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sábado, 24 de fevereiro de 2018

O tempo do Amor

Vem, vou te mostrar um novo tempo. O tempo da tua vontade. O tempo que necessitas para tua plenitude.

És livre para viver a eternidade de teu Ser em cada ato - qual a perfeição que lhe é possível neste instante?

Não te apresses. Toma o teu tempo e torna-o aliado de tua jornada à perfeição - meta ao alcance da Razão, utopia que ascende a sensação.

És devir; que venhas pleno - na consciência de teu Ser.

No instante do despertar em que emergem o Respeito e o Amor,

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Eros para além

Meu Eros é forte
Bebe o veneno
Transmuta a sorte
Ó Fortuna!, me torna pleno

Na liberdade da liberdade,

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Amor fluído

Minhas asas se ancoram na plena fluidez de meu Ser.

Na âncora da compaixão, asas do Amor,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, virtude da vontade

Gesamtkunstwerk - oh, du Liebe!

A virtude da vontade é convergir suas potências ao poder.

É o Amor que integra todas as formas de expressão.

Na plenitude do espírito,

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Amor, dá-me vida

Tu, cujo nome se esconde sob as vestes da eternidade
cujo semblante toca o infinito,

Tu, a quem busco e venero,
A quem toco com os lábios,
A quem vejo em todos os rostos,
A quem sinto em todos os corações.

Tu, presente em tudo que pulsa,
Força de tudo aquilo que deseja,
Ar de tudo aquilo que respira.

Tu, Amor, és Tu-do!

És tudo aquilo que está por ser,
És tudo aquilo que é,
És esta silenciosa ansiedade que se agiganta no vazio de meu peito
És de todas as cores a matriz que colore a vida
És beleza que se compartilha na ação e no olhar.
És o instante de cada momento eternidade
És presença,
És saudade,
És algo que não tem nome,
És angústia e travessia,
És plenitude de todo Ser.

No mistério do Amor que costura a vida entre o nascimento e a morte,

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Amor, mestre

Existe um mestre em cada um de nós, basta silenciarmo-nos e ouvi-lo entre as batidas do coração. 


É o silêncio que sussurra, o vazio que indica, a eternidade que se avoluma e se cristaliza como uma ideia cujo tempo chegou à necessidade de Ser.  

Na plenitude das asas de nossos corações,

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A sustentável presença do Amor

Amor é presença e inteireza com o Todo.

Presença mesmo na ausência, satisfação mesmo na falta, plenitude mesmo na parte.

Na integridade, interação não-dual,

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Amor, origem e sentido da vida

O que é a vida?

Só ou tudo isto?

Minha busca não cessa,
(re)começa a cada entrega.

Mas é hora de dar espaço
também pro receber.

Eis a realização do Amor,
plenitude da vida,
enteléquia do Ser.

Na origem de todo poder,

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Amor, risco calculado

Amor é assumir o risco calculado que é viver e se entregar à vida com toda sua plenitude.

No dar que é receber, princípio desinteressado,

terça-feira, 17 de abril de 2012

Amor Philia - plenitude na união não-dual



É na amizade que nos realizamos na plenitude de nosso Ser e ressurgimos como parte integrante do Todo.

No Amor Philia, destino de nosso Ser a Ser confirmado no Amor Fati,

quarta-feira, 21 de março de 2012

Amor - vida pra valer

O contrário de morte não é vida, é nascimento; vida engloba isto e muito mais, compreende o viver - e o faz com toda sua intensidade, canalizando toda energia ao destino escolhido.

Vida = nascimento + morte

E essa soma é o viver, é interação entre opostos, é plenitude pra valer. Quanto maior a interação, maior a interdependência consciente, mais a vida se torna Amor, mais intensa e mais vontade de viver surge.

Na complementariedade de toda existência,

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Amor, redesign de afetos

Amor é quando o afeto rememorado vence o silêncio da indiferença, concebendo um silêncio resignificado.

É quando se assume que mesmo pleno, o outro faz falta também aqui, dentro de si, no espaço concebido ao se ir ao encontro do mesmo.

Na completude que é o ciclo do fluxo,

domingo, 24 de abril de 2011

Amor te torna o que tu és

Crepúsculo, Aurora, Meio dia; sou aqui, sou agora, sou infinito, sou eternidade; sou todos, sou nenhum, sou algo ou alguém em busca de nada ou ninguém; compreendo tudo e todos, sou vazio, sou o espelho; reflita, sou o Amor.

Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.

E tu? O que te torna Ser?

Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.

Na plenitude do despertar, através do coração,

A dança da redenção no compasso do Amor

Amor é o entendimento do ritmo individual na dança do casal, compassos distintos entre a aproximação, o flerte, a conquista, a manutenção, o declínio e o afastamento.

Eis a dança da redenção no compasso do Amor, que a cada retorno, recomeço e devir, se purifica rumo à plenitude da perfeição.

No tcha-tcha-tchá,

Amor ao devir

Se eu pudesse viver minha vida novamente... viveria tudo de novo.
Nossa vida é tudo isso, prazer e dor, em essência;
Amor que precisa ser vivido em sua plenitude
com a coragem de sempre se dizer - SIM.

Na senda do caminho do meio que a tudo converge em mestre e auxílio,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor, fractal do Todo

O eu reside no aqui,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.

Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.

A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.

Diferentes cosmos,
um mesmo caos.

Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.

Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.

Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.

Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,

sábado, 6 de novembro de 2010

domingo, 11 de julho de 2010

A (nova) ordem do Amor

Inverter-se a ordem dos fatores para alterar o produto: sexo não depois do casamento, mas philia depois da ágape: determinar o regime de valores da união para se entregar ao prazer e fazer da carne uma escada para o Ser; e da união de dois inteiros a celebração da plenitude individual e coletiva.

Na coragem de se assumir humano, no controle de Si,

terça-feira, 29 de junho de 2010

domingo, 13 de junho de 2010