quarta-feira, 1 de junho de 2016
Amor, o cultivo da abundância no vazio
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Amor, curadoria da vida
O ideal só se encontra na ação - realiza do esboço o conceito e manifesta a ideia no ato, confere dignidade àquilo que só tem preço porque lhe damos o devido valor.
O ideal é aquilo que ascende à ideia, emerge da tensão dos opostos como via da compreensão, pavimenta o caminho da sustentabilidade.
Idealiza no vazio criativo, concebe a via do valor, o digno caminho sustentável, mas encarna o espírito da excelência na ação: dedicar-se de corpo e alma a um ato nos torna dignos de toda felicidade que nos cabe e a qual destinamos nossas intenções.
Quão grande é tua felicidade? A quantos atende?
Pobre aquele cuja felicidade atende só a si. Entende que tu vais além. Tu és o ÚNico VERSO da criação. Aperfeiçoa-te, torna-te arte.
Na curadoria da vida,
sexta-feira, 8 de março de 2013
A sagrada gestão do Amor
Eis o sagrado, a gestão do Amor; este ato de não perder tempo, mas de conquistar e qualificar o espaço: este vazio que ressalta a singularidade de cada ato , que mesmo cíclico, é eternamente único.
Este vazio que tudo contem e cuja vontade canaliza através de nossas escolhas - o que cultivar? Tudo é cultura, tudo é afirmação de valor.
O hiato só reforça a sentença. O vazio só reverbera o som. O espaço só enobrece o objeto.
A reflexão moraliza a ação. E torna tudo belo.
Quando Schiller fala da educação estética da humanidade isto poderia ser metodologia diária. A arte de criar belas as vontades.
Arte, ars em latim, é técnica. E essa técnica empregada, de contemplar o externo, de abrir-se para a troca, independente do contexto, enobrece-nos por nos dar espaço para que possamos compreender - e assim transformar - nosso contorno, conscientizando-nos de nossa dimensão - concomitantemente finita e eterna -, lapidando-nos a imagem e semelhança de nossos exemplos, representantes dos valores absolutos - eis a importância da estruturação do Todo que define e enquadra a visão que temos do mundo (Weltanschauung).
Como queremos compreender a nossa realidade. Qual o framing para o meu big picture? Como está minha mente? Qual minha (pré) disposição?
Na confissão de si mesmo,
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Amor expandit mens
Sapere aude
Elater animi est
Inanitas amoris
Tradução do sentido:
Ouse saber
A mola propulsora é
A vacuidade do Amor
Derivação do sentido:
O vazio da mente é a maior ousadia do conhecimento, pois possibilita compreender tudo; não como já conhecemos, mas como se manifesta, como fenômeno de aparecimento que é e ao qual damos um valor ao conferir-lhe sentido a partir da liberdade do encontro entre sensação e intenção.
No Amor que expande o ânimo,
(tradução do título deste primeiro haikai em latim)
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Amor líder
domingo, 19 de agosto de 2012
Eunuco do Amor
Don Juan
Bon vivant
Solitário em meio a suas presas
Indefeso contra si mesmo
Saliva de vontade
Sabendo não dever
Sem mais saber o que fazer
Sem mais sabor de viver
Mas há sabor nas coisas em si?
Ou é tudo fecunda interação?
Somos nós sabor, saliva, destino de nós mesmos.
No harem de desejos se forjando em apreciação,
sábado, 23 de junho de 2012
Mesmo sendo, Amor
Mesmo sendo vazio
Mesmo sendo impermanente
Mesmo sendo assim, mesmo no desapego, mesmo assim e apesar disso, amar.
Na incondicionalidade de toda entrega, que constrói valor,
quarta-feira, 21 de março de 2012
Amor - longo, breve, intenso, eterno - vazio sentido e convergido em sentido
O vazio
do silêncio
do sentido
da ausência
dá espaço
à carência
à solidão
à tristeza
tudo pára
pára tudo
que se quer descer
de onde
para onde
chegou-se
à aporia do Ser
magnífico lugar
esplêndido tempo
- do vazio emerge um novo vento
interno - o silêncio
da liberdade brada
aurora que anuncia
a construção de um novo Ser
que sem caminho
criou asas
e meditou
forjou seu novo espaço na mente
- e planejou
e seu planejar é ação
não há distinção
é tudo harmonia
em suave tensão
entre relativos que se convergem
em absoluto espaço
infinito modus do corpo-fala-mente
entre o Ser e o não-Ser
o foco no Estar e Fazer
e o regozijo no acontecer
contemplar o fluxo
escolher o destino
sentir o vento
içar as velas
viver
enquanto brilhar o longo dia
até a breve noite vir me acolher
Na sustentável leveza do Ser,
sábado, 24 de dezembro de 2011
Amor metadados - lançando os dados da meta
Alea jacta est - os dados estão lançados.
Amar é determinar como o fluxo - aparentemente aleatório - nos perpassará e como perpassaremos o fluxo.
Dar um sentido à nossa passagem, eis nosso livre arbítrio: dar um sentido ao destino - a começar pelo nosso.
Dar valor aos dados: tanto às unidades de informação, quanto à sorte, fortuna que nos sorri e se oferece à dança da vida.
No fluxo do sentido que damos ao fluxo,
sábado, 24 de setembro de 2011
Amor, vazio luminoso
Na vacuidade que contém toda potência do Ser,
sábado, 17 de setembro de 2011
Amor, coração liberto
Mas este coração perigoso é o que está refém das armadilhas do Ego. O coração liberto pelo Amor é o espaço-mãe, onde todos os fenômenos são pura Luz e onde todo o tempo reina a eternidade.
Como diria Máximo Gorki: "A verdadeira sabedoria encontra-se no coração e é o coração que ensina o reto caminho.”
No caminho tortuoso que se endireita a cada contração e expansão da pulsão do Ser,
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Luz do Amor

Obrigado ao CESOrj e ao Giuseppe Ventura por cederem a foto.
No vazio luminoso que a tudo permeia, co-criador de tudo,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
À Luz do Amor

Amor é dar forma solidária à Luz. #cesorjlightdesign
Ou melhor e quanticamente falando: é dar forma solidária à energia, criando (uma rede de) pura Luz.
É conceder tempo-espaço e o conhecimento da direção necessários para esta se manifestar naturalmente a partir de nossos corações.
Na manifestação de sabedoria pura no surgir de cada fenômeno,
domingo, 24 de abril de 2011
Amor te torna o que tu és
Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.
E tu? O que te torna Ser?
Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.
Na plenitude do despertar, através do coração,
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Da afirmação da existência do Amor em atos e fatos
Portanto, a maneira como nos conectamos e posicionamos determina claramente o que extrairemos da situação. E aqui entra aquilo que é próprio do amor sustentável: a coerência.
Se quero que algo prossiga, devo ter um olhar que buscar canalizar a energia do fenômeno vazio desta maneira.
Se quero que algo tenha futuro, não devo olhar insistentemente para o passado, mas canalizar o aprendizado que se encontra presente para situações que se farão.
Na compatibilidade de opostos que se unem,
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
A solidão necessária do Amor
Como diria Nietzsche, "a solidão nada tem a ver com a presença ou ausência de pessoas".
A solidão é apenas a reserva amorosa do espaço para verdadeiras companhias.
Este vazio (kénosis) é condição fundamental para ascese. E para a troca na união produtiva e evolutiva.
Na essência da solidão, encontro consigo mesmo,
domingo, 11 de julho de 2010
Amor budista
Amor é jogar-se no abismo da tristeza, mergulhar no oceano do sofrimento e descobrir que era tudo ilusão; é encontrar-se no vazio, com coragem de construir o melhor dos mundos possíveis em um universo sem fim de possibilidades a partir do agora; antes do primeiro passo, depois da chegada.
No tudo – e que é contrário ao nada – que emerge do vazio a partir de nossa interação, contemplação da mente-coração,
terça-feira, 29 de junho de 2010
A fonte do Amor
É da vacuidade que emana o Todo: a relação com o Amor é bidirecional e multidimensional.
Na Alma, farol do coração, ponto de Luz na pineal,
terça-feira, 15 de junho de 2010
Amor hidrante
Ruas vazias, cheias de gente.
Gente vazia, cheia de medo.
Não é mais cedo,
É frio.
Pessoas dormem, nem um pio.
Mais de um sonho dorme, despedaçado.
Um sorriso, um achado,
Pura ilusão.
Ninguém sorri quando dorme obrigado no chão.
De nada, adianta,
Não fica pra trás, a gente escolhe aquilo que planta.
O que nos nutre, o que nos alimenta?
O que pensamos, falamos, agimos, aquilo que se sustenta.
E no meio de tanto cobertor
Ao relento, me pergunto, cadê o Amor?
Na cidade que tem de tudo, menos humanidade,
Um hidrante que irriga o deserto da selva de pedra
É um oásis da alma
Amorosidade desperta.
No Fogo divino que habita em nós e dá sede de justiça,
domingo, 9 de maio de 2010
Amor é quando tudo pode dar certo
É quando se cria seu próprio caminho para a felicidade sendo feliz na constituição de seu próprio cosmos a partir do Amor próprio que ordena nosso caos - tornamo-nos o que somos e, livres, fazemos aquilo que temos que fazer. E regozijamos.
É entender que buscamos nos entupir de sentidos com medo de sentirmo-nos vazio e sem sentido, ponto crucial para alcançarmos o verdadeiro e único sentido da vida: Amar e no Amor, através do Amor realizarmos nossa plenitude.
No jeito que dá certo,