A questão não é afirmar algo negando outra coisa e sim afirmar-o-Amor-em-si, sem "dicotomizar", dividir e diferenciar e sim triangular e convergir.
Quando se relaciona equanimemente amado-amante-ação-amorosa liberta-se e expande-se o Amor, soma maior que as partes, o Todo sustentável.
Nos elementos básicos que sustentam a pirâmide da vida,
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Amor-em-si, o Todo sustentável
Marcadores:
afirmação,
amado,
amante,
ação,
convergência,
dicotomia,
equanimidade,
Nietzsche,
pirâmide,
sustentabilidade,
Todo,
vida
A superação é Amor
Cada segundo é um instante de possível superação. E o Amor a força de efetivação.
No progresso do Amor, compasso da ordem e decisivo,
No progresso do Amor, compasso da ordem e decisivo,
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Amor, eternidade sem tempo a perder
Sem tempo a perder
Para ajudar a todos os seres,
Sem tempo a perder
Para Amar
Sem tempo a perder
Para se cuidar
Sem tempo a perder
Para se estar junto
Sem tempo a perder
Para realizar as transformações necessárias
Sem tempo a perder
Para realizar seu verdadeiro norte
Sem tempo a perder
Para se realizar nas práticas tântricas e vencer a morte
Sem tempo a perder
Para vencer o medo e contar com a sorte
Sem tempo a perder
Para nos reencontrarmos
Sem tempo a perder
Para entrar no compasso do caminho do meio:
Não tenha pressa, mas não perca tempo.
Diante de ti, minha mãe, me inclino em profundo Amor e devoção,
Texto em homenagem aos 56 anos de minha mãe, sob inspiração do presente que lhe dei – “Sem tempo a perder – um guia útil para o Caminho do Bodhisattva”, de Pema Chödrön – e das sábias palavras de Saramago, inseridas com Amor de filho com intuito compassivo.
Para ajudar a todos os seres,
Sem tempo a perder
Para Amar
Sem tempo a perder
Para se cuidar
Sem tempo a perder
Para se estar junto
Sem tempo a perder
Para realizar as transformações necessárias
Sem tempo a perder
Para realizar seu verdadeiro norte
Sem tempo a perder
Para se realizar nas práticas tântricas e vencer a morte
Sem tempo a perder
Para vencer o medo e contar com a sorte
Sem tempo a perder
Para nos reencontrarmos
Sem tempo a perder
Para entrar no compasso do caminho do meio:
Não tenha pressa, mas não perca tempo.
Diante de ti, minha mãe, me inclino em profundo Amor e devoção,
Texto em homenagem aos 56 anos de minha mãe, sob inspiração do presente que lhe dei – “Sem tempo a perder – um guia útil para o Caminho do Bodhisattva”, de Pema Chödrön – e das sábias palavras de Saramago, inseridas com Amor de filho com intuito compassivo.
Marcadores:
aniversário,
homenagem,
mãe,
tempo
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Amor do além
É o Amor que compassiva e instintivamente lhe leva a doar o que tiver no bolso a um aleijado que profetiza palavras sobre o futuro próximo e lhe mostra o caminho.
É a humildade que lhe dá ouvidos.
É a fé que lhe dá coragem para crer, agir e fazer o seu destino.
No Amor, espírito que anda,
É a humildade que lhe dá ouvidos.
É a fé que lhe dá coragem para crer, agir e fazer o seu destino.
No Amor, espírito que anda,
Amor canino
Momento ternura do dia.
Dois cães juntos esperando sua família comer pizza.
Uma garotinha leva água em um copo descartável; burburinho, agito de pessoas, mas nada macula a beatitude do Amor incondicional, aquele estado de entrega e comunhão e arrebatamento que palavras não expressam, mas o olhar acolhedor da troca amorosa captam:
Entre a garotinha e seus cães e com todos que comungaram do momento.
O sagrado está onde menos imaginamos e viver seus detalhes é a bênção da eternidade desperta a cada momento, que confere um brilho, um tom e um som especial a cada instante - uma áurea ao agora.
No Au-"Augenblick" do Amor, olhar dos olhos, instante inspiração,
Dois cães juntos esperando sua família comer pizza.
Uma garotinha leva água em um copo descartável; burburinho, agito de pessoas, mas nada macula a beatitude do Amor incondicional, aquele estado de entrega e comunhão e arrebatamento que palavras não expressam, mas o olhar acolhedor da troca amorosa captam:
Entre a garotinha e seus cães e com todos que comungaram do momento.
O sagrado está onde menos imaginamos e viver seus detalhes é a bênção da eternidade desperta a cada momento, que confere um brilho, um tom e um som especial a cada instante - uma áurea ao agora.
No Au-"Augenblick" do Amor, olhar dos olhos, instante inspiração,
Marcadores:
agora,
amor integral,
arrebatamento,
Augenblick,
brilho,
bênçãos,
comunhão,
detalhe,
eternidade,
inspiração,
instante,
olhar,
sagrado,
som,
ternura,
áurea
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Amor é afirmação-em-si
Em meio à tristeza, decepção, mentiras e desilusão o Amor é quando se ressalta o estar junto, o riso, o prazer, o conjunto.
E é quando se sabe o momento preciso do se investir ou se retirar, sem nunca partir, sem nunca julgar. É apoiar dentro do limite da saúde e com foco no progresso.
Amor é afirmar-se-em-si, é afirmar o melhor lado de todos os envolvidos no processo e o processo-em-si.
No Amor que é e atua no interesse equânime entre as três esferas, amante, amado e ação amorosa,
E é quando se sabe o momento preciso do se investir ou se retirar, sem nunca partir, sem nunca julgar. É apoiar dentro do limite da saúde e com foco no progresso.
Amor é afirmar-se-em-si, é afirmar o melhor lado de todos os envolvidos no processo e o processo-em-si.
No Amor que é e atua no interesse equânime entre as três esferas, amante, amado e ação amorosa,
Amor - felicidade que gera compromisso
A felicidade gera o compromisso e não o contrário. As pessoas vivem cada vez mais em função da obrigação e do interesse de um compromisso e não mais por Amor, deixando escapar assim a possibilidade da felicidade genuína.
A felicidade sustenta o compromisso; o compromisso sufoca a felicidade. O Amor? Liberta.
A liberdade de Ser-em-si e de se relacionar plenamente com o Todo, na afirmação de sua vontade, dá espaço para cômodas trocas e aceitações em nome da conveniência ou do medo, abrindo-se mão do banquete da vida por migalhas de sobrevivência condimentadas com temperos ilusórios da vantagem e do conforto.
A maioria se furta a afirmar a sua vontade por medo ou insegurança, presos a um frágil, mas opressor sentimento de necessidade de estabilidade que, projetado em uma relação, torna ambos reféns de si próprio e do outro, gerando tensão desnecessária e contrária aos desejos que irá explodir ao invés de fissurar - a afirmação da vontade pode até fissurar mais constantemente, mas é através desta fissura que a relação cresce e atinge níveis ainda maiores de realização e felicidade plena.
A busca da plenitude cansa a maioria só de pensar e o Amor perde espaço para a segurança financeira e/ou emotiva, o conforto e a ostentação do luxo.
Outros desistem após desilusões em sua busca. Lástima por não verem que faz parte do caminho e é uma vitória do Ser a retirada de cada véu da ilusão.
O Amor não é fácil. O Amor também não é difícil. O Amor é.
E quando nós aprendermos a Ser seremos plenos em nós mesmos e capazes de nos relacionar amorosamente, seremos Amor e viveremos em paz. Conosco e com o próximo.
Não estou querendo apoiar relacionamentos instáveis, tampouco conflituosos, pelo contrário. Mas mais do que o contrário, não estou querendo afirmar o contrário da negação do desamor que nos assola por medo ou insegurança. Busco afirmar um novo patamar de relacionamento, onde compromisso e segurança são ramos da semente do Amor e, por isto, exalam no caule, nos ramos e nas flores, o aroma da genuína felicidade, terroir da liberdade, do crescimento individual-coletivo e de novos horizontes.
Na profunda simplicidade do Amor, fluído caminho da alma,
A felicidade sustenta o compromisso; o compromisso sufoca a felicidade. O Amor? Liberta.
A liberdade de Ser-em-si e de se relacionar plenamente com o Todo, na afirmação de sua vontade, dá espaço para cômodas trocas e aceitações em nome da conveniência ou do medo, abrindo-se mão do banquete da vida por migalhas de sobrevivência condimentadas com temperos ilusórios da vantagem e do conforto.
A maioria se furta a afirmar a sua vontade por medo ou insegurança, presos a um frágil, mas opressor sentimento de necessidade de estabilidade que, projetado em uma relação, torna ambos reféns de si próprio e do outro, gerando tensão desnecessária e contrária aos desejos que irá explodir ao invés de fissurar - a afirmação da vontade pode até fissurar mais constantemente, mas é através desta fissura que a relação cresce e atinge níveis ainda maiores de realização e felicidade plena.
A busca da plenitude cansa a maioria só de pensar e o Amor perde espaço para a segurança financeira e/ou emotiva, o conforto e a ostentação do luxo.
Outros desistem após desilusões em sua busca. Lástima por não verem que faz parte do caminho e é uma vitória do Ser a retirada de cada véu da ilusão.
O Amor não é fácil. O Amor também não é difícil. O Amor é.
E quando nós aprendermos a Ser seremos plenos em nós mesmos e capazes de nos relacionar amorosamente, seremos Amor e viveremos em paz. Conosco e com o próximo.
Não estou querendo apoiar relacionamentos instáveis, tampouco conflituosos, pelo contrário. Mas mais do que o contrário, não estou querendo afirmar o contrário da negação do desamor que nos assola por medo ou insegurança. Busco afirmar um novo patamar de relacionamento, onde compromisso e segurança são ramos da semente do Amor e, por isto, exalam no caule, nos ramos e nas flores, o aroma da genuína felicidade, terroir da liberdade, do crescimento individual-coletivo e de novos horizontes.
Na profunda simplicidade do Amor, fluído caminho da alma,
Marcadores:
alma,
aroma,
conforto,
conveniência,
desilusão,
felicidade,
flor,
ilusão,
liberdade,
luxo,
Nietzsche,
paz,
semente,
simples,
sobrevivência,
vontade de poder
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
No cultivo da semente do Amor
Não se deve depender de fatores externos para se cultivar, colher, distribuir e desfrutar do Amor.
Não importam as estações, nada mudou se você escolheu o campo fértil e certo - estufa o peito, abre espaço e no silêncio companheiro e calor aconchego de seu coração, cultive a semente que a tudo resiste e só lhe espera despertar para si para juntos crescerem.
Sim, aí sim pode-se afirmar o viver junto e compartilhar, porque tem-se o que dar e não se necessita receber, atua-se sem carência no desejo, dando asas à vontade e força ao verdadeiro poder - o Amor.
Na semente do Amor que pode acabar com a fome do mundo,
Não importam as estações, nada mudou se você escolheu o campo fértil e certo - estufa o peito, abre espaço e no silêncio companheiro e calor aconchego de seu coração, cultive a semente que a tudo resiste e só lhe espera despertar para si para juntos crescerem.
Sim, aí sim pode-se afirmar o viver junto e compartilhar, porque tem-se o que dar e não se necessita receber, atua-se sem carência no desejo, dando asas à vontade e força ao verdadeiro poder - o Amor.
Na semente do Amor que pode acabar com a fome do mundo,
Marcadores:
aconchego,
asas,
calor,
campo fértil,
colheita,
companheira,
compartilhar,
coração,
cultivo,
desfrutar,
distribuição,
fome,
força,
mundo,
Nietzsche,
peito,
semente,
silêncio,
vontade de poder
Amor - busca e sustentabilidade em si
Mudar o pensamento para mudar a fala, mudar a fala para mudar as ações, mudar as ações para mudar os resultados. Mudar os resultados em busca de sustentabilidade.
Ser esta busca, ser estes resultados para Ser sustentável e assim Ser-em-si, pleno no e através do Amor.
Na sustentabilidade que é Amor, felicidade genuína,
Ser esta busca, ser estes resultados para Ser sustentável e assim Ser-em-si, pleno no e através do Amor.
Na sustentabilidade que é Amor, felicidade genuína,
Marcadores:
ação,
busca,
fala,
mudança,
pensamento,
resultados,
sustentabilidade
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Arrebatamento do Amor
O poder arrebatador do Amor transforma instantes antes em eternidades depois ao forjar o agora no aqui.
Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.
É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.
No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,
Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.
É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.
No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,
Marcadores:
4 estações,
agora,
aqui,
aroma,
despertar,
eros,
eternidade,
finita,
flor,
imanente,
instante,
mente-coração,
Nietzsche,
Ser,
transcendente,
união,
vontade de poder
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Amor, música e cheiros
Músicas e cheiros sempre nos remetem a lugares distantes em nossas mentes-corações.
Tão longe, tão perto, inexistente, desejado, imaginado, concebido, recriado; esse é o Amor, ilimitado.
No não-conceito inapreensível que é o Amor,
Tão longe, tão perto, inexistente, desejado, imaginado, concebido, recriado; esse é o Amor, ilimitado.
No não-conceito inapreensível que é o Amor,
Amor nos ciclos
Ciclos são zonas de conforto que as práticas tântricas ajudam a amorosamente deixar para trás em busca do crescimento.
No Amor, espiral da vida,
No Amor, espiral da vida,
Marcadores:
ciclo,
crescimento,
prática,
tantra,
zona de conforto
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Amor, asas da alma
Da alma a Fé é Amor, a oração é poema, a esperança é o mal; a fé fundamental e o Amor transcendental.
Nas asas de nosso Ser,
Nas asas de nosso Ser,
Marcadores:
alma,
asas,
esperança,
fundamental,
fé,
oração,
Ser,
transcendental
Tautologia do Ser é Amor
Amor é a força do empreendimento do discurso; é o verbo se fazendo carne; é o impulso que ganha sentido rumo ao objetivo. E é o impulso que dá sentido ao objetivo. E o sentido objetivo do impulso.
Na tautologia do Ser, que é puro Amor em suas três esferas,
Na tautologia do Ser, que é puro Amor em suas três esferas,
Marcadores:
carne,
discurso,
empreendimento,
força,
impulso,
objetivo,
sentido,
Ser,
tautologia,
verbo
A qualidade íntima do Amor
Amor, qualidade íntima que transcende nossa imanência e nos faz Ser com o Outro em plenitude comungada.
Na força do impulso que confere o sentido empreendedor e objetivo do discurso e curso de nossas vidas,
Na força do impulso que confere o sentido empreendedor e objetivo do discurso e curso de nossas vidas,
Marcadores:
comunhão,
curso,
discurso,
empreendimento,
força,
imanente,
impulso,
objetivo,
plenitude,
qualidade íntima,
sentido,
transcendente,
vida
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
A matemática do Amor
Na matemática do Amor
o um é dois,
o dois é três,
o três é uno,
a soma é maior que as partes
e o Todo é São.
No plural do Amor, uno em essência,
o um é dois,
o dois é três,
o três é uno,
a soma é maior que as partes
e o Todo é São.
No plural do Amor, uno em essência,
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Amor é quando se é no Ser
É quando se realiza o Amor Fati através da harmônica equação Eros-Ágape-Philia, quando se realiza que somos fiscais da obra divina, verdadeiros fiscais da natureza, cujo intuito é preservar Toda natureza externa através da evolução interna.
É quando se re-pousa no Ser apóso vôo da liberdade em busca de si mesmo, é quando se dá conta que já somos possuidores de tudo aquilo que buscamos, pois nos tornamos apenas aquilo que já somos, fazendo da busca um relembrar-se - o que não invalida jamais nossa jornada e busca, apenas a confirma, pois é ela que nos auxilia na expansão de nosso Ser.
O livre arbítrio mais bem empregado é aquele que confirma o Ser em sua plenitude.
Toda elocubração gera conceitos pertinentes à ação - mas não é que se deva deixar de agir e vegetar pela vida afora: deve-se levar a força harmônica da meditação contemplativa do Ser ao Todo de nossa existência, expandindo assim nosso Ser e tornando-o superior. Este religare a partir do re-pouso no Ser deve ser a força que une, ata, eleva e supera os fatos, tornando-nos resultados conscientes de nossos processos.
Amor, portanto, é a força conscientizadora em cada ato - é o verbo realizador da essência.
No Amor, realizador do Todo,
É quando se re-pousa no Ser apóso vôo da liberdade em busca de si mesmo, é quando se dá conta que já somos possuidores de tudo aquilo que buscamos, pois nos tornamos apenas aquilo que já somos, fazendo da busca um relembrar-se - o que não invalida jamais nossa jornada e busca, apenas a confirma, pois é ela que nos auxilia na expansão de nosso Ser.
O livre arbítrio mais bem empregado é aquele que confirma o Ser em sua plenitude.
Toda elocubração gera conceitos pertinentes à ação - mas não é que se deva deixar de agir e vegetar pela vida afora: deve-se levar a força harmônica da meditação contemplativa do Ser ao Todo de nossa existência, expandindo assim nosso Ser e tornando-o superior. Este religare a partir do re-pouso no Ser deve ser a força que une, ata, eleva e supera os fatos, tornando-nos resultados conscientes de nossos processos.
Amor, portanto, é a força conscientizadora em cada ato - é o verbo realizador da essência.
No Amor, realizador do Todo,
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Amor é Fati de fato
Apaixonado pela menina,
agora amante da mulher
como o mundo se resigna
para quem sabe o que quer.
Dias, semanas, meses ou anos,
o tempo tanto faz e pouco importa;
para quem tem sonho e faz planos
toda e nenhuma trilha é torta.
Os passos dados por Amor
mostram-se a si mesmos o caminho
por entre ilusão, pétalas e dor
até se reencontrar e ao novo ninho.
Ó, ilusão, adeus!
Bem-vindo ideal acalantado.
Cinderela, abandone os sonhos meus:
Amor é Amar e ser Amado.
Não é (o fim do) conto de fada,
tampouco pecado,
é Amor ao destino,
é lidar soberano.
Amo a ti
e ao que tenho
não há conflito
(não) intervenho.
Nado e fluo
com o rio da vida
se é Amor, volta, sem ferida;
construo sempre, a Amar continuo.
Mas páro por aqui de escrever
não precisamos mais ler.
Precisamos sentir;
Amar, nos ter, agir.
Você agora e eu aqui.
Na realização do Amor, Fati de fato,
agora amante da mulher
como o mundo se resigna
para quem sabe o que quer.
Dias, semanas, meses ou anos,
o tempo tanto faz e pouco importa;
para quem tem sonho e faz planos
toda e nenhuma trilha é torta.
Os passos dados por Amor
mostram-se a si mesmos o caminho
por entre ilusão, pétalas e dor
até se reencontrar e ao novo ninho.
Ó, ilusão, adeus!
Bem-vindo ideal acalantado.
Cinderela, abandone os sonhos meus:
Amor é Amar e ser Amado.
Não é (o fim do) conto de fada,
tampouco pecado,
é Amor ao destino,
é lidar soberano.
Amo a ti
e ao que tenho
não há conflito
(não) intervenho.
Nado e fluo
com o rio da vida
se é Amor, volta, sem ferida;
construo sempre, a Amar continuo.
Mas páro por aqui de escrever
não precisamos mais ler.
Precisamos sentir;
Amar, nos ter, agir.
Você agora e eu aqui.
Na realização do Amor, Fati de fato,
Aqui, agora é a vida no Amor
E aqui, agora, dormes serena ao meu lado.
fazendo de mim, um feliz amado
que poeta não é, tampouco busca ser,
apenas transborda e registra palavras de alegria por te ter
ao lado, mesmo que por um instante,
do passado de 15 anos - ou - atrás do eterno futuro
todo tempo é presente, juro
só depende da mente.
No reencontro com nós mesmos, diferentes, mas iguais, novos amores de antigas paixões que revitalizam a vida com novas sensações,
fazendo de mim, um feliz amado
que poeta não é, tampouco busca ser,
apenas transborda e registra palavras de alegria por te ter
ao lado, mesmo que por um instante,
do passado de 15 anos - ou - atrás do eterno futuro
todo tempo é presente, juro
só depende da mente.
No reencontro com nós mesmos, diferentes, mas iguais, novos amores de antigas paixões que revitalizam a vida com novas sensações,
Marcadores:
agora,
aqui,
eterno,
felicidade,
futuro,
mente,
paixões,
passado,
poetas,
presente,
reencontro,
sensação,
tempo,
uma alegria para sempre
O Amor é o Criador, a criatura e a criação
O princípio, o fim e o meio; o pai-mãe/casal, o filho e a (pro[cri])ação; o caminho, a verdade e a vida - Deus é Amor e nós o somos quando nos reunimos.
Do verbo faz-se o humano, o humano é ação, se encontra e define no agir, é o divino que se materializa no Amor - palavra realizadora que suporta a vida: do nascimento à morte e através da ressurreição.
O Criador não cria a dor, é o fraco em nós que a denuncia, pois toda criação é um parto que cria a ação transformadora da estagnação e que incomoda aqueles em nós que não suportam a força da impermanência: inerente à eternidade do Amor.
No alfa, no ômega e no soletrar - linguagem amorosa que constrói realidade e não apenas se adequa,
Do verbo faz-se o humano, o humano é ação, se encontra e define no agir, é o divino que se materializa no Amor - palavra realizadora que suporta a vida: do nascimento à morte e através da ressurreição.
O Criador não cria a dor, é o fraco em nós que a denuncia, pois toda criação é um parto que cria a ação transformadora da estagnação e que incomoda aqueles em nós que não suportam a força da impermanência: inerente à eternidade do Amor.
No alfa, no ômega e no soletrar - linguagem amorosa que constrói realidade e não apenas se adequa,
Marcadores:
criação,
denúncia,
estagnação,
eternidade,
força,
fraco,
humanos,
impermanência,
materialização,
morte,
nascimento,
ressurreição,
transformação,
verbo,
vida
Do erudito ao popular, Amor é no que há
Amor nãoé rebuscar em sua busca,
é simplesmente Ser em plenitude
na arte que é viver,
não mais em busca, mas no Ser.
Não há nada fora,
não há nada dentro,
além fronteiras não há nada
a não ser o Ser no Amor.
Sujeito-Objeto-Ação,
só necessitamos da contemplação
nada mais, nada menos
é no Amor que nos temos.
Na certeza de estar vivo,
é simplesmente Ser em plenitude
na arte que é viver,
não mais em busca, mas no Ser.
Não há nada fora,
não há nada dentro,
além fronteiras não há nada
a não ser o Ser no Amor.
Sujeito-Objeto-Ação,
só necessitamos da contemplação
nada mais, nada menos
é no Amor que nos temos.
Na certeza de estar vivo,
Marcadores:
arte,
ação,
busca,
certeza,
contemplação,
fronteiras,
objeto,
plenitude,
Ser,
sujeito
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
...Amor, o sapato vermelho é...
Não posso cobiçar,
mas a beleza não me escapa;
brilha, aguça e conforta o inocente olhar,
registra-se em cartório, em público e no mapa.
Delimitação do mundo,
desejo consumido;
casad0 no fundo
viajante iludido.
Não há parada,
só há projeções;
há amores,
companheiras intenções.
Nasce-se só,
vive-se,
eterniza-se
e pó.
No brilho metálico de seu olhar,
mas a beleza não me escapa;
brilha, aguça e conforta o inocente olhar,
registra-se em cartório, em público e no mapa.
Delimitação do mundo,
desejo consumido;
casad0 no fundo
viajante iludido.
Não há parada,
só há projeções;
há amores,
companheiras intenções.
Nasce-se só,
vive-se,
eterniza-se
e pó.
No brilho metálico de seu olhar,
Amor em Beta - II
Chama piloto
sem vales, sem picos
risos, caras, bocas, bicos,
amasso, beijos, toques... seu grito.
Tesão, revival,
sonho sem aval,
cotidiano sem atrito
horizonte bonito.
No flanar delicioso que é o Amor,
sem vales, sem picos
risos, caras, bocas, bicos,
amasso, beijos, toques... seu grito.
Tesão, revival,
sonho sem aval,
cotidiano sem atrito
horizonte bonito.
No flanar delicioso que é o Amor,
Amor em Beta
Passado que espreita
se atualiza pela passagem estreita
que se abre entre a memória e o anseio
realidade que se atualiza d'um profundo devaneio.
Madura jovialidade
que se estabiliza no contato
tenra felicidade
que se renova no tato.
Nova inspiração
novas sensações
de priscas eras
renovadas emoções.
No incerto futuro que é todo Amor, certeza de se viver a plenitude do querer e o Todo poder.
se atualiza pela passagem estreita
que se abre entre a memória e o anseio
realidade que se atualiza d'um profundo devaneio.
Madura jovialidade
que se estabiliza no contato
tenra felicidade
que se renova no tato.
Nova inspiração
novas sensações
de priscas eras
renovadas emoções.
No incerto futuro que é todo Amor, certeza de se viver a plenitude do querer e o Todo poder.
Marcadores:
anseio,
beta,
devaneio,
inspiração,
jovialidade,
plenitude,
poder,
sensação,
tato
sábado, 19 de dezembro de 2009
CyberAmor
Aceitar aquilo que se atualiza
para cultivar aquilo que em potência se conhece e deseja.
É assim que o Amor se realiza
e que assim seja.
No Amor integral,
para cultivar aquilo que em potência se conhece e deseja.
É assim que o Amor se realiza
e que assim seja.
No Amor integral,
Marcadores:
aceitação,
amor integral,
conhecimento,
cultivo,
desejo,
potência,
realização
Amor, o eterno retorno daquele que nunca foi, mas é e sempre será, Amor
O poeta não morreu, foi ao inferno e voltou.
O filósofo se entreteu, amou e não postou.
E eu, no meio disso tudo, amadureci, colhi os frutos do Amor,
entreguei quase todas, mas fiquei com uma flor.
E de sua semente cuido e rego,
contemplo amorosamente o definhar de meu ego.
Se for só atração,
cessará logo a paixão.
Se for de verdade o gostar e o querer bem,
mais à frente nos encontraremos e a felicidade a dois, juntos, também.
Aí será o desabrochar do Amor,
que venceu do caule a ascese,
os espinhos e a dor.
No Amor que tudo vence, minha vida, minha tese
O filósofo se entreteu, amou e não postou.
E eu, no meio disso tudo, amadureci, colhi os frutos do Amor,
entreguei quase todas, mas fiquei com uma flor.
E de sua semente cuido e rego,
contemplo amorosamente o definhar de meu ego.
Se for só atração,
cessará logo a paixão.
Se for de verdade o gostar e o querer bem,
mais à frente nos encontraremos e a felicidade a dois, juntos, também.
Aí será o desabrochar do Amor,
que venceu do caule a ascese,
os espinhos e a dor.
No Amor que tudo vence, minha vida, minha tese
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Amor que sangra também cura
Pensei no suicídio por Amor,
não, não era por ti, minha vida,
era por tua ausência,
minha dor.
Ensurdecido pela ausência de sua voz, minha menina,
dobrei apertado a esquina:
Era meu vizinho morto que eu sentia em meu peito
e via ali, estirado, sem vida, sem jeito.
Homenagem ao meu vizinho do prédio da frente,
que não mais que de repente,
se sentiu só, sem um alento na vida, e chorou.
Abriu mão das asas do Amor e se jogou.
O Amor é uma energia que pode criar, cultivar ou destruir: depende de nós - co-criadores de nossa realidade - canalizá-la para um propósito de elevação e verdadeira libertação.
Não é o Amor que mata, nós é que morremos para o Amor.
No Amor que sangra, mas também cura, a quem se deve entregar e não escapar ou matar,
não, não era por ti, minha vida,
era por tua ausência,
minha dor.
Ensurdecido pela ausência de sua voz, minha menina,
dobrei apertado a esquina:
Era meu vizinho morto que eu sentia em meu peito
e via ali, estirado, sem vida, sem jeito.
Homenagem ao meu vizinho do prédio da frente,
que não mais que de repente,
se sentiu só, sem um alento na vida, e chorou.
Abriu mão das asas do Amor e se jogou.
O Amor é uma energia que pode criar, cultivar ou destruir: depende de nós - co-criadores de nossa realidade - canalizá-la para um propósito de elevação e verdadeira libertação.
Não é o Amor que mata, nós é que morremos para o Amor.
No Amor que sangra, mas também cura, a quem se deve entregar e não escapar ou matar,
domingo, 25 de outubro de 2009
Amor e desapego - II
Na teoria o desapego é tão lindo, óbvio, fácil e prático, não é?
Mas o importante é irmos tentando. E conseguindo.
Basta começar a não se cobrar tanto, entendendo que este é o processo natural - o de Amar sem se apegar. E que igualmente natural é este despertar da amorosidade que vai nos conquistando e também aos outros.
É um arrebatamento que quando vemos já fomos tomado pela energia envolvente e suavemente forte do Amor.
Meu conselho, se é que vale e cabe, é contemplar cada situação racionalmente, perguntando-se se houve ação egóica, comumente uma reação emotiva a algo e/ou um julgamento, e se poderia ter agido com mais Amor, convergindo maior harmonia à solução de dada situação/questão.
Fundamental é começar por si, único elemento que podemos de fato "controlar" - ao menos mais do que ao exterior.
Respiremos conscientemente - se possível façamos trabalhos de visualização de cores e formas auspiciosas, bem como recitemos mantras de compaixão e remoção de obstáculos - criemos dentro de nós um espaço para dialogar harmoniosamente com cada situação para verificar pontos de vista, posturas, ações.
Acolhemos tudo sem julgar e tal qual organizamos um fichário, pautemos tudo, e tal qual um altar disponhemos em nossa mandala interior, erigindo-a primeiro a partir da necessidade exterior geral - o que dada situação/questão pede para ser corretamente sanada - depois a partir do sofrimento e obscurecimentos alheios, compreendendo também as necessidades do Outro e o fato que ele, por ignorância, sofre e causa sofrimento.
Por fim, analisemos nossa participação tendo como base uma análise da coerência entre seu corpo, fala e mente - entre aquilo que pregamos e perseguimos como ideal, aquilo que propagamos e aquilo que vivemos na ação do verbo que se torna cotidiano.
Façamos disto uma balança e encontraremos o equilíbrio em cada situação, o Amor pleno em ação.
Na busca do aprendizado com Amor e na reconquista da jóia que o Tempo-Espaço há de conceder,
Mas o importante é irmos tentando. E conseguindo.
Basta começar a não se cobrar tanto, entendendo que este é o processo natural - o de Amar sem se apegar. E que igualmente natural é este despertar da amorosidade que vai nos conquistando e também aos outros.
É um arrebatamento que quando vemos já fomos tomado pela energia envolvente e suavemente forte do Amor.
Meu conselho, se é que vale e cabe, é contemplar cada situação racionalmente, perguntando-se se houve ação egóica, comumente uma reação emotiva a algo e/ou um julgamento, e se poderia ter agido com mais Amor, convergindo maior harmonia à solução de dada situação/questão.
Fundamental é começar por si, único elemento que podemos de fato "controlar" - ao menos mais do que ao exterior.
Respiremos conscientemente - se possível façamos trabalhos de visualização de cores e formas auspiciosas, bem como recitemos mantras de compaixão e remoção de obstáculos - criemos dentro de nós um espaço para dialogar harmoniosamente com cada situação para verificar pontos de vista, posturas, ações.
Acolhemos tudo sem julgar e tal qual organizamos um fichário, pautemos tudo, e tal qual um altar disponhemos em nossa mandala interior, erigindo-a primeiro a partir da necessidade exterior geral - o que dada situação/questão pede para ser corretamente sanada - depois a partir do sofrimento e obscurecimentos alheios, compreendendo também as necessidades do Outro e o fato que ele, por ignorância, sofre e causa sofrimento.
Por fim, analisemos nossa participação tendo como base uma análise da coerência entre seu corpo, fala e mente - entre aquilo que pregamos e perseguimos como ideal, aquilo que propagamos e aquilo que vivemos na ação do verbo que se torna cotidiano.
Façamos disto uma balança e encontraremos o equilíbrio em cada situação, o Amor pleno em ação.
Na busca do aprendizado com Amor e na reconquista da jóia que o Tempo-Espaço há de conceder,
A missão do Amor
Amor é se encontrar a cada partida,
é cultivar a serena força que dá suporte à vida.
No complexus de sustentabiliade que é o Amor,
é cultivar a serena força que dá suporte à vida.
No complexus de sustentabiliade que é o Amor,
Marcadores:
complexus,
encontro,
força,
missão principal,
suporte,
sustentabilidade,
vida
sábado, 24 de outubro de 2009
Amor é o que queremos
Descobri que o Amor não vai embora,
apenas se esconde como o Sol por trás das nuvens
ou transforma, como a semente que brota,
mas nunca se ausenta, apenas o tempo certo demora.
Desesperamos quando jovens,
isolamo-nos em nossa profunda grota,
justamente quando devemos ter com nós mesmos,
pois apenas com o tempo sabemos que é a vida, o Amor que queremos.
E somente assim,
pode-se ter a si mesmo e ao mais belo encontro,
a união de dois inteiros, infinito pronto,
felicidade em dobro, em você e em mim.
No desvelar maduro do Amor,
apenas se esconde como o Sol por trás das nuvens
ou transforma, como a semente que brota,
mas nunca se ausenta, apenas o tempo certo demora.
Desesperamos quando jovens,
isolamo-nos em nossa profunda grota,
justamente quando devemos ter com nós mesmos,
pois apenas com o tempo sabemos que é a vida, o Amor que queremos.
E somente assim,
pode-se ter a si mesmo e ao mais belo encontro,
a união de dois inteiros, infinito pronto,
felicidade em dobro, em você e em mim.
No desvelar maduro do Amor,
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
O Amor ouve na escuridão
Ainda bem que Amor houve e há sempre de existir.
É ciclo constante e presente, eterno devir.
Se escutar bem ainda e sempre pulsa
Mais forte que qualquer repulsa.
Estufa o peito,
Brada aos ventos: venceremos! Amor é o (nosso) jeito.
Na escuta dos sentidos do Amor,
É ciclo constante e presente, eterno devir.
Se escutar bem ainda e sempre pulsa
Mais forte que qualquer repulsa.
Estufa o peito,
Brada aos ventos: venceremos! Amor é o (nosso) jeito.
Na escuta dos sentidos do Amor,
Marcadores:
eternidade,
peito,
poema,
poesia,
pulsar,
uma alegria para sempre,
vento
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori
Acabou de sair de minha casa o meu Amor.
De onde veio, para onde voltou?
Suspiro, não me entrego,
sua existência confirmo,
sua ausência nego.
Como algo tão sublime pode simplesmente desaparecer?
E ainda deixa rastro e vestígio - muito além do cheiro e do bem querer.
Planos precipitados, sentimentos antecipados, loucas sensações.
Destroços e pedaços do choque de dois corações.
Intuo... não, nada tenho como intuir, perdido que estou no meio do caos,
Que é de onde emana todo verdadeiro Amor e dá forma ao Klaus.
Desejo, confesso, que o Amor seja compassivo com este humilde servo e aprendiz,
e que não nos percamos um do outro em nossos caminhos, nem por um triz.
Ardo e oro para que hábeis artistas sejamos,
para dos cacos criarmos um lindo mosaico, onde enfim nos amamos.
No tempo que há de ser, para sempre no espaço de nós dois, com o carinho e o amor que palavras não podem traduzir, que o tempo não pode apagar e que só precisa de espaço para crescer, florir e prosperar.
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori - o Amor tudo vence: cedamo-nos nós também ao Amor.
De onde veio, para onde voltou?
Suspiro, não me entrego,
sua existência confirmo,
sua ausência nego.
Como algo tão sublime pode simplesmente desaparecer?
E ainda deixa rastro e vestígio - muito além do cheiro e do bem querer.
Planos precipitados, sentimentos antecipados, loucas sensações.
Destroços e pedaços do choque de dois corações.
Intuo... não, nada tenho como intuir, perdido que estou no meio do caos,
Que é de onde emana todo verdadeiro Amor e dá forma ao Klaus.
Desejo, confesso, que o Amor seja compassivo com este humilde servo e aprendiz,
e que não nos percamos um do outro em nossos caminhos, nem por um triz.
Ardo e oro para que hábeis artistas sejamos,
para dos cacos criarmos um lindo mosaico, onde enfim nos amamos.
No tempo que há de ser, para sempre no espaço de nós dois, com o carinho e o amor que palavras não podem traduzir, que o tempo não pode apagar e que só precisa de espaço para crescer, florir e prosperar.
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori - o Amor tudo vence: cedamo-nos nós também ao Amor.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
A glória do Amor
Regozijar na vitória,
aprender na derrota,
agradecer sempre.
No estandarte da bem-aventurança, glória invencível do Amor que a tudo supera,
aprender na derrota,
agradecer sempre.
No estandarte da bem-aventurança, glória invencível do Amor que a tudo supera,
Marcadores:
bem-aventurança,
derrota,
estandarte,
glória,
regozijo,
superação,
vitória
Coroação do Amor
Amor é o verso que rima a conjunção de dois astros, Rei e Rainha que, consortes, orbitam e conjugam o nós na poesia do viver a beleza do encontro a cada amanhecer.
Na astrologia do Amor, trígono de fogo e proteção,
Na astrologia do Amor, trígono de fogo e proteção,
Meteorologia do Amor
Amar é ter o arco-íris na cabeça e o sol no coração, é ter o Ser pleno e límpido iluminado por inteiro, com clareza para mais uma vez sonhar e força de realizar em paz a plenitude desta vivência encantada.
Na luz do astro-rei que é o Amor, de quem somos humildes servos,
Na luz do astro-rei que é o Amor, de quem somos humildes servos,
Marcadores:
arco-íris,
cabeça,
clareza,
coração,
força,
meteorologia,
paz interior,
pleno de si,
realização,
Sol,
sonho
Amor construtor
A vida quem dá e tira é Deus, quem constrói sem igual é o Amor.
Na planta baixa que se edifica arquitetando o nós,
Na planta baixa que se edifica arquitetando o nós,
Marcadores:
construção,
Deus
Aprendendo a Amar
Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a Amar.
Na amorosa lição da vida, que é puro Amor,
Na amorosa lição da vida, que é puro Amor,
Marcadores:
aprendizados,
ganho,
lição,
perda
Amor é pleno viver
Amar é viver para o que der e vier.
Na convicção afirmativa do Amor,
Na convicção afirmativa do Amor,
Marcadores:
arte de viver,
convicção,
plenitude
domingo, 18 de outubro de 2009
O momento do Amor: pura arte humana
Amor é momento, eterno de se ter, de se ir além, de nos fazer.
É garimpagem de pedra bruta, lapidação do encontro, vivência da plenitude do um em dois. E no mais o regozijo de enfim estar em paz.
É o momento do brilho nos lábios e sorriso no olhar que revela a beleza do estar junto - obra-prima humana - e do descobrir-se complementar.
No momento da plenitude, onde o tempo passa e o espaço floresce, eternidade do Amor,
É garimpagem de pedra bruta, lapidação do encontro, vivência da plenitude do um em dois. E no mais o regozijo de enfim estar em paz.
É o momento do brilho nos lábios e sorriso no olhar que revela a beleza do estar junto - obra-prima humana - e do descobrir-se complementar.
No momento da plenitude, onde o tempo passa e o espaço floresce, eternidade do Amor,
Marcadores:
beleza,
brilho,
espaço,
eternidade,
lapidação,
paz interior,
pedra bruta,
plenitude,
regozijo,
tempo,
vivência
Amor é jóia rara
É contemplar a obra-prima que emana de nosso Ser e reafirmar o seu valor na prazerosa interação do nós: valor constituído, construído e vivido, brilho próprio de nós dois.
Na moldura do Amor, que é a beleza de seu sorriso,
Na moldura do Amor, que é a beleza de seu sorriso,
Amor ourives
Se o Amor adolescente é diamante, somos nós hábeis ourives da relação, em busca de forjar a aliança para coroar tal preciosidade que é amar e ser amado.
Garimpeiros de nós mesmos, constituímos esse valor que se forja no moldar da relação.
No ressaltar da preciosidade do encontro em meio à vasta escuridão de desencontros,
Garimpeiros de nós mesmos, constituímos esse valor que se forja no moldar da relação.
No ressaltar da preciosidade do encontro em meio à vasta escuridão de desencontros,
Marcadores:
adolescente,
aliança,
diamante,
escuridão,
garimpeiro,
preciosidade,
relação
Amor adolescente, Amor diamante
Chama saltitante que pula de órgão em órgão e nos reúne no coração, nos anima e nos lança em busca de mais combustível do infinito retroalimentado na troca constante do calor de nós dois: inicialmente explosão da paixão e do reconhecimento – és, tu, ó Amor, elevação de nós mesmos – progressivamente amadurecendo e estabilizando-se em ternura que mantém o fogo eterno do Amor aceso e vibrante – és tu, ó Amor, eternidade presente no toque, no olhar, no cheiro, na mordida, no beijo, no frescor de cada reencontrar, infinito despertar de incontáveis detalhes que alimentam o brilho no olhar amante.
Diamante, faz-me reviver a juventude de maneira madura, Amor - elixir da vida eterna, da bem-aventurança e do bom viver.
Bora-Bora!, mas sem pressa, pois o Amor não tem hora, faz-se espaço em seu tempo, mas também sem demora: tem sua hora certa de amadurecer, dar certo e frutos render.
No gargalhar gostoso do Amor, colheita do reencontro,
Diamante, faz-me reviver a juventude de maneira madura, Amor - elixir da vida eterna, da bem-aventurança e do bom viver.
Bora-Bora!, mas sem pressa, pois o Amor não tem hora, faz-se espaço em seu tempo, mas também sem demora: tem sua hora certa de amadurecer, dar certo e frutos render.
No gargalhar gostoso do Amor, colheita do reencontro,
Marcadores:
adolescente,
beijo,
bem-aventurança,
Bora-Bora,
brilho,
chama,
cheiro,
coração,
diamante,
elixir,
espaço,
eternidade,
frutos,
infinito,
mordida,
olhar,
tempo,
toque,
vida eterna,
órgão
sábado, 17 de outubro de 2009
No cultivo do Amor
A chuva teima em regar a saudade do Amor que brota, mas ainda cultiva o amadurecimento. Deixa a boca molhada a espera dos frutos.
Cede, sede.
Cessa essa voracidade que à semente nem tempo dá - antes, consome-a por inteiro, auto-suficiente que é, esta força que se proclama Amor, mas que precisa conjugar o Amar.
Aprende no úmido e vazio de si mesmo o espaço e regozija com o tempo que o nós necessita, cria e habilita para se eternizar.
Sorve cada gota, absorve cada sombra no escuro da noite, contempla a dor da ausência e transforma tudo na grandeza luminosa do Amor - essa força que impulsiona a semente, essa terra que acolhe e nutre, esse adubo que faz a todos crescer e compartilhar os frutos, imaculados e suculentos pelo cuidar respeitoso de seus individuais elementos.
No som das águas, gota por gota, destilando o fino do Amor,
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Amor é oferenda
Amor é agradecer, Amor é retribuir.
Amor é contribuir ofertando aos demais o melhor de si na mais pura das intenções.
Na vibração da natureza,
Marcadores:
melhor de si,
motivação pura,
natureza,
oferenda,
retribuição,
vibração
Amor é transcendência
Enquanto encarnados, somos limitados. No mínimo ao nosso corpo físico, bem como aos conceitos que teimam em separar aquilo que junto seria maior e mais forte.
O Amor é o elemento que supera as limitações e expande nosso Ser rumo ao infinito do Tempo-Espaço, conferindo sentido ao Vazio da existência através do conhecimento do Todo, salvando-nos do Nada.
Na força transcendental do Amor,
Marcadores:
corpo,
encarnados,
existência cíclica,
limites,
nada,
sem limites,
Todo,
vazio
Amor é devoção
Apenas a partir da devoção é que se consegue ir além da barreira da compreensão racional e consegue-se acessar o outro - em si e no exterior.
No devoto do Amor, que é a energia do coração,
Marcadores:
além-do-homem,
compreensão,
coração,
devoção,
energias,
racionalização
Amor é a conta da vida
Amor é querer compartilhar a alegria de viver; é multiplicar o sorriso, dividir o pranto, diminuir o ruído, somar o canto - é unir duas vozes em um só verbo e conjugá-lo pela eternidade.
No eco do Amor - uma alegria para sempre,
Marcadores:
matemática,
uma alegria para sempre,
verbo,
voz
Amor Mestre
Neste dia do mestre, parabenizo à todos aqueles despertos que já iniciaram a busca a si: são mestres-de-si-mesmo. Dos outros somos apenas facilitadores.
A energia que nos guia à maestria e nos possibilita auxiliar aos demais na troca da vida é o Amor, este generoso mestre que ora se veste de pai-mãe, ora de amigo-irmão, ora de amada-amante, ora se desnuda e revela a beleza da natureza e, no extremo do casos e centro do caos, se expõe de sofrimento-dor para que nos poupemos de sofrimento maior e de nos perdermos por demais de nossa trilha.
Através do Amor a verdade ganha outros contornos - o caminho se torna mais certeiro e belo. Não é aquilo que queremos ouvir, mas o que precisamos ouvir - um choque que nos desestabiliza momentaneamente, mas nos faz ficar mais alertas e atentos à beleza e aos avisos desse caminho que tantas vezes deixamos de percorrer.
Amor é desbravar este caminho na singela companhia de um sorriso, na certeza de que o trilhamos só, mas sempre em boa companhia.
Marcadores:
caminho,
caos,
desbravar o novo mundo,
dia do mestre,
natureza
Amor é harmonização
Amor é a harmonização dos sentidos, é a dança suave entre razão-emoção, sentimento-sensação, é intuição pura.
No terroir do Amor, música para nossa alma evoluir na passarela da vida,
Marcadores:
dança,
emoção,
harmonização,
intuição,
razão,
sensação,
sentimento
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Amar é cultivar o vazio
O Amor é monomito que dá vazão à toda existência, estrutura-base que possibilita a vida emergir do caos.
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
Marcadores:
caos,
Cinderela,
colaborativo,
ego,
eu superior,
Hércules,
infinito de possibilidades,
monomito,
plenitude,
pleno potencial,
semente
Amor, o superpadrão
O Amor gera valor e dá sentido ao vazio.
O Amor ordena padrões, supera espaço-tempo, resignifica, perdoa, harmoniza e conduz à individuação - do indivíduo e das partes: casal ou coletivo.
Une a virtude ao prazer na dança da evolução, sem distinção.
Na força despersonalizada do Amor que torna todo padrão totalitário-multifacetado parte de um único íntegro, que torna tudo especial e que personaliza a essência do viver,
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Amor ao mar da vida
Por ti e ao teu lado,
inspirado,
os ventos inflam as velas.
Parto pelo oceano, meu mundo sem janelas,
não há paredes, mas uma porta.
Abri-la devo, à vida me exorta
a brisa que tenra me reanima ao timão.
Em lento adágio me reoriento:
bússola, compasso, vento.
O oceano do sofrimento
refresca a popa e a proa de meu corpo-embarcação;
se desbasta e arrebenta,
despedaça em gotas a tormenta.
Em meio aos raios do amanhecer,
de um novo dia capitão
da nau de meu coração surjo certo da destino-ação:
sempre o Amor revive e há de vencer.
No porto seguro que é o Amor, encontro de águas, liberdade das almas,
inspirado,
os ventos inflam as velas.
Parto pelo oceano, meu mundo sem janelas,
não há paredes, mas uma porta.
Abri-la devo, à vida me exorta
a brisa que tenra me reanima ao timão.
Em lento adágio me reoriento:
bússola, compasso, vento.
O oceano do sofrimento
refresca a popa e a proa de meu corpo-embarcação;
se desbasta e arrebenta,
despedaça em gotas a tormenta.
Em meio aos raios do amanhecer,
de um novo dia capitão
da nau de meu coração surjo certo da destino-ação:
sempre o Amor revive e há de vencer.
No porto seguro que é o Amor, encontro de águas, liberdade das almas,
Marcadores:
amor fati,
desbravar o novo mundo,
mar,
oceano,
poema,
sofrimento,
vida
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Amor Übereros - superação de si mesmo
Uma vez superada a vontade, o que nos resta? O que permanece após a exaustão do desejo, do impulso (inicial)?
O Amor em todas as suas possibilidades além-desejo - Übereros, Ágape e Philia.
A superação de si mesmo e a revalorização de uma nova força, superior constituindo assim uma nova realidade, uma oitava superior.
Na superação do desejo,
O Amor em todas as suas possibilidades além-desejo - Übereros, Ágape e Philia.
A superação de si mesmo e a revalorização de uma nova força, superior constituindo assim uma nova realidade, uma oitava superior.
Na superação do desejo,
Marcadores:
desejo,
eros,
exaustão,
Nietzsche,
oitava superior,
philia,
vontade de poder,
ágape
Amor sapere est
É sabor e saber, é saborear o conhecer, vivenciar e experienciar sem julgar e sim transformar e superar - é o ato do conhecimento, o objeto e o conhecimento em si.
Aude sapere Amor vincit - Ouse saber, o Amor vence,
Aude sapere Amor vincit - Ouse saber, o Amor vence,
Marcadores:
conhecimento,
experiência,
sabedoria,
sabor,
sapere,
superação,
transformação,
vivência
terça-feira, 15 de setembro de 2009
O verdadeiro Amor é agora
Nos sonhos pode-se reviver o passado e moldar o futuro como se deseja.
Só precisa-se acordar e trabalhar nisto.
Assim ama-se também quando se está acordado: vivencia-se o antigo e molda-se tudo novo, ou dá-se ao novo aquilo que se quer receber ou, melhor ainda, deixa-se surpreender.
O Amor é então este caminho do ontem ao amanhã; é a vida agora, é receber de maneira aberta as infinitas possibilidades com um sorriso nos lábios e um brilho no olhar.
Na diversidade do Amor,
Só precisa-se acordar e trabalhar nisto.
Assim ama-se também quando se está acordado: vivencia-se o antigo e molda-se tudo novo, ou dá-se ao novo aquilo que se quer receber ou, melhor ainda, deixa-se surpreender.
O Amor é então este caminho do ontem ao amanhã; é a vida agora, é receber de maneira aberta as infinitas possibilidades com um sorriso nos lábios e um brilho no olhar.
Na diversidade do Amor,
Marcadores:
agora,
diversidade,
futuro,
infinito de possibilidades,
lábios,
olhar,
passado,
sorriso
sábado, 12 de setembro de 2009
Amor - campo unificado do nascimento-morte
Quem morre quando chega a hora da passagem?
De uma perspectiva dualista a resposta deve ser - quando emitida pela coletividade - o Ser que morreu; mas para este Ser, quem morre é a coletividade, que é deixada para trás em sua caminhada transdimensional.
No campo unificado da realidade absoluta que é o Amor não há morte, apenas encontros e desencontros nas diversas dimensões da plenitude da existência e possibilidades da existência cíclica do Ser.
No nascimento-morte, vida que é Amor,
De uma perspectiva dualista a resposta deve ser - quando emitida pela coletividade - o Ser que morreu; mas para este Ser, quem morre é a coletividade, que é deixada para trás em sua caminhada transdimensional.
No campo unificado da realidade absoluta que é o Amor não há morte, apenas encontros e desencontros nas diversas dimensões da plenitude da existência e possibilidades da existência cíclica do Ser.
No nascimento-morte, vida que é Amor,
Marcadores:
campo unificado,
coletividade,
existência cíclica,
morte,
plenitude,
realidade,
Ser
A força do Amor invencível
O desejo aliado ao Tempo vence qualquer obstáculo e se une ao espaço de sua meta, passando a cultivar a meta-em-si.
Eros é a vontade e o impulso, o desejo de conhecer e unir o Tempo - ágape que nos conduz - ao Espaço - philia que nos conforta - em busca da imortalidade.
Na eterna força do Amor,
Eros é a vontade e o impulso, o desejo de conhecer e unir o Tempo - ágape que nos conduz - ao Espaço - philia que nos conforta - em busca da imortalidade.
Na eterna força do Amor,
Amor - harmonia pura
O Amor é uma busca verdadeira e genuína da qual não se deve se apropriar nem ser apropriado - é harmonia pura.
Na balança do Amor,
Na balança do Amor,
Marcadores:
busca,
equilíbrio,
harmonia
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Amor - meditação da vida generosa
A alma habita um corpo em decomposição, o corpo abriga uma alma em evolução - habilmente compor este paradoxo, isto é o religare do Amor, meditação da vida.
O corpo quer prazer, a alma cumprir o seu dever; Amar é a equilibrada e harmoniosa convergência de objetivos no alternar da vida, nascimento-morte em essência.
Amor é a prática que deixa a mente mais gentil, generosa e atenta, e o corpo mais acessível, fluído, generoso e gracioso.
É a generosidade a interface de diálogo e possibilidade de superação.
Na generosa harmonia dos opostos complementares,
O corpo quer prazer, a alma cumprir o seu dever; Amar é a equilibrada e harmoniosa convergência de objetivos no alternar da vida, nascimento-morte em essência.
Amor é a prática que deixa a mente mais gentil, generosa e atenta, e o corpo mais acessível, fluído, generoso e gracioso.
É a generosidade a interface de diálogo e possibilidade de superação.
Na generosa harmonia dos opostos complementares,
Marcadores:
alma,
corpo,
decomposição,
evolução,
generosidade,
meditação,
paradoxo
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Amar é duvidar
Por meio da dúvida, buscamos; na busca encontramos as respostas. E nas respostas convergidas, a verdade; na verdade, a plenitude do Amor.
Muitas vezes precisamos ir e voltar para descobrir que já estávamos onde queriamos e que o Amor é o aqui e o lá, que o Amor é sempre o Agora - certeza absoluta disposta plenamente a se realizar.
O que importa aqui então é canalizar a dúvida não ao outro ou a si, mas à renovação do Amor para que perdure no Espaço e no Tempo - o Amor não é uma certeza cega, mas uma fé esclarecida na força da união, é o conhecimento que transcende o tempo-espaço, renovando a si, ao outro e ao Todo.
Na captura da essência interior, eterna presença que é o Amor,
Muitas vezes precisamos ir e voltar para descobrir que já estávamos onde queriamos e que o Amor é o aqui e o lá, que o Amor é sempre o Agora - certeza absoluta disposta plenamente a se realizar.
O que importa aqui então é canalizar a dúvida não ao outro ou a si, mas à renovação do Amor para que perdure no Espaço e no Tempo - o Amor não é uma certeza cega, mas uma fé esclarecida na força da união, é o conhecimento que transcende o tempo-espaço, renovando a si, ao outro e ao Todo.
Na captura da essência interior, eterna presença que é o Amor,
Marcadores:
canalização,
conhecimento,
convergência,
espaço,
essência,
fé,
tempo,
transcendental,
união
O Amor não jura
O Amor não jura, pois quem jura mente e o Amor é a verdade pura, mas nunca ingênua: é o conhecimento transcendental que a tudo transforma.
Muito além das lentes cor-de-r0sa, o poder da transformação passa por ligar pontos, por formar um complexus sustentável por uma rede que transcende e redefine 2 ou mais pontos de si mesma - externamente conectando pessoas, internamente conectando células e secretamente conectando energias e átomos.
Na verdadeira rede de sustentabilidade que é o Amor,
Muito além das lentes cor-de-r0sa, o poder da transformação passa por ligar pontos, por formar um complexus sustentável por uma rede que transcende e redefine 2 ou mais pontos de si mesma - externamente conectando pessoas, internamente conectando células e secretamente conectando energias e átomos.
Na verdadeira rede de sustentabilidade que é o Amor,
Marcadores:
complexus,
conhecimento,
célula,
energias,
pessoas,
rede,
sustentabilidade,
transformação,
átomos
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A sábia maré do Amor
Andando na rua, cada passo era uma gota. Cada gota, um oceano. E cada oceano um universo em dissolução.
Este é o caminho do Amor, o rio de nós mesmos que se dissolve no oceano de nós dois, evapora e precipita para a Terra novamente molhar e fecundar - esse é o destino do Amor (fati), impulso direcionado à união fecunda e cíclica.
A sabedoria do Amor reside em saber quando ir com o rio e quando subir contra a maré, pois é Tudo Amor - umas vezes impulso, outras vezes direção, sempre união.
Na maré do Amor,
Este é o caminho do Amor, o rio de nós mesmos que se dissolve no oceano de nós dois, evapora e precipita para a Terra novamente molhar e fecundar - esse é o destino do Amor (fati), impulso direcionado à união fecunda e cíclica.
A sabedoria do Amor reside em saber quando ir com o rio e quando subir contra a maré, pois é Tudo Amor - umas vezes impulso, outras vezes direção, sempre união.
Na maré do Amor,
Amor - estandarte da vida, baluarte do perdão
Onde energias opostas-complementares convergem na dança da vida e eclodem estrondosos aplausos na explosão vital, orgasmo sem fim, fogo eterno que nos aquece e ao qual tornamos no acampamento de nosso Ser, o abrigo de nossa alma, a forja de nosso espírito e afluxo de nossas energias: nosso coração - estandarte da vida, baluarte do perdão.
No triunfo da vontade de viver (bem) que é o Amor,
No triunfo da vontade de viver (bem) que é o Amor,
O Amor morreu. Viva o Amor!
O Amor não existe, você deve criá-lo.
No Amor existencialista,
No Amor existencialista,
Marcadores:
existencialismo,
morte,
Nietzsche,
ressurreição,
valores
Amor é dança
Ritmo, movimento e som - do corpo, da alma; do Eu, do Outro; um baile na ascese da vida na forjadura do nós, onde cada passo é um pulsar de beleza na espiral evolutiva, ora conduzindo, ora sendo conduzido.
Na batida do Amor,
Na batida do Amor,
Aonde estás, Amor?
Bradas tão alto que mal escutas o que seu coração tem a lhe dizer.
Ouça-o! Ele diz 'Pul-so' e a cada batida se ausenta para no vazio se precipitar e novamente preencher nosso Ser de vida e Amor.
Leu-me? Ausento-me, precipito-me; vivo.
Descreve-te? Não! Esvazia-te, precipita-te; viva.
A troca viva no tempo, no tempo certo que não se prende a nada, nem à obrigatoriedade, nem à rebeldia, existe quando tem que existir - e quando encontra um caminho para eclodir do caos e se encontrar com os seus.
Encontra-te no vazio de ti mesmo e te preenchas com Amor para alcançar a plenitude de seu Ser e, para através do Amor, participar da totalidade plena da união de dois inteiros e da sociedade fraterna como um Todo.
Na semente do Amor que brota em nosso corações a cada dia,
Ouça-o! Ele diz 'Pul-so' e a cada batida se ausenta para no vazio se precipitar e novamente preencher nosso Ser de vida e Amor.
Leu-me? Ausento-me, precipito-me; vivo.
Descreve-te? Não! Esvazia-te, precipita-te; viva.
A troca viva no tempo, no tempo certo que não se prende a nada, nem à obrigatoriedade, nem à rebeldia, existe quando tem que existir - e quando encontra um caminho para eclodir do caos e se encontrar com os seus.
Encontra-te no vazio de ti mesmo e te preenchas com Amor para alcançar a plenitude de seu Ser e, para através do Amor, participar da totalidade plena da união de dois inteiros e da sociedade fraterna como um Todo.
Na semente do Amor que brota em nosso corações a cada dia,
Die wahre Liebe ist jetzt
In den Träumen kann man die Vergangenheit wiedererleben und die Zukunft so gestalten, wie man es will.
Man muss nur aufwachen und daran arbeiten.
So liebt man, auch wenn man wach ist: man erlebt das alte und gestaltet alles neu, oder gibt dem Neuen das was man haben will, besser sogar, man lässt sich überraschen.
Die Liebe ist halt dieser Pfad von Gestern auf Morgen; es ist das Leben jetzt, den Möglichkeiten mit einem Lächeln im Mund und ein Blitzel im Auge offen zuzustehen.
In der vielfalt der Liebe,
Man muss nur aufwachen und daran arbeiten.
So liebt man, auch wenn man wach ist: man erlebt das alte und gestaltet alles neu, oder gibt dem Neuen das was man haben will, besser sogar, man lässt sich überraschen.
Die Liebe ist halt dieser Pfad von Gestern auf Morgen; es ist das Leben jetzt, den Möglichkeiten mit einem Lächeln im Mund und ein Blitzel im Auge offen zuzustehen.
In der vielfalt der Liebe,
Marcadores:
Liebe,
Pfad,
Vergangenheit,
Zukunft
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Amar é dar Espaço ao Tempo no jardim da vida
Nunca se sabe quando Amor e Tempo casam pulsos e ponteiros - a hora certa é uma incógnita que está por vir, mas que deve ficar saudosa em algum lugar do passado ou esperançosa em algum lugar do futuro, nunca impaciente no presente.
Criar este espaço de cultivo - de si, do outro e do nós - é o respeito necessário para o conhecimento desabrochar e dar frutos; é a vivência plena do Amor em seu pleno potencial: é saber que para saborear algo é preciso cultivá-lo ao longo do tempo - desde a semente - tendo a coragem de também podar quando necessário e adubar sempre que preciso.
Jardineiros da vida, crianças do parque - somos co-criadores, mantenedores e maiores beneficiados desse imenso jardim do éden que é o Planeta Amor, esta vênus chamada Terra, cuja superfície é 70% água, tal qual nós o somos em nossa constituição.
No jardim de inverno, contemplando as estações do Amor,
Marcadores:
conhecimento,
espaço,
Jardim do Éden,
jardineiros,
tempo
A prova de Fogo do Amor
Fogo se combate com Fogo.
Na desilusão e frustração que queimam a alma e carbonizam os sonhos, secam e desertificam a doce e sensual imaginação, evaporando ilusões; é nesta condição que reside a prova de Fogo do Amor.
E não vamos fragmentar o Amor: não devemos falar apenas da prova de Amor próprio; falo do Amor maior, que não tem fronteiras, que parte e une e que é - simplesmente é; individual, coletivo, em rede, único multifacetado.
A prova de Fogo é exatamente superar o ego ferido pela desilusão e reforçar o Amor, que não deve depender de elementos externos, posto que princípio-em-si, para ser forte, inabalável e eterno.
É transmutar o fogo da prova em Fogo do Amor, canalizá-lo para se nutrir e aquecer, sem se queimar e perder.
Nem todo Amor pode ser consumado, portanto nem todo deve ser inflado e nutrido - mas todo Amor deve ser respeitado e plenamente vivido em sua esfera de existência - quer seja platônica ou consumada, alcançando seu pleno potencial real.
O Amor não nos consome, nós é que consumimos o Amor.
Devemos, para vencer a prova de fogo, amar o Amor, amar amar, nos regozijarmos por simplesmente poder estar em contato com este nobre sentimento vital e agradecer a quem o despertou - sem lamentar não tê-lo consumado, mas amar tê-lo despertado.
Na força transformadora, superior e superadora do Amor,
Marcadores:
canalização,
desilusão,
ego,
fogo,
frustração,
ilusão,
imaginação,
platônico,
prova de Fogo
domingo, 23 de agosto de 2009
Amor combustível
O Amor inspira, entusiasma e renova a força para seguir adiante.
Inspira e assim nos impulsiona (Eros), entusiasma e assim nos eleva e direciona (Ágape) e renova a força através da união (philia), onde dois conhecimentos se forjam para moldar um terceiro inacessível para as partes e, assim, reinicia o processo de conquista de um novo caminho - uma oitava superior.
Na bomba do Amor, cujo aditivo é um singelo sorriso,
Inspira e assim nos impulsiona (Eros), entusiasma e assim nos eleva e direciona (Ágape) e renova a força através da união (philia), onde dois conhecimentos se forjam para moldar um terceiro inacessível para as partes e, assim, reinicia o processo de conquista de um novo caminho - uma oitava superior.
Na bomba do Amor, cujo aditivo é um singelo sorriso,
Marcadores:
combustível,
entusiasmo,
eros,
impulso,
inspiração,
philia,
renovação,
ágape
Assinar:
Postagens (Atom)
