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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Amor, guia sustentável do fluxo da vida

Vida, este fluxo que se conforma por entre acontecimentos e deságua em doces lembranças de um infinito oceano de paixões.

No futuro que espelha nossas intenções mais profundas,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, o desejo de querer a vontade

Queria
Ter-te mais que em meus braços
desenvolta em laços
Consentidos por nós dois

Queria
Estar em teu corpo, sempre agora,
a todo instante, a cada hora,
nunca antes, nem depois.

Queria
Não querer,
mas ter-te,
Sem da distância sofrer.

Quero
ter tempo para vencer a distância e o sofrer,
diluir esta vontade no espaço eternidade,
obrar este infinito querer.

Na força que é ponte sobre o abismo do espaço-tempo, eternidade que é Ser,

O Amor e o ego

O ego, esse ponto que somos da grande rede da vida, fluxo de sentido e valores que atribuímos às nossas interações, limitação que é ter, possibilidade de se dar um belíssimo encerramento a si mesmo utilizando-se do conceito da não-dualidade, aflorando-se no que se é, liberdade que é Ser - pura beleza pura, vida em constante desabrochar, tranquilidade que é estar.

Amor, esse ritmo do coração, esse despertar da consciência, essa bossa do ânimo, essa percussão da razão, esse tamborim dos sentidos.

No espaço da eternidade, onde o tempo se con-funde ao infinito,





segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Amor, dá-me vida

Tu, cujo nome se esconde sob as vestes da eternidade
cujo semblante toca o infinito,

Tu, a quem busco e venero,
A quem toco com os lábios,
A quem vejo em todos os rostos,
A quem sinto em todos os corações.

Tu, presente em tudo que pulsa,
Força de tudo aquilo que deseja,
Ar de tudo aquilo que respira.

Tu, Amor, és Tu-do!

És tudo aquilo que está por ser,
És tudo aquilo que é,
És esta silenciosa ansiedade que se agiganta no vazio de meu peito
És de todas as cores a matriz que colore a vida
És beleza que se compartilha na ação e no olhar.
És o instante de cada momento eternidade
És presença,
És saudade,
És algo que não tem nome,
És angústia e travessia,
És plenitude de todo Ser.

No mistério do Amor que costura a vida entre o nascimento e a morte,

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Amor Nu

Amor, esta instância da eternidade que torna o espaço infinito e qualifica o instante a um mo(nu)mento da beleza.

Na educação estética do Ser,

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Amor, carinho que conquista sutilmente




Dizem que AH! foi a única sílaba que Buda proferiu e que continha todo seu ensinamento, disponível para todos - ouvidos e idiomas.

Sufismo e Budismo - sabedorias que dançam entre o ser o não-ser, contemplando o infinito.

E do rochedo emerge a verdadeira fortaleza - da alma, a calma e singela beleza.
No poder do sutil,

sábado, 22 de setembro de 2012

Tudo passa. Só o Amor fica.

Raios, trovões, ventanias, tudo passa e resplandesce em vitoriosa calmaria, conquista do vitorioso sobre si mesmo, cujo horizonte se abre para voar leve rumo ao infinito, nos braços do Ser amado.

Na passagem do sublime ao belo,

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amor, alegria no espaço-tempo

O Amor eterniza as pessoas, cujas ações só as tangibilizam no espaço-tempo para alegria dos amigos e dos amados-amantes.

Conhecer-se para alegrar-se, alegrar-se por conhecer-se.

No conhecimento do infinito que habita cada um de nós,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amor - é por você mesmo!

Amor é quando o tempo comporta o espaço infinito da eternidade.

Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,

Amor por toda uma nova vida

Amor é conduzir o tempo para abrir espaço para o conhecimento de si e do outro.

Podemos potencializar nossa vivência tridimensional do tempo, espaço e conhecimento através da dimensão infinita do Amor eterno.

Na eterna sustentabilidade do auto-conhecimento que se doa com prazer ao infinito,

domingo, 24 de abril de 2011

Amor, amém

Se "no princípio era o Verbo"
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.

(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.

No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,

Amor te torna o que tu és

Crepúsculo, Aurora, Meio dia; sou aqui, sou agora, sou infinito, sou eternidade; sou todos, sou nenhum, sou algo ou alguém em busca de nada ou ninguém; compreendo tudo e todos, sou vazio, sou o espelho; reflita, sou o Amor.

Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.

E tu? O que te torna Ser?

Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.

Na plenitude do despertar, através do coração,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amor além-margens

Transborda-te primeiro,
de ti ao outro,
o Amor te levará,
certeiro.

Mas principia em ti, por si,
encontra em ti o Todo que e'le'vará.
do Eu ao Tu,
do Nós ao Todo.

O mistério do Amor nasce
no manjedouro do coração;
flui através dos sentidos rumo ao infinito
em um ritmo harmônico e bonito.

Tal qual teu Ser.

Silêncio!

Ouça seu nascimento, sinta a fonte brotar em seu Ser Eu Sou, és Tu, és Ele, és Nós sem nós, um Todo sem fim em mim.

Nas margens do Eu-Tu que conduzem o Nós ao Todo,

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

rEVOLução do Amor

Amor é o ato revolucionário e a revolução em si, o motivo e a ação, resultado sustentável em si, é eternidade presente nas tantas dimensões que possam existir, infinitas em uma: aqui e agora, emergindo a louca sabedoria patrocinada por Dionísio sob as bênçãos de Apolo.

Nirvana ou morte, não passaremos, pelo benefício de todos os Seres.

No voto de bodisatva, revolução do Ser, ascese da alma,

sábado, 17 de julho de 2010

O livre arbítrio do Amor

Eros é nossa liberdade, impulso múltiplo e infinito que temos a liberdade de canalizar e direcionar conforme nossa vontade, poder e interesse/curiosidade.

É na intenção e motivação então que reside a verdadeira liberdade e não no exercer do impulso, ao qual somos, na prática, atados e do qual somos, em suma, reféns.

O paradoxo reside em desapegar-se desse amor-próprio ao impulso e a uma ilusão de si, pequeno reflexo do Todo de nosso Ser, para se encontrar com seu alter realizando a ascese e a expansão do Ser.

É no cultivo do Ágape - condução do impulso - à esferas mais elevadas que realizamos a philia - união - com nosso alter, outro em si e em nós, conduzindo o impulso primordial para se retro-alimentar em um processo fecundo, expandindo, potencializando e engrandecendo o amor-próprio ao Ser.


No ciclo do Amor fati - antídoto à Força Schopenhaueriana - livre arbítrio que confirma o Ser,

domingo, 11 de julho de 2010

A geografia do Amor

O Amor é uma Ilha em um oceano de sofrimento e mesmice e constrói pontes para o infinito, supera os obstáculos (do sofrimento e da mesmice) em nós mesmos e fecunda um continente de Seres – em nós e no Todo.

Na capital do Amor, cujo centro se encontra em todos os corações e cuja periferia não se encontra em lugar algum,

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Por Amor às palavras

Morrem até os imortais, mas as idéias dos que fazem a diferença sobrevivem à mediocridade, ao tempo e alcançam o infinito. Saramago, eterno.

É inspirado neste mestre que aprendi a vivenciar melhor a vida e suas manifestações, concebendo assim o espaço para o Amor. Chamo de "compasso Saramago" sua máxima que dita, no mínimo, meu lidar com o tempo: "não tenhas pressa, não percas tempo".

Saramago
não era amargo
era um doce realista
corajoso
intrépido
não perdia a verdade de vista

Amigo do tempo
e das palavras
conquistou seu espaço na eternidade
letra por letra sem muita pontuação

Era homem de verbo e osso
duro de roer
filé literário
manjar dos deuses em biblioteca itinerário

Do alpha além-ômega
fiel, nunca recluso ao alfabeto
no universo além-livro
livre mais liberto.

No Amor refinado em meio à cegueira,

domingo, 30 de maio de 2010

Amor, o Ser em Rede como resposta ao paradoxo de Fermi

O paradoxo de Fermi é, segundo a Wikipedia, uma contradição aparente entre as altas estimativas de probabilidade de existência de civilizações extraterrestres e a falta de evidências para, ou contato com, tais civilizações.

Em 2000, desenvolveram a 'Hipótese da Terra Rara' como resposta - mas entendo-a mais como sendo um egotrip coletivo do que qualquer outra coisa. É certo de que não somos comuns, é fato de que não existe forma de vida complexa a cada esquina de órbita ou canto do sistema; mas daí ao fato de sermos raros é um pequeno passo para o ego, um grande salto para a ilusão.

Um pensamento é o de que civilizações costumam perecer ou serem “atrasadas” em sua evolução devido à cataclismas. O último grande do qual se tem noção na Terra foi o evento de Toba, a erupção de um supervulcão que ocorreu entre 100mil e 120mil anos atrás, quando se estima que a população humana fora reduzida a poucas centenas - o que explica o gargalo evolutivo e genético.

O ciclo de erupcão de supervulcões vai de 50mil anos – aqueles com potencial para catástrofe global – a 100mil anos – aqueles com potencial de extinção em massa, causando um inverno nuclear com duração de um a dois anos.

Este é o tempo que a natureza nos concede para evoluirmos conscientemente para o Ser em Rede e juntos, humanos e natureza, principalmente a Terra, servirmos de base para a colonização da Galáxia e a exploração do Universo.

Enquanto competirmos uns com os outros e tivermos a Terra como vítima, estaremos presos à horizontalidade. Quando cooperarmos e tivermos a Terra como parceira e aliada, seremos todos testemunhos vivos da superação em rede e libertar-nos-emos conquistando a verticalidade na ascese de nossos Seres, células amorosas do Superorganismo Terra.


Quando somarmos nossas diferenças em uma única riqueza múltipla, os terráqueos serão os mensageiros do Amor e levarão em suas asas boas novas ao infinito do espaço. Já é tempo.

Na obviedade que poucos ousam vivenciar,

sexta-feira, 26 de março de 2010

O magma do Amor

É a força lúcida que conscientemente forja a união e harmonia entre nossa parcela divina, infinita e eterna com nosso lado animal, finito, contextualizado.

No tantra mente-coração, erupção de nosso Ser,

domingo, 21 de março de 2010

Amor - eterno mutável incomensurável

Que o Amor se conduza no Amor, compaixão na compaixão, regozijo no regozijo, equanimidade na equanimidade.

Que o Estar seja e o Ser esteja e que assim se tornes Amor: união incondicional do eterno com o mutável.

No eterno devir de nosso Rio que é fluído infinito do Amor,