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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Amor, autopoiesis do Ser

Sou todo sentidos e um pensamento: sempre escolhemos aquilo que nos satisfaz; que satisfaz o sentido escolhido, vontade que converge a partir de metavontade à meta da vontade.

Somos este ciclo de aperfeiçoamento, vontade em devir, arte em movimento.

Na autopoiesis,

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

A sustentável presença do Amor

Amor é presença e inteireza com o Todo.

Presença mesmo na ausência, satisfação mesmo na falta, plenitude mesmo na parte.

Na integridade, interação não-dual,

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Amor, loucura do destino, liberdade última

Amor é encontrar um caminho entre o desejo e a falta, o apego e a frustração; o caminho do meio, sorriso que aquece a mente-coração - não há nada a ser conquistado, nada a ser perdido; só Amor a ser vivido.

Amor é deixar o tempo abrir espaço para a vontade.

Na vivência do Todo que me satisfaz,

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Amor, ciclo-em-si

Amor é entender que é no vale que colhemos a força para subir aos picos mais altos.

Por isso, es-colha com alegre sabedoria e não-identificação, apenas regozijo e satisfação, contemplação da certeza de que tudo é passageiro, que após à escuridão das dúvidas vem a clareza das certezas que, por sua vez, não tardarão em nos cegar.

E, em meio à nova escuridão, emergirá um novo Ser, sempre, a cada amanhecer. 

Amor é a luz de vela que ressalta a unidade dos contrastes e aceita a beleza dos opostos complementares, verdadeiras manifestações do Uno.

Na alegria de Ser, ciclo-em-si, contemplação da paisagem da qual somos co-autores interdependentes,

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Amor, felicidade da satisfação presente

A felicidade pertence à ordem do Ser e não do ter.

Não maximize-se, satisfaça-se. Lembre-se que após todo ápice vem o declínio.

Amor é cultivar e curtir a ascese, uma alegria para sempre.

Na satisfação que é o detalhe do Amor, ordem que eleva o Ser, presente aqui e agora e sempre, caminho sem objetivo ou fim,