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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Das r-evoluções do Amor que levam ao Ser em Rede

The uni-verse is a poem with one metric - love.

O uni-verso é um poema com uma métrica única - Amor.


                                                                      Teia de Indra

A teia de Indra é a representação mitológica hindu que compreende a vasta existência interdependente: a cada interação da rede encontra-se uma joia. Cada joia reflete a luz de todas as demais joias; cada reflexo então é um reflexo de todos os demais reflexos em um sistema de causa-efeito sem fim - e, portanto, sem começo senão o arbitrário; similar à oposição de dois espelhos e a ilusão de seus caminhos infinitos, tudo começa com uma intenção.

A ideia de que se pode olhar para qualquer uma das jóias e ver todas as outras joias em uma matriz infinita de reflexões interdependentes é semelhante à forma como podemos olhar para uma flor e ver o reflexo de todo o Universo e tudo o que ele contém, dentro dessa único flor, incluindo todos as concomitantes relações de interdependência mútua e processos.

Este padrão se repete no macro e no micro, assim na Terra, como no céu - tudo é beleza calculada; emanação desejada, intenção determinada.




Este é o padrão criado ao longo de oito anos pela relação entre as posições relativas de Vênus e Terra em suas órbitas ao Sol. Vênus orbita o Sol 13 vezes a cada 8 órbitas terrestres, vulgo anos.

E em todos esses anos, estamos a 19 cliques de distância.



Na órbita do Amor que tece toda Rede,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, uni-verso, múltiplas rimas

Que meu Amor seja do tamanho do mundo e seja o Leitmotiv de todo uni-verso, interface de toda interação.

Na órbita que sustenta a vida nos mais diversos mundos,

quinta-feira, 21 de março de 2013

Amor, órbita do Ser

Somos átomos dançando como sóis, nunca sós, sempre em órbita com outros sons compondo a sinfonia da iluminação, vibração do Ser em Rede.

Na convergência de intenções,

sábado, 22 de setembro de 2012

As distintas Luzes do Amor

As luzes da cidade disfarçam a solitária escuridão.

As luzes das estrelas revelam o contorno solitário e o acolhem na busca pela descoberta de seu novo mundo.

Só a Luz do Amor brilha mesmo só e, SOLitária, fecunda os diferentes mundos que lhe orbitam.

Na órbita celeste do Amor divino,

domingo, 20 de março de 2011

Orbium Amor

Atrás, a Lua,
à frente, o Sol,
em mim, a aurora de um novo Ser.

Inspirado pelo equinócio de Áries, em homenagem ao Priapo da Lua.


Na órbita do Amor,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor stellatus

Brilhante é o Amor que se concursa à grandeza universal do divino em nós ao escutar o discurso dos astros, razão cósmica que ordena e harmoniza o caos, embelezando a vida com o sentido da força e da Luz, eixo evolutivo ao qual reportamos em nossa astronômica ignorância da vital energia divina.

O logos dos astros, discurso cósmico de pura beleza e harmonia, é a ordem à qual toda estrela obedece, é o destino que todas seguem, brilhando cada qual a sua maneira, emergindo gloriosa no firmamento do caos.

Brilhante é o Ser cujo curso converge com o discurso celeste, não por submissão, mas por consciente colaboração com o plano maior do qual comunga nosso Ser superior que repousa em nossa consciência pronto para despertar, bastando-lhe retirar o véu da ignorância que nos separa em esferas hierárquias ao invés de nos confirmar a todos no mesmo plano.

Eis a astrologia: a análise do discurso dos astros no plano divino de nosso Ser.

No diz-curso que aponta o caminho, no concurso de gigantes, orbe em conjunção com o coração,

sábado, 6 de junho de 2009

Amor é movimento paradoxal.

É movimento saturnino de repreensão à uranite 'Chronica' que assim dá vida à beleza venusiana.

É castração e fecundação em um só movimento; é harmonia se alinhado corretamente, desequilíbrio e choque quando mal interpretado.

Na órbita do Amor