A importância da relação no Amor fecunda no ato do diálogo, mas prospera e progride no fato de se buscar entender o outro da melhor maneira possível – ao invés de negativizar a ação, sempre confirmar os intentos através da positivação, buscando entender o outro sempre pelo melhor ângulo, convergindo para um ponto de sustentabilidade – principalmente quanto ao fluxo da situação em questão: a natureza das coisas é vazia em si e seu valor interdepende da relação estabelecida.
Portanto, a maneira como nos conectamos e posicionamos determina claramente o que extrairemos da situação. E aqui entra aquilo que é próprio do amor sustentável: a coerência.
Se quero que algo prossiga, devo ter um olhar que buscar canalizar a energia do fenômeno vazio desta maneira.
Se quero que algo tenha futuro, não devo olhar insistentemente para o passado, mas canalizar o aprendizado que se encontra presente para situações que se farão.
Na compatibilidade de opostos que se unem,
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quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Da afirmação da existência do Amor em atos e fatos
Laços do Amor:
coerência,
compatibilidade biológica,
compatibilidade psíquica,
convergência,
diálogo,
fluxo eterno,
natureza,
relação,
sustentabilidade,
vacuidade,
vazio
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Amor interdependente
Amor só acontece quando se evolui?
Ou só o Amor evolui?
Amor é fim ou é meio?
É preciso evoluir para se poder amar verdadeiramente; por outro lado, só se evolui quando se ama verdadeiramente: o Amor enquanto fim, mas meio também.
E esse paradoxo amoroso a prática das quatro qualidades incomensuráveis ajuda a compreender e a realizar.
Pode-se até supor que a continuação e o desenvolvimento do amor parta do Eu de cada um. Mas e quando se defronta com o fato de que o Eu é ilusório e inexiste?
A única explicação plausível é a interdependência, que, no Amor, faz do meio fim e do fim um meio de sempre recomeçar melhor.
Como quando se começa um relacionamento apaixonado, amando com amor e com o Tempo e a troca interdependente, verdadeira, aberta e franca, o Ser evolui, amadurece e se forja, evoluindo para um Amor maior através do respeito e equilíbrio interdependente entre o Todo/Relação-Eu-Outro.
Esse é o aprendizado prático do Amor. E aprendemos através do Amor ou da Dor. A sabedoria nos faz alcançar o aprendizado sem dor através do Amor.
E com Amor, a compreensão e o aprendizado de perdas e da dor é potencializado e o sofrimento diminuido, em um processo que lembra a forja das melhores espadas, expostas à extremos e à pressão, inerentes a um processo único para moldar sua natureza indestrutível.
Sempre se está nesta busca de se tornar indestrutível, eterno, de se tornar o Amor, aprendendo a cada momento amorosamente, buscando o caminho do Amor, mas a aceitar amorosamente a trilha da dor quando resvalamos do caminho principal, voltando assim mais rapidamente ao mesmo do que se nos rebelarmos contra a via da dor.
O Amar é um eterno devir, um processo contínuo, cíclico de se estar sempre por chegar, sempre evoluindo amorosamente. Assim é um relacionamento, um encontro em evolução constante. E ainda há uma boa parcela que busca se acomodar.
Há os que julgam que um relacionamento duradouro funciona com os seguintes ingredientes: compatibilidade biológica, psíquica e auto-conhecimento para a manutenção do amor.
Não discordo, pelo contrário, mas penso que isto seja a base, a estrutura, a física, que necessita do processo de abertura do topo, da superestrutura, da meta-física para sair do ciclo da estagnação e o transformar em espiral ascendente da evolução dos Seres envolvidos na relação - podendo ser até o processo de ascese da alma no desvelar do auto-conhecimento e aumento da auto-estima a partir da junção do eu ao Eu Superior.
E, Superior, apenas o Amor.
Inspirado em troca com a amiga Fé, resgatada da época de escola e que também está na busca por se tornar um diamante (vajra) - translucido, luminoso, valoroso, indestrutível; como o Amor.
Na Fé do Amor,
Ou só o Amor evolui?
Amor é fim ou é meio?
É preciso evoluir para se poder amar verdadeiramente; por outro lado, só se evolui quando se ama verdadeiramente: o Amor enquanto fim, mas meio também.
E esse paradoxo amoroso a prática das quatro qualidades incomensuráveis ajuda a compreender e a realizar.
Pode-se até supor que a continuação e o desenvolvimento do amor parta do Eu de cada um. Mas e quando se defronta com o fato de que o Eu é ilusório e inexiste?
A única explicação plausível é a interdependência, que, no Amor, faz do meio fim e do fim um meio de sempre recomeçar melhor.
Como quando se começa um relacionamento apaixonado, amando com amor e com o Tempo e a troca interdependente, verdadeira, aberta e franca, o Ser evolui, amadurece e se forja, evoluindo para um Amor maior através do respeito e equilíbrio interdependente entre o Todo/Relação-Eu-Outro.
Esse é o aprendizado prático do Amor. E aprendemos através do Amor ou da Dor. A sabedoria nos faz alcançar o aprendizado sem dor através do Amor.
E com Amor, a compreensão e o aprendizado de perdas e da dor é potencializado e o sofrimento diminuido, em um processo que lembra a forja das melhores espadas, expostas à extremos e à pressão, inerentes a um processo único para moldar sua natureza indestrutível.
Sempre se está nesta busca de se tornar indestrutível, eterno, de se tornar o Amor, aprendendo a cada momento amorosamente, buscando o caminho do Amor, mas a aceitar amorosamente a trilha da dor quando resvalamos do caminho principal, voltando assim mais rapidamente ao mesmo do que se nos rebelarmos contra a via da dor.
O Amar é um eterno devir, um processo contínuo, cíclico de se estar sempre por chegar, sempre evoluindo amorosamente. Assim é um relacionamento, um encontro em evolução constante. E ainda há uma boa parcela que busca se acomodar.
Há os que julgam que um relacionamento duradouro funciona com os seguintes ingredientes: compatibilidade biológica, psíquica e auto-conhecimento para a manutenção do amor.
Não discordo, pelo contrário, mas penso que isto seja a base, a estrutura, a física, que necessita do processo de abertura do topo, da superestrutura, da meta-física para sair do ciclo da estagnação e o transformar em espiral ascendente da evolução dos Seres envolvidos na relação - podendo ser até o processo de ascese da alma no desvelar do auto-conhecimento e aumento da auto-estima a partir da junção do eu ao Eu Superior.
E, Superior, apenas o Amor.
Inspirado em troca com a amiga Fé, resgatada da época de escola e que também está na busca por se tornar um diamante (vajra) - translucido, luminoso, valoroso, indestrutível; como o Amor.
Na Fé do Amor,
Laços do Amor:
auto-conhecimento,
auto-estima,
compatibilidade biológica,
compatibilidade psíquica,
eu superior,
fé,
ilusão,
interdependência,
paradoxo,
quatro qualidades incomensuráveis,
sabedoria
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