quinta-feira, 5 de maio de 2011
A timidez do Amor
No desabrochar do futuro, que ocorre a todo instante,
domingo, 24 de abril de 2011
Amor te torna o que tu és
Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.
E tu? O que te torna Ser?
Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.
Na plenitude do despertar, através do coração,
Amor indaga, Amor responde
Mas, um momento: o que é o agora, senão uma seqüência de instantes que nos levam à eternidade presente em cada momento?
Na busca da eternidade de cada momento, ciclo tautológico do viver,
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O silêncio da sabedoria do Amor divino
na terrível presença que confina.
Na prisão da saudade de nós dois,
encontro a liberdade não antes, não depois.
Agora, incandescente,
consumido pelo fogo do desejo do Eu
inflado por teu nome, chamo por teu sapato de cristal,
caibo apenas no pé teu.
Encaixemo-nos,
transbordemo-nos no nós,
nesse caminho,
do Todo.
Não mais amado,
não mais amante,
não mais eu, não mais tu,
não mais os nós do Amor,
mas o Todo Fluxo
do Amor sem fim.
Aqui renasço das cinzas de nosso encontro
forjado Uno, amado-amante em mim,
não necessito mais de ti; será de Eros o fim?
Já fez-me completo, brotou em mim o Homem pronto.
Silêncio!
O Amor pulsa ensudercedor.
Sinta, ouça, ouse
se entregar em mim
ao Amor.
No fim, eterno recomeço, que conduz à outra margem, mesma terra firme sob outra perspectiva,
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Amor, fractal do Todo
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.
Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.
A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.
Diferentes cosmos,
um mesmo caos.
Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.
Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.
Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.
Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,
O instante atemporal do Amor
Na convergência do espaço-tempo através do conhecimento do Amor em nós, por nós e pelo Todo,
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
rEVOLução do Amor
Nirvana ou morte, não passaremos, pelo benefício de todos os Seres.
No voto de bodisatva, revolução do Ser, ascese da alma,
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
É tempo do Amor libertar
E é no aqui e no agora que devemos estar, preservando nossa eternidade a cada momento, libertos: da emoção presa ao passado, da mente perdida no futuro e de um corpo dilacerado no presente.
Na meditação do Amor,
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Amor lúcido
Amar é estar preparado para viver a eternidade e o instante; é se relacionar com o aqui e o agora com atenção plena e de maneira presente, independente da ruptura que ocorrerá cedo ou tarde.
Amor é estar preparado para viver vitórias e derrotas e ser sempre vitorioso através do aprendizado de cada interação.
Na lucidez da chama do coração,
domingo, 11 de julho de 2010
Aceitação é evolução, no Amor intuição
Amar é aceitar o Aqui e Agora, intuindo a evolução e melhora próxima e agindo de maneira precisa e necessária para sempre elevar o Aqui e Agora à eternidade.
Vejamos no exemplo do professor e do aluno.
O aluno deve reconhecer no professor o melhor professor que ele pode ter naquele momento e estar aberto à intuição para saber quando é necessário partir para aprender (e ensinar) com outro; evitando assim também o desgaste de algo ultrapassado e que já rendeu o esperado, afinal, vida é renovação.
O professor então – sempre doando o máximo de si e no máximo que o aluno suporta a cada etapa e momento – terá a oportunidade de Ser o melhor professor para outro aluno que encontrará a excelência em seu nível (que encaixa no do professor) – não há absolutos, apenas excelências referenciais.
No mestre de todos nós,
terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor, hoje, ontem e sempre
Amor é o guia que direciona o Aqui e o Agora para o todo sempre.
Amor é a união do instante com a eternidade.
Na expansão da consciência,
domingo, 16 de maio de 2010
Amor, convergência que supera o ego
O conhecimento converge o Ser e o cristaliza radiante na eternidade do momento.
Na convergência dos três kayas,
Amor é manifestação da plenitude
Nirvana é apagar a luz da vela e encontrar sua luz na escuridão de seu Ser, iluminando-se e servindo de farol para o benefício de todos os seres.
Na plena realização do Ser no Aqui e Agora,
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O instante do Amor
O instante do Amor é agora; o lugar do Amor é aqui.
Na realidade concreta do sonho, pensamento, fala e ação que convergem conscientemente e inconscientemente na plenitude de nosso Ser,
terça-feira, 27 de abril de 2010
Amor discernimento
É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.
Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.
No futuro, fruto do Amor presente,
Quando Amor?
No presente, que é puro Amor,
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Amor, felicidade da satisfação presente
Não maximize-se, satisfaça-se. Lembre-se que após todo ápice vem o declínio.
Amor é cultivar e curtir a ascese, uma alegria para sempre.
Na satisfação que é o detalhe do Amor, ordem que eleva o Ser, presente aqui e agora e sempre, caminho sem objetivo ou fim,
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Arrebatamento do Amor
Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.
É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.
No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Aqui, agora é a vida no Amor
fazendo de mim, um feliz amado
que poeta não é, tampouco busca ser,
apenas transborda e registra palavras de alegria por te ter
ao lado, mesmo que por um instante,
do passado de 15 anos - ou - atrás do eterno futuro
todo tempo é presente, juro
só depende da mente.
No reencontro com nós mesmos, diferentes, mas iguais, novos amores de antigas paixões que revitalizam a vida com novas sensações,