A única constância que tenho em minha vida é a da mudança.
Sempre diferente para Ser sempre o mesmo.
Fluo com o rio da vida, ora pedra, ora margem, ora peixe; ora água, ora onda, ora calmaria.
No panta rhei do Amor,
Mostrando postagens com marcador panta rhei. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador panta rhei. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
No fluxo do Amor
Amor é o fluxo eterno do rio de nossas vidas, clareza que conduz a força que desapega das margens do gostar e do não-gostar, da cobiça e da aversão, do ego e do não-ego e que nos desprende de nós mesmos para empreendermos a piracema da ascece de nossas almas rumo ao encontro de nós mesmos - com o outro, pelo outro, através do outro, rumo ao Todo.
No panta rhei que sempre muda e por isso é sempre Amor,
No panta rhei que sempre muda e por isso é sempre Amor,
Laços do Amor:
alma,
ascese,
aversão,
clareza,
cobiça,
desapego,
ego,
fluxo eterno,
força,
gostar,
Heráclito,
margens,
não-gostar,
non-ego,
outro,
panta rhei,
piracema,
rio da vida,
Todo
sábado, 24 de janeiro de 2009
Amor e o eterno devir
Vejo o Amor como sendo o motivo e o acontecimento do devir nietzschiano - 'torna-te quem tu és'.
Apenas o Amor consegue revelar a plenitude de nosso Ser, o supra-humano, e nos transformar naquilo que somos e de onde, literalmente viemos: de um ato de Amor.
Partimos do Eros, do ato erótico, e penso que nossa ascese seja peregrinar e o unir ao amor Ágape, desembocando e unindo assim ao outro lado, o outro, a Philia.
O rio é sempre outro, somos sempre outros; panta rhei (tudo flui), como diria mestre Heráclito de Éfeso, mas não trata-se disto, trata-se de cruzar o turbilhão do rio das emoções e dos impulsos das paixões - as tais forças schopenhauerianas - e chegar a outra margem. O barco é o Amor Ágape.
No Amor quae panta rhei,
Apenas o Amor consegue revelar a plenitude de nosso Ser, o supra-humano, e nos transformar naquilo que somos e de onde, literalmente viemos: de um ato de Amor.
Partimos do Eros, do ato erótico, e penso que nossa ascese seja peregrinar e o unir ao amor Ágape, desembocando e unindo assim ao outro lado, o outro, a Philia.
O rio é sempre outro, somos sempre outros; panta rhei (tudo flui), como diria mestre Heráclito de Éfeso, mas não trata-se disto, trata-se de cruzar o turbilhão do rio das emoções e dos impulsos das paixões - as tais forças schopenhauerianas - e chegar a outra margem. O barco é o Amor Ágape.
No Amor quae panta rhei,
Assinar:
Postagens (Atom)