O Amor, por mais que desperte de algum ponto, é livre e está acima de qualquer crença ou singularidade – é o ponto de partida, de chegada, mas principalmente, é a ligação entre distintos e reforça os pontos comuns justamente por preservar a riqueza das diferenças - é o universal que nos habita e une: a homeostase do poder emergente que nos converge e torna sustentáveis.
Viver para Amar é não somente nosso destino, mas o caminho para uma vida sustentável de fato.
No invisível que nos sustenta,