Ciúmes de que(m)? Medo de que(m)? Fome de que?
De que(m) temos ciúme quando temos ciúme? Não pode se tratar do Outro, posto que este não nos pertence, sendo impossível ter ciúmes, ou seja, ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, de/por algo que não nos pertence, posto que indivíduo sujeito como nós – não nosso objeto. Pode haver casos, onde zelar por aquilo que cativamos pela potência que é e não pelo poder que nos representa (ao convergir com nossa potência).
Parece, porém, que a forma mais comum se trata do efeito que a presença e o compartilhamento do Outro em um espaço de valores e ações chamado Nós e do qual somos – ao menos deveríamos ser – fiéis depositários de nossas mais puras motivações, inspirações e aspirações. Justamente o motivo pelo qual temos ciúme (e como veremos a seguir, também medo): julgamo-nos proprietários desta entidade projetada em e por nossa interação, uma impressão dual em contrastes que moldam nosso ânimo e conduzem sutilmente nosso pensamento e ações como molas propulsoras.
É neste lugar, este momento da interação, que surge a possibilidade do medo que, emerge do êxtase que a interação com o Outro nos provoca e a vontade de manter tal estado em cultivo; decréscimo ou perda são projetados no Outro, ameaça ativa ou passiva ao nosso estado desejável.
Temos medo do Outro nos tirar o chão – direta ou indiretamente – ao invés de ter a coragem de bater nossas asas: é nosso o ânimo que nos eleva.
A perda do Outro enquanto objeto impulsionador não deve afetar o sujeito elevador – somos nós os condutores, canalizadores do processo de superação à elevação.
Somos livres para amar e assim livres para dar o valor a cada detalhe, a sustentar toda história.
Somos nós que damos asas ao sublime do Todo que a tudo perpassa.
Que a fome seja por felicidade e o apetite co-medido à constante satisfação, sem perda ou saturação.
No desejo de realizar a boa vontade,
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sexta-feira, 4 de abril de 2014
Do zelo ao Amor
quinta-feira, 25 de julho de 2013
Amor, pura paixão correspondida
Amor é...
paixão correspondida,
intenção sentida,
motivação manifesta,
intensidade que atesta.
...a imensidão que zela.
Quantidade
Qualidade
Forma
Conteúdo
Com+paixão é se adequar para o máximo poder da convergência vivenciar; é ter como meta uma ideia e a ideia como meta; é sair de si e observar a ambos e demais, forjando a rima mais bela que dê ao contexto um valioso verso, poesia a ser vivida de frente, lida na pausa de cada respiração, encarando-se a beleza do encontro, regozijando-se pela arte, sentida na métrica do a dois.
Inspirado no drink de Maracujá com Licor 43 que me foi apresentado pela amada e ao qual batizei com este nome - Dolce Vita, Pura Paixão Correspondida.
Na harmonia entre as partes, homeostase da relação, sabor dolce vita,
paixão correspondida,
intenção sentida,
motivação manifesta,
intensidade que atesta.
...a imensidão que zela.
Quantidade
Qualidade
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Conteúdo
Com+paixão é se adequar para o máximo poder da convergência vivenciar; é ter como meta uma ideia e a ideia como meta; é sair de si e observar a ambos e demais, forjando a rima mais bela que dê ao contexto um valioso verso, poesia a ser vivida de frente, lida na pausa de cada respiração, encarando-se a beleza do encontro, regozijando-se pela arte, sentida na métrica do a dois.
Inspirado no drink de Maracujá com Licor 43 que me foi apresentado pela amada e ao qual batizei com este nome - Dolce Vita, Pura Paixão Correspondida.
Na harmonia entre as partes, homeostase da relação, sabor dolce vita,
domingo, 11 de julho de 2010
Amor inabalável
Entre críticas e elogios, a tempestade e a calmaria, picos e vales, o impulso e a pacificação, desejo e união; Amor, força diamantina impulsionadora, zeladora e revitalizadora.
Na condução sobre o fio da navalha,
Na condução sobre o fio da navalha,
Laços do Amor:
calmaria,
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zelo
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