Somos capazes de parar de errar. Basta afirmar esta vontade no confronto com as demais (vontades).
É uma questão de força interior que costumeiramente só reconhecemos quando fraquejamos, ou melhor, almejamos.
Como é forte a tenta-ação. Há tantas possibilidades; não se culpe. Não carregue cruz mais pesada do que o céu lhe deu em seu mapa natal. Não há pecado, há hamartia - erros de alvo; e todo alvo é uma meta condicionada, um valor estabelecido.
Há inúmeros sentidos possíveis, mas qual o destino desejável? Lembre-se que errar vem do Latim errare, que significa “vaguear, andar sem destino, cometer um erro, transgredir”.
Preocupe-se em determinar sua meta e em afiar-se - a cada respir-ação temos uma nova oportunidade de acertar o alvo; sempre elevando o mesmo a abrangências ainda maiores, englobando ainda mais seres como beneficiários de nossas ações.
Se nem Cristo ficou preso na cruz, ressuscitando após três dias, respire fundo três vezes após um erro, contemple a jornada, aprenda a lição e siga adiante humilde e soberanamente.
Na queda que nos ensina a levantar e andar com mais cuidado, arco e flecha do Ser,
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terça-feira, 30 de julho de 2013
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Em respeito ao Amor, respeito ao sagrado
Não façais da casa de meu Pai uma casa de negócio. ~ João 2:15-16
Parece que muitas Igrejas, inclusive a católica (ao menos historicamente), precisam reler sua escritura.
E não apenas no Cristianismo: o dharma shopping e outras manifestações da espiritualidade fashion, ardilosas armadilhas do ego, revelam que a transposição dos hábitos cotidianos para o ambiente sagrado é um comportamento que interliga as fronteiras das crenças e demonstra que as religiões estão falhando em sua missão primordial - re-ligar o indivíduo à sua fonte primeira, o Amor, através de uma jornada de purificação de valores e crenças, rumo a um comportamento sustentável ancorado na motivação pura de beneficiar todos os seres.
Buda está para o Hinduísmo, como Jesus está para o Judaísmo. E ambos estão para a humanidade como irmãos maiores.
É só o Amor - o resto é conceito; somos todos um em união não-dual.
No caminho que todos percorrem,
Parece que muitas Igrejas, inclusive a católica (ao menos historicamente), precisam reler sua escritura.
E não apenas no Cristianismo: o dharma shopping e outras manifestações da espiritualidade fashion, ardilosas armadilhas do ego, revelam que a transposição dos hábitos cotidianos para o ambiente sagrado é um comportamento que interliga as fronteiras das crenças e demonstra que as religiões estão falhando em sua missão primordial - re-ligar o indivíduo à sua fonte primeira, o Amor, através de uma jornada de purificação de valores e crenças, rumo a um comportamento sustentável ancorado na motivação pura de beneficiar todos os seres.
Buda está para o Hinduísmo, como Jesus está para o Judaísmo. E ambos estão para a humanidade como irmãos maiores.
É só o Amor - o resto é conceito; somos todos um em união não-dual.
No caminho que todos percorrem,
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Amor, qualidade da liberdade que remove obstáculos
A Liberdade do Amor é a cura que remove todos os obstáculos.
Na voz da alma, passarinho que canta com devoção, forte alegria do Ser,
(Obrigado, passarinho por encantar o meu dia e vibrar a manifestação do Guru que remove obstáculos através da Cura, Amor que liberta o potencial enraizado.)
Laços do Amor:
alegria,
Buda,
Buda da Medicina,
Cristo,
daemon,
devoção,
forte alegria,
gênio,
Guru Padmasambhava,
liberdade,
manifestação,
obstáculos,
passarinho,
São Francisco de Assis,
voz
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Onde o Amor está
Deus está quando eu não estou, pois fui ter com o Outro.
De dentro de meu carro, embalado pelo jazz, confortado por uma boa roupa, vejo um morador de rua, deitado no chão frio, em frente a apartamentos com vista pro Cristo; o olhar se afoga na Lagoa, não enxerga o próximo mais do que como indesejável, quando não inimigo, o diferente de seus planos.
Contemplo. Onde está Deus nisto tudo senão dentro de cada um de nós que se compadece e vai ao encontro do outro - em pensamento, fala e ação.
Na escuta do coração,
domingo, 24 de abril de 2011
Quando o Amor ressurge
Tudo urge, até que o Amor ressurge.
E com Ele, a exata noção, sem atropelo,
do tempo e espaço e pertencimento,
através do que se principia em mim, o conhecimento
que a partir de mim se irradia por toda rede da vida.
Ressurreição do que então?
Da cruz?
O fardo já é pesado demais.
Dos espinhos?
As perdas já doem tanto.
Ressurreição da Flor de Lótus dEle, o Amor, que em meio ao peso da cruz carregou seu fardo e coroado pelos espinhos da perda fez brotar do caos de sua lama o cosmo que era o Logos da mente-coração.
Quando pensar sobre ressurreição de quê, fale com toda certeza e serenidade: "Do Cristo em mim". E faça com que seus atos lembrem aquilo que tanto se prega e propaga - e pouco se faz. E se lhe é impossível tornar ato aquilo que é pensamento e fala - ouse repensar os verbos, viva sem hipocrisia e torne-se carne ao invés de ser ilusão de si mesmo.
Ser em sua totalidade, aceitando o que há de mais alto e mais baixo em si, convergindo-se para um patamar cada vez mais elevado - passagem, com calma, um passo de cada vez, rumo ao melhor de nós mesmos, paraíso em terra.
Na vivificação daquilo no qual depositamos mais foco e atenção - na cruz ou coração?
Feliz Páscoa a todos, de todas as religiões - do Zoroastro (Zaratustra) que desceu da cruz; do Buda que peregrinou pelos desertos do Ser; do Maomé que se iluminou; do Cristo que assim falava... Amor.
Laços do Amor:
Cristo,
cruz,
espaço,
espinhos,
flor-de-Lótus,
Logos,
mente-coração,
páscoa,
passagem,
pertencimento,
pessach,
rede,
ressurreição,
talidade,
tempo,
totalidade,
urgência
Amor, amém
Se "no princípio era o Verbo"
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.
(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.
No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.
(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.
No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Amor natalino
O Amor de Natal é aquele que deseja que todos possam fazer nascer a luz crística a partir de sua natureza búdica para que todos possam, enfim, se beneficiar com a dádiva da vida que celebramos hoje.
#feliznatal - menos consumo, mais consciência; menos estresse, mais paciência; menos dor, mais Amor. #natalnalata
No manjedouro de nossos corações,
#feliznatal - menos consumo, mais consciência; menos estresse, mais paciência; menos dor, mais Amor. #natalnalata
No manjedouro de nossos corações,
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Amor 23
Amor é andar pelos vales da existência, encontrar a sua sombra e vivenciar a morte do ego em vida e, mesmo diante disto tudo, refrigerar-se com o regozijo da ascese da alma, guiada pelas veredas da justiça do Amor, que nada deixa faltar, que nada deixa sobrar, é justa e repousa em verdes pastos, irrigada por águas tranquilas.
A vara e o cajado já não causam dor, já não ameaçam, antes consolam e conduzem a um banquete de confraternização com nosso inimigo oculto em nós mesmos e, à Luz de velas, vamos iluminando gradativamente nossa sombra, transbordando os limites de nosso ego, expandindo nosso Ser.
Reunidos-em-nós caminhamos em paz, semeando bondade e compaixão, a cada passo florescendo uma flor-de-lótus, a cada instante e em todo lugar, chamando o mundo de lar.
Na pulsão da vida, Cristo que habita nosso Ser, diamante que ilumina a todos, Budas em essência,a quem nada faltará se tudo e a todos se entregarem,
A vara e o cajado já não causam dor, já não ameaçam, antes consolam e conduzem a um banquete de confraternização com nosso inimigo oculto em nós mesmos e, à Luz de velas, vamos iluminando gradativamente nossa sombra, transbordando os limites de nosso ego, expandindo nosso Ser.
Reunidos-em-nós caminhamos em paz, semeando bondade e compaixão, a cada passo florescendo uma flor-de-lótus, a cada instante e em todo lugar, chamando o mundo de lar.
Na pulsão da vida, Cristo que habita nosso Ser, diamante que ilumina a todos, Budas em essência,a quem nada faltará se tudo e a todos se entregarem,
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
No Amor não há espaço para desculpas
Desculpar-se por Ser - enquanto agir no espaço e no Tempo - não condiz com o Amor.
De um lado o que age não deve se preocupar em se desculpar e sim focar para levar todas as conjunturas - Todo-Eu-Outro - em consideração para agir na justa medida, com a mente-coração, trilhando o caminho do meio deste triângulo de poder TEO (Todo-Eu-Outro).
Do outro, a pessoa que recebe a ação ou apenas percebe/acompanha deve fazer isto com abertura amorosa, receptiva, ciente de que o outro, que age, o faz com a melhor das intenções: ninguém deliberadamente erra. Se o faz é devido à ignorância e aos véus que impedem de ver a si e ao Outro e ao Todo com clareza. Pede-se compaixão e amor nestes casos.
Vale seguir a máxima nietzschiana da 'Vontade de Poder': cada um tem que exercer a sua de maneira amorosa sem se sentir culpado - o que em si já é redundante, pois creio que a verdadeira 'vontade de poder', o verdadeiro poder é o do Amor.
É o que você pode, é o que você quer? É isto que, dentro do seu conhecimento de sua amplitude o seu Ser pode dar de coração? Então pronto.
Sem culpa, sem remorso, mas com verdade.
Culpa é um conceito muito católico, nem crístico é! Cristo profetizava o perdão e o Amor divino, não a culpa. Isto é um conceito histórico, posterior, e nada se liga ao Amor emanado e propagado por Jesus.
Amém ao Amor,
De um lado o que age não deve se preocupar em se desculpar e sim focar para levar todas as conjunturas - Todo-Eu-Outro - em consideração para agir na justa medida, com a mente-coração, trilhando o caminho do meio deste triângulo de poder TEO (Todo-Eu-Outro).
Do outro, a pessoa que recebe a ação ou apenas percebe/acompanha deve fazer isto com abertura amorosa, receptiva, ciente de que o outro, que age, o faz com a melhor das intenções: ninguém deliberadamente erra. Se o faz é devido à ignorância e aos véus que impedem de ver a si e ao Outro e ao Todo com clareza. Pede-se compaixão e amor nestes casos.
Vale seguir a máxima nietzschiana da 'Vontade de Poder': cada um tem que exercer a sua de maneira amorosa sem se sentir culpado - o que em si já é redundante, pois creio que a verdadeira 'vontade de poder', o verdadeiro poder é o do Amor.
É o que você pode, é o que você quer? É isto que, dentro do seu conhecimento de sua amplitude o seu Ser pode dar de coração? Então pronto.
Sem culpa, sem remorso, mas com verdade.
Culpa é um conceito muito católico, nem crístico é! Cristo profetizava o perdão e o Amor divino, não a culpa. Isto é um conceito histórico, posterior, e nada se liga ao Amor emanado e propagado por Jesus.
Amém ao Amor,
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