Amor é quando a realização da nossa visão é ancorada nas asas do coração.
Na sustentável leveza do Ser,
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Amor para viver - Viver para o Amor
O Amor, por mais que desperte de algum ponto, é livre e está acima de qualquer crença ou singularidade – é o ponto de partida, de chegada, mas principalmente, é a ligação entre distintos e reforça os pontos comuns justamente por preservar a riqueza das diferenças - é o universal que nos habita e une: a homeostase do poder emergente que nos converge e torna sustentáveis.
Viver para Amar é não somente nosso destino, mas o caminho para uma vida sustentável de fato.
No invisível que nos sustenta,
Viver para Amar é não somente nosso destino, mas o caminho para uma vida sustentável de fato.
No invisível que nos sustenta,
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Laços do Amor:
convergência,
crenças,
destino,
diferença,
homeostase,
invisível,
liberdade,
ligação,
poder emergente,
singular,
sustentabilidade,
universal
Amor demasiadamente humano

O Amor, apesar de universal, é demasiadamente humano por caber a nós refletirmos sobre o Amor em si e conscientemente aplicar o Amor em nossas ações - enquanto os demais seres agem por Amor naturalmente.
Eis deve ser nossa busca: após refletir e compreender, libertar naturalmente o apreendido para ganhar a nova dimensão de nosso Ser que apenas o Amor pode nos dar - a realização de nosso potencial, a concretização de nosso Poder através da sutileza de nosso coração.
No poder do sutil, que torna o Eu Maior por nos conectar ao Todo,
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Aspiração ao Amor liberta
A aspiração ao Amor faz com que mesmo não sendo um vaso tão puro, possamos fazer fluir através de nós o néctar, as bênçãos, as boas energias e os siddhis para o benefício dos Seres.
No poder de liberação através da audição, visão, tato-sensação e lembrança-recordação,
No poder de liberação através da audição, visão, tato-sensação e lembrança-recordação,
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Laços do Amor:
aspiração,
audição,
benefício,
bênçãos,
fluxo,
lembranças,
liberação,
néctar,
poder,
pureza,
recordações,
sensação,
siddhis,
Tara Vermelha,
tato,
vaso,
visão
O Amor pulsa no pulso
O Amor pulsa e, através de nosso pulso, ganha a forma idealizada na vacuidade de nossa mente-coração.
Na unidade que converge toda dualidade,
Na unidade que converge toda dualidade,
sábado, 31 de dezembro de 2011
Amor Real
Amor chronos vincit - quatro mensagens para quatro estações
O Amor vence o tempo, mas manda mensagem amorosa para fazer as pazes entre o tempo, o senhor dos espaços e da emoção, e a razão para que todos tomem conhecimento da nova união que resulta em sabedoria harmoniosa dos seres conectados em rede.
---
Algum dia tudo acaba - até lá, que seja eterno o viver no Todo que nunca perece.
Eternidade não se mede com o tempo, mas pela intensidade, esta sim, que pode beirar o infinito e se fazer espaço ao seu tempo particular.

Que Terra é firme? Que porto é seguro? Que fluxo há senão o da maré da vida que leva e traz tudo de bom e de mau que julgamos assim... eternos, quando de eterno só há o ciclo da mesma maré, o fluxo do mesmo rio, as ondas do mesmo oceano - só há sofrimento se nos rebelarmos contra esta verdade. Entregando-nos a ela, ela se volta para nós e nos conduz ao êxtase em vida.
Amor, o fluxo, o reconhecimento do fluxo e o fluir em si.
---
Que minhas palavras sejam puro combustível para minha ação e que minha ação seja o espelho de minha mente e que minha mente seja um só com o mundo

Alinhe corpo-fala-mente e torne tuas palavras chamas de sabedoria a aquecer e ativar a ação de todos com quem entras em contato.
---
Crescemos através de nossas fissuras. Na crise, crie-se!

Cuidado - dê somente o melhor de si para se adubar.
---
Intuição = Razão + Emoção

Amor, Fogo líquido que percorre nossas veias, néctar de sabedoria que banha nosso Ser.
No oceano de sofrimento ou de prazer, dependendo da inclinação de seu Ser,
---
Algum dia tudo acaba - até lá, que seja eterno o viver no Todo que nunca perece.
Eternidade não se mede com o tempo, mas pela intensidade, esta sim, que pode beirar o infinito e se fazer espaço ao seu tempo particular.

Que Terra é firme? Que porto é seguro? Que fluxo há senão o da maré da vida que leva e traz tudo de bom e de mau que julgamos assim... eternos, quando de eterno só há o ciclo da mesma maré, o fluxo do mesmo rio, as ondas do mesmo oceano - só há sofrimento se nos rebelarmos contra esta verdade. Entregando-nos a ela, ela se volta para nós e nos conduz ao êxtase em vida.
Amor, o fluxo, o reconhecimento do fluxo e o fluir em si.
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Que minhas palavras sejam puro combustível para minha ação e que minha ação seja o espelho de minha mente e que minha mente seja um só com o mundo

Alinhe corpo-fala-mente e torne tuas palavras chamas de sabedoria a aquecer e ativar a ação de todos com quem entras em contato.
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Crescemos através de nossas fissuras. Na crise, crie-se!

Cuidado - dê somente o melhor de si para se adubar.
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Intuição = Razão + Emoção

Amor, Fogo líquido que percorre nossas veias, néctar de sabedoria que banha nosso Ser.
No oceano de sofrimento ou de prazer, dependendo da inclinação de seu Ser,
Quando o Amor dá na telha - aprendizados com Amor
Para ter resultados superiores você deve cultivar bem sua base.
Para dar frutos no topo, você deve nutrir bem suas raízes.
Para chegar ao céu, você deve passar pelo inferno.
Para realizar o nirvana você deve compreender o samsara.
Enfim, aprendizados para o fato de que se você for cortar telhas para fazer um telhado, melhor estar de sapato... e logo o pé direito: como vou entrar em 2012 assim?
Se não dá pra ser de pé direito, que seja de cabeça!
No mergulho da mente-coração em cada situação, sem julgar se boa ou ruim,
Para dar frutos no topo, você deve nutrir bem suas raízes.
Para chegar ao céu, você deve passar pelo inferno.
Para realizar o nirvana você deve compreender o samsara.
Enfim, aprendizados para o fato de que se você for cortar telhas para fazer um telhado, melhor estar de sapato... e logo o pé direito: como vou entrar em 2012 assim?
Se não dá pra ser de pé direito, que seja de cabeça!
No mergulho da mente-coração em cada situação, sem julgar se boa ou ruim,
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Laços do Amor:
aprendizados,
ascese,
céu,
inferno,
mente-coração,
mergulho,
nirvana,
raiz,
reforma,
samsara,
sem julgamento,
telha,
telhado,
topo
Amor à liberdade, uma necessidade
Quando se convoca o passado para se justificar o futuro, mata-se o presente.
A necessidade do Amor é estar livre; o desejo do Amor é se conectar - o resultado do Amor é um estar-se preso por vontade.
No desejo de saciar toda necessidade de todos os seres, união incondicional,
A necessidade do Amor é estar livre; o desejo do Amor é se conectar - o resultado do Amor é um estar-se preso por vontade.
No desejo de saciar toda necessidade de todos os seres, união incondicional,
Amor, o verdadeiro tutano do Ser
O Amor é capaz de regenerar até os ossos, pois é preciso reinventar nossas estruturas para alçar vôos mais altos.
Para uma árvore se lançar ao céu, alcançar o topo e dar os melhores frutos deve descer às maiores profundezas onde se encontram os melhores e mais puros nutrientes - para subir é necessário descer.
O Ser é passagem, devir, ascese que principia na descida à Terra. Der Übermensch ist Untergang, como diria Nietzsche.

Do tutano à áurea, tudo é essência, corpo, fala, mente.
Largue o osso e flua com a vida, sem rumo, mas com o destino em mente, ancorado no coração.

Que em 2012 possamos renascer para uma vida de eterno Amor!

O novo só nasce quando o velho morre: dê aDeus (a)o seu ego e viva a plenitude da conexão com o Todo da vida - sem medo, sem joguinhos, sem receios. Entregue-se à vida que a vida se entrega a ti.
Brilhe e ilumine sua escuridão com o calor de seu coração.
No vazio luminoso ao qual damos forma em nossa interação,
Para uma árvore se lançar ao céu, alcançar o topo e dar os melhores frutos deve descer às maiores profundezas onde se encontram os melhores e mais puros nutrientes - para subir é necessário descer.
O Ser é passagem, devir, ascese que principia na descida à Terra. Der Übermensch ist Untergang, como diria Nietzsche.

Do tutano à áurea, tudo é essência, corpo, fala, mente.
Largue o osso e flua com a vida, sem rumo, mas com o destino em mente, ancorado no coração.

Que em 2012 possamos renascer para uma vida de eterno Amor!

O novo só nasce quando o velho morre: dê aDeus (a)o seu ego e viva a plenitude da conexão com o Todo da vida - sem medo, sem joguinhos, sem receios. Entregue-se à vida que a vida se entrega a ti.
Brilhe e ilumine sua escuridão com o calor de seu coração.
No vazio luminoso ao qual damos forma em nossa interação,
sábado, 24 de dezembro de 2011
Votos de Amor natalino

Que uma Luz forte, branda e acolhedora se eternize no seio de Todo Ser.
Que a alegria seja tanto singular, quanto universal.
Que todos os seres possam estar livres do sofrimento e da causa do sofrimento.
Que toda potência queira se realizar em poder.
Que os sinos toquem baladas de Amor no coração de todos os seres!
Na convergência dos quereres,
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Laços do Amor:
acolhedor,
eternidade,
forte,
Luz,
natal 2011,
seio,
Ser,
Todo
Amor, grandeza a cada despedida
Cultivando o Amor sem posse, a contemplação da beleza da vida, da sublime existência de seu sorriso em meu horizonte, crepúsculo que anuncia a aurora de um novo Ser e que para sempre será um Sol que nunca se põe, mas brilha pela alegria de lhe Amar.
No até breve, raio de fé que une o pôr ao nascer-do-Sol,
No até breve, raio de fé que une o pôr ao nascer-do-Sol,
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Laços do Amor:
alegria,
anúncio,
aurora,
beleza,
brilhante,
contemplação,
crepúsculo,
existência,
fé,
horizonte,
nascer-do-sol,
pôr-do-sol,
raio,
sem posse,
sublime
O caminho do Amor entre o destino e o livre arbítrio
O destino é infalível para a formação de caráter - mas só se apropria dele quem quer.
Amor Fati, eis o meu destino, eis o meu Amor: aceitar o Todo para a tudo transformar.
Amor ao destino - Amor Fati, fazendo de tudo o seu caminho de ascese; eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho, amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na liberdade de Ser quem Eu Sou,
Amor Fati, eis o meu destino, eis o meu Amor: aceitar o Todo para a tudo transformar.
Amor ao destino - Amor Fati, fazendo de tudo o seu caminho de ascese; eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho, amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na liberdade de Ser quem Eu Sou,
Na gestão do Amor
Amor é aprender a organizar seu tempo e suas idéias para dar forma ao seu potencial.
Na constante modelagem do Ser,
Na constante modelagem do Ser,
A chave do Amor
A chave ao mesmo tempo tranca e destranca - pra que lado está virando o jogo da vida?
Por um Amor livre. Para estar-se preso por vontade.
Na liberdade aquariana do Ser,
Por um Amor livre. Para estar-se preso por vontade.
Na liberdade aquariana do Ser,
Amor à toda paisagem humana
Amor às depressões, aos vales das sombras e picos de pura Luz - Amor à toda paisagem humana,
Em momentos de depressão - mesmo os constantes que definem um quadro depressivo; isto também vale para ansiedade e síndrome do pânico - a primeira coisa que se precisa fazer é cultivar sua paz interior, gerando e cultivando um espaço interno através da respiração.
É aceitar-se na dor e no prazer de se ser o que se é e buscar cultivar isto com excelência.
Não rejeitar esta fase no vale da sombra (do Eu), muito mais agradecer a ela, pedindo-lhe que lhe mostre o que tanto lhe magoa, o que tanto queres mudar: fazer do sofrimento seu guia para assim alcançar a verdadeira felicidade.
Só a dor pode mostrar o que precisa ser mudado/transformado.
Só o Amor pode realizar essa transformação - com Luz/clareza para discernir o que pode e o que não pode ser mudado, Força para realizar o que for necessário e compaixão para acolher todo o resultado equanimemente: amar seu destino.
Amar o que se é agora. E se perguntar como se quer ser no instante seguinte. Amá-lo também, atraindo assim para si na pulsação do coração.
Reflita.
Por que sentes isto?
Que atos o tem feito se sentir se boicotando?
Mude-os.
Que resultados o tem desagradado?
Analise suas causas.
Mude-as.
Que pensamentos o tem preocupado?
Mude a perspectiva.
Canalize-os para a transmutação.
Psicólogos, gurus, psiquiatras, terapeutas? Sim, eles lhe levarão ao mesmo lugar que precisas encontrar por si mesmo. Eles poderão ajudar, mas é somente você quem terá que ter a coragem de procurar, encontrar e entrar para poder sair mais completo.
Cada vez se é mais afoito. Precisa-se aprender a controlar suas emoções..
Aguardar as informações do mundo exterior chegarem, estarem disponíveis, colher mais informações, amadurecê-las dentro de si para tomar decisão mais sábias e sustentáveiss ao invés de ansiosas e apressadas.
Respire.
E pare de se julgar.
Seja feliz aqui e agora, pois não adianta correr atrás de nada, porque à sua frente espreita a morte - cultive o único espaço-tempo onde há vida; o Aqui e Agora.
Na seqüência de instantes que marcam a eternidade de nossas memórias,
Em momentos de depressão - mesmo os constantes que definem um quadro depressivo; isto também vale para ansiedade e síndrome do pânico - a primeira coisa que se precisa fazer é cultivar sua paz interior, gerando e cultivando um espaço interno através da respiração.
É aceitar-se na dor e no prazer de se ser o que se é e buscar cultivar isto com excelência.
Não rejeitar esta fase no vale da sombra (do Eu), muito mais agradecer a ela, pedindo-lhe que lhe mostre o que tanto lhe magoa, o que tanto queres mudar: fazer do sofrimento seu guia para assim alcançar a verdadeira felicidade.
Só a dor pode mostrar o que precisa ser mudado/transformado.
Só o Amor pode realizar essa transformação - com Luz/clareza para discernir o que pode e o que não pode ser mudado, Força para realizar o que for necessário e compaixão para acolher todo o resultado equanimemente: amar seu destino.
Amar o que se é agora. E se perguntar como se quer ser no instante seguinte. Amá-lo também, atraindo assim para si na pulsação do coração.
Reflita.
Por que sentes isto?
Que atos o tem feito se sentir se boicotando?
Mude-os.
Que resultados o tem desagradado?
Analise suas causas.
Mude-as.
Que pensamentos o tem preocupado?
Mude a perspectiva.
Canalize-os para a transmutação.
Psicólogos, gurus, psiquiatras, terapeutas? Sim, eles lhe levarão ao mesmo lugar que precisas encontrar por si mesmo. Eles poderão ajudar, mas é somente você quem terá que ter a coragem de procurar, encontrar e entrar para poder sair mais completo.
Cada vez se é mais afoito. Precisa-se aprender a controlar suas emoções..
Aguardar as informações do mundo exterior chegarem, estarem disponíveis, colher mais informações, amadurecê-las dentro de si para tomar decisão mais sábias e sustentáveiss ao invés de ansiosas e apressadas.
Respire.
E pare de se julgar.
Seja feliz aqui e agora, pois não adianta correr atrás de nada, porque à sua frente espreita a morte - cultive o único espaço-tempo onde há vida; o Aqui e Agora.
Na seqüência de instantes que marcam a eternidade de nossas memórias,
Amor Capricórnio
Vá e se vença para vencer no mundo.
E tal qual a pipa, aprenda a dançar com o vento da vida, sem nunca perder seu caminho e seus valores rumo ao topo.
Nos degraus do Ser,
E tal qual a pipa, aprenda a dançar com o vento da vida, sem nunca perder seu caminho e seus valores rumo ao topo.
Nos degraus do Ser,
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Laços do Amor:
Capricórnio,
dança,
mundo,
pipa,
topo,
valores,
vento
Amor, inteligência emocional no cultivo do Ser
Do sol ao Sol. ~:D
Mas lembre-se que ele também se põe e vai ter com as profundezas, sem nunca deixar de brilhar e iluminar seu caminho. #inteligenciaemocional
Eis a chave evolutiva que abre todas as portas do labirinto de nosso Ser.
Na jardinagem evolutiva,
Mas lembre-se que ele também se põe e vai ter com as profundezas, sem nunca deixar de brilhar e iluminar seu caminho. #inteligenciaemocional
Eis a chave evolutiva que abre todas as portas do labirinto de nosso Ser.
Na jardinagem evolutiva,
Amor sagitariano
Tira o véu de teus olhos, contempla as estrelas em tua profunda natureza; voa, trotando seu caminho pelos céus infinitos de teu potencial. Lança-te junto a tua flecha em benefício de todos os seres, mas fazes isto com calma, na serenidade de teu Ser que amanhece a cada ocaso, que desperta enquanto todos dormem.
Sê sagitariano na sua potência máxima, mas humano em todo seu esplendor - equilibra-te e triunfarás; conquistarás primeiro a ti mesmo, depois a teus mais nobres objetivos.
Todos temos um sagitário em nosso mapa astral - ative o seu.
Que sua existência se signifique na entrega ao Todo.
No arco, flecha, alvo e precisão,
Sê sagitariano na sua potência máxima, mas humano em todo seu esplendor - equilibra-te e triunfarás; conquistarás primeiro a ti mesmo, depois a teus mais nobres objetivos.
Todos temos um sagitário em nosso mapa astral - ative o seu.
Que sua existência se signifique na entrega ao Todo.
No arco, flecha, alvo e precisão,
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Laços do Amor:
alvo,
arco e flecha,
conquista,
equilíbrio,
esplendor,
existência,
Kiron,
natureza,
potência,
precisão,
sagitário,
significado,
Todo,
triunfo,
véus
O despertar da flor do Amor
Amar é abrir-se à vida, é deixar-se florescer o espírito.
Na rega diária que aflora a enteléquia, me-dita-a-ação da mente-coração,
Na rega diária que aflora a enteléquia, me-dita-a-ação da mente-coração,
O destino do Amor é Ser livre
Seu destino é fazer de seu livre arbítrio seu Destino.
O livre arbítrio é ação, é a passagem, o passo ousado entre duas zonas de conforto, pontos de interação, é percurso, é perfazer, é devir. É união dos pontos. Destino. Um instante do caminho. Superação.
É o pé, a pisada e a pegada, além da chegada realizada a cada contato com o 'sol-o' e projetada em um momento do tempo, ocupando assim um espaço em termos de conceito (virtual) e de ambiente (atual).
Eis a realidade: a meta do destino é ser livre.
Na dança da Fortuna,
O livre arbítrio é ação, é a passagem, o passo ousado entre duas zonas de conforto, pontos de interação, é percurso, é perfazer, é devir. É união dos pontos. Destino. Um instante do caminho. Superação.
É o pé, a pisada e a pegada, além da chegada realizada a cada contato com o 'sol-o' e projetada em um momento do tempo, ocupando assim um espaço em termos de conceito (virtual) e de ambiente (atual).
Eis a realidade: a meta do destino é ser livre.
Na dança da Fortuna,
Amor, enteléquia dos corpos vivos
Amor é o cultivo da visão e da coragem de se ver e agir conforme o necessário; é a canalização do desejo para o ganho de potência.
É enxergar em cada situação sua força evolutiva inerente e agir conforme o necessário para fazer a verdadeira natureza de cada instante florescer; tornando-se o que se é, pura Força e Luz, energia em devir.
Na jardinagem evolutiva que realiza o ponto de perfeição de cada Ser,
É enxergar em cada situação sua força evolutiva inerente e agir conforme o necessário para fazer a verdadeira natureza de cada instante florescer; tornando-se o que se é, pura Força e Luz, energia em devir.
Na jardinagem evolutiva que realiza o ponto de perfeição de cada Ser,
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Laços do Amor:
Aristóteles,
canalização,
coragem,
desejo,
enteléquia,
evolução,
florescimento,
força,
instante,
jardinagem evolutiva,
jardineiros,
Luz,
natureza,
perfeição,
potência,
visão
AMOR informAÇÃO
Não há espaço-tempo que conhecimento não possa eternizar em sabedoria, eis a gestão da informação através do Amor.
No metadado que gere toda rede de informação e conduz à sustentabilidade,
No metadado que gere toda rede de informação e conduz à sustentabilidade,
O Poder da Vida: convergência de potências através do Amor
Amor é quando duas vontades se encontram e de potências criam o poder da vida.
No fluxo da convergência, na convergência do fluxo,
No fluxo da convergência, na convergência do fluxo,
Amor metadados - lançando os dados da meta
Amar é pedir licença à saudade para se jogar além da lembrança na memória de cada instante, eternizando-se em ação, fecundando palavras, dando sentido ao vazio que nos abriga.
Alea jacta est - os dados estão lançados.
Amar é determinar como o fluxo - aparentemente aleatório - nos perpassará e como perpassaremos o fluxo.
Dar um sentido à nossa passagem, eis nosso livre arbítrio: dar um sentido ao destino - a começar pelo nosso.
Dar valor aos dados: tanto às unidades de informação, quanto à sorte, fortuna que nos sorri e se oferece à dança da vida.
No fluxo do sentido que damos ao fluxo,
Alea jacta est - os dados estão lançados.
Amar é determinar como o fluxo - aparentemente aleatório - nos perpassará e como perpassaremos o fluxo.
Dar um sentido à nossa passagem, eis nosso livre arbítrio: dar um sentido ao destino - a começar pelo nosso.
Dar valor aos dados: tanto às unidades de informação, quanto à sorte, fortuna que nos sorri e se oferece à dança da vida.
No fluxo do sentido que damos ao fluxo,
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Laços do Amor:
dados,
dança,
destino,
eternidade,
fecundação,
fluxo,
fortuna,
instante,
lembranças,
licença,
livre arbítrio,
memória,
metadados,
palavras,
saudade,
sentido,
vacuidade,
vazio
Vida, amorosa vida
O desejo do Amor incondicional e universal
Que possamos ser aquilo que os outros necessitam, este deve ser nosso único desejo.
No voto de bodisatva,
No voto de bodisatva,
Na velocidade do Amor, no sentido da Luz
Todo fluir é transgressão,
toda passagem, união,
toda meta, evolução.
Toda passagem, toda transgressão é ganho de potência.
Todo pôr-do-sol é renovação de potência.
Não fico preso ao Aqui, me entrego ao Agora que vai ao encontro do mar, da escuridão do desconhecido que espreita no horizonte; é a pura Luz que mergulha - Sol-o-Ser.
A Luz é a medida do devir - quanto mais vibramos Luz, mais convergirmos e comungamos do fluxo.
Na velocidade da Luz, sentido do Amor,
toda passagem, união,
toda meta, evolução.
Toda passagem, toda transgressão é ganho de potência.
Todo pôr-do-sol é renovação de potência.
Não fico preso ao Aqui, me entrego ao Agora que vai ao encontro do mar, da escuridão do desconhecido que espreita no horizonte; é a pura Luz que mergulha - Sol-o-Ser.
A Luz é a medida do devir - quanto mais vibramos Luz, mais convergirmos e comungamos do fluxo.
Na velocidade da Luz, sentido do Amor,
Pôr-do-Amor, Nascer-da-vida
Quantas vezes você me acompanhou até aqui?
Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?
Quantos renascer a sós?
Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.
Amor,
não bato palmas,
mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;
pois tu sou eu, eu sou tu.
Somos a interdependência da Rede,
somos a Rede,
somos ponto-a-ponto,
somos ponte,
somos travessia,
somos Übermensch,
somos devir,
somos ocaso,
somos instante.
Na eternidade do momento, o potencial do Amor,
---
* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.
Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?
Quantos renascer a sós?
Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.
Amor,
não bato palmas,
mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;
pois tu sou eu, eu sou tu.
Somos a interdependência da Rede,
somos a Rede,
somos ponto-a-ponto,
somos ponte,
somos travessia,
somos Übermensch,
somos devir,
somos ocaso,
somos instante.
Na eternidade do momento, o potencial do Amor,
---
* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.
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Laços do Amor:
coração,
crepúsculo,
devir,
escuridão,
eternidade,
iluminação,
ilusão,
interdependência,
Ipanema,
mergulho,
Nietzsche,
ocaso,
pôr-do-sol,
travessia,
verdade,
Übermensch
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Horizonte do Amor, verticalidade da vida
Cultivar o Amor sem posse, a contemplação da beleza da vida, da sublime existência de seu sorriso em meu horizonte, crepúsculo que anuncia a aurora de um novo Ser e que para sempre será um sol que nunca se põe, mas brilha pela alegria de lhe Amar - eis meu destino, Amor Fati.
No estudo do solo,
No estudo do solo,
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Laços do Amor:
alegria,
amor fati,
aurora,
beleza,
brilhante,
contemplação,
crepúsculo,
cultivo,
existência,
horizonte,
novo,
sem posse,
Ser,
sorriso,
sublime
O poder do Amor
A vida é um todo de potências a ser convergida em sentido, poder de ato coerente e sustentável - amar até o desamor, eis meu destino, Amor Fati.
No Amor que jazz, Deus que dança,
No Amor que jazz, Deus que dança,
Amor ao destino
O destino é infalível para a formação de caráter - mas só se apropria dele quem quer.
Amor Fati, eis o meu destino - aceitar o Todo para a tudo transformar, fazendo de tudo o seu caminho de ascese, eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho: amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na realização da não-dualidade, cultivando a bodhichitta,
Amor Fati, eis o meu destino - aceitar o Todo para a tudo transformar, fazendo de tudo o seu caminho de ascese, eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho: amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na realização da não-dualidade, cultivando a bodhichitta,
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Amor 'apokálypsis' est
O fim está próximo.
O fim está distante.
O fim está.
O fim está para a morte
como o eu para a vida.
Estamos, não somos,
queremos Ser.
E, querendo,
não somos
- estamos,
estagnados em nós mesmos.
Necessitando apenas Ser
desejando apenas Estar
longe de tudo, perto do nada,
livre para compor com o Todo (de sua existência)
- eterna.
Como o grito do silêncio,
a Luz da escuridão
e o delírio de todo são
que busca se individuar
para se tornar Uno
e assim o Todo glorificar.
Na divina comédia, apocalipse do Ser,
O fim está distante.
O fim está.
O fim está para a morte
como o eu para a vida.
Estamos, não somos,
queremos Ser.
E, querendo,
não somos
- estamos,
estagnados em nós mesmos.
Necessitando apenas Ser
desejando apenas Estar
longe de tudo, perto do nada,
livre para compor com o Todo (de sua existência)
- eterna.
Como o grito do silêncio,
a Luz da escuridão
e o delírio de todo são
que busca se individuar
para se tornar Uno
e assim o Todo glorificar.
Na divina comédia, apocalipse do Ser,
Emanado por
w.y.s.d.ॐ
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Laços do Amor:
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Quando o Amor fala mais alto
Amor é quando o silêncio se cala diante de tanta beleza e grita, na certeza de encontrar resposta no sorriso que encanta e silencia a ansiedade imatura que pulsa no coração cansado de tanto sofrer.
No detalhe do instante que confere toda eternidade,
No detalhe do instante que confere toda eternidade,
O GP do Amor
Se algo começar a lhe aborrecer, dê aquele leve sorriso pós-orgasmo, regozije e conscientize-se de que aquilo está lhe ajudando a tornar seu próximo sexo ainda mais relaxante.
Agradeça sustentando o sorriso e convidando a pessoa mentalmente a também investir a libido dela em uma prática mais prazerosa e criativa do que fuder com sua paciência.
Pronto. Você acaba de ativar seu ponto G, de Gentileza e de Generosidade, e reforçar seu ponto P, de Paciência.
E com o GP em dia, é acelerar fundo, sem se importar com quem chega primeiro, mas muito mais em chegar juntos, sem estresse ou paranóia.
No S do sexo e na reta da vitória do prazer, completamente sem freio,
Agradeça sustentando o sorriso e convidando a pessoa mentalmente a também investir a libido dela em uma prática mais prazerosa e criativa do que fuder com sua paciência.
Pronto. Você acaba de ativar seu ponto G, de Gentileza e de Generosidade, e reforçar seu ponto P, de Paciência.
E com o GP em dia, é acelerar fundo, sem se importar com quem chega primeiro, mas muito mais em chegar juntos, sem estresse ou paranóia.
No S do sexo e na reta da vitória do prazer, completamente sem freio,
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
O poder da consciência do Amor
O poder fragmentado se capilariza nas potências individuais - e converge ainda mais poderoso a um novo centro expandido.
Eis o poder da consciência do Amor.
Na união não-dual que converge em nós ao encontro do Todo,
Eis o poder da consciência do Amor.
Na união não-dual que converge em nós ao encontro do Todo,
Amor, instante presente
Amor é dar tudo o que cabe até aqui e no instante, entregando o restante à eternidade - que um dia se faça presente.
No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,
No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,
Amor, berço da concepção

Meu Amor está assim: alquebrado, amassado, doído; passado que se faz presente na lembrança daquilo que agora rasga minha alma, mas, com calma, condena e conclama-me à vida.
Quase morto, meu Amor vive; sobrevive na certeza de que eu mesmo morrerei, mas que, ainda vivo, viverei em toda minha plenitude para um dia lhe dizer ao pé do ouvido, no fundo dos olhos, arrancando-lhe um sorriso: eu te amo pra caralho.
No berço da concepção de um novo Ser,
Amor, sublime Amor

Daí-me asas,
forças para elevar-me
da escuridão de minhas ruínas
para esclarecer minhas profundezas
e me alçar ao pleno potencial de mim mesmo:
meu pleno potencial de Amar.
Daí-me? Não. Renasço sem penas,
mas com estrutura de elevada paisagem
na qual atuarei de maneira sublime
sem preocupar-me com aplausos,
mas realizando a arte do encontro com o Todo.

Nas alturas do Amor mais profundo,
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Amor, loucura do destino, liberdade última
Amor é encontrar um caminho entre o desejo e a falta, o apego e a frustração; o caminho do meio, sorriso que aquece a mente-coração - não há nada a ser conquistado, nada a ser perdido; só Amor a ser vivido.
Amor é deixar o tempo abrir espaço para a vontade.
Na vivência do Todo que me satisfaz,
Amor é deixar o tempo abrir espaço para a vontade.
Na vivência do Todo que me satisfaz,
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Laços do Amor:
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Nietzsche,
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sorriso,
vivência
Love, seek and deploy
Love is just a place in the sun embracing darkness with compassion.
Breaking through to the other side,
Breaking through to the other side,
sábado, 1 de outubro de 2011
Amor elucida - da vitória de Eros sobre a ignorância que é morte
Afirma-se na psicanálise freudiana e entre livros e mesas de bar que somos regidos por duas pulsões - de Eros, a vontade e a vida; e de Thanatos, a morte.
Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.
O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.
Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.
Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.
Nascimento ou morte, venceremos.
No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,
Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.
O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.
Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.
Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.
Nascimento ou morte, venceremos.
No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,
Quo vadis potentiam Amor - o caminho da potência entre o afeto e a razão
Escrevo tanto impulsionado pelo meu conhecimento, quanto constrangido por minha ignorância, que aumenta conforme aumenta proporcionalmente meu conhecimento. O que penso é o que estudei até aqui, mas o faço à luz de portas que se abrem a cada passo que dou rumo ao desconhecido, revelando novos corredores a serem percorridos no labirinto do conhecimento humano tão perigosamente familiar.
“O familiar é o habitual; e o habitual é o mais difícil de “conhecer”, isto é, de ver como problema, como alheio, distante, “fora de nós”...” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 355
Pelo que sei, foi minha vontade que me trouxe até aqui. Mas será que essa vontade é minha? Até que ponto tenho consciência dela, até que ponto ela me controla? E se tudo o que pensamos ser consciente for de fato inconsciente – ou ao menos passivo e reativo – e a verdadeira atividade e consciência for aquele rio caudaloso que flui no inconsciente, a verdadeira atividade tanto do Ser, quanto da vida?
Para Nietzsche, “consciência é, na realidade, apenas uma rede de ligação entre pessoas – apenas como tal teve que se desenvolver: um ser solitário e predatório não necessitaria dela. [...] sendo o animal mais ameaçado precisava de ajuda, proteção, precisava de seus iguais, tinha de saber exprimir seu apuro e fazer-se compreensível – e para isso tudo ele necessitava antes de “consciência”, isto é, “saber” o que pensava. [...] o ser humano, como criatura viva, pensa continuamente, mas não o sabe; o pensar que se torna consciente é apenas a parte menor, a mais superficial, a pior, digamos: - pois apenas esse pensar consciente ocorre em palavras, ou seja, em signos de comunicação, com o que se revela a origem da própria consciência. [...] o desenvolvimento da consciência (não da razão, mas apenas do tomar-consciência-de-si da razão) andam lado-a-lado.” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 354
Eu questiono a minha potência
Quanto de minha pulsão consigo compreender e verter em ação consciente? Em que medida sou vertido? Em que parcela determino, em quanto sou determinado? Qual a relação de forças entre o individual e o coletivo e aquilo que perpassa a tudo e que podemos chamar de potência, secreta às percepções menos silenciosas e perscrutadoras: a superficialidade raramente busca a raiz do problema e por isto mesmo dificilmente consegue chegar ao topo e tocar o céu; rasteja – mendicante por nutrir-se do que cai ao solo, apavorada pelo medo de ser esmagada pelo firmamento. Onde se encontra a ousadia de se embrenhar neste solo e dele se nutrir, sabendo da importância da ascese sob o sol individual que nos aquece os sentidos e clarifica os caminhos rumo à superação de si mesmo? Encontra-te na vontade.
“A vontade não se dirige para fins dados à partida, mas ela é a instância primeira: aquela que estabelece objetivos e fins; o que quer dizer que ela os reconhece como sua pertença” Otfried Höffe, Introduction à la philosophie pratique de Kant: la morale, le droit et la religion, 1993, p.66
E é na vontade que se encontra também o pensar. Mas quanto do que pensamos já não se tornou paisagem mental e não é devidamente questionado? Quanto do que vivemos e pensamos não são valores e vontades de terceiros, que aprendemos a carregar como camelos apenas para ter direito a entrar no oásis prometido por alguém que se beneficia desta fábula?
E se o oásis for veneno que nos enfraquece na justa medida de nos tornar servos capazes de fazer o serviço dos donos da pseudo-abundância na pseudo-escassez?
E se nosso maior aliado for o deserto, que não nos mata, mas fortalece, que não nos mantém reféns de gotas de liberdade e saciedade, mas oferece o desafio do horizonte sem fim para quem tem sede de saber?
Sim, quero apoderar-me tanto deste sol escaldante da razão quanto descobrir os lençóis artesianos dos afetos que indicam a vontade e o caminho para o Ser perseverar. Mas que Estrela é esta entre o Sol e a Lua, que se eterniza no brilho de suas ações, mas não passa de cometa em busca de afirmação na dança das órbitas? Não seria esta contraposição razão-afeto também um truque, uma armadilha para ficarmos reféns de uma dualidade enquanto esta é inerente a uma unidade?
Não são os opostos margens complementares de um só caminho? Não é este caminho a ascece do humano para o Übermensch – dominarmos nossas paixões e não sermos dominados pela razão dominante – nossa ou de outrem –, desenvolvendo um fluir do Ser em constante devir – não tendo uma forma ou matéria a priori ou a posteriori, mas sendo pleno no instante?
“A conduta moral não tem como objetivo encaminhar o homem para um fim. É a vontade por si só que determina o agir humano, dando-lhe a lei a que sua conduta deve obedecer. Não se trata de dizer qual é o bem a atingir nem o que se deve fazer para o alcançar. Apenas se diz como se deve agir, indica-se como se deve actuar, a forma como o homem deve actuar para agir bem” José Henrique Silveira de Brito, Introdução à Fundamentação da Metafísica dos costumes de I.Kant, p.25
A potência questiona meu Eu
Escrevo até aqui em primeira pessoa; mas que pessoa é esta que é um constructo, uma definição, um valor criado individual-coletivamente para uma rede de células ao qual se atribui um significado que comumente nos serve de porto seguro tanto quanto de cruz na qual pagamos nossos pecados – mesmo que não sejam nossos?
Usemos esta cruz para realizar o salto entre as pontas axionais de compreensão da física para derrubar valores dualistas forjando a unidade imanente de um sistema intrinsicamente binário e não-dual: somos, desde nossa construção-base, compostos de elementos físicos e metafísicos ou, melhor dizendo, químicos.
Basta observarmos a construção de nossa rede neuronal: os impulsos elétricos correm pelos axônios e superam o espaço entre os dentritos com auxílio de neurotransmissores em um ciclo natural que vai da física à fisica passando pela metafisica da química da vida.
E, por um princípio lógico, a ponte segue o padrão das margens para garantir sustentabilidade à travessia de si mesmo – se a física é em rede, a metafísica também o deve ser.
Tudo é possível se afirmar e firmar, dependendo do ponto-de-vista que observa e age no vazio que a tudo perpassa e que possibilita a manifestação das potências criativas que reinventam o universo a cada revolução oriunda dos eventos, rompantes de pulsão de vida que encontraram ou realizaram um furo para transpassar a superfície dos véus da ilusão para unir os opostos complementares e assim gerar sabedoria não-dual a partir de dois sistemas que se julgam auto-suficientes, a saber: o afeto e a razão, ambos ainda reféns da subjetividade de um Eu inexistente.
Não seriam ambos necessários para conceber uma co-reta compreensão das coisas como são e das coisas como devem ser, não como algo imposto – do exterior ou do interior -, mas como algo que naturalmente co-emerge como lógico e necessário a partir da relação dos pontos, um choque de potências que afeta e canaliza, uma necessidade que se impõe diante da conexão interdependente entre dois ou mais pontos, uma potência a ser revelada a partir dos encontros da convergência em chaosmos?
Poder: rede de potências em convergência
Se compreendemos tanto a física, quanto a biologia como regidos pelo princípio da rede, a metafísica que melhor se alinha a este posicionamento e que aumenta a potência do Todo é uma metafísica que propõe a convergência dos valores no Ser em Rede, um Ser ao mesmo tempo individual e coletivo, razão e afeto, um Ser em constante atualização, cuja única moral é convergir ao Todo com o máximo de sua potência, partindo-se do pressuposto de que o destino de toda potência individuada é se realizar convergida no poder do Todo.
E um Todo sadio, que consegue comungar das propriedades emergentes, é um Todo cujas partes são diferenciadas, tendo a diversidade como força vital da unidade e uma proposta revolucionária: conceber a inteligência de rede, ou como chamado por Antonio Negri e Michael Hardt, inteligência de enxame:
“Quando uma rede disseminada ataca, investe sobre o inimigo como um enxame: inúmeras forças independentes parecem atacar de todas as direções num ponto específico, voltando em seguida a desaparecer no ambiente. De uma perspectiva externa, o ataque em rede é apresentado como um enxame porque parece informe. Como a rede não tem um centro que determine a ordem, aqueles que só são capazes de pensar em termos de modelos tradicionais podem presumir que ela não tem qualquer forma de organização – o que eles enxergam é apenas espontaneidade e anarquia. O ataque em rede apresenta-se como algo semelhante a um enxame de pássaros ou insetos num filme de terror, uma multidão de atacantes irracionais, desconhecidos, incertos, invisíveis e inesperados. Se analisarmos o interior de uma rede, no entanto, veremos que é efetivamente organizada, racional e criativa. Tem inteligência de enxame. [...] A inteligência do enxame baseia-se fundamentalmente na comunicação.” Multidão. Antonio Negri e Michael Hardt, página 130
A rede é um processo cíclico que se repete em devir: tal qual nossos pulmões, tal qual o próprio sol, e nosso próprio coração, vivemos uma relação com duas fases, expansão e retração, micro e macro, individual e coletivo, 0 e 1, atual e virtual – basta-nos compreender, aceitar, transmutar e entregar.
Afinal, como nos revela a física quântica, além de tudo ser vibração, toda energia é regida por um campo informacional que determina se esta será percebida como matéria ou pura Luz.
“Não só a linguagem serve de ponte entre um ser humano e outro, mas também o olhar, o toque, o gesto; o tomar-consciência das impressões de nossos sentidos em nós, a capacidade de fixá-las e como que situá-las fora de nós, cresceu na medida em que aumentou a necessidade de transmiti-las a outros por meio de signos. O homem inventor de signos é, ao mesmo tempo, o homem cada vez mais consciente de si – ele o faz ainda, ele o faz cada vez mais.” A Gaia Ciência. Nietzsche, Livro V, aforismo 354
Cabe então à razão unicamente manter a atenção plena de questionar o interesse da motivação da manifestação da potência: age em convergência com o Todo ou tendenciosa, em prol de alguma das partes – o Eu, o Outro ou o Nós (que exclui o Eles)?
Quanto mais convergido ao Todo, mais pura a motivação da potência, pois quanto mais próxima ao Todo, mais amadurecida em poder esta se torna. O jogo se trata da relação razão-afeto, motivação-atenção, individual-coletivo: devemos combinar ambos como unidade. E a unidade só é potência sustentável no Amor – Amor como princípio (Eros), como meio (Ágape), como fim (Philia) e como processo (Fati).
É no Amor que encontramos o Eu como uma perspectiva de ação do Todo, uma potência tornando-se o que é, convergindo ao poder. O Todo empodera a potência individual da qual temos que nos apoderar conscientemente – em uma comunicação convergida na rede interligando pessoas, mas também seu ambiente que as sustenta – para realizarmo-nos no que somos: energia em constante revolução para qual a única lei universal é a potência devir poder. Somente sob esta égide é que a lei universal do direito kantiano procede: “Age exteriormente de tal modo que o uso livre do teu arbítrio possa coexistir com a liberdade de cada um, segundo uma lei universal”. Rechtslehre, Einleitung, § C, Bd. 7, p.338 (A 34; B35)
Ita quo vadis potentiam?
A razão deve se conscientizar das armadilhas o ego e questionar tanto a própria razão, quanto a percepção do afeto para canalizar a potência ao Todo, que é a potência em rede, o poder da vida perseverar – et congregata est potentiam Amor: este Ser em Rede, a busca por forjar um processo convergente através do Amor, intuindo as relações das diversas potências em convergência com o Todo em busca de se realizar poder.
Amor, única força capaz de unir opostos e torná-los complementares, alcançando a propriedade emergente em homeostase propiciando uma ascece constante e sustentável, recriando no vazio o Ser em Rede que transborda Amor – a gestão da informação que gerencia nosso conhecimento para melhor compreender nossos afetos e, assim, otimizar nossos encontros para que sejam sempre ganho de potência.
Nos encontros e desencontros da vida que moldam minha potência,
“O familiar é o habitual; e o habitual é o mais difícil de “conhecer”, isto é, de ver como problema, como alheio, distante, “fora de nós”...” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 355
Pelo que sei, foi minha vontade que me trouxe até aqui. Mas será que essa vontade é minha? Até que ponto tenho consciência dela, até que ponto ela me controla? E se tudo o que pensamos ser consciente for de fato inconsciente – ou ao menos passivo e reativo – e a verdadeira atividade e consciência for aquele rio caudaloso que flui no inconsciente, a verdadeira atividade tanto do Ser, quanto da vida?
Para Nietzsche, “consciência é, na realidade, apenas uma rede de ligação entre pessoas – apenas como tal teve que se desenvolver: um ser solitário e predatório não necessitaria dela. [...] sendo o animal mais ameaçado precisava de ajuda, proteção, precisava de seus iguais, tinha de saber exprimir seu apuro e fazer-se compreensível – e para isso tudo ele necessitava antes de “consciência”, isto é, “saber” o que pensava. [...] o ser humano, como criatura viva, pensa continuamente, mas não o sabe; o pensar que se torna consciente é apenas a parte menor, a mais superficial, a pior, digamos: - pois apenas esse pensar consciente ocorre em palavras, ou seja, em signos de comunicação, com o que se revela a origem da própria consciência. [...] o desenvolvimento da consciência (não da razão, mas apenas do tomar-consciência-de-si da razão) andam lado-a-lado.” A Gaia Ciência, Nietzsche, Livro V, Aforismo 354
Eu questiono a minha potência
Quanto de minha pulsão consigo compreender e verter em ação consciente? Em que medida sou vertido? Em que parcela determino, em quanto sou determinado? Qual a relação de forças entre o individual e o coletivo e aquilo que perpassa a tudo e que podemos chamar de potência, secreta às percepções menos silenciosas e perscrutadoras: a superficialidade raramente busca a raiz do problema e por isto mesmo dificilmente consegue chegar ao topo e tocar o céu; rasteja – mendicante por nutrir-se do que cai ao solo, apavorada pelo medo de ser esmagada pelo firmamento. Onde se encontra a ousadia de se embrenhar neste solo e dele se nutrir, sabendo da importância da ascese sob o sol individual que nos aquece os sentidos e clarifica os caminhos rumo à superação de si mesmo? Encontra-te na vontade.
“A vontade não se dirige para fins dados à partida, mas ela é a instância primeira: aquela que estabelece objetivos e fins; o que quer dizer que ela os reconhece como sua pertença” Otfried Höffe, Introduction à la philosophie pratique de Kant: la morale, le droit et la religion, 1993, p.66
E é na vontade que se encontra também o pensar. Mas quanto do que pensamos já não se tornou paisagem mental e não é devidamente questionado? Quanto do que vivemos e pensamos não são valores e vontades de terceiros, que aprendemos a carregar como camelos apenas para ter direito a entrar no oásis prometido por alguém que se beneficia desta fábula?
E se o oásis for veneno que nos enfraquece na justa medida de nos tornar servos capazes de fazer o serviço dos donos da pseudo-abundância na pseudo-escassez?
E se nosso maior aliado for o deserto, que não nos mata, mas fortalece, que não nos mantém reféns de gotas de liberdade e saciedade, mas oferece o desafio do horizonte sem fim para quem tem sede de saber?
Sim, quero apoderar-me tanto deste sol escaldante da razão quanto descobrir os lençóis artesianos dos afetos que indicam a vontade e o caminho para o Ser perseverar. Mas que Estrela é esta entre o Sol e a Lua, que se eterniza no brilho de suas ações, mas não passa de cometa em busca de afirmação na dança das órbitas? Não seria esta contraposição razão-afeto também um truque, uma armadilha para ficarmos reféns de uma dualidade enquanto esta é inerente a uma unidade?
Não são os opostos margens complementares de um só caminho? Não é este caminho a ascece do humano para o Übermensch – dominarmos nossas paixões e não sermos dominados pela razão dominante – nossa ou de outrem –, desenvolvendo um fluir do Ser em constante devir – não tendo uma forma ou matéria a priori ou a posteriori, mas sendo pleno no instante?
“A conduta moral não tem como objetivo encaminhar o homem para um fim. É a vontade por si só que determina o agir humano, dando-lhe a lei a que sua conduta deve obedecer. Não se trata de dizer qual é o bem a atingir nem o que se deve fazer para o alcançar. Apenas se diz como se deve agir, indica-se como se deve actuar, a forma como o homem deve actuar para agir bem” José Henrique Silveira de Brito, Introdução à Fundamentação da Metafísica dos costumes de I.Kant, p.25
A potência questiona meu Eu
Escrevo até aqui em primeira pessoa; mas que pessoa é esta que é um constructo, uma definição, um valor criado individual-coletivamente para uma rede de células ao qual se atribui um significado que comumente nos serve de porto seguro tanto quanto de cruz na qual pagamos nossos pecados – mesmo que não sejam nossos?
Usemos esta cruz para realizar o salto entre as pontas axionais de compreensão da física para derrubar valores dualistas forjando a unidade imanente de um sistema intrinsicamente binário e não-dual: somos, desde nossa construção-base, compostos de elementos físicos e metafísicos ou, melhor dizendo, químicos.
Basta observarmos a construção de nossa rede neuronal: os impulsos elétricos correm pelos axônios e superam o espaço entre os dentritos com auxílio de neurotransmissores em um ciclo natural que vai da física à fisica passando pela metafisica da química da vida.
E, por um princípio lógico, a ponte segue o padrão das margens para garantir sustentabilidade à travessia de si mesmo – se a física é em rede, a metafísica também o deve ser.
Tudo é possível se afirmar e firmar, dependendo do ponto-de-vista que observa e age no vazio que a tudo perpassa e que possibilita a manifestação das potências criativas que reinventam o universo a cada revolução oriunda dos eventos, rompantes de pulsão de vida que encontraram ou realizaram um furo para transpassar a superfície dos véus da ilusão para unir os opostos complementares e assim gerar sabedoria não-dual a partir de dois sistemas que se julgam auto-suficientes, a saber: o afeto e a razão, ambos ainda reféns da subjetividade de um Eu inexistente.
Não seriam ambos necessários para conceber uma co-reta compreensão das coisas como são e das coisas como devem ser, não como algo imposto – do exterior ou do interior -, mas como algo que naturalmente co-emerge como lógico e necessário a partir da relação dos pontos, um choque de potências que afeta e canaliza, uma necessidade que se impõe diante da conexão interdependente entre dois ou mais pontos, uma potência a ser revelada a partir dos encontros da convergência em chaosmos?
Poder: rede de potências em convergência
Se compreendemos tanto a física, quanto a biologia como regidos pelo princípio da rede, a metafísica que melhor se alinha a este posicionamento e que aumenta a potência do Todo é uma metafísica que propõe a convergência dos valores no Ser em Rede, um Ser ao mesmo tempo individual e coletivo, razão e afeto, um Ser em constante atualização, cuja única moral é convergir ao Todo com o máximo de sua potência, partindo-se do pressuposto de que o destino de toda potência individuada é se realizar convergida no poder do Todo.
E um Todo sadio, que consegue comungar das propriedades emergentes, é um Todo cujas partes são diferenciadas, tendo a diversidade como força vital da unidade e uma proposta revolucionária: conceber a inteligência de rede, ou como chamado por Antonio Negri e Michael Hardt, inteligência de enxame:
“Quando uma rede disseminada ataca, investe sobre o inimigo como um enxame: inúmeras forças independentes parecem atacar de todas as direções num ponto específico, voltando em seguida a desaparecer no ambiente. De uma perspectiva externa, o ataque em rede é apresentado como um enxame porque parece informe. Como a rede não tem um centro que determine a ordem, aqueles que só são capazes de pensar em termos de modelos tradicionais podem presumir que ela não tem qualquer forma de organização – o que eles enxergam é apenas espontaneidade e anarquia. O ataque em rede apresenta-se como algo semelhante a um enxame de pássaros ou insetos num filme de terror, uma multidão de atacantes irracionais, desconhecidos, incertos, invisíveis e inesperados. Se analisarmos o interior de uma rede, no entanto, veremos que é efetivamente organizada, racional e criativa. Tem inteligência de enxame. [...] A inteligência do enxame baseia-se fundamentalmente na comunicação.” Multidão. Antonio Negri e Michael Hardt, página 130
A rede é um processo cíclico que se repete em devir: tal qual nossos pulmões, tal qual o próprio sol, e nosso próprio coração, vivemos uma relação com duas fases, expansão e retração, micro e macro, individual e coletivo, 0 e 1, atual e virtual – basta-nos compreender, aceitar, transmutar e entregar.
Afinal, como nos revela a física quântica, além de tudo ser vibração, toda energia é regida por um campo informacional que determina se esta será percebida como matéria ou pura Luz.
“Não só a linguagem serve de ponte entre um ser humano e outro, mas também o olhar, o toque, o gesto; o tomar-consciência das impressões de nossos sentidos em nós, a capacidade de fixá-las e como que situá-las fora de nós, cresceu na medida em que aumentou a necessidade de transmiti-las a outros por meio de signos. O homem inventor de signos é, ao mesmo tempo, o homem cada vez mais consciente de si – ele o faz ainda, ele o faz cada vez mais.” A Gaia Ciência. Nietzsche, Livro V, aforismo 354
Cabe então à razão unicamente manter a atenção plena de questionar o interesse da motivação da manifestação da potência: age em convergência com o Todo ou tendenciosa, em prol de alguma das partes – o Eu, o Outro ou o Nós (que exclui o Eles)?
Quanto mais convergido ao Todo, mais pura a motivação da potência, pois quanto mais próxima ao Todo, mais amadurecida em poder esta se torna. O jogo se trata da relação razão-afeto, motivação-atenção, individual-coletivo: devemos combinar ambos como unidade. E a unidade só é potência sustentável no Amor – Amor como princípio (Eros), como meio (Ágape), como fim (Philia) e como processo (Fati).
É no Amor que encontramos o Eu como uma perspectiva de ação do Todo, uma potência tornando-se o que é, convergindo ao poder. O Todo empodera a potência individual da qual temos que nos apoderar conscientemente – em uma comunicação convergida na rede interligando pessoas, mas também seu ambiente que as sustenta – para realizarmo-nos no que somos: energia em constante revolução para qual a única lei universal é a potência devir poder. Somente sob esta égide é que a lei universal do direito kantiano procede: “Age exteriormente de tal modo que o uso livre do teu arbítrio possa coexistir com a liberdade de cada um, segundo uma lei universal”. Rechtslehre, Einleitung, § C, Bd. 7, p.338 (A 34; B35)
Ita quo vadis potentiam?
A razão deve se conscientizar das armadilhas o ego e questionar tanto a própria razão, quanto a percepção do afeto para canalizar a potência ao Todo, que é a potência em rede, o poder da vida perseverar – et congregata est potentiam Amor: este Ser em Rede, a busca por forjar um processo convergente através do Amor, intuindo as relações das diversas potências em convergência com o Todo em busca de se realizar poder.
Amor, única força capaz de unir opostos e torná-los complementares, alcançando a propriedade emergente em homeostase propiciando uma ascece constante e sustentável, recriando no vazio o Ser em Rede que transborda Amor – a gestão da informação que gerencia nosso conhecimento para melhor compreender nossos afetos e, assim, otimizar nossos encontros para que sejam sempre ganho de potência.
Nos encontros e desencontros da vida que moldam minha potência,
sábado, 24 de setembro de 2011
Aprendizados do Amor
O Amor é liberdade que educa, relação que ensina a Ser, forte, amoroso, sábio, eternamente jovem e feliz.
Só há aprendizado na liberdade, só há vida na ascese, só há Amor na sinceridade.
Na confissão que liberta, sinceridade que constrói,
Só há aprendizado na liberdade, só há vida na ascese, só há Amor na sinceridade.
Na confissão que liberta, sinceridade que constrói,
Aprendendo a viver nas asas do Amor
Ó sábio sabiá
me ensina a viver,
a cantar e voar,
a nunca ressentir, nem quando morrer.
Ó feliz andorinha
me ensina a viver,
a voar em bando
para garantir que o verão irá nascer.
Ó jovem rolinha
me ensina a viver,
a virar pomba,
gira o mundo e me faz crescer.
Ó forte águia
me ensina a viver,
a desgarrar do bando
para a mim mesmo vencer.
Ó amável agaporne
me ensina a viver,
a ter prazer nos encontros
e a não mais me esconder.
No coração, puleiro de experiências, ninho de aprendizados - "lá onde a coruja dorme",
me ensina a viver,
a cantar e voar,
a nunca ressentir, nem quando morrer.
Ó feliz andorinha
me ensina a viver,
a voar em bando
para garantir que o verão irá nascer.
Ó jovem rolinha
me ensina a viver,
a virar pomba,
gira o mundo e me faz crescer.
Ó forte águia
me ensina a viver,
a desgarrar do bando
para a mim mesmo vencer.
Ó amável agaporne
me ensina a viver,
a ter prazer nos encontros
e a não mais me esconder.
No coração, puleiro de experiências, ninho de aprendizados - "lá onde a coruja dorme",
Amor, vazio luminoso
É no vazio do silêncio que se manifesta o verdadeiro potencial do Amor, manifestação máxima do vazio luminoso.
Na vacuidade que contém toda potência do Ser,
Na vacuidade que contém toda potência do Ser,
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A Lógica do Amor - da potência ao poder da vida
Penso, logo não sei se existo, confirmo minha existência à Luz das experiências.
Forte, quando canalizo minha potência para convergir com a propriedade emergente da vida;
Fraco, quando não organizo meus encontros e acabo gerando perda de minha potência e decréscimo do poder da vida que se capilariza em mim;
Medíocre, quando me acovardo diante da vontade que emana em mim;
Brilhante, quando minha razão conduz a vontade e minhas emoções para interagir interdependentemente e soberanamente com o Todo da criação; individual e coletiva.
No sim que confirma tudo a partir do vazio do Todo,
Forte, quando canalizo minha potência para convergir com a propriedade emergente da vida;
Fraco, quando não organizo meus encontros e acabo gerando perda de minha potência e decréscimo do poder da vida que se capilariza em mim;
Medíocre, quando me acovardo diante da vontade que emana em mim;
Brilhante, quando minha razão conduz a vontade e minhas emoções para interagir interdependentemente e soberanamente com o Todo da criação; individual e coletiva.
No sim que confirma tudo a partir do vazio do Todo,
Fé, Amor e Harmonia
E no instante em que acreditou, ele se tornou o que é: pura Luz do Amor que a todos perpassa, que a todos envolve, que tudo é; eterno.
Na harmonia das cores, formas, sons e odores,
Na harmonia das cores, formas, sons e odores,
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Viver é seguir a canção do Amor
Viver é saborear o caminho, aprendendo a dizer sim até aos espinhos, sim ao tempo, sim ao espaço, sim, sim, sim... Sim à vida com todas as suas qualidades, positivas e negativas, sem exceção, pois aquilo que nos alegra é também aquilo que nos entristece, aquilo que nos acalenta é também aquilo que nos magoa; em suma, viver é caminhar e, assim, amar.
Seguindo a canção do coração,
Seguindo a canção do coração,
O imperativo categórico do Amor
A vontade existe sempre enquanto potência e precisa ser compreendida para poder atuar-se racionalmente no sentido de maximizar sua manifestação convergente a um poder maior.
Na contemplação da mensagem da vontade e racionalização eficaz dos meios,
Na contemplação da mensagem da vontade e racionalização eficaz dos meios,
Três picos do Amor
Três máximas de como deixar o Amor fluir.
1. cada um tem seu próprio karma, busque o seu e deixe o caminho dos outros pros outros
2. regozije pelo outro; tenha prazer ao ver se completando um ciclo que vc ajudou a iniciar - sua vez chegará também aqui
3. tente dar sem esperar em troca e regozijar com a vitória alheia - essa já será sua maior vitória
No dharma que é puro Amor,
1. cada um tem seu próprio karma, busque o seu e deixe o caminho dos outros pros outros
2. regozije pelo outro; tenha prazer ao ver se completando um ciclo que vc ajudou a iniciar - sua vez chegará também aqui
3. tente dar sem esperar em troca e regozijar com a vitória alheia - essa já será sua maior vitória
No dharma que é puro Amor,
sábado, 17 de setembro de 2011
Amor, coração liberto
Há pessoas que julgam o coração perigoso, chamam-no de enganoso até...
Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.
Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”
No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,
Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.
Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”
No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,
Amor, cultivo da rendição
Cultive-se. Compartilhe-se. Renda-se ao Amor.
Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,
Na valorização do vazio inerente e do valor das relações,
Love is the path to share
Share through education! Cultivate the sense of responsability! Develop sense of community! Arise peace and wealth! Love and kindness are the keys and the path.
Love is sharing, converging and overcoming,
Love is sharing, converging and overcoming,
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Amor - es-colhendo o melhor do melhor do mundo
O MELHOR DO MELHOR DO MUNDO é quando se está amando.
Amar é viver o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
Amor é ser o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
O que o Amor não faz com as pessoas? As canaliza para a superação!
Amor à vida, sempre; por alguém - no sentido além-philia - só quando é especial, quando ativa todos os chácras do corpo e faz o mesmo se tornar um só mente-coração, onde tudo vibra e reluz uníssono.
Amar é dizer sim ao poder que converge todas as potências.
Naquilo que potencializa a todos e nos torna mais divinos, sorriso que entusiasma,
Amar é viver o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
Amor é ser o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.
O que o Amor não faz com as pessoas? As canaliza para a superação!
Amor à vida, sempre; por alguém - no sentido além-philia - só quando é especial, quando ativa todos os chácras do corpo e faz o mesmo se tornar um só mente-coração, onde tudo vibra e reluz uníssono.
Amar é dizer sim ao poder que converge todas as potências.
Naquilo que potencializa a todos e nos torna mais divinos, sorriso que entusiasma,
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Laços do Amor:
chácras,
convergência,
corpo,
melhor do melhor do mundo,
mente,
mente-coração,
Nietzsche,
poder,
potência,
Spinoza,
vibração
Amor, potência e poder de superação
Toda potência deve convergir a um poder emergente.
E toda potência convergida se transforma em poder de superação.
Amor é tanto o processo de convergência, o objetivo e alvo da convergência - o poder - e o sujeito transcendente-convergente-imanente - a potência -, quanto é o estado anterior, o ato e a própria superação e novo estado evolutivo.
Nas propriedade emergentes que perpassam e vão além de nosso Ser, em convergência com o Todo,
E toda potência convergida se transforma em poder de superação.
Amor é tanto o processo de convergência, o objetivo e alvo da convergência - o poder - e o sujeito transcendente-convergente-imanente - a potência -, quanto é o estado anterior, o ato e a própria superação e novo estado evolutivo.
Nas propriedade emergentes que perpassam e vão além de nosso Ser, em convergência com o Todo,
Luz do Amor

Obrigado ao CESOrj e ao Giuseppe Ventura por cederem a foto.
No vazio luminoso que a tudo permeia, co-criador de tudo,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Os silêncios libertadores do Amor
Amor é a importância de se escutar os silêncios e compreender seus significados; mas principalmente ir além, desapegar da compreensão ordinária e alcançar a aceitação dos sinais para a partir daí construir uma nova realidade.
O silêncio dos sorrisos não oferece explicação, apenas conduz à evolução.
No cultivo da sabedoria que contempla o Todo e conduz à compreensão holística,
O silêncio dos sorrisos não oferece explicação, apenas conduz à evolução.
No cultivo da sabedoria que contempla o Todo e conduz à compreensão holística,
Amor, redesign de afetos
Amor é quando o afeto rememorado vence o silêncio da indiferença, concebendo um silêncio resignificado.
É quando se assume que mesmo pleno, o outro faz falta também aqui, dentro de si, no espaço concebido ao se ir ao encontro do mesmo.
Na completude que é o ciclo do fluxo,
É quando se assume que mesmo pleno, o outro faz falta também aqui, dentro de si, no espaço concebido ao se ir ao encontro do mesmo.
Na completude que é o ciclo do fluxo,
O singelo intuito do Amor
Amor é o singelo intuito de emoldurar um sorriso à face, mesmo que de leve, ousando tocar o íntimo para despertar e manter aquele fogo interno contínuo e brando, que desperta, mas não queima, que conforta, mas não acomoda.
Nos ciclos da vida, fluxos de sabedoria pura,
Nos ciclos da vida, fluxos de sabedoria pura,
À Luz do Amor

Amor é dar forma solidária à Luz. #cesorjlightdesign
Ou melhor e quanticamente falando: é dar forma solidária à energia, criando (uma rede de) pura Luz.
É conceder tempo-espaço e o conhecimento da direção necessários para esta se manifestar naturalmente a partir de nossos corações.
Na manifestação de sabedoria pura no surgir de cada fenômeno,
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Laços do Amor:
conhecimento,
coração,
direção,
espaço,
fenômeno,
forma,
Luz,
manifestação,
rede,
sabedoria,
solidariedade,
Tara Vermelha,
tempo,
vazio
A educação holística do Amor
Amor é quando o sofrimento conduz ao aprendizado e não apenas à banalidade da dor.
No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,
No foco desapegado convergido na evolução, fluxo ascendente conduzido pelas margens binárias da vida não-dual,
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Laços do Amor:
aprendizados,
ascese,
banalidade,
convergência,
desapego,
dor,
educação,
fluxo,
foco,
holístico,
margens,
não-dual,
sofrimento,
vida
A canalização da liberdade do Amor
Amor é canalizar a vontade para não prejudicar a evolução do outro.
Afinal, o poder do Todo traz consigo responsabilidades das potências individuais.
No desapego e entrega para que o Amor floresça de maneira sustentável sem ser refém de ego algum,
Afinal, o poder do Todo traz consigo responsabilidades das potências individuais.
No desapego e entrega para que o Amor floresça de maneira sustentável sem ser refém de ego algum,
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
A Luz que conduz o Amor
A Luz do Amor mostra o caminho e confirma a procedência de toda manifestação.
É como se fosse o encontro da reta razão de Kant com a vontade de poder de Nietzsche, fecundando um Amor tanto holístico, quanto sistêmico, spinozista por assim dizer.
Na vontade que encontra seu caminho, canalizada pela razão, auto-manifestação luminosa da vida em suas partes emoção e razão,
É como se fosse o encontro da reta razão de Kant com a vontade de poder de Nietzsche, fecundando um Amor tanto holístico, quanto sistêmico, spinozista por assim dizer.
Na vontade que encontra seu caminho, canalizada pela razão, auto-manifestação luminosa da vida em suas partes emoção e razão,
domingo, 4 de setembro de 2011
Do desapego no Amor
Quando penso em você, sinto um fluxo de Luz e felicidade - me entrego e fluo junto.
No desapego que nos conecta, liberdade última, morada eterna,
No desapego que nos conecta, liberdade última, morada eterna,
Amor, vitória da liberdade
Amor é aceitar as cicatrizes, abandonar a luta e entregar-se à experiência de viver e se relacionar com o Todo através de cada Ser.
Na travessia que transcende o nosso Ser rumo a nós mesmos, expandindo a imanência,
Na travessia que transcende o nosso Ser rumo a nós mesmos, expandindo a imanência,
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Caminhando com Amor
Amor é caminhar com o fluxo do tempo e entender que o que quer que tenha acontecido já aconteceu e é história, ficou no passado.
O que nos acompanha é o aprendizado e o que nos espera é a redenção através da melhoria de nossas práticas - Amor é parar de ficar preso ao problema e sermos solução.
Caminhando com o Amor, com a vida e com a verdade estamos sempre unos com o Todo, somos sempre um.
Na correta conduta que emana de nosso Ser quando em harmonia com o Todo,
O que nos acompanha é o aprendizado e o que nos espera é a redenção através da melhoria de nossas práticas - Amor é parar de ficar preso ao problema e sermos solução.
Caminhando com o Amor, com a vida e com a verdade estamos sempre unos com o Todo, somos sempre um.
Na correta conduta que emana de nosso Ser quando em harmonia com o Todo,
A propriedade emergente do Amor
Amor é a força que forja a unidade coletiva que, através de sua propriedade emergente, potencializa nosso poder de beneficiamento.
Na unidade multifacetada do Todo,
Na unidade multifacetada do Todo,
Amor, alegria no espaço-tempo
O Amor eterniza as pessoas, cujas ações só as tangibilizam no espaço-tempo para alegria dos amigos e dos amados-amantes.
Conhecer-se para alegrar-se, alegrar-se por conhecer-se.
No conhecimento do infinito que habita cada um de nós,
Conhecer-se para alegrar-se, alegrar-se por conhecer-se.
No conhecimento do infinito que habita cada um de nós,
Amor sem expectativas
No Amor não deve haver lutas, pois não se pode forçar alguém a amar - e não há nada a ser conquistado: o que é, será sempre.
O aprendizado é o de se entregar ao fluxo, de sentir e se doar sem esperar algo em troca, sem planos, sem metas, sem recompensas, sem medos, sem frustrações, sem ofensas; apenas fluindo no gozo da vida que é o aumento de potência por se amar incondicionalmente alguém - humano ou animal - e, através deste amor corporificado e individualizado, o coletivo da própria vida.
O outro é o suporte de prática do eu que forja o nós na ascese individual-coletiva rumo ao Todo.
Na entrega ao Todo de todas nossas vontades para que sejam um só, assim na Terra, como no Céu,
O aprendizado é o de se entregar ao fluxo, de sentir e se doar sem esperar algo em troca, sem planos, sem metas, sem recompensas, sem medos, sem frustrações, sem ofensas; apenas fluindo no gozo da vida que é o aumento de potência por se amar incondicionalmente alguém - humano ou animal - e, através deste amor corporificado e individualizado, o coletivo da própria vida.
O outro é o suporte de prática do eu que forja o nós na ascese individual-coletiva rumo ao Todo.
Na entrega ao Todo de todas nossas vontades para que sejam um só, assim na Terra, como no Céu,
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Laços do Amor:
amor incondicional,
aprendizados,
aumento de potência,
conquista,
doação,
expectativa,
fluxo,
frustração,
gozo,
luta,
meta,
ofensa,
plano,
potência,
recompensa,
sem medo,
sentimento,
troca
Amor, caminho da mente-coração
Como diria Goethe, "o talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida" e é nesta dança que se forja a ética pessoal no diálogo constante com a moral coletiva, cujo ritmo deve ser a compaixão, seguindo o compasso da sabedoria que emana da mente-coração, moldada de maneira não-dual pelos limites que dão forma ao corpo de sabedoria - o próprio e o coletivo.
Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.
No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,
Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.
No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Amor, o caminho da sustentabilidade
Amor, caminho sustentável criado por cada um, compartilhado por todos.
No caminho hábil que nos une ao Todo,
No caminho hábil que nos une ao Todo,
No Amor a espera é contemplação
A dor da espera que se sente
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.
Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.
Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.
Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.
Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,
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Laços do Amor:
amadurecimento,
contemplação,
corpo,
desejo,
emoções líquidas,
fast food,
felicidade,
frutos,
mente,
necessidade,
objeto,
verdade
Amor, conforto no desconforto
Amor é a fé em meio à incerteza do que fazer, é a coragem de sentir em meio ao incerto, é ter a certeza de suas intenções na escuridão das suas emoções.
Amor é deixar o coração dar cor à ação em meio ao cinza cotidiano.
Na Luz do coração que brota de seus olhos e sorriso,
Amor é deixar o coração dar cor à ação em meio ao cinza cotidiano.
Na Luz do coração que brota de seus olhos e sorriso,
Amor - é por você mesmo!
Amor é quando o tempo comporta o espaço infinito da eternidade.
Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,
Na espera ativa que desenvolve o Ser na contemplação e ação correta, harmônica e equilibrada,
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Laços do Amor:
ativo,
ação correta,
contemplação,
desenvolvimento sustentável,
equilíbrio,
espaço,
esperança,
eternidade,
harmonia,
infinito,
olhar,
sorriso,
tempo
Amor, teoria e prática não-duais
Não basta amar, há de se comprovar na prática a sustentabilidade e viabilidade do Amor.
Na teoria que é pura prática e na prática da pura teoria,
Na teoria que é pura prática e na prática da pura teoria,
Amor, a única certeza
Amor é a certeza de que não há tempo perdido, de que independente dos caminhos, o que importa é a felicidade sempre presente que reina no silêncio cúmplice de nós dois.
No sorriso e olhar que me encantam,
No sorriso e olhar que me encantam,
Amor por toda uma nova vida
Amor é conduzir o tempo para abrir espaço para o conhecimento de si e do outro.
Podemos potencializar nossa vivência tridimensional do tempo, espaço e conhecimento através da dimensão infinita do Amor eterno.
Na eterna sustentabilidade do auto-conhecimento que se doa com prazer ao infinito,
Podemos potencializar nossa vivência tridimensional do tempo, espaço e conhecimento através da dimensão infinita do Amor eterno.
Na eterna sustentabilidade do auto-conhecimento que se doa com prazer ao infinito,
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Laços do Amor:
auto-conhecimento,
condução,
conhecimento,
dimensões,
doação,
espaço,
eternidade,
infinito,
nova vida,
prazer,
sustentabilidade,
tempo
Amor, singelo Amor
Singelo é o Amor, o elo singular da corrente da vida.
Na melhor escolha possível das algemas que nos prendem à vida,
Na melhor escolha possível das algemas que nos prendem à vida,
Amor ressucita-a-ação
Em busca da Luz das estrelas, encontrei o brilho de teu olhar: ofuscaste o soluço de meu coração e trouxeste paz às batidas da pulsão - da vida que se conforta nas curvas de seu sorriso, onde se perde minha reta razão e onde me reencontro no silêncio da comunhão com o sublime.
Na sublime e divina sensação que é voltar a viver no Amor,
Na sublime e divina sensação que é voltar a viver no Amor,
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Laços do Amor:
brilho,
busca,
comunhão,
coração,
divina sensação,
Luz,
paz,
pulsão,
reencontro,
ressurreição,
silêncio,
soluço,
sublime,
vida
A verdade do caminho do Amor
A razão conduz a emoção à pura Luz do Amor.
Só o Amor constrói o caminho ao Amor.
Na mente-coração, caminho do meio entre razão e emoção, alicerçado pela intuição,
Só o Amor constrói o caminho ao Amor.
Na mente-coração, caminho do meio entre razão e emoção, alicerçado pela intuição,
Amor, sabedoria do corpo, tecnologia da alma
Amor é a sabedoria do corpo, tecnologia da alma que purifica o fogo da paixão e conduz a chama ao calor da relação.
Na sustentável união do Ser,
Na sustentável união do Ser,
Nos tropeços do Amor
Agimos errantes
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.
Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.
No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.
No alfa-ômega, o meio,
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.
Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.
No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.
No alfa-ômega, o meio,
O verdadeiro Amor é perdão
Per-doar é doar-se por algo, é abrir mão de seu orgulho para ganhar algo de muito mais valor: o mergulho em uma relação - único espaço de construção de valor agregado e convergido pelo Amor.
Perdoar, a si e ao próximo, é divino.
O que não quer dizer que se precise aceitar manter algo, alguém ou uma situação - perdoar é simplesmente respirar e dar espaço para os elementos se acomodarem harmoniosamente na mandala da vida, sem interferência do ego.
Na liberdade última do Ser,
Perdoar, a si e ao próximo, é divino.
O que não quer dizer que se precise aceitar manter algo, alguém ou uma situação - perdoar é simplesmente respirar e dar espaço para os elementos se acomodarem harmoniosamente na mandala da vida, sem interferência do ego.
Na liberdade última do Ser,
O Amor sabe quando
Quando os olhares preenchem o silêncio de pura Luz, emoldurada pelo sorriso do Ser amado,
quando a eternidade se faz presente no espaço comum a dois Seres,
quando isto acontece, sabe-se que se quer estar comprometido com alguém.
No acontecimento sublime,
quando a eternidade se faz presente no espaço comum a dois Seres,
quando isto acontece, sabe-se que se quer estar comprometido com alguém.
No acontecimento sublime,


