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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O Amor e os limites da simples razão

A felicidade virá no exercício do melhor de cada um, da ação virtuosa desse grande coração que sustenta as nossas mentes.

Amor que confirma e expande os simples limites da razão.

Na ponte para a ETERNa felicIDADE,

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Amor, curadoria da vida

O ideal só se encontra na ação - realiza do esboço o conceito e manifesta a ideia no ato, confere dignidade àquilo que só tem preço porque lhe damos o devido valor.

O ideal é aquilo que ascende à ideia, emerge da tensão dos opostos como via da compreensão, pavimenta o caminho da sustentabilidade.

Idealiza no vazio criativo, concebe a via do valor, o digno caminho sustentável, mas encarna o espírito da excelência na ação: dedicar-se de corpo e alma a um ato nos torna dignos de toda felicidade que nos cabe e a qual destinamos nossas intenções.

Quão grande é tua felicidade? A quantos atende?

Pobre aquele cuja felicidade atende só a si. Entende que tu vais além. Tu és o ÚNico VERSO da criação. Aperfeiçoa-te, torna-te arte.

Na curadoria da vida,

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Do zelo ao Amor

Ciúmes de que(m)? Medo de que(m)? Fome de que?

De que(m) temos ciúme quando temos ciúme? Não pode se tratar do Outro, posto que este não nos pertence, sendo impossível ter ciúmes, ou seja, ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, de/por algo que não nos pertence, posto que indivíduo sujeito como nós – não nosso objeto. Pode haver casos, onde zelar por aquilo que cativamos pela potência que é e não pelo poder que nos representa (ao convergir com nossa potência).

Parece, porém, que a forma mais comum se trata do efeito que a presença e o compartilhamento do Outro em um espaço de valores e ações chamado Nós e do qual somos – ao menos deveríamos ser – fiéis depositários de nossas mais puras motivações, inspirações e aspirações. Justamente o motivo pelo qual temos ciúme (e como veremos a seguir, também medo): julgamo-nos proprietários desta entidade projetada em e por nossa interação, uma impressão dual em contrastes que moldam nosso ânimo e conduzem sutilmente nosso pensamento e ações como molas propulsoras.

É neste lugar, este momento da interação, que surge a possibilidade do medo que, emerge do êxtase que a interação com o Outro nos provoca e a vontade de manter tal estado em cultivo; decréscimo ou perda são projetados no Outro, ameaça ativa ou passiva ao nosso estado desejável.

Temos medo do Outro nos tirar o chão – direta ou indiretamente – ao invés de ter a coragem de bater nossas asas: é nosso o ânimo que nos eleva. A perda do Outro enquanto objeto impulsionador não deve afetar o sujeito elevador – somos nós os condutores, canalizadores do processo de superação à elevação.

Somos livres para amar e assim livres para dar o valor a cada detalhe, a sustentar toda história. Somos nós que damos asas ao sublime do Todo que a tudo perpassa.

Que a fome seja por felicidade e o apetite co-medido à constante satisfação, sem perda ou saturação.

No desejo de realizar a boa vontade,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Do Amor, da emergência e da Rede

A violência é a linguagem da emergência inconsciente.

A paz, linguagem da evolução dialogada, emergência consciente da felicidade inerente ao Ser.

Na consciência da interdependência,

Amor, qualidade do momento, gesto do Ser

A qualidade do momento está ligada à intenção de cada gesto - e gestos bons não precisam de desculpas, precisam de mais corações respirando vontade de colaborar (ao invés de ter razão).

Que a Luz reflita sobre si e se transmute em gentileza colaborativa emanada por todos.

Gostaria de chamar atenção à partícula SI, propositalmente substituindo o TI.

Comumente desejamos Luz aos outros e esquecemos de aplicar a mesma Luz em nossos atos, muitas vezes devido a um inconsciente sentimento de superioridade. Deseje Luz ao próximo verbalizando, mas também inspirando através de seus próprios atos - que cada gesto compartilhe gentileza.

Generosidade gera felicidade.

Na felicidade geradora,

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Amor, do fluxo eternidade

O nascimento é a porta para a atividade de Estar, presente que é viver.

A morte, passagem para a eternidade, saudade do não-Estar, obrigação do vivente.

Vida, esta convergência de opostos que se complementam no Ser, a crença no Ente que perpassa os fluxos e ciclos e nos ensina a Ter - Fé.

Na aurora de novas vivências, horizonte livre ao raiar da felicidade que emana das pulsões de Amor que corre nas veias invisíveis deste corpo social do Ser em Rede que se edifica a cada interação,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, escolha sem medo

Não importa o que você quer ser.

Com medo, nada se tornará, tudo te transtornará.

Conquiste-se!

Livre-se do medo e seja livre para escolher com toda responsabilidade.

Na liberdade da escolha responsável pela nossa felicidade,

O Amor reflete a Lua balsâmica de Áries

Metade de mim é partida,
metade está na jogada,
me lanço ao mar,
meu corpo é minha jangada,
cujo coração brilha à luz do luar.

Na an-coragem de seguir adiante sem medo de ser feliz,

Inspirado na Lua Balsâmica em Áries, que segundo Dimitri Camiloto, reflete o momento de deixar sair e ir embora tudo o que restringe ou nega o ser sem nada de positivo acrescentar.

Que todos possam se beneficiar - sarva mangalam!

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Um T.A.L. Amor

Um Amor,
Um só Coração,
Singela conversa,
Eterna redenção.

Na T.A.L. - Total Amor Livre -, possibilidade de ser feliz,


domingo, 23 de setembro de 2012

Quando o Amor é inequívoco

Ceguei-me com o brilho intenso que emana de tua alma e com os raios de cores vibrantes que fazem de teus olhos meu horizonte de um céu infinito eternizado pelas estrelas que fixam meu destino junto ao teu.

Perdi-me no instante da viagem, viciei-me na tua doce e intensa sintonia. Não me arrisco mais, tudo já está seguro de que não és ligeira paixão, mas eterno Amor presente em minha mente-coração, que, em acordo, são inequívocas.

Sem pretensões, mas com muita vontade de que dê certo, aproveito tua inevitável estadia para sempre em meu Ser; sofro a pré-tensão de lhe fazer infinitamente feliz pela eternidade dos dias que me forem concedidos.

Na certeza ancorada na sabedoria de meu Ser,

Do instante para sempre

Amor é quando compreendemos que o que vivemos é história, a nossa história, e buscamos conscientemente dar sempre um final feliz a cada instante que já se tornou memória.

Na saudade sempre presente,

sábado, 22 de setembro de 2012

Da liberdade no Amor

Liberdade é prender-se ao aqui e agora, desapegando das memórias do passado, bem como das expectativas do futuro; é cultivar a grandeza do Amor a cada instante, confiando que sua energia conduza ao objetivo final: a felicidade eterna, presente a cada momento.

No aumento constante de potência,

sábado, 24 de setembro de 2011

Aprendizados do Amor

O Amor é liberdade que educa, relação que ensina a Ser, forte, amoroso, sábio, eternamente jovem e feliz.

Só há aprendizado na liberdade, só há vida na ascese, só há Amor na sinceridade.

Na confissão que liberta, sinceridade que constrói,

Aprendendo a viver nas asas do Amor

Ó sábio sabiá
me ensina a viver,
a cantar e voar,
a nunca ressentir, nem quando morrer.

Ó feliz andorinha
me ensina a viver,
a voar em bando
para garantir que o verão irá nascer.

Ó jovem rolinha
me ensina a viver,
a virar pomba,
gira o mundo e me faz crescer.

Ó forte águia
me ensina a viver,
a desgarrar do bando
para a mim mesmo vencer.

Ó amável agaporne
me ensina a viver,
a ter prazer nos encontros
e a não mais me esconder.

No coração, puleiro de experiências, ninho de aprendizados - "lá onde a coruja dorme",

domingo, 4 de setembro de 2011

Do desapego no Amor

Quando penso em você, sinto um fluxo de Luz e felicidade - me entrego e fluo junto.

No desapego que nos conecta, liberdade última, morada eterna,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

No Amor a espera é contemplação

A dor da espera que se sente
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.

Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.

Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,

Amor, a única certeza

Amor é a certeza de que não há tempo perdido, de que independente dos caminhos, o que importa é a felicidade sempre presente que reina no silêncio cúmplice de nós dois.

No sorriso e olhar que me encantam,

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A consciência é Amor

Consciência sem ação é ilusão.

A verdadeira consciência é a unidade do Amor tripartido em corpo, fala e mente e que perpassa todo nosso Ser como 'fio de Ariadne' a nos auxiliar a conduzir nossa sabedoria (conhecimento amoroso) à liberdade de nosso Ser.

Apenas quando alinhamos o que pensamos, dizemos e fazemos com algo superior que se encontra escondido - mas pronto para se revelar - dentro de nós é que encontramos a fonte inexaurível da felicidade genuína que nos alimenta e ao mundo com o qual interagimos.

Amor é a busca e o encontro com a felicidade, que Gandhi definia assim: "felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia".

Eis o Amor, única felicidade genuína e sustentável - o resto é ilusão.

Na correnteza do Amor,

sábado, 11 de junho de 2011

O caminho do Amor - da resiliência à superação

A moral coletiva é hipócrita e a ética individual é covarde - é na resiliência do Amor que reside a coragem do caminho.

Acomodam-se em relações de poder viciadas - governamental, corporativo e, principalmente, pessoal.

Sustentam-se com sorrisos superficiais, enquanto buscam diversão nos prazeres ocultos - proibidos não por sua natureza, mas justamente por serem válvula de escape da potência de vida que se manifesta em nosso desejo.

Quando não atendido o desejo desnorteia; quando o medo de falhar não é superado e o desejo saciado de maneira qualquer e não com o que há de melhor em nosso destino, sem fim de possibilidades que atualizamos com nossas interações.

Projeta-se muito, espera-se tanto, ama-se tão pouco de verdade - que principia na coerência.

A felicidade não é uma questão de tempo, é uma atitude que confere determinada qualidade ao espaço de seu Ser.

É hora de abdicar da felicidade superficial, sair de sua cômoda zona de conforto, romper com os grilhões da ilusão, com as amarras do consumismo das paixões singulares e se entregar à paixão universal que é viver em comunhão com seu Amor fati -resplandecendo o Ser de felicidade genuína que somos, unos com o Todo no Ser em Rede, ao invés de nos contentarmos com migalhas de singulares ilusões, reflexos deste Todo multifacetado, que nos aprisionam sem ter acesso à fonte que tudo perpassa.

Conquistar um desejo para ser soberano de todos; viver mil desejos e não se satisfazer com nenhum.

Viver a Verdade face-a-face, sem máscaras, sem atenuantes, sem fugas, mas tomando refúgio em seu coração.

Amar o destino que construímos a cada decisão e relação, amar o Ser que somos a cada ato.

É preciso Ser forte para ser feliz.

Na superação do dualismo, coragem do Ser no Amor,

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Quando o Amor insiste

Não estou só,
tua presença acompanha minhas memórias,
marca minhas lembranças,
indaga meu futuro.

Recordas-me de meu desejo,
Felicidade sublime
que genuinamente não carece de motivação externa,
mas que com sua presente ausência ferve.

A paixão por ti me prende
a mim mesmo (mesmo)
acompanhado por ti
me enalteço.

Não é do Amor próprio
esta prisão
antes é liberdade
própria do Amor
ao qual compadece a paixão
e traz ao Ser renovada pulsão.

Libido inscrita
na dança de Eros e Tânatos tudo pulsa
e vibra
à altura de nosso Ser.

Infinito que é
na finitude do devir
que nunca finda, se renova
sozinho, sereno sorri.


Na apropriação das forças e elementos que regem a dança da vida com maestria,