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segunda-feira, 8 de abril de 2013

Do meu Ser, Amor

Esta embalagem deverá ser reciclada.

Em caso de resíduos, queimada.

Seu pó aspira à Natureza, seu Ser aDeus.

Somos Ser aDeus, em constante partida em busca de união - sempre em devir, solucionando e solvendo.

No testamento que encaminha a vida,

Amor, as perspectivas de ação que convergem ao Todo

Reconhece. Aceita. Entrega. Supera.

E mantenha-se em seu caminho - obstáculo é tudo aquilo que aparece em nossa vista quando tiramos o foco de nosso objetivo.

E, de tempos em tempos, checa o objetivo e a motivação deste objetivo.

Respire e cultive a atenção plena.

Coragem para constantemente afirmar-se mesmo diante ou contra si mesmo.

O Eu e os demais valores (que o constituem) devem sempre ser checados e atualizados - são perspectivas de um Todo em constante colapso e reestruturação.

No devir que só faz sentido e se torna sustentável por Amor,

Amor, desafio corajoso

Podemos cair, podemos tombar, mas ninguém pode nos acusar de não ousar e tentar e, apenas por isto, já somos vencedores, pois sabemos, como ninguém, a convergir esforços, a refletir, a (nos) superar, a levantar e continuar na caminhada que nos leva cada vez mais distante do que nós éramos para ficarmos cada vez mais próximos do que podemos ser - e é justamente isto que somos, uma passagem, um canal que trafega uma mensagem, valor em constante afirmação.

Vença-te a ti mesmo e conquistarás o mundo.

Na ousadia de estar presente ao Ser,

sábado, 31 de dezembro de 2011

Amor, o verdadeiro tutano do Ser

O Amor é capaz de regenerar até os ossos, pois é preciso reinventar nossas estruturas para alçar vôos mais altos.

Para uma árvore se lançar ao céu, alcançar o topo e dar os melhores frutos deve descer às maiores profundezas onde se encontram os melhores e mais puros nutrientes - para subir é necessário descer.

O Ser é passagem, devir, ascese que principia na descida à Terra. Der Übermensch ist Untergang, como diria Nietzsche.



Do tutano à áurea, tudo é essência, corpo, fala, mente.

Largue o osso e flua com a vida, sem rumo, mas com o destino em mente, ancorado no coração.


Que em 2012 possamos renascer para uma vida de eterno Amor!




O novo só nasce quando o velho morre: dê aDeus (a)o seu ego e viva a plenitude da conexão com o Todo da vida - sem medo, sem joguinhos, sem receios. Entregue-se à vida que a vida se entrega a ti.

Brilhe e ilumine sua escuridão com o calor de seu coração.

No vazio luminoso ao qual damos forma em nossa interação,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Vida, amorosa vida

EVOLue. aceite. perdoe. acolha. transforme. AME incondicionalmente.






Da bronca à conciliação, do afeto à razão, do oposto ao complementar, eis a ascese do Amor.

Pôr-do-Amor, Nascer-da-vida

Quantas vezes você me acompanhou até aqui?

Em quantos pôr-de-sóis* não estivemos juntos?

Quantos renascer a sós?

Ó ilusão de minha mente, verdade de meu coração.

Amor,

não bato palmas,

mergulho na profunda escuridão para sempre tornar a iluminar-te;

pois tu sou eu, eu sou tu.

Somos a interdependência da Rede,

somos a Rede,

somos ponto-a-ponto,

somos ponte,

somos travessia,

somos Übermensch,

somos devir,

somos ocaso,

somos instante.

Na eternidade do momento, o potencial do Amor,


---

* O gramaticalmente correto é pores-de-sol, mas o que ocorre de fato é o que o Sol nunca se põe, o que mergulha somos nós nas profundezas da ignorância de cada universo particular, mundo a renascer a cada olhar; daí a opção por criar o por-de-sóis, pois também somos sóis e não estamos sós, um dia brilharemos juntos - iluminamos o nosso mundo com a luz particular de nossa compreensão.

domingo, 24 de abril de 2011

Amor, amém

Se "no princípio era o Verbo"
e "o Verbo era Deus";
e se "Deus é Amor",
então Amor é o Verbo principal.

(N)O princípio é(ra) Amor,
(n)o meio, sem fim, eternidade
presente no momento e que se
infinita no devir.

No fim, onde o Amor é sempre (re)começo, que se principia em mim,

A dança da redenção no compasso do Amor

Amor é o entendimento do ritmo individual na dança do casal, compassos distintos entre a aproximação, o flerte, a conquista, a manutenção, o declínio e o afastamento.

Eis a dança da redenção no compasso do Amor, que a cada retorno, recomeço e devir, se purifica rumo à plenitude da perfeição.

No tcha-tcha-tchá,

Amor, é preciso!

Navegar é preciso, viver não é preciso - a precisão maior é o Amor.

Dizer sempre sim ao destino,
ao evento, como vier,
afirmando a direção -
no leme, a abertura do coração.

Somos operadores do destino,
não selecionamos, damos potência
e vigor ao selecionado,
confirmamos a grandeza do mundo de possibilidades.

A partir da grandeza exposta em atos,
do corpo alimentado por nossos pensamentos,
sustentado por nossa fala,
guiado por nossa mente-coração.

Somos a qualidade
da criação divina,
harmonizamos os opostos complementares,
eis nossa sina.

No sino que alerta tanto do naufrágio, quanto da aurora de um novo continente,

Amor ao devir

Se eu pudesse viver minha vida novamente... viveria tudo de novo.
Nossa vida é tudo isso, prazer e dor, em essência;
Amor que precisa ser vivido em sua plenitude
com a coragem de sempre se dizer - SIM.

Na senda do caminho do meio que a tudo converge em mestre e auxílio,

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Amor é próprio do herói humano no Superorganismo

Eis a jornada do herói demasiadamente humano: realizar o salto quântico do entendimento (do papel) da humanidade na rede do Superorganismo Terra, confirmar-se na passagem do animal ao Übermensch, indo além-humano (além-do-homem), além-de-si-mesmo para confirmar a si mesmo.

O Ser e o Devir se harmonizam na compreensão, aceitação e confirmação amorosa do SerVir.

Eu só venho a Ser de fato quando sirvo ao sistema que me sustenta, porque nele posso me reconhecer em minhas ações e resultados que emanam de minha mente-coração através da fala, do pensamento e da ação.

Quanto mais sustentável penso, falo e ajo, mais sustentável são meus resultados e mais sustentável se torna o sistema que me sustenta por mais tempo, confirmando assim por mais tempo meu Ser no retorno de cada ciclo, no retorno a si mesmo, sempre outro, sempre diferente, sempre o mesmo, sempre se confirmando na evolução.

Do nodo sul ao nodo norte, usando-se o mapa natal e a bússola do Amor para um re-nascimento em vida,

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Amor, fluxo continuum do êxtase eterno

Saudade,
Amor que fica
na imaginação
que tece e projeta memórias.

Histórias
do passado
presentes no futuro
envolto em bruma; úmida e duro.

Volúpia, vontade.
Eu, você, nós - sem nós
no fluxo continuum
de um êxtase sem fim.

No tênue limiar entre o virtual e o atual, realidade única do Ser em constante devir,

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Amor, fluxo do nascer e morrer, continuum da vida

A morte não deveria ser uma preocupação, pois é um fato inalterável e aquilo que não se pode mudar não deve nos preocupar, mas deve servir de parâmetro para aquilo que nós podemos alterar que é o viver, determinante de como iremos morrer.

Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.

Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.

Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.

No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Abertura conceitual do Amor

Amor é transformar o difícil em trabalhoso e naturalmente, sem esforço, alcançar o objetivo - com perseverança e dedicação, utilizando-se o que há de melhor, convergindo para multiplicar; mais que às partes da soma, somar: transcender os conceitos, permanecer no Ser e, a partir daí, construir seu universo em constante dissolução.

Na beleza da agregação que consagra nossa plenitude, eterno devir,

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A multiplicidade única do Amor

A vida é um bem único que se desdobra e multiplica em um eterno devir; é única e em constante mudança para ser sempre igual: viva.

No Amor que inspira a viver a mudança em nós e no mundo,