Amor é encontrar um caminho entre o desejo e a falta, o apego e a frustração; o caminho do meio, sorriso que aquece a mente-coração - não há nada a ser conquistado, nada a ser perdido; só Amor a ser vivido.
Amor é deixar o tempo abrir espaço para a vontade.
Na vivência do Todo que me satisfaz,
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segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Amor, loucura do destino, liberdade última
Laços do Amor:
amor fati,
apego,
caminho do meio,
Chogyam Trungpa,
conquista,
desejo,
falta,
frustração,
Krishnamurti,
louca sabedoria,
mente-coração,
Nietzsche,
satisfação,
sorriso,
vivência
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quo vadis in chaos, Amor?
Por onde vou?
Por que voo?
Em que ando?
Nas asas do destino,
com a im-pulsão do livre arbítrio
cumprindo a vontade imperatriz.
Liberto o jugo da métrica e harmonia
quantas linhas tem uma estrofe
kd a gramática até a pontuação deixo pra trás
nexo mete a rima no tal verso
assim atravesso a orquestra e detono a sinfonia
maestro de mim mesmo
livre sem sentido seguindo apenas o coração
seu ritmo, minha pulsão.
É o caos que reina no acaso
- que não existe.
Sou o caos que reino no meu ocaso
- que não existe.
Só existe o ciclo sem fim:
depois do ocaso nasce uma estrela em mim.
Re-nasce cada vez mais forte e confirma o devir
é o Ser amadurecendo, aprendendo a SerVir.
Solar não é tão fácil,
constelar ainda muito mais difícil.
Amigo, aviso:
quando o segundo sol chegar
chegou a hora de poder compartilhar
sem máscaras e improviso.
Para o caos humanizar
vou voando o cosmos es-colher.
Foi em meio ao caos que pude perceber
quais sementes eram férteis para então fecundar.
Cessa a rima,
é preciso explicar:
a poesia não invalida a prosa
antes de tudo a completa, torna-a plena, amorosa.
Por onde vou?
Voo nas asas do Amor fati, confirmo livremente meu destino, afirmo o melhor e o pior de mim, me responsabilizo por minha evolução, dou-me o sentido, dou-me a liberdade de sentir, dou-me a liberdade de viver, dou-me a liberdade de ser pleno; doou-me, pois sou pleno e é dando que me percebo; só há caos porque ainda não me compreendo, o meu cosmo é a minha parte que aceito e compreendo por inteiro.
Por onde ando, quem sou?
Sou um espelho da vida, reflexo de mim mesmo, eternidade projetada em um instante, Ser pulsante vivendo entre o nascer e o morrer, sobretudo amante.
Em que acredito?
Apenas no Amor, verdade única, multifacetada, caminho instantâneo de realização, vida, êxtase, superação.
O que rego?
As sementes das pontes, da equanimidade, do regozijo, da compaixão, do além-ego.
Assim me despeço deste esboço, pedaço de mim, pedaço de papel, pedaço de vida, pedaço de céu, pedaço que se completa com seu comentário ou versão. Somos, como a vida, um quebra-cabeça em busca de explicação.
Agora, se faz sentido pra você ou não, não sou eu quem respondo - nem ninguém! -, apenas a razão que emana de seu coração.
Por onde vou no caos, Amor? Realizar o meu sentido cósmico.
No caminho são, onde loucura é redenção, caos aceitação e cosmos salvação, que me arrebata à harmonia, beleza e ordem, trindade co-criada, tripé que sustenta minha vida, sustentabilidade divina, rede com que interajo e co-crio a realidade a partir de Todo o vazio,
Laços do Amor:
aceitação,
beleza,
caminho,
caos,
cosmos,
existencialismo,
êxtase,
harmonia,
liberdade,
louca sabedoria,
loucura,
Nietzsche,
ordem,
realização,
redenção,
salvação,
sustentabilidade,
verdade
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
rEVOLução do Amor
Amor é o ato revolucionário e a revolução em si, o motivo e a ação, resultado sustentável em si, é eternidade presente nas tantas dimensões que possam existir, infinitas em uma: aqui e agora, emergindo a louca sabedoria patrocinada por Dionísio sob as bênçãos de Apolo.
Nirvana ou morte, não passaremos, pelo benefício de todos os Seres.
No voto de bodisatva, revolução do Ser, ascese da alma,
Nirvana ou morte, não passaremos, pelo benefício de todos os Seres.
No voto de bodisatva, revolução do Ser, ascese da alma,
Laços do Amor:
agora,
alma,
Apolo,
aqui,
ascese,
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Dionísio,
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revolução,
sustentabilidade,
voto
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Amor criAção
Diante da folha em branco
a poesia.
Não era eu que a desejava
era ela que me queria.
Me instigava
o vazio das linhas.
Intrigava
o espaço sem limites.
Castigava
o tempo com fim.
Questionava
O prazo com validade.
Da entrega, da obra, do obreiro.
Viver é Amor,
O espaço, o tempo,
Conhecimento por inteiro.
Mil braços desejo ter
para a todos
de diversos modos
beneficiar e socorrer.
Onze cabeças para pensar,
meios hábeis para convergir e rimar.
E se acaso a inspiração me falte,
eu me lembre de praticar.
Poesia,
Cura.
Sabedoria,
loucura.
Primeiro criar um universo de palavras
em meio ao caos de idéias.
Depois colocar o universo em movimento,
Verbos em órbita e alinhamento.
Antes de unir o preto ao branco,
um pré-roteiro,
um princípio de ordem,
fio de Ariadne, pista no nevoeiro.
Parto.
De um lado, nasceu.
Do outro, não sei para onde fui.
O poema se aconteceu.
Não fui eu,
apenas me abri,
Ele [o Amor] flui.
Eu transcrevi.
Nessa interação prazerosa,
Amor é.
transcende o conceito, o poema, o poeta e a prosa.
Se faz ato de fé.
Na fé da criação,
a poesia.
Não era eu que a desejava
era ela que me queria.
Me instigava
o vazio das linhas.
Intrigava
o espaço sem limites.
Castigava
o tempo com fim.
Questionava
O prazo com validade.
Da entrega, da obra, do obreiro.
Viver é Amor,
O espaço, o tempo,
Conhecimento por inteiro.
Mil braços desejo ter
para a todos
de diversos modos
beneficiar e socorrer.
Onze cabeças para pensar,
meios hábeis para convergir e rimar.
E se acaso a inspiração me falte,
eu me lembre de praticar.
Poesia,
Cura.
Sabedoria,
loucura.
Primeiro criar um universo de palavras
em meio ao caos de idéias.
Depois colocar o universo em movimento,
Verbos em órbita e alinhamento.
Antes de unir o preto ao branco,
um pré-roteiro,
um princípio de ordem,
fio de Ariadne, pista no nevoeiro.
Parto.
De um lado, nasceu.
Do outro, não sei para onde fui.
O poema se aconteceu.
Não fui eu,
apenas me abri,
Ele [o Amor] flui.
Eu transcrevi.
Nessa interação prazerosa,
Amor é.
transcende o conceito, o poema, o poeta e a prosa.
Se faz ato de fé.
Na fé da criação,
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Amor, louca reinvenção do Ser a partir da Shamata
O pulso ainda pulsa.
PULSO.
A mente ainda reage.
MENTE.
As mãos ainda manipulam.
PULAM.
E os macacos de galho em galho.
OLHA TEU RABO!
E lá vai o elefante, errante.
TROMBA.
Cai. Se levanta. A mente.
VOCÊ?
Senta. Medita.
OUTRA PESSOA.
E eu?
NÃO EXISTE.
A não ser na pureza de nossos corações.
SHAMATA.
Permaneça calmo.
AME.
Reinvente-se entre o Ser e o não-Ser, o eu e o outro;
AMOR, torna-te o que tu és
Ó BODISATVA, segue teu caminho.

Na louca sabedoria do Amor,
PULSO.
A mente ainda reage.
MENTE.
As mãos ainda manipulam.
PULAM.
E os macacos de galho em galho.
OLHA TEU RABO!
E lá vai o elefante, errante.
TROMBA.
Cai. Se levanta. A mente.
VOCÊ?
Senta. Medita.
OUTRA PESSOA.
E eu?
NÃO EXISTE.
A não ser na pureza de nossos corações.
SHAMATA.
Permaneça calmo.
AME.
Reinvente-se entre o Ser e o não-Ser, o eu e o outro;
AMOR, torna-te o que tu és
Ó BODISATVA, segue teu caminho.

Na louca sabedoria do Amor,
Laços do Amor:
Arnaldo Antunes,
bodisatva,
budismo,
coração,
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