O que seria a humanidade sem o desejo?
Seria Luz pura, pois quem deseja carece e quem carece não está completo - mas se contemplarmos o desejo no sentido de força e de impulso faz sentido a indagação: o desejo-impulso é necessário para o vingar primordial da vida, mas necessita de transmutação da conquista para a preservação para poder se estabelecer sem se auto-degenerar, consumir e boicotar.
O desejo se faz então necessário, mas trata-se do desejo orientado através da Ágape para alcançar algo superior, sendo que precisa ser por esta canalizado, abandonado ao se progredir no caminho e se aproximar da Philia que auxilia no desapego; desejo sem identificação, pois não há carência, apenas a perpetuação do pulso cíclico da ascese.
Portanto, o desejo tem naturalmente sua função e depende da natureza do objeto ao qual se liga e do objetivo da ligação para ser compreendido entre os impulsos que satisfazem mil e múltiplos instintos ou conquistam definitivamente o uno e destino, unidade em nós sem nós e amarras que nos prendem: desejo que flui, frui e nos possibilita usufruir do fluxo.
No Eros divino que habita nosso Ser, pleno e em preservação,
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terça-feira, 9 de novembro de 2010
O desejo do Amor é o ciclo evolutivo da ascese
Laços do Amor:
ágape,
ascese,
desejo,
eros,
humanidade,
impulso,
Luz,
natureza,
philia,
pleno potencial,
preservação
sábado, 6 de novembro de 2010
Amor não é fácil, muito menos difícil
O difícil não existe, é apenas a conjugação errônea do trabalhoso perante o tempo que, sob as lentes do medo, da preguiça e da insegurança de se deixar a zona de conforto, se traduz comumente como obstáculo e dificuldade - nada além de crenças limitadoras.
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Tampouco as coisas são fáceis, são parte inerente a uma grande teia, o que as torna complexas - mas basta seguir o fio de ouro de seu coração que naturalmente se encontra seu lugar na rede da vida.
Crer e se identificar com o fluxo, desapegar-se de seu ponto de ego com vistas ao ser Ser superior: fazer o que precisa ser feito, transmutar-se da obrigAÇÃO ao PRAZER,que todo prazer de viver se realizará.
É a realização do SerVir, a iluminação e alcance de seu pleno potencial no deVIR do SER.
No mistério da alquimia do Amor,
Laços do Amor:
complexus,
crenças,
difícil,
fácil,
fio,
fio de ouro do coração,
fluxo eterno,
iluminação,
limites,
obrigação,
obrigatoriedade,
obstáculos,
pleno potencial,
prazer,
SerVir
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Amor, exercício do pleno potencial no espaço do jogo
Amor é ter a certeza de que se tem o pleno potencial de si mesmo e das coisas darem tanto certo quanto errado e, neste espaço do jogo, desenvolver o que há de melhor - em si, no outro e no mundo.
Na carta na manga que é o Amor, coringa do jogo da vida,
Na carta na manga que é o Amor, coringa do jogo da vida,
segunda-feira, 29 de março de 2010
O milagre do Amor
Amor é o milagre que transforma a mente e a une ao coração, ponderando e sustentando a ação entre a razão e a emoção; é a força que potencializa a inteligência através da compaixão, forjando a sabedoria que é o colocar em ação do pleno conhecimento de si no mundo.
Na transcendência de nossa limitação,
Na transcendência de nossa limitação,
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Amar é cultivar o vazio
O Amor é monomito que dá vazão à toda existência, estrutura-base que possibilita a vida emergir do caos.
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
Amor é o todo infinito de possibilidades, o vazio que preenche a tudo e a todos e não deixa estagnar no nada.
É a janela para o jardim de oportunidades.
E é o mesmo jardim com inúmeras sementes. A cada estação e ciclo se renova a possibilidade de uma nova colheita.
Qual se quer cultivar?
Em meio a tantos desejos e interesses, qual semente despertar?
O Amor cuidará de todas, mas é no cultivo do esperado e necessário que se desabrochará em toda sua plenitude, traduzindo o anseio natural da psiquê humana em ser reconhecida especial e levada a uma existência superior.
O Amor é o que nos torna especiais exatamente ao entendermos que somos parte de um Todo, um plano maior que converge, une e procria.
Ao realizarmos nossa missão superior como Eu superior e não como ego é que nos tornamos Amor, realizando nossa plenitude co-criadora.
Na colaboração da vida 2.0 que é o Amor, divina realidade manifesta em cada um de nós - Hércules e Cinderelas do conto de fadas que são nossas vidas, realidade escrita a cada segundo, folha virada a cada respiro,
sábado, 25 de julho de 2009
Do ego ao self - o poder da plena realização do Amor
Muitos confundem o poder de realização do Ego com o Self: do eu inferior - pequeno, individualizado e isolado - com o Eu superior - magnânimo, individuado e unido.
Quando se reune e harmoniza em si todas as diferenças no uno que temos o potencial de espelhar, alcança-se a divinificação e o pleno potencial.
Pode-se até iniciar algo através da força cega e impulsiva do ego, mas é preciso saber se abrir para ampliar o horizonte e elevar o ganho e o valor, alcançando-se assim o pleno potencial seu e do resultado almejado.
No processo do Amor,
Amor - processo de visão e elevação
A Fé é a luz da razão - Amor a união harmônica entre fé, conhecimento e razão.
A Fé leva e eleva a razão, jogando Luz onde a razão ainda não consegue enxergar clareza, realizando o pleno potencial.
Na Fé do Amor e no Amor à Fé,
sábado, 25 de abril de 2009
Amor - aceitação e superação de si
Já estive aqui inúmeras vezes.
Freqüento este planeta desde seus primórdios.
Já matei, já roubei, já magoei.
Já andei solitário por entre gente,
relacionamentos,
confiando apenas na mente,
tormentos.
Lapidava a razão distante do coração,
esquecendo-me que tudo é equilíbrio,
que tudo é um só: o segredo da filosofia,
sensação, sentimento, pensamento, emoção, isto tudo combinado, sabedoria.
Evolui com os ciclos e agora só quero Amor.
Basta de viver o sofrimento, de aprender pela dor.
Chega um momento onde se descobre que Ser é Amar, que esta é a origem, este é o melhor meio e este é, com certeza, o único fim: se superar.
Muito além de reducionista, fatalista, aprisionante esta verdade é redentora e libertadora, estimulante.
Quando se aceita sua verdadeira natureza e passa-se a harmoniosamente trabalhar com ela, tudo flui, desatam-se os nós, caem os véus, cessa a neblina da confusão dualista e pode-se enfim seguir adiante explorando, vivenciando e colhendo os frutos do infinito de seu pleno potencial natural: isto é o Amor - a infinita dimensão natural do Ser.
Na aceitação que leva à ação dinâmica, sensata e amorosa, que é o Amor, a superação de si,
Freqüento este planeta desde seus primórdios.
Já matei, já roubei, já magoei.
Já andei solitário por entre gente,
relacionamentos,
confiando apenas na mente,
tormentos.
Lapidava a razão distante do coração,
esquecendo-me que tudo é equilíbrio,
que tudo é um só: o segredo da filosofia,
sensação, sentimento, pensamento, emoção, isto tudo combinado, sabedoria.
Evolui com os ciclos e agora só quero Amor.
Basta de viver o sofrimento, de aprender pela dor.
Chega um momento onde se descobre que Ser é Amar, que esta é a origem, este é o melhor meio e este é, com certeza, o único fim: se superar.
Muito além de reducionista, fatalista, aprisionante esta verdade é redentora e libertadora, estimulante.
Quando se aceita sua verdadeira natureza e passa-se a harmoniosamente trabalhar com ela, tudo flui, desatam-se os nós, caem os véus, cessa a neblina da confusão dualista e pode-se enfim seguir adiante explorando, vivenciando e colhendo os frutos do infinito de seu pleno potencial natural: isto é o Amor - a infinita dimensão natural do Ser.
Na aceitação que leva à ação dinâmica, sensata e amorosa, que é o Amor, a superação de si,
Laços do Amor:
aceitação,
ciclo,
coração,
ego,
emoção,
evolução,
harmonia,
infinito,
natureza,
pensamento,
pleno potencial,
reencarnação,
sabedoria,
sensação,
sentimento,
superação,
vacuidade
sábado, 11 de abril de 2009
O fruto do amor é o mundo fenomênico
É o Amor o elemento que possibilita a união de corpos, sentimentos e razão, em suma, da manifestação do pleno potencial da coisa-em-si, da realidade onde tudo é uno, não havendo dissociação entre Tempo e espaço, ressaltando o paradoxo do pleno potencial da coisa-em-si em meio ao todo convergido.
No fenomeno do Amor,
No fenomeno do Amor,
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Amor ideal
Identifico o Amor com a concepção platônica do mundo das idéias, que abarca tanto o movimento de Heráclito, quanto a eternidade imutável de Parmênides (se é que posso expressar assim).
O Amor compreende tanto a essência em sua desenvoltura e desdobramento, quanto em seu estado latente.
No exemplo da árvore, em cuja semente já está contida todo o seu potencial até seu perecer, é ideal para demonstrar como tanto a eternidade imutável de sua essência árvore, quanto o movimento de seu crescimento constituem a idéia que se faz sobre a árvore em si e que abarca todo o espaço e tempo compreendido por sua existência, desde a semente até o seu tombamento e transformação em adubo, papel, mobília, enfim, celulose.
Assim é o Amor: pleno potencial a abarcar um infinito inimaginável de possibilidades e alcançável apenas pela mais pura fé e devoção.
Ao se enxergar algo - o Outro, uma situação, a natureza -, olhemos sempre para o seu lado semente e seu potencial copa florida e reguemos com nosso amor a expansão em busca do pleno potencial.
Amar é ter esta disposição interior de ser o jardineiro de tudo e de todos; é brilhar como o sol, regar como a chuva, adubar sempre e podar carinhosamente quando necessário.
No amor,
O Amor compreende tanto a essência em sua desenvoltura e desdobramento, quanto em seu estado latente.
No exemplo da árvore, em cuja semente já está contida todo o seu potencial até seu perecer, é ideal para demonstrar como tanto a eternidade imutável de sua essência árvore, quanto o movimento de seu crescimento constituem a idéia que se faz sobre a árvore em si e que abarca todo o espaço e tempo compreendido por sua existência, desde a semente até o seu tombamento e transformação em adubo, papel, mobília, enfim, celulose.
Assim é o Amor: pleno potencial a abarcar um infinito inimaginável de possibilidades e alcançável apenas pela mais pura fé e devoção.
Ao se enxergar algo - o Outro, uma situação, a natureza -, olhemos sempre para o seu lado semente e seu potencial copa florida e reguemos com nosso amor a expansão em busca do pleno potencial.
Amar é ter esta disposição interior de ser o jardineiro de tudo e de todos; é brilhar como o sol, regar como a chuva, adubar sempre e podar carinhosamente quando necessário.
No amor,
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