Colhi a flor
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
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terça-feira, 9 de março de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Amor é quando se é no Ser
É quando se realiza o Amor Fati através da harmônica equação Eros-Ágape-Philia, quando se realiza que somos fiscais da obra divina, verdadeiros fiscais da natureza, cujo intuito é preservar Toda natureza externa através da evolução interna.
É quando se re-pousa no Ser apóso vôo da liberdade em busca de si mesmo, é quando se dá conta que já somos possuidores de tudo aquilo que buscamos, pois nos tornamos apenas aquilo que já somos, fazendo da busca um relembrar-se - o que não invalida jamais nossa jornada e busca, apenas a confirma, pois é ela que nos auxilia na expansão de nosso Ser.
O livre arbítrio mais bem empregado é aquele que confirma o Ser em sua plenitude.
Toda elocubração gera conceitos pertinentes à ação - mas não é que se deva deixar de agir e vegetar pela vida afora: deve-se levar a força harmônica da meditação contemplativa do Ser ao Todo de nossa existência, expandindo assim nosso Ser e tornando-o superior. Este religare a partir do re-pouso no Ser deve ser a força que une, ata, eleva e supera os fatos, tornando-nos resultados conscientes de nossos processos.
Amor, portanto, é a força conscientizadora em cada ato - é o verbo realizador da essência.
No Amor, realizador do Todo,
É quando se re-pousa no Ser apóso vôo da liberdade em busca de si mesmo, é quando se dá conta que já somos possuidores de tudo aquilo que buscamos, pois nos tornamos apenas aquilo que já somos, fazendo da busca um relembrar-se - o que não invalida jamais nossa jornada e busca, apenas a confirma, pois é ela que nos auxilia na expansão de nosso Ser.
O livre arbítrio mais bem empregado é aquele que confirma o Ser em sua plenitude.
Toda elocubração gera conceitos pertinentes à ação - mas não é que se deva deixar de agir e vegetar pela vida afora: deve-se levar a força harmônica da meditação contemplativa do Ser ao Todo de nossa existência, expandindo assim nosso Ser e tornando-o superior. Este religare a partir do re-pouso no Ser deve ser a força que une, ata, eleva e supera os fatos, tornando-nos resultados conscientes de nossos processos.
Amor, portanto, é a força conscientizadora em cada ato - é o verbo realizador da essência.
No Amor, realizador do Todo,
Laços do Amor:
ação,
ágape,
amor fati,
Bergson,
eros,
livre arbítrio,
Nietzsche,
philia,
plenitude,
Santo Agostinho,
Ser,
Todo
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Missão amorosa
- Sublimar as paixões e se entregar ao conhecimento de nossa natureza amorosa.
O Amor é mais que uma emoção, é o equilíbrio entre corpo-fala-mente, corpo-mente-espírito - que muitos confundem com a torpez da findável paixão e que cega os demais sentidos.
E, segundo Santo Agostinho, para quem amor é desejo e assim deve se dirigir a algo - mesmo pensamento compartilhado por Lama Tsering Everest, para quem Amor apenas se dá -, é o Amor que permite conhecer, pois é Ele o impulso (desejo) para e pelo o outro.
Neste sentido, o Amor próprio - auto-estima - é a chave para se unificar a compreensão de sua pluralidade, o que lhe tornará Uno.
- Escapar das teias de ilusão, levantar-lhe os véus e entregar-se cegamente ao Amor.
- Intuir, ao escutar de sua diposição interior, seu caminho evolutivo.
É a Salvação, que segundo Spinoza, é a felicidade aqui, é não estar sujeito às paixões, é ser agente, não passivo, é ter conhecimento e agir de acordo com.
E o único e verdadeiro conhecimento, eterno, se encontra no âmago de seu Ser, selado em seu coração. Só você tem acesso a Ele, ao seu Eu divino, o caminho para seu Eu Superior, o mapa do caminho, o livro da Verdade, a história de sua Vida.
Medite no Amor,
Laços do Amor:
conhecimento,
desejo,
filosofia,
impulso,
Lama Tsering Everest,
meditação,
natureza amorosa,
paixões,
salvação,
Santo Agostinho,
Spinoza
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