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sábado, 17 de novembro de 2012

Cor fati Amor


A pedra sobre a qual edifico minha obra,
As asas que me levam a superar a minha sombra,
O fio que tece todo o sentido
À espada, cuja ação ouso destemido.

Na pulsão que converge-me em Ser, sabedoria pura da Natureza,

terça-feira, 10 de julho de 2012

As funções do Amor

Amor é animação,
é o ânimo que pro-move a ação.

Anima o viver,
suspende o tempo,
amplia o espaço,
eleva a moral.

Na ética que pulsa em meu peito,

domingo, 8 de julho de 2012

Amor, lembrança da eternidade

A mente vagueia e até se perde, mas o coração não esquece nunca, mantém vivo o ser amado a cada pulsão, na esperança de encontrá-la em algum lugar da eternidade.

Na lembrança de nós dois, eternidade encarnada,

sexta-feira, 23 de março de 2012

Coração pra todo lado, pra toda obra, pra todo caso

coração
PRA CIMA
escrito embaixo
FRÁGIL


- Leminsky


frágil?
não, ágil.
se em cima ou embaixo
encaixo
a pulsão
no fluxo
expansão
retração
tudo é vida
um só tundum
- coração.

Na silenciosa oração do Ser que dá cor à ação,

sábado, 1 de outubro de 2011

Amor elucida - da vitória de Eros sobre a ignorância que é morte

Afirma-se na psicanálise freudiana e entre livros e mesas de bar que somos regidos por duas pulsões - de Eros, a vontade e a vida; e de Thanatos, a morte.

Há aqui uma prisão conceitual que nos torna reféns do dualismo e possibilita a retórica do ressentimento e da má consciência, em suma, da culpabilidade; além de conter um grave erro lógico: se Eros é vontade, a expressão do querer da vida, então não pode ser vencido por outra pulsão ou força, pois é a força criadora-em-si.

O que ocorre na morte, tanto simbólica, quanto prática, é que a vontade, a potência criadora da vida, Eros, já lançou sua flecha e evoluiu pelo furo ocasionado, resultando em um evento que pode trazer tanto aprendizado e evolução, quanto ressentimento e estagnação.

Aqui reside o livre arbítrio: acompanhar o fluxo da potência da vida, estando sempre Eros presente, posto que o louvamos e acompanhamos - eis o destino de Eros, evoluir; ou negar e arrastar-se em sua ausência, estagnando, gerando mágoa (má água), ressentido-se, vitimando-se ou acusando-se; pois quando Eros está, Thanatos não está e quando este está, Aquele já fluiu para um novo momento presente, uma nova esfera de presença e ação, relegando a morte, Thanatos, ao passado.

Acompanhemos nossa potência, pois no futuro só há vida. Eis a verdade e o caminho do Amor: passado, presente e futuro são, também, categorias relativas e ligadas ao processo de perda - do tempo, de si e da potência, pois fluindo com Eros só há a eternidade presente a cada instante.

Nascimento ou morte, venceremos.

No fluxo da potência que a tudo supera, posto que tudo une,

sábado, 17 de setembro de 2011

Amor, coração liberto

Há pessoas que julgam o coração perigoso, chamam-no de enganoso até...

Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.

Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”

No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Amor ressucita-a-ação

Em busca da Luz das estrelas, encontrei o brilho de teu olhar: ofuscaste o soluço de meu coração e trouxeste paz às batidas da pulsão - da vida que se conforta nas curvas de seu sorriso, onde se perde minha reta razão e onde me reencontro no silêncio da comunhão com o sublime.

Na sublime e divina sensação que é voltar a viver no Amor,


Nos tropeços do Amor

Agimos errantes
sempre na busca
de algo que vimos antes
em meio ao horizonte cego,
pelo ego que ofusca.

Evoluimos no tropeço
certos de cada momento ser um novo recomeço.

No pulsar da renova-ação,
não há necessidade de perdão,
apenas sincera abertura
para plena união
totalidade, talidade, ternura.

No alfa-ômega, o meio,

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Quando o Amor insiste

Não estou só,
tua presença acompanha minhas memórias,
marca minhas lembranças,
indaga meu futuro.

Recordas-me de meu desejo,
Felicidade sublime
que genuinamente não carece de motivação externa,
mas que com sua presente ausência ferve.

A paixão por ti me prende
a mim mesmo (mesmo)
acompanhado por ti
me enalteço.

Não é do Amor próprio
esta prisão
antes é liberdade
própria do Amor
ao qual compadece a paixão
e traz ao Ser renovada pulsão.

Libido inscrita
na dança de Eros e Tânatos tudo pulsa
e vibra
à altura de nosso Ser.

Infinito que é
na finitude do devir
que nunca finda, se renova
sozinho, sereno sorri.


Na apropriação das forças e elementos que regem a dança da vida com maestria,