno de valores cujas narrativas valem a pena serem contadas e vividas para se tornarem a história de nossas vidas.

Afinal, um grama de diálogo amoroso vale mais do que um quilo de monólogo egóico.

Na narrativa que torna imanente-familiar o transcedental-desejado,

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Saúde é quando há Amor, presença que tudo cura

A comunicação põe em comum dois estados antes distintos - e o que é a saúde senão a firmeza de consensos? A dor nos mostra onde precisamos superar uma etapa, marcada pelo sofrimento; é apenas um marco na longa jornada. A saúde é o diálogo convergente a um novo estado de superação entre o estado firme, zona de conforto que consideramos sadia, e a enfermidade, a não firmeza representada pela mudança a qual todo nascente está exposto. Na presença que tudo cura,

O corpo do Amor

O corpo pode ser um obstáculo ou um aliado, dependendo da perspectiva de abordagem, mas definitivamente é p(otencial)arte da jornada - tela na qual obramos nosso Ser, matéria-prima primordial na qual nos esculpimos.

Notar o corpo é um passo importante na dança da evolução.

No diálogo compassivo,

terça-feira, 30 de julho de 2013

Amor, cultivo sustentável do destino que é Ser

De todo o meu passado
Boas e más recordações
Quero viver meu presente
E lembrar tudo depois...

Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer...

Que vejo flores em você!



Lembro de tão pouco...
esse vazio que quase me deixa louco.
Quero ser eu e desapegar,
deixar você ser você.

Não deixar de viver algo porque algo me desagrada,
mas vivenciar tudo em diálogo franco com minha empreitada.
Agir na ação, nunca na negação.
Mais atos, menos imaginação.

Na flor que desabrocha em nosso coração,

sábado, 13 de julho de 2013

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Amor, dis-curso que é Ser

No diálogo que somos, discurso coletivo que manifesto e represento, idéia que sou, em constante atualização.

Uma perspectiva de ação do Todo
em perseverante auto-conhecimento e consciente ação.

No crescimento qualitativo,

Amor, re-tensão da enteléquia que é Ser

O Amor é o motor-habilidade do Ser, vida que se atualiza a cada re-tensão, atualização da convergência dos impulsos à vontade e da convergência destas em intenções.

No diálogo que somos,

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Da natureza livre do Amor, destaque de toda existência

Sou livre para ser o meu melhor, mas ainda assim sou obrigado a ser.

A não ser que não seja mais, mas aí não há mais questão, pois só há questão para o Ser, o não-Ser não tem referencial para o diálogo, é puro chaos não-dual.

E se ainda não sou o meu melhor, é porque ainda não compreendi a oportunidade que a vida me deu ao atualizar minha existência em meio ao sem fim de possibilidades da não-existência.

É o Amor que gera a consciência de si e possibilita atualização do chaos em cosmos.

Na obrigação que garante a minha liberdade, chaosmos que sou, destaque de toda existência,

sábado, 22 de setembro de 2012

O processo do Amor

Quando a mente sabe que não, mas o corpo clama que sim, o coração é o fiel da balança e harmoniza o confronto através de um alternado diálogo.

Na confiança que emerge da pureza da intenção,

domingo, 8 de abril de 2012

E assim, o Amor fez-se meta

E a meta - importante dado do caminho, pedra de cada toque, motivação de cada passo, atenção de cada ação, universal que potencializa cada singularidade a convergir a algo maior, conferindo sentido ao fluxo dos dados que anunciam nossa jornada mundana em meio à ascese celeste de nosso Ser rumo ao superorganismo e além - além de anunciar, nos convida...

Lançar um 'aham' ao mundo

Porque a verdade se revela por si só
E tudo é válido enquanto se sustenta
Tudo é aprendizado

E assim

Fluxo convergido
Caminho com-sentido
Tudo é evolução

Tudo é triunfar.

Dado é destino,
Livre árbitro é meta.
Viver o diálogo

Processo vivo e aberto.

No dado que aleatoriamente escolhe nosso caminho de acordo com a intensidade que jogamos, a direção que damos e a fé que aguardamos para vivenciar nossa meta a cada passo da jornada concedida, vida empreendida, criação colaborativa, responsabilidade compartilhada,

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amor, caminho da mente-coração

Como diria Goethe, "o talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida" e é nesta dança que se forja a ética pessoal no diálogo constante com a moral coletiva, cujo ritmo deve ser a compaixão, seguindo o compasso da sabedoria que emana da mente-coração, moldada de maneira não-dual pelos limites que dão forma ao corpo de sabedoria - o próprio e o coletivo.

Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.

No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Amor resiliente - coração elástico



Coração elástico, a prova que o Amor confere resiliência a nosso Ser.

E que nos incentivo a dialogarmos com nossa sombra que se espelha nas águas de nossas emoções e, (con)vencida, se prostra a nossos pés para servir ao nosso Ser de Luz, capaz de superar todas as adversidades, posto que não há mais obstáculos a serem superados e sim situações a serem vividas.

No pega, estica e puxa, mas trata com carinho e verdade, onde sempre cabe mais um,

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Amor, o dis-curso do perde-ganha, aprende

Quando se perde um Amor, se perde a lógica.

Quando se perde um Amor, o raciocínio tropeça nos soluços da emoção e a razão cai.

Quando se perde um Amor, se é consumido pelo vazio.

Quando se perde um Amor, o coração é inundado pela dilaceração.

Quando se perde um Amor, se é afogado em mágoas.

Quando se perde um Amor, se fica repetitivo buscando um sentido.

Quando se perde um Amor, se busca um motivo, o culpado,
sempre no exterior para aliviar o fardo.

Quando se perde um Amor, nunca se pergunta de maneira equilibrada "onde foi que nós erramos", mas apenas se busca refúgio nos extremos "onde foi que eu errei" ou "o outro errou, não podia ter feito isto".

Quando se perde um Amor, talvez seja o momento de ambos refletirem e aprenderem com a situação, partindo de uma irrestrita aceitação: buscar um começo na lei do Karma da causa e do efeito só fará se emaranhar ainda mais na complexa teia da vida, consumindo-se pelo caos e esgotamento da falta de entendimento. Ou ainda levar a um entendimento parcial elevado erroneamente a status de verdade definitiva, gerando apenas mais karma.

Através da aceitação pode-se focar no aprendizado e na superação, buscando construir algo novo com novas bases.

Talvez um precise entender a linguagem da ação, do ato que se faz discurso, e não apenas esperar o diálogo das palavras.

Talvez o outro precise aprender a dialogar através das palavras que também são ações que clareiam emoções e confirmam a própria linguagem da ação.

E, por fim, não se deve esperar que nosso discurso é tão claro quanto parece: deve-se sempre zelar pela qualidade e eficácia da relação e da troca, indo-se sempre ao encontro do outro.

As pessoas são enganadas pelas emoções, que são mobilizadas tanto por ações como por palavras. Os encontros se perdem nos desencontros da vida, dissonâncias cognitivas que apenas o Amor pode convergir em entendimento, pois apenas o Amor é impulso ao desconhecido, elevação da troca, estabilidade da união e fluxo da progressão.

Apenas o Amor converge o diálogo verbal e o não-verbal elucidando e dissipando qualquer sombra de dúvidas, removendo qualquer obstáculo ao crescimento do Amor.

Quando se perde um Amor, se percebe claramente que Amor é o conhecimento maior, que abarca todo o conhecido e aquilo que está por se tornar conhecido. Amor é a razão principal, é a sustentabilidade, é o sentido maior de tudo e para Todos; e isto se aprende com a dor da ausência.

Só o Amor cada vez mais profundo e vivenciado é que corajosamente pode levar ao mesmo aprendizado, mas por vias mais doces e tenras.

No dis-curso do Amor que encontra seu caminho nas margens do diálogo,

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Amor, conhecimento supremo que supera e afirma - do paraíso ao céu com escala no inferno

Foi o fruto proibido do conhecimento que nos expulsou do paraíso. E não fisicamente, pois permanecemos no mesmo vale, mas o paraíso simplesmente não estava mais lá: trata-se de uma questão metafísica relacionada à Gestão do Conhecimento.

Nosso trabalho é restaurar a metafísica. E não ficarmos rolando pedra morro acima no eterno ciclo sem fim - está tudo aí, basta contemplar para libertar o Sísifo em nós. Precisamos gerir melhor nosso conhecimento para não ficarmos reféns de nós mesmos.

O conhecimento ficara engasgado no pomo de Adão e ali residia a primeira distinção - realizara-se a diferença entre homem e mulher sem se questionar sua complementaridade, apontava-se apenas a distinção.

Era a fase e época do Eros (impulso) descontrolado, caótico, conhecimento sem sentido.

Pecou-se ao fazer uso discriminatório do conhecimento e o mau uso do conhecimento nos levou à queda e à constatação de que o inferno são os outros; pois sim, sem digerir o conhecimento, que, amargo, ficou preso na garganta sufocando o diálogo parte-se do eu sem se chegar ao outro e muito menos vislumbrar o nós.

Mas é exatamente o mesmo conhecimento que pode nos forjar as asas que nos levarão de volta ao paraíso perdido, aos céus na Terra - tal qual Dédalo, moldaremos o conhecimento para que dê asas à nossa cobra interior (Kundalini) para que possa ascender e com sua força auxiliar o conhecimento entalado em nosso ego para alimentar todo nosso Ser, deixando de ser sectário já em nosso próprio corpo: quando fizermos nossa energia interior fluir sem discriminação estaremos alimentando todo nosso corpo, ou melhor, todos os nossos (três) corpos.

É a fase da Ágape, da (re)organização dos valores, processos e estruturas para viabilizar o fluxo da energia da vida em nós e através de nós; organização do conhecimento.

Assim estaremos mais plenos para poder compartilhar do conhecimento e do entendimento de que continuamos no mesmo paraíso, apenas não o estávamos enxergando mais como antes.

Esta é a fase/época da philia, da (re)união, amizade, confraternização e compartilhamento; conhecimento compaixão.

Quem nos tira do paraíso somos nós mesmos; quem pode nos recolocar somos apenas nós mesmos.

Para tal, basta entendermos que o único pecado é não entender as leis da natureza e achar que se é algo independente do Todo - a vida é rede, é interdependência e independente (autônomo) é aquele que entende sua co-relação com o Todo e faz a sua parte para usufruir e fruir da maneira mais proveitosa e sustentável.

Este é o ciclo do Amor fati, reconhecimento do amadurecimento do Ser.

É quando Adão e Eva reconhecem o valor do fruto do conhecimento, da árvore, da serpente e de tudo que nos cerca.

Aí poderemos enfim subir ao topo da montanha e ver que não apenas o vale era paradisíaco, mas todo planeta. E nossa atuação, confirma o paraíso terrestre?

Conhecer é distinguir, mas não podemos cair nesta armadilha - discriminar, jamais julgar -, devemos direcionar nosso conhecimento para aspectos positivos e elevados que canalizam para a superação do óbvio da distinção de opostos que se chocam, levando à harmonia e beleza da vida que se faz divina, tornando-se o que é - parte que interage com e a partir do Todo.

No princípio do cosmos, Amor sem fim,

No doce fruto do néctar da vida que se colhe quando se semeia Amor,

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Da afirmação da existência do Amor em atos e fatos

A importância da relação no Amor fecunda no ato do diálogo, mas prospera e progride no fato de se buscar entender o outro da melhor maneira possível – ao invés de negativizar a ação, sempre confirmar os intentos através da positivação, buscando entender o outro sempre pelo melhor ângulo, convergindo para um ponto de sustentabilidade – principalmente quanto ao fluxo da situação em questão: a natureza das coisas é vazia em si e seu valor interdepende da relação estabelecida.

Portanto, a maneira como nos conectamos e posicionamos determina claramente o que extrairemos da situação. E aqui entra aquilo que é próprio do amor sustentável: a coerência.

Se quero que algo prossiga, devo ter um olhar que buscar canalizar a energia do fenômeno vazio desta maneira.

Se quero que algo tenha futuro, não devo olhar insistentemente para o passado, mas canalizar o aprendizado que se encontra presente para situações que se farão.

Na compatibilidade de opostos que se unem,

terça-feira, 1 de junho de 2010

A vigília do Amor

Amar é vigiar o vigia vigiar quem o vigia.

Não o vigia da torre, mas o do quarto escuro de nosso Ser.

É contemplar sua face em meio à sombra e gentilmente o convidá-lo à clareza do diálogo elucidado pela abertura e vontade de entendimento.

No vigiar, nunca no punir,

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O poder do não no Amor

Amor, ato de se estar aberto à troca, sem julgamentos ou pré-conceitos, sem simplesmente discordar ou dizer "eu tenho razão" - é entender como válido o ponto-de-vista alheio e de coração dialogar com ele.

É o ponto-de-partida do Outro e se o Eu busca a União no nós deve-se respeitá-lo e, ao fazê-lo, tomá-lo para si e, ao se apropriar dele, ter mais recursos para criar, expandindo o potencial latente na troca.

Amor é a sabedoria do dizer não, convergindo.

No reciclar, nunca no descarte,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Amor, abertura além-ego

Amar é ter a abertura de vivenciar o Outro em sua plenitude, convergir com seus valores e não estar pré-disposto a dialogar somente com o que se quer - isto seria monólogo assistido.

O ego que impede a abertura por medo de se perder não dialoga, permanece solitário no monólogo em-si-mesmado, vendo Outros juntos florescer, enciumado.

Na transcendência do ego que tudo quer à sua maneira e por isto absorve e desfruta pouco do Todo,

sábado, 25 de julho de 2009

Sexo é Amor

Você pode saber se está Amando alguém pelo sexo que vocês praticam.

Se houver equilíbrio entre as 3 esferas, digo, 3 etapas - pré, ato e pós - então vive-se em pleno Amor.

O desejo de Eros é o pré, o que impulsiona, motiva. O ato em si é Ágape, o divino ápice orgasmático que tudo abarca para encaminhar, o êxtase supremo. O pós é a recepção, o estado aberto, diálogo da unidade entrelaçada e cúmplice.

Amor saudável é aquele que equilibra o prazer destas três etapas, onde não se almeja apenas uma ou se dá maior peso e exerce mais outra.

No vai-vem do Amor,

Amor é dedicação

É você focar todos seus esforços e fluídos para dar e doar o melhor de si para que o Outro possa realizar o melhor de si: ambos dialogam e focam no Eu Superior e materializam progressos.

E sempre dedicar a ação à liberdade de todos os seres.

No enfoque superior que é o Amor,