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sábado, 5 de abril de 2014

O bom encontro do Amor

Alegria
quem diria
é da lágrima fantasia
de quem rega sua vida
com chuvas de bênçãos
que caem de seus pensamentos
se colhem nas ações
e se guardam no peito
no sorriso de nossos corações.

No bom encontro que é o Amor, aumento de potência que não cabe em si,

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Amor, autopoiesis do Ser

Sou todo sentidos e um pensamento: sempre escolhemos aquilo que nos satisfaz; que satisfaz o sentido escolhido, vontade que converge a partir de metavontade à meta da vontade.

Somos este ciclo de aperfeiçoamento, vontade em devir, arte em movimento.

Na autopoiesis,

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Quem ama, sabe: saboreia o Amor, a maior das filosofias a cada gota de vida

O Amor é a maior das filosofias porque é a coerência per se : é princípio, meio sem fim em constante aperfeiçoamento.

No sentido convergido pelo pensamento a partir dos sentidos, sabedoria que saboreia o viver,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O pensamento do Amor é a memória

O pensamento é uma memória que vem do passado (recorda-ação) e do futuro (imagina-ação), refletir o (valor-ação) presente.

A imaginação é o projeto que idealiza a ação; a recordação, a avaliação que retoma a cor da ação (coração) expondo habilidade e intenção.

O Amor é a forja em busca da perfeição do Ser, alternando o Estar entre o extremo frio das recordações e o extremo calor das imaginações, moldando a memória no presente fluxo dos acontecimentos.

Na ação não-dual da mente, imagina-ação e recorda-ação que balizam e margeiam toda sustentável ação,

sábado, 13 de julho de 2013

Pensa, o Amor

A lógica do Amor é sentir o olhar.
______________ é pensar.

Pensar é sentir o olhar.

É refletir a imagem externa e revelar seu sentido na câmara escura de nossa química interior - o fato do mundo, colorido e enquadrado individualmente - o mundo em um pixel.

Somos esse pixel, tijolo virtual que a tudo constrói - qual teu projeto?

O que sustentas? O que crias, o que manténs? Muro ou pontes?

Que sejamos pontes - belas pontes que conduzam a belos horizontes do encontro do familiar com o desconhecido, do Eu com o Outro, de Nós com o Todo.

Na idealização prática da justa escolha - responsabilidade imediata, comprometimento espontâneo, alquimia do Ser,

A lógica do Amor é sentir o olhar

Olhar que constrói,
lógica que sustenta,
sentimento que expande.

No pensamento animado que conduz o diálogo ao discurso,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Onde o Amor está

Deus está quando eu não estou, pois fui ter com o Outro. De dentro de meu carro, embalado pelo jazz, confortado por uma boa roupa, vejo um morador de rua, deitado no chão frio, em frente a apartamentos com vista pro Cristo; o olhar se afoga na Lagoa, não enxerga o próximo mais do que como indesejável, quando não inimigo, o diferente de seus planos. Contemplo. Onde está Deus nisto tudo senão dentro de cada um de nós que se compadece e vai ao encontro do outro - em pensamento, fala e ação. Na escuta do coração,

sábado, 15 de setembro de 2012

Sublime atualizar do Amor

Sublime é meu sentimento por ti
rochedo, relâmpagos, vulcões
fúria titânica
que me devasta e reconstrói

por inteiro

tempestade que se manifesta
na transição das brisas
do entra-e-sai
da transpiração de cada pensamento

só, em ti

me perco
me encontro
me jogo

te escolho

Na coragem e ousadia, destemida poção do Amor, atualização do Ser,

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A Lógica do Amor - da potência ao poder da vida

Penso, logo não sei se existo, confirmo minha existência à Luz das experiências.

Forte, quando canalizo minha potência para convergir com a propriedade emergente da vida;

Fraco, quando não organizo meus encontros e acabo gerando perda de minha potência e decréscimo do poder da vida que se capilariza em mim;

Medíocre, quando me acovardo diante da vontade que emana em mim;

Brilhante, quando minha razão conduz a vontade e minhas emoções para interagir interdependentemente e soberanamente com o Todo da criação; individual e coletiva.

No sim que confirma tudo a partir do vazio do Todo,

domingo, 24 de abril de 2011

Amor, razão-mor

Quem mantém o coração não perde a razão.

Dentro do aforismo, afora o auto-centrismo,

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Os sentidos do Amor

O Amor é a busca pela sinergia, não o reforço das diferenças. É empreendido por dois Seres fortes e inteiros.

O sentido do Amor é harmonizar os distintos; aparentemente opostos, mas complementares em essência, canalizando-os em hierarquia rumo à evolução disposta na mandala do Ser.

A partir deste princípio, do Amor, a reta razão do pensamento nos serve não para buscar evidências (óbvias e visíveis) de distinção, individualismo e isolamento, mas organizar e manter a coerência dos processos intuitivos que devem impulsionar e conduzir nossas vidas que deságuam em sensações e sedimentam sentimentos no infindável ciclo cognitivo que é viver (em comunhão).

Na meditação que discerne os ciclos e espiraliza a ascese,

terça-feira, 1 de junho de 2010

A realidade do Amor

A Realidade não é mais uma versão da ficção; é sua versão atualizada, virtualidade tangibilizada pela interação.

Na troca de pensamentos, fluídos e intenção, interAÇÃO pura,

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Amor, nosso céu de brigadeiro

Pensamentos negativos - raiva, ciúmes, inveja, entre outros - são nuvens negras que impedem nosso Ser de irradiar alegria de viver.

Amor é o ar que nos sustenta e clareia nossa atmosfera pessoal, deixando nosso coração irradiar toda beleza de nosso Ser.

Na alegria de simplesmente Ser,

O ideal do Amor

Amor é estar dentro da situação, não idealizar, mas intuir, pensar, sentir, e exercer o ideal para cada dada situação.

Na proximidade do ideal,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O instante do Amor

Amor é realizar-se no piscar de um instante; é acordar do sonho e realizar-se a cada instante, sem piscar.

O instante do Amor é agora; o lugar do Amor é aqui.


Na realidade concreta do sonho, pensamento, fala e ação que convergem conscientemente e inconscientemente na plenitude de nosso Ser,

terça-feira, 27 de abril de 2010

A realidade do Amor

A co-criação da mensagem gera o meio.

Somos co-autores de toda criação. E se o meio é a mensagem, devemos estar duplamente atentos e responsáveis ao pensar, falar e agir.

Criemos um meio de puro Amor, mensagens vivas que somos.

Na extensão do homem, Amor que comunica, mídia que nos une e constrói a cada segundo uma nova realidade, cada vez mais sustentável, cada vez mais em rede,

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Amor - busca e sustentabilidade em si

Mudar o pensamento para mudar a fala, mudar a fala para mudar as ações, mudar as ações para mudar os resultados. Mudar os resultados em busca de sustentabilidade.

Ser esta busca, ser estes resultados para Ser sustentável e assim Ser-em-si, pleno no e através do Amor.

Na sustentabilidade que é Amor, felicidade genuína,

domingo, 26 de julho de 2009

Amor - Luz pós-Nirvana

Minha prima, Carol, me mandou um texto por MSN - cuja fonte nos escapa - falando sobre o significado da palavra Nirvana: "apagando a vela" e "extinção da chama vital".

Inicialmente isto pode soar perturbador, afinal, uma prática que acaba com a Luz... mas, se olharmos além do óbvio e superficial e entendermos a metáfora chegaremos... ao Amor, ao menos em minha concepção. Pois vejamos.

Buda versava sobre a vela representando o ego, alimentado pelos desejos - quando os desejos cessam, cessa também a vela.

Escuridão.

E é a partir daí que, na minha concepção, surge uma nova e mais forte Luz, como o Sol, que dá vida à vacuidade, independente de identidade e de qualquer limitação.

O Amor surge como a Luz que ilumina e sustenta o caminho após a vela do ego se apagar - a ascese entre Eros e Ágape. Transformamo-nos na vida em si, sem necessidade de termos algo vital a parte. Tornamo-nos Amor no pensamento, na fala e na ação.

No Sol de cada um, que é o farol do Amor localizado no plexo solar, a ilha do coração,

sábado, 25 de julho de 2009

A nau do Amor

Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.

Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.

Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.

Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.

Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.

Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.

Nas vagas do Amor,

terça-feira, 23 de junho de 2009

Terra - plataforma convergente do Amor

A estrutura atômica da Terra possibilita a convergência e materialização do Amor das diversas esferas, unindo a meta com a física, elevando ambas e propiciando a união das almas de maneira carnal e espiritual, onde não deve haver diferenciação entre ambas, posto que uno como o Amor, cujas ondas quânticas vibram dão suporte à matéria e vibram como átomos formando a mesma, tornando-a realidade quando também se tornam realidade - das ondas do pensamento à concretização das ações, podemos e somos só Amor.

O resto é ilusão e foge à reta razão estóica, estando em desalinho com o cosmos e nossa própria natureza.

O Amor aproxima, unifica e evolui as dimensões: do Próton, Neutron e Elétron; do Externo, Interno e Secreto; do Eu, do Outro e do Espaço-Tempo que é o Todo; alcançando a eternidade aqui e agora.

Na Terra, óvulo que o cometa do Amor fecundou,