Mostrando postagens com marcador frágil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador frágil. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 23 de março de 2012

Coração pra todo lado, pra toda obra, pra todo caso

coração
PRA CIMA
escrito embaixo
FRÁGIL


- Leminsky


frágil?
não, ágil.
se em cima ou embaixo
encaixo
a pulsão
no fluxo
expansão
retração
tudo é vida
um só tundum
- coração.

Na silenciosa oração do Ser que dá cor à ação,

terça-feira, 1 de junho de 2010

Amor contra o medo da corda bamba

Somos, como diria Nietzsche, “uma corda bamba atada sobre o abismo”.

Paralizados pelo medo, não ousamos defrontar o que há abaixo; reféns da esperança fitamos o alto.
Atrás, um passado símio, instintivo e animalesco, nos prende ao vício do devir.

À frente, um futuro grandioso e igualmente desafiador nos cobra passos largos rumo à evolução e um desapego que liberta séculos de história, genética e hábitos.

Aqui. Agora. No momento presente, nada mais somos que um ponto frágil na passagem do tempo em busca de um espaço que escapa a cada passo.

Nas asas do Amor ganhamos a dimensão que nos compacta e converge em nós o que há de mais alto e mais baixo – evidenciando, na prática, prós e contras de nosso passado e futuro no espaço que compassivamente abrimos no presente: liberdade de quem ama, qualidade de quem ousa se lançar rumo ao seu destino. Torna-te o que tu és, ó Amor fati – Homo Amabilis.

Livre para Ser, só no Amor.

Na intuição que transborda e transforma,