quarta-feira, 18 de abril de 2012
Amor - gestor da informação, filosofia da sustentabilidade
As 4 forças arquetípicas do Amor que atuam na gestão da informação e compõem a filosofia da sustentabilidade são:
Eros (impulso/busca//sinal/dado)
Ágape (organização//dado/informação)
Philia (encontro/união/compartilhamento//informação/conhecimento)
Fati (processo/destino//conhecimento/sabedoria)
Formas pelas quais as forças se manifestam:
Sabedoria primordial (espaço)
Sabedoria transcendental (tempo)
Da sabedoria primordial (caos) emanam sinais - 0 e 1 - que buscamos (eros) organizar em dados (ágape)para determinar informação (philia), que compartilhamos como conhecimento (fati) gerando um ciclo de sabedoria transcendental (cosmos); a meta do Amor é tornar as ações coerentes, revelando a enteléquia contida no caos, realizando o chaosmos (universo digital).
Na generosidade, um passo do Amor, como o cuidar,
sábado, 24 de setembro de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Nas asas do Amor
domingo, 24 de abril de 2011
A carruagem do Amor
Do caos ao cosmos - na perspectiva do Amor
domingo, 20 de março de 2011
A ponderação do Amor
A razão que clareia as idéias do futuro e ilumina o caminho é a mesma que cega a visão e prejudica os demais sentidos.
Ponderar as forças e fraquezas em relação às situações determina compreender e discernir melhor o que é uma oportunidade e o que é uma ameaça.
O caos primordial oriundo da co-existência irracional de razão e emoção cede espaço e vez para um cosmos que se cria a partir da ordenação ancorada no Amor e direcionada por este.
Na alternância que gera consciência e através do Amor faz brilhar em nós uma estrela,
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Amor, fractal do Todo
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.
Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.
A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.
Diferentes cosmos,
um mesmo caos.
Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.
Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.
Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.
Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,
sábado, 6 de novembro de 2010
Além-dualismo: o Amor
Princípio que emana do caos e concebe o cosmos, meio que se identifica com a mensagem, efeito que é causa, princípio sem fim.
Amar é trocar e na troca se elevar, dar sem esperar receber, é não se prender ao seu ponto, não se entregar ao outro, mas ao caminho da elevação que é margeado pelo ego e pelo non-ego, o outro em mim que também liberto e, livres, caminhamos juntos não mais reféns do dualismo.
No caminho integral do Ser,
domingo, 24 de outubro de 2010
Amor, uma convergência a ser gerida
O novo conhecimento deve ser ordenado para que não se perca e se torne estranho novamente, decaindo em caos - aquela parte desconhecida do Todo que nos causa estranheza e aversão devido ao medo do desconhecido - antes mesmo de ser ordenado e elevado.
Devemos ordenar também nosso caos interior, somente aí, após trabalhado, este conhecimento universal - externo ou interno - pode ser compartilhado para que realimente o fluxo secreto que anima o impulso em prol do desbravamento de novas áreas desconhecidas.
Gerir o Amor é canalizá-lo para que os momentos distintos sejam convergentes e que ocorra evolução sustentável através da complementaridade dos opostos.
Na gestão do destino, aplicação prática do conhecimento sustentável que une e não separa ou diferencia,
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Amor é cosmos espelhado no Ser
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quo vadis in chaos, Amor?
No caminho são, onde loucura é redenção, caos aceitação e cosmos salvação, que me arrebata à harmonia, beleza e ordem, trindade co-criada, tripé que sustenta minha vida, sustentabilidade divina, rede com que interajo e co-crio a realidade a partir de Todo o vazio,
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Amor curador de mundos
domingo, 22 de agosto de 2010
Amor, abertura ao caos
É aguardar com abertura e disposição para a troca que realmente lhe complete - e não apenas mais ou menos em um ou outro quesito.
Ter esta paciência somente é possível quando se está bem consigo mesmo, não necessitando de nada para se sentir completo, mas disposto a somar e multiplicar com outro inteiro para forjar um nós forte e resiliente.
É na abertura ao caos que o Amor gera a ordem que e-leva ao progresso: do Eu, do Outro e do Todo.
Na abertura que não demanda nada egoicamente, mas aceita tudo dentro do melhor dos mundos possíveis,
domingo, 11 de julho de 2010
Amor, instante sublime da sabedoria
O Amor enxerga a ordem do caos e assim beleza em tudo, não tem a ânsia de construir um belo deformado (a qualquer custo), à imagem e semelhança da origem e, portanto, sempre ansiosa desta – tanto de obtê-la em futuro próximo, quanto de recuperá-la em um passado distante.
É na eternidade do momento, no aqui e agora sem forma, sem conceito, apenas vivência que somos - seres eternos em nós mesmos, criadores de nossa prisão nas memórias do passado e esperanças do futuro, libertadores do presente apenas através do Amor, janela de possibilidades em um sem fim de escolhas -, que a beleza se ordena em um ciclo constante e alternante de (des)ordenação e (des)construção. A beleza se ordena para no instante seguinte se modificar e tomar a forma de outra beleza.
Nunca conseguiremos apreender este momento e quanto mais o tentamos, menos o vivemos.
Quando nos abrirmos para esta experiência, convergiremos a beleza do passado, do futuro e de todos os presentes, contemplando a beleza do caos, agora ordenado por um entendimento e compreensão supraracionais, o conhecimento sublime e transcendental do Amor que tudo abarca, tudo une e tudo organiza.
Desapegar para interagir, isto é Amor.
Na abertura do espaço-tempo, conhecimento do Eterno,
domingo, 4 de julho de 2010
Sobre o Amor
Amor é interdependência externa e independência interna, a sabedoria da mente-coração que discerne e age.
Descendemos do Uno, espaço básico, caos que tudo abarca e do qual tudo origina.
No princípio não há diferenciação, é após a concepção que o conjunto de forças externas (karma) e internas (vontade) dá forma ao secreto (potencial que somos e devemos nos tornar) e particular, no início da interação da vida que é pulso de força, potência em ato; inter-ação, onde não deve haver re-ação, mas apenas trocas equânimes de ações afirmativas do Ser em busca do Uno, unidade em nós.
Nosso Ser, segundo estágio de diferenciação do princípio, não tem fim, é eterno re-começo em busca da plenitude, do voltar-se ao Todo, do achar-se-a-si.
É o olhar ativo que es-colhe o caminho do religare, da re-união através do corpo, fala e mente convergidos no coração; é a confirmação da ascece (Eros), da beleza (Ágape) e do bem (Philia).
Caímos para nos levantar, a começar a contemplar a origem, pois vida é movimento de reunião à nós mesmos e ao Todo; o mal é estagnação e isolamento egoísta, tem origem na passividade e se confirma na es-colha errônea, impensada, não-sentida, não-intuída, que não converge ao Todo, mas prioriza uma das partes e gera distinção entre o Eu e o Outro.
Cada ato nosso deve conter nossa origem pré-distinção e deve convergir à harmonia e à união.
Devemos conduzir-nos e almejar sempre o topo – altiora semper petens – comungar com o Todo, com-unidade, lado-a-lado, equânimes, deixando a alma ser o farol, o corpo o barco, a chegada o êxtase e o mapa (astral) o destino; ágape, eros, philia e fati, respectivamente.
Só no Amor, princípio, meio e fim,
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori
De onde veio, para onde voltou?
Suspiro, não me entrego,
sua existência confirmo,
sua ausência nego.
Como algo tão sublime pode simplesmente desaparecer?
E ainda deixa rastro e vestígio - muito além do cheiro e do bem querer.
Planos precipitados, sentimentos antecipados, loucas sensações.
Destroços e pedaços do choque de dois corações.
Intuo... não, nada tenho como intuir, perdido que estou no meio do caos,
Que é de onde emana todo verdadeiro Amor e dá forma ao Klaus.
Desejo, confesso, que o Amor seja compassivo com este humilde servo e aprendiz,
e que não nos percamos um do outro em nossos caminhos, nem por um triz.
Ardo e oro para que hábeis artistas sejamos,
para dos cacos criarmos um lindo mosaico, onde enfim nos amamos.
No tempo que há de ser, para sempre no espaço de nós dois, com o carinho e o amor que palavras não podem traduzir, que o tempo não pode apagar e que só precisa de espaço para crescer, florir e prosperar.
Amor Vincit Omnia et nos cedamus amori - o Amor tudo vence: cedamo-nos nós também ao Amor.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Amor Mestre
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Amar é cultivar o vazio
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
quarta-feira, 18 de junho de 2008
A eminente mandala do Amor imanente e transcendental

É tudo uno e a mesma coisa, é nossa mente dualista que os separa. Nosso coração o único capaz de uni-los verdadeiramente.
Amor, a eminente mandala do Ser.
No Amor