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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Amor, impulso integral

O Amor é um impulso integral, tece como ninguém a trama da ação, convergindo a razão do futuro e a sensação que se faz passado como dado ao presente - emoção, a energia que nos move.

A meta era estar em alinho com o princípio. Tendo o princípio como meta, tudo se encaminha a partir da inclusão.

O Amor por princípio, essa é a Lei que se reafirma na máxima de cada ação.

O Amor enquanto impulso integral deve atender de forma sustentável, ou seja, definindo claramente quem se beneficia como, por qual motivo e intenção, tanto a demanda da identidade (um eu que quer) - unidade, quanto da sociedade -multiplicidade (os eus que querem).

O Amor é sabedoria primordial, antecede porque inclui e revela sua melhor versão e quando se deve ir pelo caminho da unidade e quando da multiplicidade.

Na cidadela que é a fortaleza do coração,

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O que me resta do Amor

Respiro tua falta
Suspiro tua ausência
Suspendo o vazio
Apreendo tua essência

Tudo que me resta
É fazer-te presente na dor da saudade
É sorver cada gota de lembrança
Lentamente - para que tão cedo não acabe

Fostes tormenta e impulso
Passastes
És serena paisagem
Calmaria que me apraz e traz o melhor da minha vida

Na aceitação da unidade e entrega ao Todo,

terça-feira, 17 de julho de 2012

Amor simplesmente Amor

A tranqüilidade reside na simplicidade.

A simplicidade consiste na consciente canalização dos fluxos.

E a consciente canalização dos fluxos na prática/respiração ocorre no lidar equânime com todos os fenômenos que compõem a realidade complexa e multifacetada.

Na simples unidade do Todo que é Logos e faz naturalmente sentido no jogo tântrico da interdependência dos opostos complementares e co-emergentes,

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

O Amor pulsa no pulso

O Amor pulsa e, através de nosso pulso, ganha a forma idealizada na vacuidade de nossa mente-coração.

Na unidade que converge toda dualidade,

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A propriedade emergente do Amor

Amor é a força que forja a unidade coletiva que, através de sua propriedade emergente, potencializa nosso poder de beneficiamento.

Na unidade multifacetada do Todo,

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Amor, impulso imperativo

O impulso é de conquista do que está por vir, de saudade do que já se foi, desejo de unidade, de tornar possível qualquer impossibilidade.

O impulso é ao sexo, ao companheirismo, à união; o impulso é para caminhar, curtir o caminho, realizar o processo, é fazer da vida uma confirmação, é dizer sim ao prazer, à alegria, à diversão.

O impulso é a obrigação, obrigatório o caminhar, é ter este caminho aqui e agora, abismo a frente e atrás, ilhas de momentos a se confirmar no oceano do sofrimento.

Impossível secar sozinho este mar. Foquemos então no possível, criar pontes, fazer as ilhas se relacionar e juntos prosperar.

No impulso imperativo que é Amor,

sábado, 6 de novembro de 2010

Além-dualismo: o Amor

Amor, unidade tripartida ao qual tudo converge, que tudo organiza e do qual emana a verdadeira beleza.

Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.

Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.

No caminho integral do Ser,

domingo, 24 de outubro de 2010

Amor, um ato de conhecimento

Somos oriundos de um ato de Amor, principiamos de um im-pulso de Eros na vida, despertamos ao nos darem a Luz, aprendemos inicialmente o ponto do qual emana esta nova compreensão da vida , esse novo ponto, mais um ponto da vida chamada eu – mais um eu como tantos outros, mais uma chance de ser tão especial.

Mas ficamos reféns da vontade de sermos especiais, não nos tornamos o que somos - especiais - por medo de fracassar e nos perder daquilo pouco que aprendemos de início a conhecer e amar, esse pequeno ego que nos serviu de sustentação inicial tal qual as rodinhas quando aprendemos a andar de bicicleta.

Mas para expandirmos nossas trilhas e alcançarmos metas mais elevadas é necessário desapegar de tais rodinhas e da segurança inicial, vencendo a insegurança e conquistando assim uma grande segurança, uma nova ordem através da compreensão de uma nova dimensão, um Eu superior.

Para isto se realizar precisamos de princípios ordenadores, a Ágape que possa cultivar, conduzir, orientar e focar corretamente o impulso e a Luz inicialmente adquirida, pois é necessário despertar nossa própria Luz, porquanto a Luz a nós conferida em nosso nascimento era uma dádiva, um empréstimo enquanto não renasciamos em nós mesmos com a realização da clareza interior.

Isto nos levará ao caminho da expansão interior (e conseqüente conquista exterior), encontrando-nos com nosso pleno potencial, ainda velado ao pequeno ponto inicial que, tal qual uma semente, precisa vencer-se e aos obstáculos para dar frutos e, somente então, poder compartilhar plena e indiferenciadamente, realizando-se a philia, pois reconhecer-se-à a unidade do Todo através das óbvias diferenças da multiplicidade, conquistando-se uma sabedoria que reconhece o multidimensional como parte integrante, convergente e estruturante do Todo, tripartido em corpo-fala-mente.

A importância de se zelar pelo planeta Terra é que o planeta é o coletivo impessoal no qual podemos compartilhar nossas diferentes individualidades sem por um lado anularmos as diferenças e, por outro, fazer com que se choquem.

Afinal, o tu é um outro eu, mas há necessidade de espaço para se forjar-se um verdadeiro nós forte através do respeito das diferenças que precisam ser contempladas e harmonizadas.

Quando focamos nossas individualidades para elevarmos o coletivo exercemos e elevamos nossas individualidades, respeitando-as, conferimos sustentabilidade ao indivíduo, o que só é possível se compreendermos que o altruísmo é a única forma viável para a existência do egoismo, pois não há rede sem pontos, mas não há pontos sem rede, uma vez que o valor de cada ponto se estabelece na relação entre os pontos e com o coletivo.

Portanto, zelar pelo planeta Terra é zelar por si, uma vez que é graças ao superorganismo Gaia que nosso organismo encontra o poder de se realizar nas relações – pois nossa vida principia na relação: dos elementos químicos e físicos e das energias amorosas de Eros, Ágape e Philia.

Devemos deixar a ignorância auto-centrada e nos confirmarmos como parte desta grande rede que transcende inclusive nosso planeta, eis o Amor fati.

Fazemos parte de um grande sistema: somos parte de um grande UNIverso e um verso único de um grande poema que é a vida.

Na conjugação do viver, rimando com outros o meu Ser,

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

O Amor paradoxal

Quando se ama, sente-se uma sensação de leveza e liberdade, mesmo estando paradoxalmente atado - até preso - ao objeto amado.

Compreender, aceitar e vivenciar este paradoxo e fazer do Amor a compreensão da essência dicotômica da vida, realizando assim sua unidade e, com isto, nosso destino, eis o nosso caminho.

Transcender sujeito que ama e objeto amado para se tornar de fato Amor, inabalável, imaculável, puro e todo abrangente, independente na interdependência do Todo.

No dois que é um que são três,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Amor da alma espelho

A alma é o espelho que pode fazer a natureza refletir o Uno e isto só é possível se o fizer com e por Amor, sem distinguir o Uno da Matéria e a matéria em e dentre-si, reconhecendo, como Ser independente, Logos em formação,  a unidade através da interdependência.

No caminho do meio que é a Alma e o Amor, unos em essência, distintos por conceituação,

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O cultivo do Amor Ágape

Enquanto o Amor Eros nos é dado - quer por natureza interna, quer por estímulo externo de nosso pulsão interna -, o Amor Philia é o resultado da ação amorosa bem empreendida, a união do buscador e do outrora buscado.

Já o Amor Ágape é algo que se recebe enquanto bênção e inspiração a partir da meditação, oração e contemplação ou se pode construir a partir da filosofia, erigindo uma hierarquia e sistema de valores: do menos embebido do divino (ponto isolado, solitário, ego) ao mais radiante Todo (ponto diferenciado, unidade, conjunto, valor que converge).

É a partir deste elemento [Erôs] conquistado a partir da fé, da visão e do trabalho que se canaliza o impulso Eros para alcançar um resultado Philia superior.

A cada ação ocorre um ciclo de Eros-Ágape-Philia que nos aproxima ou afasta da missão da Alma se confirmar no Amor - Amor fati.

A cada ação deve haver contemplação para refinar o sistema Ágape. E redefinir a direção da próxima ação, reforçada pelo cruzamento da técnicas de inspiração divina, contemplação e filosofia, convergindo a uma sustentável visão única e convergida.

Na redefinição das coordenadas,

domingo, 30 de maio de 2010

Amor é Fogo, o princípio do Todo

O Amor consiste precisamente na unidade profunda que as oposições aparentes ocultam e sugerem: os contrários, em todos os níveis da realidade, seriam aspectos inerentes a essa unidade.

Não se trata, pois, de opor o Um ao Múltiplo, como Xenófanes e o eleatismo: o Um penetra o Múltiplo e a multiplicidade é apenas uma forma da unidade, ou melhor, a própria unidade.

Daí a insuficiência do uso corrente das palavras: somente o Logos (razão-discurso) do filósofo consegue apreender e formular – não ao ouvido, mas ao espírito, não diretamente, mas por via de sugestões sibilinas – aquela simultaneidade do múltiplo (mostrado pelos sentidos) e a da unidade fundamental (descortinada pela inteligência desperta, em "vigília”).

Eis o que é o Logos (razão-discurso) para Heráclito, transcrito por inteiro e no qual apenas substitui o objeto a ser delineado, por entender de corpo-fala-mente que se trata do Amor.

No Logos, razão-discurso que é puro, claro e forte Amor,

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Amor, desabrochar da unidade

Sábio Drummond já dizia: "entre a raiz e a flor há o tempo", mas não esqueça que há também espinhos e espaços, aroma e abraços.

Dois lados formam um Todo e estes uma tríade e na tríade se funda a unidade.

Nas 3 esferas do Amor - passado-presente-futuro, corpo-fala-mente, eu-nós-outro, eros-ágape-philia - Amor fati em essência,

sábado, 25 de julho de 2009

Só Amor - múltiplo e uno

Só, perdido, me encontro.
Solteiro, me fecundo.
Busco a unidade-base antes do Outro.
Só, assim se consegue levar amor ao mundo.

O Outro passa a ser Eu,
na realidade nós,
não há barreiras,
só, apenas uma voz.

A unidade sussurra
o que todos no fundo já sabem,
amor incondicional,
a chave do progresso, ordem natural.
[vitória do bem contra o mal]

Ouça o grito do silêncio de seu Ser,
faça cair os véus e irás ver
a divina face da unidade
resplandecente em toda multiplicidade.

No verso do Amor, rima da eternidade,

quinta-feira, 16 de julho de 2009

No silêncio compreensivo do Amor

Não continue lendo. Não perturbe o silêncio de sua mente. Não acorde o Amor em sua alma.

Antes desperte você e se prepare para ter com o Amor.

Preparado, saberás que o que dorme e o que observa são ambos uno, que o Amor é tanto aquele que vela, quando o que é velado, é o velar em si, que tanto é fato e ação, quanto sujeito e objeto – e tão mais é Amor quando desta ontologia distintiva e dualista não faz mais uso, compreendendo a unidade da trindade do Ser Amor que de um sujeito e um objeto se faz verbo e vai além.

E o Amor é esta proposta de ir além das limitações conceituais, é entender que amar a si é forjar corpo e alma em um só espírito, divino por natureza, na ascese por vocação.

No chamado do Amor que aos fortes desperta,

domingo, 15 de junho de 2008

Oásis de refúgio amoroso

Amor é aquilo que nos une, ressalta o que se comunga, aceitando as diferenças, fortalecendo na unidade e na variedade, selecionando e potencializando o que há de melhor no Eu e no Outro - quer seja como indíviduo ou grupo.

Sorte no amor, sorte na vida. E sorte é o encontro da oportunidade com quem está preparado. Amar é encontrar um caminho para a vida.

Quantos de fato estão preparados para viver?

Quantos conseguem viver amando, impertubáveis - permanecendo imaculados quanto ao mundo exterior -, uma oásis de refúgio amoroso, melhorando a si, ao ambiente e ao próximo?

No amor