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segunda-feira, 15 de julho de 2013

Amor moinho

Marte em Câncer - Dom Quixote

Na atual configuração (do astral e da sociedade), somos como Dom Quixote, o fidalgo que combate monstros de seu imaginário, sentimentos menores que o apequenam e levam a buscar refúgio em valores tradicionais - nobres e em alguns muitos casos ultrapassados - e que em sua jornada acaba por enfrentar a ilusão de suas fantasias para, por fim, descobrir que não é herói (por conceito ou imposição) e que não existem heróis.

Eis o ato de heroísmo que nos cabe: não há valores outros que aqueles que criamos e sustentamos através de nossas emoções-ações.

Use a imaginação para dar novos contornos à sua realidade, sem nunca esquecer a voz que vem do/da Pança - a realidade dos desejos que conduzem ao bom e justo combate.

Vista a manta de suas nobres intenções, arme-se com a lança da imaginação, o escudo da razão e a espada da sabedoria e combata seus inimigos internos para conceber um novo mundo particular, aquele que sustenta o universo em constante expansão: um corpo cuja nobreza não é imposta e/ou castrada, mas exercida no apocalipse de cada ação, qualidade do Estar, atitude que é Ser.

Conscientize-se dos ventos que movem teu moinho, engenhe-se.

Na luta do Amor a estratégia é se entregar,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, consciência da vontade

Amor, o desejo de querer a vontade,
a ponte que faz emergir
do mundo dos sonhos
a concreta realidade.

Na imaginação construtora do melhor dos mundos vivíveis, viáveis e justos,

terça-feira, 17 de julho de 2012

Amor simplesmente Amor

A tranqüilidade reside na simplicidade.

A simplicidade consiste na consciente canalização dos fluxos.

E a consciente canalização dos fluxos na prática/respiração ocorre no lidar equânime com todos os fenômenos que compõem a realidade complexa e multifacetada.

Na simples unidade do Todo que é Logos e faz naturalmente sentido no jogo tântrico da interdependência dos opostos complementares e co-emergentes,

domingo, 8 de julho de 2012

A realidade do Amor

No Amor, não há lugar para pessimismo; é realidade construída pela fé do encontro e devoção ao outro.

No otimismo que pulsa em meu coração,

sábado, 24 de dezembro de 2011

O destino do Amor é Ser livre

Seu destino é fazer de seu livre arbítrio seu Destino.

O livre arbítrio é ação, é a passagem, o passo ousado entre duas zonas de conforto, pontos de interação, é percurso, é perfazer, é devir. É união dos pontos. Destino. Um instante do caminho. Superação.

É o pé, a pisada e a pegada, além da chegada realizada a cada contato com o 'sol-o' e projetada em um momento do tempo, ocupando assim um espaço em termos de conceito (virtual) e de ambiente (atual).

Eis a realidade: a meta do destino é ser livre.

Na dança da Fortuna,

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Amor, o caminhar para a Era da sustentabilidade

Entre o nascimento do novo ser humano e o nascimento do novo ano os caminhos do Amor asseguram a conquista dos novos valores, de uma nova era, de uma nova realidade.

O primeiro passo começa em seu coração.

No caminho da sustentabilidade,

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor, fractal do Todo

O eu reside no aqui,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.

Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.

A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.

Diferentes cosmos,
um mesmo caos.

Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.

Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.

Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.

Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,

O instante atemporal do Amor

O aqui e o agora é o instante atemporal em que toda realidade se eterniza através do Amor.

Na convergência do espaço-tempo através do conhecimento do Amor em nós, por nós e pelo Todo,

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A dor do espinho não sufoca o grito de Amor

A vida, tão bela e aromada,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.

Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.

Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.

Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade

De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.

No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Da real liberdade de expressão através do Amor

O problema da liberdade de expressão é que as pessoas pensam como se tudo pudesse ser feito. E, de fato, assim o é.

Mas apesar de pensarem assim, agem de maneira unilateral, não compreendendo que dentro desta liberdade de tudo expressar a contenção também faz parte e é, cada vez mais opção – ativa – na interação constante.

Tem-se a liberdade ou não de contribuir com o lixo cultural, colabora-se ou não com a avalanche de informações, compartilhando ou não informações irrelevantes.

Somos, afinal, o filtro derradeiro que torna a realidade em sonho ou pesadelo atualizando a partir de nossa vontade de poder nosso mundo dentro de um universo sem fim de possibilidades do campo virtual. Que criemos então o melhor dos mundos possíveis.

Estamos, afinal, destinados ao livre arbítrio. Confirma o teu, torna-te aquilo que tu és.

Na liberdade do não,

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

No Tathāgata do Amor

Para o Tathāgata
que foi
que veio
que é o que é
realidade em si.

O Amor é o caminho

onde o fracasso não pesa tanto
o sucesso não tem tanta glória
são apenas elementos do enredo
como o sorriso e o pranto
que tarde ou cedo
cessam, como toda história.

No recomeço sem fim, que vive a verdade,

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Amor, ponte que desperta

Morfeu é o deus grego dos sonhos, aquele que molda.
Morpheus é aquele que desperta Neo em e para a Matrix.

A vida é um sonho e nos molda.

Acorde para a realidade de seu verdadeiro potencial!

Cuidado com a auto-imagem limitadora que você projeta de si. Você é livre para ser o que quiser, é um pleno potencial em formação e deve ser livre para explorar seu universo infinito de possibilidades para confirmar seu melhor mundo possível.

“Escolhemos entre a lucidez e a ilusão a casa segundo”, como bem pontua meu amigo João Pedro Demore para completar: “a eternidade é uma ilusão, só temos o segundo atual para exercer a lucidez – ou o milésimo de segundo. O tempo de um segundo é uma eternidade, pura ilusão.”

O Amor é essa ponte no tempo-espaço, o conhecimento do Todo das partes e das partes do Todo, a quintessência que faz e confere sentido à nossa existência.

Construir e caminhar por essa ponte nos desperta em nossa jornada e nos confere nossa verdadeira dimensão, que apenas se faz necessária ser confirmada por nossas ações.

No dharma, o verdadeiro florescimento de nosso Ser,

terça-feira, 1 de junho de 2010

A realidade do Amor

A Realidade não é mais uma versão da ficção; é sua versão atualizada, virtualidade tangibilizada pela interação.

Na troca de pensamentos, fluídos e intenção, interAÇÃO pura,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O instante do Amor

Amor é realizar-se no piscar de um instante; é acordar do sonho e realizar-se a cada instante, sem piscar.

O instante do Amor é agora; o lugar do Amor é aqui.


Na realidade concreta do sonho, pensamento, fala e ação que convergem conscientemente e inconscientemente na plenitude de nosso Ser,

terça-feira, 27 de abril de 2010

Amor discernimento

Amor não é se preparar para o futuro, independente do que seja, é se preparar e atuar em Todo presente - construindo o futuro que se deseja, aqui e agora.

É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.

Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.

No futuro, fruto do Amor presente,

A realidade do Amor

A co-criação da mensagem gera o meio.

Somos co-autores de toda criação. E se o meio é a mensagem, devemos estar duplamente atentos e responsáveis ao pensar, falar e agir.

Criemos um meio de puro Amor, mensagens vivas que somos.

Na extensão do homem, Amor que comunica, mídia que nos une e constrói a cada segundo uma nova realidade, cada vez mais sustentável, cada vez mais em rede,

sábado, 27 de março de 2010

Amor, o apelo da alma

O apelo de nosso alma, este clamor silencioso, esta pequena voz que nos guia, é o de compreender e superar nossas dores e medos, é o de nos libertar para alçarmos vôos mais altos, divinificando nosso Ser através da coragem de nos desprendermos de nossa face criatura e ficarmos face-a-face e ao lado do criador.

O apelo da alma é amar o conhecimento, é conhecer o Amor, é vivenciar a plenitude de nosso Ser.

Namastê, no Deus que é Amor e que habita a mim e a você, que, unidos, podemos alterar nossas realidades,

sábado, 12 de setembro de 2009

Amor - campo unificado do nascimento-morte

Quem morre quando chega a hora da passagem?

De uma perspectiva dualista a resposta deve ser - quando emitida pela coletividade - o Ser que morreu; mas para este Ser, quem morre é a coletividade, que é deixada para trás em sua caminhada transdimensional.

No campo unificado da realidade absoluta que é o Amor não há morte, apenas encontros e desencontros nas diversas dimensões da plenitude da existência e possibilidades da existência cíclica do Ser.

No nascimento-morte, vida que é Amor,

sábado, 25 de julho de 2009

Só Amor - múltiplo e uno

Só, perdido, me encontro.
Solteiro, me fecundo.
Busco a unidade-base antes do Outro.
Só, assim se consegue levar amor ao mundo.

O Outro passa a ser Eu,
na realidade nós,
não há barreiras,
só, apenas uma voz.

A unidade sussurra
o que todos no fundo já sabem,
amor incondicional,
a chave do progresso, ordem natural.
[vitória do bem contra o mal]

Ouça o grito do silêncio de seu Ser,
faça cair os véus e irás ver
a divina face da unidade
resplandecente em toda multiplicidade.

No verso do Amor, rima da eternidade,