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sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Amor que sangra também cura

Pensei no suicídio por Amor,
não, não era por ti, minha vida,
era por tua ausência,
minha dor.

Ensurdecido pela ausência de sua voz, minha menina,
dobrei apertado a esquina:
Era meu vizinho morto que eu sentia em meu peito
e via ali, estirado, sem vida, sem jeito.

Homenagem ao meu vizinho do prédio da frente,
que não mais que de repente,
se sentiu só, sem um alento na vida, e chorou.
Abriu mão das asas do Amor e se jogou.



O Amor é uma energia que pode criar, cultivar ou destruir: depende de nós - co-criadores de nossa realidade - canalizá-la para um propósito de elevação e verdadeira libertação.

Não é o Amor que mata, nós é que morremos para o Amor.


No Amor que sangra, mas também cura, a quem se deve entregar e não escapar ou matar,

quarta-feira, 18 de março de 2009

Amor - convergência sem fronteiras

Amor é você não enxergar fronteiras e acolher o que há de melhor em tudo, convergindo para enaltecer valores. Como diria Marx: "ponto em que ele, em sua existência mais individual, é ao mesmo tempo coletividade (Gemeinwesen)".

Tudo tem seu lugar na mandala e roda da vida: Amor é este ato organizador - como também é o ato criador e o ato da destruição produtiva e criativa neste ciclo sem fim, a passagem do novo e desconhecido para o familiar e conhecido, dando abertura para um novo ciclo quando o vigente estagnado já não impulsiona a vida - reconhecer o timing da vida e de seus ciclos é a sabedoria máxima do Amor.

Amor supremo é conseguir manter através de sua organização e manutenção o tempo familiar e conhecido no ápice de sua revolução.

No Amor,