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terça-feira, 30 de julho de 2013

Amor, mira e alvo

Somos capazes de parar de errar. Basta afirmar esta vontade no confronto com as demais (vontades).

É uma questão de força interior que costumeiramente só reconhecemos quando fraquejamos, ou melhor, almejamos.

Como é forte a tenta-ação. Há tantas possibilidades; não se culpe. Não carregue cruz mais pesada do que o céu lhe deu em seu mapa natal. Não há pecado, há hamartia - erros de alvo; e todo alvo é uma meta condicionada, um valor estabelecido.

Há inúmeros sentidos possíveis, mas qual o destino desejável? Lembre-se que errar vem do Latim errare, que significa “vaguear, andar sem destino, cometer um erro, transgredir”.

Preocupe-se em determinar sua meta e em afiar-se - a cada respir-ação temos uma nova oportunidade de acertar o alvo; sempre elevando o mesmo a abrangências ainda maiores, englobando ainda mais seres como beneficiários de nossas ações.

Se nem Cristo ficou preso na cruz, ressuscitando após três dias, respire fundo três vezes após um erro, contemple a jornada, aprenda a lição e siga adiante humilde e soberanamente.

Na queda que nos ensina a levantar e andar com mais cuidado, arco e flecha do Ser,


sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor sagitariano

Tira o véu de teus olhos, contempla as estrelas em tua profunda natureza; voa, trotando seu caminho pelos céus infinitos de teu potencial. Lança-te junto a tua flecha em benefício de todos os seres, mas fazes isto com calma, na serenidade de teu Ser que amanhece a cada ocaso, que desperta enquanto todos dormem.

Sê sagitariano na sua potência máxima, mas humano em todo seu esplendor - equilibra-te e triunfarás; conquistarás primeiro a ti mesmo, depois a teus mais nobres objetivos.

Todos temos um sagitário em nosso mapa astral - ative o seu.

Que sua existência se signifique na entrega ao Todo.

No arco, flecha, alvo e precisão,

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Amor, intrépido herói

Coragem para resistir na bondade do coração, para romper as fronteiras do egoísmo, para saltar o abismo do isolamento e da solidão.

Aterroriza a negatividade, confia na fé, duvida da dúvida e aniquila a mediocridade indo além de si e do mínimo e substituível, exercendo-se amorosamente ao máximo e louvável.

Persevera no bem, age quando e como preciso, contempla a glória de servir ao bom combate - aquele em que não há atacante ou atacado, apenas a sorte de se amar, forjado uno com o ser amado.

Amor é risco calculado; arco, flecha, maça, regozijo.

Na jornada do herói, bodisatva em nós,

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Amor-alvo, arco e flecha

A mulher é a flecha e o amor é o alvo aos quais o homem, como arco, se curva.

A natureza do alvo só se torna pleno potencial realizado quando arco e flecha se harmonizam e juntos se empenho no alcance do ideal - atingindo todos o centro: homem, mulher e o amor em si.

No olímpico esporte do Amor, sob a inspiração de
Ovídio,

domingo, 14 de junho de 2009

Amor arqueiro

Para cada flecha existe um alvo.

Amor é a mira (Ágape), é a força da puxada (Eros) e é o alvo em si (Philia). É também o destino (Amor fati) e a certeza de que não adianta se rebelar contra, mas sim se exercitar para acertar em cheio.

Na improbabilidade de existirem duas flechas para o mesmo alvo, deve-se imaginar, pelo princípio da harmonia e do equilíbrio, que haverá algum alvo sem flecha ou ainda e melhor dizendo dois alvos para uma flecha. Ou seja, o imponderável forjará a sabedoria e a habilidade do arqueiro para exercer sua plenitude com dignidade.

No centro do Amor,