Há um ponto de convergência entre Saint-Exupéry e Nietzsche: só os fortes amam de verdade.
E apesar da verdade.
Nos opostos que se tornam complementares,
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segunda-feira, 8 de abril de 2013
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Amor, ciclo-em-si
Amor é entender que é no vale que colhemos a força para subir aos picos mais altos.
Por isso, es-colha com alegre sabedoria e não-identificação, apenas regozijo e satisfação, contemplação da certeza de que tudo é passageiro, que após à escuridão das dúvidas vem a clareza das certezas que, por sua vez, não tardarão em nos cegar.
E, em meio à nova escuridão, emergirá um novo Ser, sempre, a cada amanhecer.
Amor é a luz de vela que ressalta a unidade dos contrastes e aceita a beleza dos opostos complementares, verdadeiras manifestações do Uno.
Na alegria de Ser, ciclo-em-si, contemplação da paisagem da qual somos co-autores interdependentes,
Laços do Amor:
alegria de Ser,
amanhecer,
beleza,
certeza,
ciclo,
clareza,
colheita,
contemplação,
dúvida,
escuridão,
não-identificação,
opostos,
paisagem,
picos,
regozijo,
sabedoria,
satisfação,
uno,
vales
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Amor, vida, movimento
Vida é movimento, movimento da alternância, nascimento e morte, pensamento e (emo)ação, sol e lua.
Amar é compreender a alternância e o movimento como um Todo, que por mais que se ame o dia e o sol, não tem como não se amar a noite e a lua, pois um define, dá forma e completa o outro - como o amor o faz com dois indivíduos, seres distintos que se unem por amor e assim se completam, quer seja sexualmente, corporativamente, intelectualmente: é a união de não-iguais, pois nada é igual.
E a capacidade de cooperação é este amor que viabiliza unir dia e noite, homem e mulher e tantos outros elementos distintos, mas amorosamente convergentes: com sabedoria, tudo converge ao equilíbrio (através do amor, sabedoria-mor).
Amar é viver plenamente tanto o dia quanto a noite, o nascimento quanto a morte, é viver a plenitude da possibilidade de cada momento - máximo dentro de cada limitação -, é viver na plenitude da graça divina o seu destino com toda sua vontade, pois amar é pleno.
Amar é estar aberto ao segundo seguinte, ao próximo ciclo, ao novo, ao outro, ao momento de renovação - sem se cansar do momento presente, vivendo-o plenamente.
No Amor, a plenitude do Ser, pois quem ama não sente medo, não sente inveja, não sente nada além de boas vibrações e um sentimento de pertencimento a algo maior, pois o religare (reunião) foi (re)estabelecido com o Todo,
Amar é compreender a alternância e o movimento como um Todo, que por mais que se ame o dia e o sol, não tem como não se amar a noite e a lua, pois um define, dá forma e completa o outro - como o amor o faz com dois indivíduos, seres distintos que se unem por amor e assim se completam, quer seja sexualmente, corporativamente, intelectualmente: é a união de não-iguais, pois nada é igual.
E a capacidade de cooperação é este amor que viabiliza unir dia e noite, homem e mulher e tantos outros elementos distintos, mas amorosamente convergentes: com sabedoria, tudo converge ao equilíbrio (através do amor, sabedoria-mor).
Amar é viver plenamente tanto o dia quanto a noite, o nascimento quanto a morte, é viver a plenitude da possibilidade de cada momento - máximo dentro de cada limitação -, é viver na plenitude da graça divina o seu destino com toda sua vontade, pois amar é pleno.
Amar é estar aberto ao segundo seguinte, ao próximo ciclo, ao novo, ao outro, ao momento de renovação - sem se cansar do momento presente, vivendo-o plenamente.
No Amor, a plenitude do Ser, pois quem ama não sente medo, não sente inveja, não sente nada além de boas vibrações e um sentimento de pertencimento a algo maior, pois o religare (reunião) foi (re)estabelecido com o Todo,
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