Olhar que constrói,
lógica que sustenta,
sentimento que expande.
No pensamento animado que conduz o diálogo ao discurso,
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sábado, 13 de julho de 2013
sexta-feira, 12 de julho de 2013
Amor, espelho da sabedoria moral
Toda ideia se atualiza na sua moralidade a partir da reflexão de cada ação - que por sua vez a ela reflete, em um constante fluxo de expansão física e metafísica, ampliando nossos sentidos.
Na busca da perfeição,
Na busca da perfeição,
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Amor, limite da razão
O Amor é o limite da razão em sua incompreensão, sempre em constante expansão para compreender-se.
Na fronteira de nós dois,
sexta-feira, 23 de março de 2012
Coração pra todo lado, pra toda obra, pra todo caso
coração
PRA CIMA
escrito embaixo
FRÁGIL
frágil?
não, ágil.
se em cima ou embaixo
encaixo
a pulsão
no fluxo
expansão
retração
tudo é vida
um só tundum
- coração.
Na silenciosa oração do Ser que dá cor à ação,
PRA CIMA
escrito embaixo
FRÁGIL
- Leminsky
frágil?
não, ágil.
se em cima ou embaixo
encaixo
a pulsão
no fluxo
expansão
retração
tudo é vida
um só tundum
- coração.
Na silenciosa oração do Ser que dá cor à ação,
sábado, 17 de setembro de 2011
Amor, coração liberto
Há pessoas que julgam o coração perigoso, chamam-no de enganoso até...
Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.
Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”
No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,
Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.
Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”
No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,
domingo, 24 de abril de 2011
Amor ao incômodo
O incômodo é o primeiro degrau para se sair da zona de conforto.
É necessário sentir-se confortável no desconforto e seguir adiante, rumo à expansão de nosso Ser.
No sabor do desgosto que ressalta o sabor da vida, sombra que ressalta a Luz,
É necessário sentir-se confortável no desconforto e seguir adiante, rumo à expansão de nosso Ser.
No sabor do desgosto que ressalta o sabor da vida, sombra que ressalta a Luz,
terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor, hoje, ontem e sempre
Amor é a força que converge o Eu e o Outro ao Nós e o realiza no Aqui e Agora.
Amor é o guia que direciona o Aqui e o Agora para o todo sempre.
Amor é a união do instante com a eternidade.
Na expansão da consciência,
Amor é o guia que direciona o Aqui e o Agora para o todo sempre.
Amor é a união do instante com a eternidade.
Na expansão da consciência,
Laços do Amor:
agora,
aqui,
consciência,
convergência,
direção,
eternidade,
eu,
expansão,
força,
guias,
hoje,
instante,
nós,
ontem,
outro,
sempre
quinta-feira, 27 de maio de 2010
O poder do não no Amor
Amor, ato de se estar aberto à troca, sem julgamentos ou pré-conceitos, sem simplesmente discordar ou dizer "eu tenho razão" - é entender como válido o ponto-de-vista alheio e de coração dialogar com ele.
É o ponto-de-partida do Outro e se o Eu busca a União no nós deve-se respeitá-lo e, ao fazê-lo, tomá-lo para si e, ao se apropriar dele, ter mais recursos para criar, expandindo o potencial latente na troca.
Amor é a sabedoria do dizer não, convergindo.
No reciclar, nunca no descarte,
É o ponto-de-partida do Outro e se o Eu busca a União no nós deve-se respeitá-lo e, ao fazê-lo, tomá-lo para si e, ao se apropriar dele, ter mais recursos para criar, expandindo o potencial latente na troca.
Amor é a sabedoria do dizer não, convergindo.
No reciclar, nunca no descarte,
Laços do Amor:
abertura,
diálogo,
eu,
expansão,
nós,
o poder do não,
outro,
potencial latente,
pré-conceito,
reciclagem,
sabedoria,
sem julgamento,
troca
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O dharma do Amor
Eros é o impulso que transforma a potência em ato, transformando-se em direção - ágape -, que converge em philia, ato de união que renova o impulso para uma nova busca e uma nova expansão do Ser em constante alternância.
O primeiro ato de Amor é a individuação (Eros), seguida da busca por elevação e completude (Ágape) e posterior entrega, união e realização(Philia).
Entender esta alternância entre indivíduo e coletivo do qual resulta a união suprema não-conceitual - individual-coletivo - é o Amor maior e pleno que se realiza e à toda potência.
No dharma do Ser,
O primeiro ato de Amor é a individuação (Eros), seguida da busca por elevação e completude (Ágape) e posterior entrega, união e realização(Philia).
Entender esta alternância entre indivíduo e coletivo do qual resulta a união suprema não-conceitual - individual-coletivo - é o Amor maior e pleno que se realiza e à toda potência.
No dharma do Ser,
Laços do Amor:
ágape,
ato,
busca,
coletivo,
convergência,
dharma,
direção,
entrega,
eros,
expansão,
impulso,
individuação,
individual,
não-conceito,
philia,
potência,
união
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Amor, intensidade eterna na impermanência
Amor é o discernimento de se trabalhar bem com a impermanência, vivendo-a com a intensidade que tudo eterniza.
No caminho do meio, vivência da plenitude sem fronteiras de tempo-espaço, expansão através do conhecimento,
No caminho do meio, vivência da plenitude sem fronteiras de tempo-espaço, expansão através do conhecimento,
Laços do Amor:
caminho do meio,
conhecimento,
discernimento,
espaço,
eternidade,
expansão,
impermanência,
intensidade,
plenitude sem fronteiras,
tempo,
vivência
quarta-feira, 15 de julho de 2009
O Amor Eu sou
Eu sou o vazio que deixo em ti. E quando torno te preencho e transbordo.
Eu sou o pulsar da vida.
Eu sou sua expansão e crescimento. O conforto e a dor.
Eu sou a morte do eu; Eu sou a ressurreição do Eu.
Eu sou o pulsar da vida.
No não-julgamento do Amor,
Laços do Amor:
conforto,
crescimento,
dor,
eu,
eu divino,
eu superior,
expansão,
vazio,
vida
segunda-feira, 6 de julho de 2009
O Amor expande o mero agregado
Recebi palavras elogiosas de uma amiga. Confesso ter ficado sensibilizado, tendo aumentado em mim o senso de responsabilidade, afinal, como diria Saint-Exupéry, "somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos".
Vaidades não as tenho Estou nu perante a vida Se impressiono é porque é grande O Amor que sinto e emano expande este mero agregado.
Por mais que Nietzsche repudiasse este tipo de afirmação, afinal, cada um deve ser responsável por si - e nisto ele tem razão -, devemos ter compaixão para trabalharmos melhor a interdependência de nossas relações e nos auxiliarmos, irmãos que somos, no tantas vezes sofrido momento do crescimento, do despertar e da ascese.
Tudo isto que relato abaixo, contudo, me levou a uma reflexão. Antes isto teria me enchido de orgulho, estufado o peito, me achado o máximo ou, como diria Obama, 'o cara'. Agora, não passou de um estímulo à reflexão, ao contemplar das interconexões, ao observar de quão multifacetado é o debruçar-se sobre a realidade, vazia em si.
O que para esta jovem é motivo pelo qual ela se encanta comigo, ao 'fuxicar' por meu Orkut - vendo "uma beleza pura e visceral, despida de vaidades. Você é um dos homens mais belos que já conheci. Pensamentos cortantes que instigam minha mente, construídos com palavras sutis e suaves, como o toque da pétala na pontinha do nariz quando sinto o perfume de uma rosa. É gostoso de ver que existem no mundo pessoas como você." - com certeza não é o mesmo ponto-de-vista de minha ex-mulher ou de algum alun@ da ESPM reprovado por não atingido a média necessária - por mais que meu gesto tenha sido um gesto de Amor, para fazê-lo dar o melhor de si e aprender de fato ferramentas importantes para sua evolução. As expectativas no plano terrestres são sempre diversas e conflitantes.
Não é por nada que o Amor é tantas vezes mal compreendido: deve-se analisá-lo verticalmente, como força ascendente e não horizontal e ordinariamente, pois sua força poderia se perder em meio a obstáculos, conflitos de interesses egóicos e interpretações puramente banais e erotizadas.
Por fim, fica a reflexão registrada em palavras:
Vaidades não as tenho Estou nu perante a vida Se impressiono é porque é grande O Amor que sinto e emano expande este mero agregado.
Na realidade única de um mundo de ilusão, visão expansiva do Amor,
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Compaixão - um ato de Amor

(Chagdud Tulku Rinpoche - fundador do Chagdud Gonpa)
Namo, meu Lama raíz. Obrigado por sua generosidade.
No Amor
Laços do Amor:
apego,
benefício,
carma,
Chagdud Tulku Rinpoche,
compaixão,
egocentrismo,
egoismo,
expansão,
felicidade,
generosidade,
liberdade,
mente,
obscurecimentos,
outros,
purificação,
raiva,
redução
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