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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Amor, guia sustentável do fluxo da vida

Vida, este fluxo que se conforma por entre acontecimentos e deságua em doces lembranças de um infinito oceano de paixões.

No futuro que espelha nossas intenções mais profundas,

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Amor, impulso imperativo

O impulso é de conquista do que está por vir, de saudade do que já se foi, desejo de unidade, de tornar possível qualquer impossibilidade.

O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.

O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.

Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.

No impulso imperativo que é Amor,

sábado, 6 de novembro de 2010

O veículo do Amor: do samsara ao nirvana e além

Satisfazer mil desejos ou conquistar apenas um? Eis a pergunta-chave do filme (e do) Samsara.

O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.

O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.

Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.

Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.

No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A correnteza libertadora do Amor

Amor é a correnteza que nos faz flutuar no oceano do sofrimento, a bóia que nos salva do oceano das emoções, a lâmina que corta as ilusões do ego e nos ensina a realidade do se relacionar-se consigo próprio de maneira franca, sincera e direta e assim com o Outro a partir do reconhecimento, aceitação e integração do Outro em nós.

Na superação dos obstáculos externos, internos e secretos,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor budista

Amor é jogar-se no abismo da tristeza, mergulhar no oceano do sofrimento e descobrir que era tudo ilusão; é encontrar-se no vazio, com coragem de construir o melhor dos mundos possíveis em um universo sem fim de possibilidades a partir do agora; antes do primeiro passo, depois da chegada.

No tudo – e que é contrário ao nada – que emerge do vazio a partir de nossa interação, contemplação da mente-coração,

A geografia do Amor

O Amor é uma Ilha em um oceano de sofrimento e mesmice e constrói pontes para o infinito, supera os obstáculos (do sofrimento e da mesmice) em nós mesmos e fecunda um continente de Seres – em nós e no Todo.

Na capital do Amor, cujo centro se encontra em todos os corações e cuja periferia não se encontra em lugar algum,

sexta-feira, 14 de maio de 2010

No oceano do Amor

No oceano do Amor a nau é o corpo, a alma são as velas e o coração é o leme.

As pessoas estão constantemente nos oferecendo suas viagens para embarcarmos. Viajemos nas nossas com destino ao Outro e à felicidade.

Na esquadra do Amor,

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Amor ao mar da vida

Por ti e ao teu lado,

inspirado,

os ventos inflam as velas.

Parto pelo oceano, meu mundo sem janelas,

não há paredes, mas uma porta.

Abri-la devo, à vida me exorta

a brisa que tenra me reanima ao timão.

Em lento adágio me reoriento:

bússola, compasso, vento.

O oceano do sofrimento

refresca a popa e a proa de meu corpo-embarcação;

se desbasta e arrebenta,

despedaça em gotas a tormenta.

Em meio aos raios do amanhecer,

de um novo dia capitão

da nau de meu coração surjo certo da destino-ação:

sempre o Amor revive e há de vencer.


No porto seguro que é o Amor, encontro de águas, liberdade das almas,

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A sábia maré do Amor

Andando na rua, cada passo era uma gota. Cada gota, um oceano. E cada oceano um universo em dissolução.

Este é o caminho do Amor, o rio de nós mesmos que se dissolve no oceano de nós dois, evapora e precipita para a Terra novamente molhar e fecundar - esse é o destino do Amor (fati), impulso direcionado à união fecunda e cíclica.

A sabedoria do Amor reside em saber quando ir com o rio e quando subir contra a maré, pois é Tudo Amor - umas vezes impulso, outras vezes direção, sempre união.

Na maré do Amor,