Morfeu é o deus grego dos sonhos, aquele que molda.
Morpheus é aquele que desperta Neo em e para a Matrix.
A vida é um sonho e nos molda.
Acorde para a realidade de seu verdadeiro potencial!
Cuidado com a auto-imagem limitadora que você projeta de si. Você é livre para ser o que quiser, é um pleno potencial em formação e deve ser livre para explorar seu universo infinito de possibilidades para confirmar seu melhor mundo possível.
“Escolhemos entre a lucidez e a ilusão a casa segundo”, como bem pontua meu amigo João Pedro Demore para completar: “a eternidade é uma ilusão, só temos o segundo atual para exercer a lucidez – ou o milésimo de segundo. O tempo de um segundo é uma eternidade, pura ilusão.”
O Amor é essa ponte no tempo-espaço, o conhecimento do Todo das partes e das partes do Todo, a quintessência que faz e confere sentido à nossa existência.
Construir e caminhar por essa ponte nos desperta em nossa jornada e nos confere nossa verdadeira dimensão, que apenas se faz necessária ser confirmada por nossas ações.
No dharma, o verdadeiro florescimento de nosso Ser,
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Amor, ponte que desperta
Laços do Amor:
conhecimento,
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ilusão,
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domingo, 11 de julho de 2010
Amor budista
Amor é jogar-se no abismo da tristeza, mergulhar no oceano do sofrimento e descobrir que era tudo ilusão; é encontrar-se no vazio, com coragem de construir o melhor dos mundos possíveis em um universo sem fim de possibilidades a partir do agora; antes do primeiro passo, depois da chegada.
No tudo – e que é contrário ao nada – que emerge do vazio a partir de nossa interação, contemplação da mente-coração,
Laços do Amor:
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Buda,
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sexta-feira, 9 de julho de 2010
Abertura do presente, oportunidade do Amor
Não deixar antigos padrões macularem possibilidades futuras, eis a abertura do presente, a oportunidade do Amor.
No plástico bolha que protege, mas não sufoca,
quinta-feira, 1 de julho de 2010
No Amor, mal não há
Amor é a compreensão de que não há mal na divisão, enquanto esta se propuser à reunião na aceitação dos padrões mais elevados da sustentabilidade do Todo: Uno sentido, sustentado e acessível pela tríade.
Amor é compreender que já na concepção se distingüe o que ganhará forma daquilo que permanecerá apenas como possibilidade dentro do potencial criativo e latente.
Amor é esse não julgamento e retorno ao espaço-mãe que é pai de todos os fenômenos a partir de nossa interação.
Na concepção que principia e finda no Uno e é única apenas quando faz a diferença,
Amor é compreender que já na concepção se distingüe o que ganhará forma daquilo que permanecerá apenas como possibilidade dentro do potencial criativo e latente.
Amor é esse não julgamento e retorno ao espaço-mãe que é pai de todos os fenômenos a partir de nossa interação.
Na concepção que principia e finda no Uno e é única apenas quando faz a diferença,
terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor conforme o caminho conforme o Amor
Amar é desapegar-se do objetivo e dos resultados; é, antes e sempre, um conformar-se (tornar-se a forma através da interação) com o caminho na certeza de que este é tão multifacetado e variado como o sem fim de possibilidades de nós mesmos.
Amor é o caminho, o caminho é o Amor. E nós, um infinito de maneiras de percorrê-lo.
Na afirmação da vontade que independe de objetos exteriores, de ganhos ou perdas, Amor que é evolução-em-si, trilha do destino,
Amor é o caminho, o caminho é o Amor. E nós, um infinito de maneiras de percorrê-lo.
Na afirmação da vontade que independe de objetos exteriores, de ganhos ou perdas, Amor que é evolução-em-si, trilha do destino,
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segunda-feira, 15 de março de 2010
O Olhar do Amor
O olhar amoroso vê em tudo, em si, no outro e no Todo um sem fim de possibilidades.
Sem julgamento, sem ressentimento, compaixão e oportunidade da realização da plena felicidade.
Na lente do Amor, que não aumenta, não diminui, apenas ressalta e evolui na eternidade do Ser,
Sem julgamento, sem ressentimento, compaixão e oportunidade da realização da plena felicidade.
Na lente do Amor, que não aumenta, não diminui, apenas ressalta e evolui na eternidade do Ser,
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Amar é cultivar o vazio
O Amor é monomito que dá vazão à toda existência, estrutura-base que possibilita a vida emergir do caos.
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
terça-feira, 15 de setembro de 2009
O verdadeiro Amor é agora
Nos sonhos pode-se reviver o passado e moldar o futuro como se deseja.
Só precisa-se acordar e trabalhar nisto.
Assim ama-se também quando se está acordado: vivencia-se o antigo e molda-se tudo novo, ou dá-se ao novo aquilo que se quer receber ou, melhor ainda, deixa-se surpreender.
O Amor é então este caminho do ontem ao amanhã; é a vida agora, é receber de maneira aberta as infinitas possibilidades com um sorriso nos lábios e um brilho no olhar.
Na diversidade do Amor,
Só precisa-se acordar e trabalhar nisto.
Assim ama-se também quando se está acordado: vivencia-se o antigo e molda-se tudo novo, ou dá-se ao novo aquilo que se quer receber ou, melhor ainda, deixa-se surpreender.
O Amor é então este caminho do ontem ao amanhã; é a vida agora, é receber de maneira aberta as infinitas possibilidades com um sorriso nos lábios e um brilho no olhar.
Na diversidade do Amor,
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Amor, o quinto elemento
Vacuidade presente em cada átomo, espaço vital entre os elementos que possibilita um infinito de possibilidades e realidades de conexão.
No Amor,
No Amor,
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Amor e Compaixão - base universal de todo religare
Religare - re-união - religião: o Amor e a Compaixão como seus elementos universais - princípio unificador ao todo; integrador ao outro; solidificador do self.
Mas como se completar - ao se unir - se já se está cheio de si mesmo?
Esvaziar-se é o primeiro passo desta prazerosa e necessária jornada - o princípio grego de Kénosis envereda pelo mesmo caminho e confirma os ditos de S.S. o Dalai Lama de que todas as religiões buscam o mesmo.
Ah, se as pessoas tivessem de fato acesso aos ensinamentos e vissem que não é algo de outro mundo, que tudo está em nossa mente e é amparado pelos conhecimentos da filosofia e psicologia.
Somos vacuidade, um sem fim de manifestações a espera da canalização - um infinito presente de possibilidades.
No Amor,
Mas como se completar - ao se unir - se já se está cheio de si mesmo?
Esvaziar-se é o primeiro passo desta prazerosa e necessária jornada - o princípio grego de Kénosis envereda pelo mesmo caminho e confirma os ditos de S.S. o Dalai Lama de que todas as religiões buscam o mesmo.
Ah, se as pessoas tivessem de fato acesso aos ensinamentos e vissem que não é algo de outro mundo, que tudo está em nossa mente e é amparado pelos conhecimentos da filosofia e psicologia.
Somos vacuidade, um sem fim de manifestações a espera da canalização - um infinito presente de possibilidades.
No Amor,
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