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segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Amor, ação primordial

A necessidade de interagir potencializa e é potencializada pelo desejo de agir.

O Amor é a ação primordial que não principia, necessita ou deseja distinção, antes forja união entendendo tudo como parte de um todo, alinhado e harmonizado no tempo e espaço através do conhecimento.

Na energia não-dual, força e Luz focadas na elevação do Todo através da superação das partes,

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Amor, plenitude convergente

O Amor é a compreensão que nos revela que somos todos iguais e que apenas nos atualizamos de maneira distinta.

Na plenitude convergente que é puro Amor,

quinta-feira, 16 de julho de 2009

No silêncio compreensivo do Amor

Não continue lendo. Não perturbe o silêncio de sua mente. Não acorde o Amor em sua alma.

Antes desperte você e se prepare para ter com o Amor.

Preparado, saberás que o que dorme e o que observa são ambos uno, que o Amor é tanto aquele que vela, quando o que é velado, é o velar em si, que tanto é fato e ação, quanto sujeito e objeto – e tão mais é Amor quando desta ontologia distintiva e dualista não faz mais uso, compreendendo a unidade da trindade do Ser Amor que de um sujeito e um objeto se faz verbo e vai além.

E o Amor é esta proposta de ir além das limitações conceituais, é entender que amar a si é forjar corpo e alma em um só espírito, divino por natureza, na ascese por vocação.

No chamado do Amor que aos fortes desperta,