O fim está próximo.
O fim está distante.
O fim está.
O fim está para a morte
como o eu para a vida.
Estamos, não somos,
queremos Ser.
E, querendo,
não somos
- estamos,
estagnados em nós mesmos.
Necessitando apenas Ser
desejando apenas Estar
longe de tudo, perto do nada,
livre para compor com o Todo (de sua existência)
- eterna.
Como o grito do silêncio,
a Luz da escuridão
e o delírio de todo são
que busca se individuar
para se tornar Uno
e assim o Todo glorificar.
Na divina comédia, apocalipse do Ser,
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Amor 'apokálypsis' est
Laços do Amor:
apocalipse,
Dante,
desejo,
divina comédia,
estagnação,
Estar,
existência,
fim,
glorificação,
necessidade,
Ser,
Todo,
uno,
vida
terça-feira, 12 de julho de 2011
Na morte, o Amor é a senha contra a impermanência
Ah, a morte, doce travessura. Pula-se o muro para dar-se um susto na próxima esquina da vida.
As lágrimas de outrora já não são mais dúvida sobre um fim, são saudade que com a proximidade abre um sorriso - quiçá uma gargalhada - onde antes habitavam a dor, a falta e a ansiedade. Tudo se transforma quando os olhares novamente se cruzam nos ciclos da vida.
A senha para se reconhecer? Amor.
A impermanência não é má, deixa apenas uma saudade...
No pique-esconde das encarnações,
Homenagem à minha querida tia Claudia Ellen Denecke, que com sua luta pela vida e contra o câncer inspirou a todos por mais de 12 anos e que era leitora assídua deste espaço, publicando no seu tempo, ela mesma, seus escritos - compartilhavamos conhecimento e muito Amor.
Em seu bonito blog Conexões de Luz ela abria espaço para novas conexões, mensagens e trocas de Luz por acreditar "ser este um caminho de esclarecimento, de amadurecimento espiritual, razão pela qual transitamos por este planeta, em viagem misteriosa onde cabe a cada um de nós aproveitar ao màximo todas as oportunidades de crescimento e libertação que ela nos oferece."
Que tenha se tornado esta Luz e que ajude a iluminar o caminho daqueles que, como ela, buscam.
As lágrimas de outrora já não são mais dúvida sobre um fim, são saudade que com a proximidade abre um sorriso - quiçá uma gargalhada - onde antes habitavam a dor, a falta e a ansiedade. Tudo se transforma quando os olhares novamente se cruzam nos ciclos da vida.
A senha para se reconhecer? Amor.
A impermanência não é má, deixa apenas uma saudade...
No pique-esconde das encarnações,
Homenagem à minha querida tia Claudia Ellen Denecke, que com sua luta pela vida e contra o câncer inspirou a todos por mais de 12 anos e que era leitora assídua deste espaço, publicando no seu tempo, ela mesma, seus escritos - compartilhavamos conhecimento e muito Amor.
Em seu bonito blog Conexões de Luz ela abria espaço para novas conexões, mensagens e trocas de Luz por acreditar "ser este um caminho de esclarecimento, de amadurecimento espiritual, razão pela qual transitamos por este planeta, em viagem misteriosa onde cabe a cada um de nós aproveitar ao màximo todas as oportunidades de crescimento e libertação que ela nos oferece."
Que tenha se tornado esta Luz e que ajude a iluminar o caminho daqueles que, como ela, buscam.
Laços do Amor:
ansiedade,
dor,
falta,
fim,
gargalhada,
homenagem,
impermanência,
lágrimas,
morte,
reencarnação,
reencontro,
saudade,
senha,
sorriso,
tia Claudia Ellen Denecke,
travessura
domingo, 24 de abril de 2011
Amor, amém
Se "no princípio era o Verbo"
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.
(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.
No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.
(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.
No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,
terça-feira, 5 de abril de 2011
O fracasso e o Amor
O fracasso do Amor é sua transformação.
O Amor ao fracasso, redenção.
É o princípio de ter o sucesso como fim.
É aurora que emerge do crepúsculo em mim.
No meio hábil de fazer de tudo seu mestre,
Homenagem a São Bento, padroeiro dos fracassados.
O Amor ao fracasso, redenção.
É o princípio de ter o sucesso como fim.
É aurora que emerge do crepúsculo em mim.
No meio hábil de fazer de tudo seu mestre,
Homenagem a São Bento, padroeiro dos fracassados.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
O silêncio da sabedoria do Amor divino
Sua ausência se confirma
na terrível presença que confina.
Na prisão da saudade de nós dois,
encontro a liberdade não antes, não depois.
Agora, incandescente,
consumido pelo fogo do desejo do Eu
inflado por teu nome, chamo por teu sapato de cristal,
caibo apenas no pé teu.
Encaixemo-nos,
transbordemo-nos no nós,
nesse caminho,
do Todo.
Não mais amado,
não mais amante,
não mais eu, não mais tu,
não mais os nós do Amor,
mas o Todo Fluxo
do Amor sem fim.
Aqui renasço das cinzas de nosso encontro
forjado Uno, amado-amante em mim,
não necessito mais de ti; será de Eros o fim?
Já fez-me completo, brotou em mim o Homem pronto.
Silêncio!
O Amor pulsa ensudercedor.
Sinta, ouça, ouse
se entregar em mim
ao Amor.
No fim, eterno recomeço, que conduz à outra margem, mesma terra firme sob outra perspectiva,
na terrível presença que confina.
Na prisão da saudade de nós dois,
encontro a liberdade não antes, não depois.
Agora, incandescente,
consumido pelo fogo do desejo do Eu
inflado por teu nome, chamo por teu sapato de cristal,
caibo apenas no pé teu.
Encaixemo-nos,
transbordemo-nos no nós,
nesse caminho,
do Todo.
Não mais amado,
não mais amante,
não mais eu, não mais tu,
não mais os nós do Amor,
mas o Todo Fluxo
do Amor sem fim.
Aqui renasço das cinzas de nosso encontro
forjado Uno, amado-amante em mim,
não necessito mais de ti; será de Eros o fim?
Já fez-me completo, brotou em mim o Homem pronto.
Silêncio!
O Amor pulsa ensudercedor.
Sinta, ouça, ouse
se entregar em mim
ao Amor.
No fim, eterno recomeço, que conduz à outra margem, mesma terra firme sob outra perspectiva,
Laços do Amor:
agora,
aqui,
ausência,
encontro,
eros,
eterno,
fim,
fluxo eterno,
fogo,
incandescente,
liberdade,
margens,
perspectiva,
prisão,
recomeço,
sapato de cristal,
terra,
Todo,
transbordar,
uno
O recado do Amor
Amor é aquilo que cada um pode dar, é o que cada um tem; é o melhor de si.
Não se deve esperar e agir de acordo com expectativas próprias, mas com aquilo que a vida lhe traz através do outro.
Não se deve ficar frustrado por esperar mais, mas regozijar pelo que se tem.
E que, se já tiver sido, que se regozije na eternidade do fim do tempo que tivemos e que não tem volta; apenas novas oportunidades de recontarmos nossa história e redigirmos um novo fim.
No bilhete premiado, puro entendimento de que quando acaba o tempo, começa a eternidade,
Não se deve esperar e agir de acordo com expectativas próprias, mas com aquilo que a vida lhe traz através do outro.
Não se deve ficar frustrado por esperar mais, mas regozijar pelo que se tem.
E que, se já tiver sido, que se regozije na eternidade do fim do tempo que tivemos e que não tem volta; apenas novas oportunidades de recontarmos nossa história e redigirmos um novo fim.
No bilhete premiado, puro entendimento de que quando acaba o tempo, começa a eternidade,
domingo, 4 de julho de 2010
Sobre o Amor
Amor independente é conscientemente interdependente; o Amor interdependente é conscientemente independente.
Amor é interdependência externa e independência interna, a sabedoria da mente-coração que discerne e age.
Descendemos do Uno, espaço básico, caos que tudo abarca e do qual tudo origina.
No princípio não há diferenciação, é após a concepção que o conjunto de forças externas (karma) e internas (vontade) dá forma ao secreto (potencial que somos e devemos nos tornar) e particular, no início da interação da vida que é pulso de força, potência em ato; inter-ação, onde não deve haver re-ação, mas apenas trocas equânimes de ações afirmativas do Ser em busca do Uno, unidade em nós.
Nosso Ser, segundo estágio de diferenciação do princípio, não tem fim, é eterno re-começo em busca da plenitude, do voltar-se ao Todo, do achar-se-a-si.
É o olhar ativo que es-colhe o caminho do religare, da re-união através do corpo, fala e mente convergidos no coração; é a confirmação da ascece (Eros), da beleza (Ágape) e do bem (Philia).
Caímos para nos levantar, a começar a contemplar a origem, pois vida é movimento de reunião à nós mesmos e ao Todo; o mal é estagnação e isolamento egoísta, tem origem na passividade e se confirma na es-colha errônea, impensada, não-sentida, não-intuída, que não converge ao Todo, mas prioriza uma das partes e gera distinção entre o Eu e o Outro.
Cada ato nosso deve conter nossa origem pré-distinção e deve convergir à harmonia e à união.
Devemos conduzir-nos e almejar sempre o topo – altiora semper petens – comungar com o Todo, com-unidade, lado-a-lado, equânimes, deixando a alma ser o farol, o corpo o barco, a chegada o êxtase e o mapa (astral) o destino; ágape, eros, philia e fati, respectivamente.
Só no Amor, princípio, meio e fim,
Amor é interdependência externa e independência interna, a sabedoria da mente-coração que discerne e age.
Descendemos do Uno, espaço básico, caos que tudo abarca e do qual tudo origina.
No princípio não há diferenciação, é após a concepção que o conjunto de forças externas (karma) e internas (vontade) dá forma ao secreto (potencial que somos e devemos nos tornar) e particular, no início da interação da vida que é pulso de força, potência em ato; inter-ação, onde não deve haver re-ação, mas apenas trocas equânimes de ações afirmativas do Ser em busca do Uno, unidade em nós.
Nosso Ser, segundo estágio de diferenciação do princípio, não tem fim, é eterno re-começo em busca da plenitude, do voltar-se ao Todo, do achar-se-a-si.
É o olhar ativo que es-colhe o caminho do religare, da re-união através do corpo, fala e mente convergidos no coração; é a confirmação da ascece (Eros), da beleza (Ágape) e do bem (Philia).
Caímos para nos levantar, a começar a contemplar a origem, pois vida é movimento de reunião à nós mesmos e ao Todo; o mal é estagnação e isolamento egoísta, tem origem na passividade e se confirma na es-colha errônea, impensada, não-sentida, não-intuída, que não converge ao Todo, mas prioriza uma das partes e gera distinção entre o Eu e o Outro.
Cada ato nosso deve conter nossa origem pré-distinção e deve convergir à harmonia e à união.
Devemos conduzir-nos e almejar sempre o topo – altiora semper petens – comungar com o Todo, com-unidade, lado-a-lado, equânimes, deixando a alma ser o farol, o corpo o barco, a chegada o êxtase e o mapa (astral) o destino; ágape, eros, philia e fati, respectivamente.
Só no Amor, princípio, meio e fim,
Laços do Amor:
ágape,
amor fati,
caos,
eros,
escolhas,
espaço,
êxtase,
fim,
harmonia,
independente,
interdependência,
karma,
mapa astral,
meio,
philia,
princípio,
Todo,
união,
uno,
vontade de poder
domingo, 16 de maio de 2010
Amor, caminho da construção do Ser
Mais que construir uma vida em torno do Amor nosso caminho passa exatamente por vivenciarmos o Amor.
Porque em torno ainda não é Ser Amor, princípio do meio, fim da angústia, plenitude que é viver.
No caminho do meio, que está em toda parte, sem entorno ou centro,
Porque em torno ainda não é Ser Amor, princípio do meio, fim da angústia, plenitude que é viver.
No caminho do meio, que está em toda parte, sem entorno ou centro,
Laços do Amor:
angústia,
caminho do meio,
construção,
fim,
meio,
plenitude,
princípio,
Ser,
vida,
vivência
sexta-feira, 24 de julho de 2009
A fronteira final do Amor
Não há mais nada conquistar a não ser a paz interior.
E essa já é Amor em si, princípio, meio e fim.
Amor vincit omnia,
E essa já é Amor em si, princípio, meio e fim.
Amor vincit omnia,
sábado, 6 de junho de 2009
Amor é obra-prima
É o ato de criação; sexo sim, mas com amor, conscientes da responsabilidade da multiplicação do que é uno, atentos aos desdobramentos da reprodutibilidade e perda de valor da arte.
No Amor de cada momento, eternidade aprisionada no tempo-espaço de nossa finitude,
No Amor de cada momento, eternidade aprisionada no tempo-espaço de nossa finitude,
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