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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Amor, destino livre

Meu destino é viver
O eterno retorno
Livre entre a curva ao passado
E a bifurcação ao futuro
Forte na decisão de tudo aquilo que quero viver

Fantasio o Ser
Selvagem é o espírito
Que quer dá asas ao potencial
Do melhor dos mundos es+colher

A alma anseia por Amor para elevar-se
Mal sabe a alma que com calma ela mesmo pare
As asas que a levam a ascender com Amor ao altar da existência

Quando a alma se ama na prática
O Amor aparece de fato
E tudo se eleva, cotidiano, corpo, ato

Na bênção que retorna a cada agradecer,

domingo, 29 de setembro de 2013

Aude sapere et semper fidelis Amor

Se os Amores são cada vez mais líquidos, só nos resta pedir mais uma dose e brindar a Eros, cosmificador do caos, que por tortas linhas tece a eternidade, atualizando a cada ciclo de con-fiança o significado de respeito, honra, comprometimento, lealdade e fidelidade.

Mais do que perguntar se é possível ser fiel nos tempos líquidos de uma sociedade tão altamente fragmentada quanto conectada dos dias de hoje, é se perguntar sobre ao que se quer - pode e até deve ser fiel.

Ao desejo, este volátil combustível do Ser?

A uma idéia, frágil fragmento de uma obscura totalidade desconhecida em constante "plasmificação"?

Ao Outro, este desconhecido em devir, mutante de nossas expectativas e projeções e ao qual poucos dão espaço para revelar-se em sua plenitude sem julgamento e a maioria enclausura em seus enquadramentos? Fulano, o que há contigo, não estou te reconhecendo...

A um nós que é tao construído quanto o Eu – frágil diante de tantos estímulos e obstáculos internos e externos?

Ao que então devemos ser fiéis? A valores? Valores criados por homens demasiadamente humanos e falhos e que de tempos em tempos são revistos e atualizados?

Sim, a valores, mas não estes e sim aqueles, que nos norteiam em nossa busca, que não estão fora em algum lugar paradisíaco, mas dentro de nossos corações – os valores que regem nosso destino e que nos tornam Ser em constante devir.

Sê fiel a teu destino – e flui em harmonia com o todo. Respeita a maré, considera o vento, faz do contexto teu aliado e nunca tira o foco de teu objetivo mais alto; mesmo que seja apenas uma utopia – é para isto que nos servem o sonho e a imaginação.

Ouse ser fiel a seu destino. Sempre em frente – respeitando tudo, considerando o necessário.

aude sapere et semper fidelis Amor - atreva-se a ser o amor sábio e sempre fiel

No líquido que atualizamos quando interagimos,

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Amor, escolha afirmativa do destino

O Amor se afirma no destino que se escolhe.

Nos dados que se joga, nas regras que se consente,

No destino, o Amor

Quer ser um pré-destinado?

O destino não é bom ou mal, ele apenas vem.

Afirme-se em seu destino sendo fiel aos princípios escolhidos.

Na escolha consciente da ação, qualidade e direção, que sustenta a visão, intenção que fecunda valores,

Amor, necessidade do desejo

Sabe aquilo que é necessário fazer? No fundo você desejou.

Na base de toda necessidade existe um desejo; necessidade é a coerência do compromisso desejável.

O destino do desejo é a necessidade; toda vontade necessita se realizar.

No desejo necessário a todo desejo,

sexta-feira, 12 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de abril de 2013

O destino do Amor é a praia

Quanta coisa foi,
quanta coisa veio.
E na maré da vida
somos apenas espuma em devaneio.

Nas ondas da existência cíclica,

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Aprendizado da superação no Amor

O que fica, por fim, é um eterno aprendizado. E uma saudade que nos ajuda:
a) a sucumbir a nós mesmos

b) a superar a nós mesmos
A escolha é nossa. Sempre. 

O outro é apenas um meio para nossa própria lapidação - porque se fosse/for para ser parceiro/a, seria/será; tem horas que o necessário é aceitar e entregar ao senhor destino: arrasta quem resiste, conduz quem consente. 

Todos ganham o que merecem - mais cedo, mais tarde. 

E nenhum Amor é em vão.

Na verdade que nos guia,

sábado, 6 de outubro de 2012

Amor, a escolha da vida


Escolhe, pois, com responsabilidade (Klaus Dt, 30)

O vazio é o inominável, o espaço-mãe de todos os fenômenos, em ato e em potência, é o real em toda sua plenitude e formas.

O nada é quando este vazio já fora preenchido e deste estado nada mais resta que lembrança.

Quando dizemos que sentimos um vazio, talvez seja justamente por este nada deixado para trás se fazer tão presente em sua ausência que transcende a falta do que havia e engloba a falta de tudo que ainda estava por existir - o que torna o lamento amoroso correto ao menos sob o ponto-de-vista teórico, já que na prática toda e qualquer interação e, portanto, escolha de atualização do manifesto poderia ocorrer (dentre todas as sementes não-manifestas de atualização da realidade) - podendo viver-se atualidade bem distinta da projetada.

O tudo é mais que o nada, sendo menos que o Todo, uma vez que aquele (tudo) se refere a uma expectativa quali-quantitativa de algo e se encontra na confirmação da presença, sendo o nada seu equivalente na ausência; já o Todo é a soma do presença e da ausência, é tudo aquilo que foi, é e estar por vir - radicalmente poderiamos ainda afirmar que ainda contém aquilo que não está por vir, mas que potencialmente poderia se manifestar dependendo de estímulos de interação.

Essa reflexão metafísica serve para ampliar nossos horizontes de possibilidades de escolha e reforçar nossa responsabilidade em nosso processo decisório - a cada escolha, um infinito menos um de renúncias.

Mas ao invés disto se tornar inconscientemente um fardo, devemos compreender nosso papel para transformar nossa obra e passar a agir na vida consciente de cada escolha - viver, portanto, ou melhor, agir, é escolher. Podemos fazê-lo consciente do processo e consequente responsabilidade ou podemos fingir que não sabemos do impacto que a escolha de nossos atos e os atos em si geram e as questões que daí implicam.

No vazio que tudo perpassa,

domingo, 23 de setembro de 2012

Quando o Amor é inequívoco

Ceguei-me com o brilho intenso que emana de tua alma e com os raios de cores vibrantes que fazem de teus olhos meu horizonte de um céu infinito eternizado pelas estrelas que fixam meu destino junto ao teu.

Perdi-me no instante da viagem, viciei-me na tua doce e intensa sintonia. Não me arrisco mais, tudo já está seguro de que não és ligeira paixão, mas eterno Amor presente em minha mente-coração, que, em acordo, são inequívocas.

Sem pretensões, mas com muita vontade de que dê certo, aproveito tua inevitável estadia para sempre em meu Ser; sofro a pré-tensão de lhe fazer infinitamente feliz pela eternidade dos dias que me forem concedidos.

Na certeza ancorada na sabedoria de meu Ser,

sábado, 22 de setembro de 2012

Amor Agaporne

Quando há leveza no encontro,
Ambos estão destinados a voar juntos.

E se caso um dos dois não estiver pronto, que se lance o outro aos vôos da liberdade, rondando de perto para ser o porto seguro do salto para liberdade daquele que ainda está inseguro das asas de sua vontade.

Na espera do momento certo,

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Amor, sublime canalização

És relâmpago no horizonte.
És trovão no abismo.
No pico, és entrega plena
na depressão, o que vale
Cultivar
é a vida,
uma escolha
sempre de Amor.
No momento eternidade, destino de cada instante,

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

O reencontro do Amor divino Amor

Teu é o nome que ecoa em minha caverna.
Meu é o despertar de um sonho profundo - precipito-me à cidade, subo ao altar, lanço-me ao mar.
Teu é o cais do porto - seguro meu horizonte com a fita de meu olhar laço a esperança de no infinito lhe encontrar.
Teu é o vento que infla minhas velas.
Teu é o vai-e-vem do mar de minhas emoções.

Teu sempre será todo meu coração.

Onde estás tu, Ser amado?

Por que me deixastes te procurando, seguindo tua voz, se te encontravas sempre comigo ecoando na caverna de meu coração, sendo bússola e ímã, princípio sem fim - és a busca, o buscado e o buscador.

Cessa em mim essa busca e dor e dá-me o prazer do reencontro e Amor.

Que tolo que sou. Peço-lhe o que somente eu posso conquistar: a serenidade de conhecer, apreciar e contemplar que somos todos um, tu e eu, eu e tu, um nós sem nós, um fluir por entre pontos - de vistas enriquecidas pela tua presença, essa rede que sustenta toda manifestação, que nada mais sou que eu mesmo lançado ao infinito e reconhecido na potência da interação.

Por ti e através de ti, me reencontrei.

No ocaso do destino, o acaso de nosso livre árbitro, determinação de nossa vontade, pura razão prática,

domingo, 26 de agosto de 2012

O Amor orça e faz valer o destino

Vento
tento
sento
medito

A vela se apaga
ao inflar das velas
que a luz da consciência impulsiona
na direção de nosso destino

No bombordo,

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O Amor gera a gestão sustentável

Ter informação é ter oportunidade.

Ter intenção é ter destino.

Ser Amor, é se afirmar na liberdade.

Na gestão sustentável do Ser, responsabilidade assumida,

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Paremos e canalizemos - por Amor a nós mesmos



No lugar deste T deveria estar um ponto de exclamação ou uma caveira.

Ou melhor: um ponto de interrogação para nos perguntarmos porque compramos, usamos e incentivamos coisas que nos fazem tão mal; ao menos nos fazem nada bem.

Talvez porque não estejamos gostando do que estamos fazendo conosco e com o mundo.

Flagelamo-nos pela culpa ou pelo...

Desejo pelo prazer. Culpamo-nos por isto e muitas vezes nos castramos.

Ou diluimo-no, o prazer, por medo ou apego, para garantir a dose diária se felicidade, retirando de nossa meta reiteradas vezes sua força.

Externamente deslumbrados com a multiplicidade de estímulos e internamente perdidos, com medo de falhar com nós mesmos, com a enteléquia que nos anima, buscamos cada vez mais e mais fontes de prazer ao invés do sustentável menos e menos, onde se foca mais, canalizando melhor o desejo, tendo resultados melhores, mais sustentáveis e uma felicidade própria de quem escolhe seu destino. É desejar que a necessidade se realize, tornando-se necessário.

O desejo é a potência do ato de realização do Ser; é a necessidade da enteléquia; que é princípio originário e regulador - meio, fim e mensagem -, que serve de modelo, mas nos convida a nos reinventarmos a cada troca, a todo instante, negociando entre as potências a manifestação do desejo, se cultivando sua força, retendo-o, canalizando-o, ou se optando por felicidade mais breve e momentânea: a questão é saber escolher o que fazer a cada ação/momento.

Se a fé move montanhas, o desejo concebe mundos e o Amor sustenta multiversos.

Canalizar o desejo para nosso sonho, com este sentido, neste destino.

Desejo concentrado, motivação focada, necessidade atendida.

Na saudável transmutação genética que só o Amor propicia,

terça-feira, 17 de abril de 2012

Amor Philia - plenitude na união não-dual



É na amizade que nos realizamos na plenitude de nosso Ser e ressurgimos como parte integrante do Todo.

No Amor Philia, destino de nosso Ser a Ser confirmado no Amor Fati,

domingo, 8 de abril de 2012

E assim, o Amor fez-se meta

E a meta - importante dado do caminho, pedra de cada toque, motivação de cada passo, atenção de cada ação, universal que potencializa cada singularidade a convergir a algo maior, conferindo sentido ao fluxo dos dados que anunciam nossa jornada mundana em meio à ascese celeste de nosso Ser rumo ao superorganismo e além - além de anunciar, nos convida...

Lançar um 'aham' ao mundo

Porque a verdade se revela por si só
E tudo é válido enquanto se sustenta
Tudo é aprendizado

E assim

Fluxo convergido
Caminho com-sentido
Tudo é evolução

Tudo é triunfar.

Dado é destino,
Livre árbitro é meta.
Viver o diálogo

Processo vivo e aberto.

No dado que aleatoriamente escolhe nosso caminho de acordo com a intensidade que jogamos, a direção que damos e a fé que aguardamos para vivenciar nossa meta a cada passo da jornada concedida, vida empreendida, criação colaborativa, responsabilidade compartilhada,

sexta-feira, 23 de março de 2012

Só os fortes amam seu destino



Só os fortes florescem na crise, amam seu destino e fazem deste seu norte, livre arbítrio, confirmando-se-em-si.

Na brutalidade inerente a toda harmonia, dialogo entre os singulares e o universal,