Marte em Câncer - Dom Quixote
Na atual configuração (do astral e da sociedade), somos como Dom Quixote, o fidalgo que combate monstros de seu imaginário, sentimentos menores que o apequenam e levam a buscar refúgio em valores tradicionais - nobres e em alguns muitos casos ultrapassados - e que em sua jornada acaba por enfrentar a ilusão de suas fantasias para, por fim, descobrir que não é herói (por conceito ou imposição) e que não existem heróis.
Eis o ato de heroísmo que nos cabe: não há valores outros que aqueles que criamos e sustentamos através de nossas emoções-ações.
Use a imaginação para dar novos contornos à sua realidade, sem nunca esquecer a voz que vem do/da Pança - a realidade dos desejos que conduzem ao bom e justo combate.
Vista a manta de suas nobres intenções, arme-se com a lança da imaginação, o escudo da razão e a espada da sabedoria e combata seus inimigos internos para conceber um novo mundo particular, aquele que sustenta o universo em constante expansão: um corpo cuja nobreza não é imposta e/ou castrada, mas exercida no apocalipse de cada ação, qualidade do Estar, atitude que é Ser.
Conscientize-se dos ventos que movem teu moinho, engenhe-se.
Na luta do Amor a estratégia é se entregar,
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segunda-feira, 15 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Amor, consciência da vontade
Amor, o desejo de querer a vontade,
a ponte que faz emergir
do mundo dos sonhos
a concreta realidade.
Na imaginação construtora do melhor dos mundos vivíveis, viáveis e justos,
a ponte que faz emergir
do mundo dos sonhos
a concreta realidade.
Na imaginação construtora do melhor dos mundos vivíveis, viáveis e justos,
terça-feira, 17 de julho de 2012
Amor simplesmente Amor
A tranqüilidade reside na simplicidade.
A simplicidade consiste na consciente canalização dos fluxos.
E a consciente canalização dos fluxos na prática/respiração ocorre no lidar equânime com todos os fenômenos que compõem a realidade complexa e multifacetada.
Na simples unidade do Todo que é Logos e faz naturalmente sentido no jogo tântrico da interdependência dos opostos complementares e co-emergentes,
domingo, 8 de julho de 2012
A realidade do Amor
No Amor, não há lugar para pessimismo; é realidade construída pela fé do encontro e devoção ao outro.
No otimismo que pulsa em meu coração,
sábado, 24 de dezembro de 2011
O destino do Amor é Ser livre
Seu destino é fazer de seu livre arbítrio seu Destino.
O livre arbítrio é ação, é a passagem, o passo ousado entre duas zonas de conforto, pontos de interação, é percurso, é perfazer, é devir. É união dos pontos. Destino. Um instante do caminho. Superação.
É o pé, a pisada e a pegada, além da chegada realizada a cada contato com o 'sol-o' e projetada em um momento do tempo, ocupando assim um espaço em termos de conceito (virtual) e de ambiente (atual).
Eis a realidade: a meta do destino é ser livre.
Na dança da Fortuna,
O livre arbítrio é ação, é a passagem, o passo ousado entre duas zonas de conforto, pontos de interação, é percurso, é perfazer, é devir. É união dos pontos. Destino. Um instante do caminho. Superação.
É o pé, a pisada e a pegada, além da chegada realizada a cada contato com o 'sol-o' e projetada em um momento do tempo, ocupando assim um espaço em termos de conceito (virtual) e de ambiente (atual).
Eis a realidade: a meta do destino é ser livre.
Na dança da Fortuna,
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Amor, o caminhar para a Era da sustentabilidade
Entre o nascimento do novo ser humano e o nascimento do novo ano os caminhos do Amor asseguram a conquista dos novos valores, de uma nova era, de uma nova realidade.
O primeiro passo começa em seu coração.
No caminho da sustentabilidade,
O primeiro passo começa em seu coração.
No caminho da sustentabilidade,
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Amor, fractal do Todo
O eu reside no aqui,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.
Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.
A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.
Diferentes cosmos,
um mesmo caos.
Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.
Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.
Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.
Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,
parte do agora,
em direção ao outro
parte em busca da completude em nós.
Parte já se encontra em plenitude,
fractal, reflete em si a inteireza,
tem com o outro-eu o compromisso de sustentar a beleza,
opostos-complementares que convergem atitude.
A realidade cíclica da união não-dual,
dois inteiros que se sustentam no Todo,
uno-multifacetado sem igual.
Flores únicas que desabrocham do mesmo lodo.
Diferentes cosmos,
um mesmo caos.
Inúmeros sentidos,
uma só di-e-reção: Amor.
Em um Eros sentidos múltiplos há,
imperativo agápico deve ser
ordená-los à perfeição
rumo à philia e união.
Confirmar a boa troca, não a má,
sustentar o fluxo fati
expandir o cosmos
e do caos fazer a estrela brilhar.
Na ereção da vida, impulso que faz sentido na direção evolutiva que propaga o Ser e fecunda suas idéias,
O instante atemporal do Amor
O aqui e o agora é o instante atemporal em que toda realidade se eterniza através do Amor.
Na convergência do espaço-tempo através do conhecimento do Amor em nós, por nós e pelo Todo,
Na convergência do espaço-tempo através do conhecimento do Amor em nós, por nós e pelo Todo,
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A dor do espinho não sufoca o grito de Amor
A vida, tão bela e aromada,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.
Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.
Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.
Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade
De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.
No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.
Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.
Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.
Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade
De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.
No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,
Laços do Amor:
abismo,
aroma,
carinho,
desabrochar,
espinho,
felicidade,
flor,
fragmento,
norte,
oportunidade,
poema,
poesia,
realidade,
sentimento,
sonho,
vida
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Da real liberdade de expressão através do Amor
O problema da liberdade de expressão é que as pessoas pensam como se tudo pudesse ser feito. E, de fato, assim o é.
Mas apesar de pensarem assim, agem de maneira unilateral, não compreendendo que dentro desta liberdade de tudo expressar a contenção também faz parte e é, cada vez mais opção – ativa – na interação constante.
Tem-se a liberdade ou não de contribuir com o lixo cultural, colabora-se ou não com a avalanche de informações, compartilhando ou não informações irrelevantes.
Somos, afinal, o filtro derradeiro que torna a realidade em sonho ou pesadelo atualizando a partir de nossa vontade de poder nosso mundo dentro de um universo sem fim de possibilidades do campo virtual. Que criemos então o melhor dos mundos possíveis.
Estamos, afinal, destinados ao livre arbítrio. Confirma o teu, torna-te aquilo que tu és.
Na liberdade do não,
Mas apesar de pensarem assim, agem de maneira unilateral, não compreendendo que dentro desta liberdade de tudo expressar a contenção também faz parte e é, cada vez mais opção – ativa – na interação constante.
Tem-se a liberdade ou não de contribuir com o lixo cultural, colabora-se ou não com a avalanche de informações, compartilhando ou não informações irrelevantes.
Somos, afinal, o filtro derradeiro que torna a realidade em sonho ou pesadelo atualizando a partir de nossa vontade de poder nosso mundo dentro de um universo sem fim de possibilidades do campo virtual. Que criemos então o melhor dos mundos possíveis.
Estamos, afinal, destinados ao livre arbítrio. Confirma o teu, torna-te aquilo que tu és.
Na liberdade do não,
Laços do Amor:
atual,
cybercultura,
destino,
filtro,
Leibniz,
liberdade de expressão,
livre arbítrio,
melhor dos mundos possíveis,
Nietzsche,
Piérre Levy,
real,
realidade,
sem fim,
tantra,
universo,
virtual
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
No Tathāgata do Amor
Para o Tathāgata
que foi
que veio
que é o que é
realidade em si.
O Amor é o caminho
onde o fracasso não pesa tanto
o sucesso não tem tanta glória
são apenas elementos do enredo
como o sorriso e o pranto
que tarde ou cedo
cessam, como toda história.
No recomeço sem fim, que vive a verdade,
que foi
que veio
que é o que é
realidade em si.
O Amor é o caminho
onde o fracasso não pesa tanto
o sucesso não tem tanta glória
são apenas elementos do enredo
como o sorriso e o pranto
que tarde ou cedo
cessam, como toda história.
No recomeço sem fim, que vive a verdade,
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Amor, ponte que desperta
Morfeu é o deus grego dos sonhos, aquele que molda.
Morpheus é aquele que desperta Neo em e para a Matrix.
A vida é um sonho e nos molda.
Acorde para a realidade de seu verdadeiro potencial!
Cuidado com a auto-imagem limitadora que você projeta de si. Você é livre para ser o que quiser, é um pleno potencial em formação e deve ser livre para explorar seu universo infinito de possibilidades para confirmar seu melhor mundo possível.
“Escolhemos entre a lucidez e a ilusão a casa segundo”, como bem pontua meu amigo João Pedro Demore para completar: “a eternidade é uma ilusão, só temos o segundo atual para exercer a lucidez – ou o milésimo de segundo. O tempo de um segundo é uma eternidade, pura ilusão.”
O Amor é essa ponte no tempo-espaço, o conhecimento do Todo das partes e das partes do Todo, a quintessência que faz e confere sentido à nossa existência.
Construir e caminhar por essa ponte nos desperta em nossa jornada e nos confere nossa verdadeira dimensão, que apenas se faz necessária ser confirmada por nossas ações.
No dharma, o verdadeiro florescimento de nosso Ser,
Morpheus é aquele que desperta Neo em e para a Matrix.
A vida é um sonho e nos molda.
Acorde para a realidade de seu verdadeiro potencial!
Cuidado com a auto-imagem limitadora que você projeta de si. Você é livre para ser o que quiser, é um pleno potencial em formação e deve ser livre para explorar seu universo infinito de possibilidades para confirmar seu melhor mundo possível.
“Escolhemos entre a lucidez e a ilusão a casa segundo”, como bem pontua meu amigo João Pedro Demore para completar: “a eternidade é uma ilusão, só temos o segundo atual para exercer a lucidez – ou o milésimo de segundo. O tempo de um segundo é uma eternidade, pura ilusão.”
O Amor é essa ponte no tempo-espaço, o conhecimento do Todo das partes e das partes do Todo, a quintessência que faz e confere sentido à nossa existência.
Construir e caminhar por essa ponte nos desperta em nossa jornada e nos confere nossa verdadeira dimensão, que apenas se faz necessária ser confirmada por nossas ações.
No dharma, o verdadeiro florescimento de nosso Ser,
Laços do Amor:
conhecimento,
espaço,
eternidade,
ilusão,
infinito de possibilidades,
instante,
Matrix,
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Morfeu,
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quintessência,
realidade,
sonho,
tempo,
Todo,
universo,
vida
terça-feira, 1 de junho de 2010
A realidade do Amor
A Realidade não é mais uma versão da ficção; é sua versão atualizada, virtualidade tangibilizada pela interação.
Na troca de pensamentos, fluídos e intenção, interAÇÃO pura,
Na troca de pensamentos, fluídos e intenção, interAÇÃO pura,
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O instante do Amor
Amor é realizar-se no piscar de um instante; é acordar do sonho e realizar-se a cada instante, sem piscar.
O instante do Amor é agora; o lugar do Amor é aqui.
Na realidade concreta do sonho, pensamento, fala e ação que convergem conscientemente e inconscientemente na plenitude de nosso Ser,
O instante do Amor é agora; o lugar do Amor é aqui.
Na realidade concreta do sonho, pensamento, fala e ação que convergem conscientemente e inconscientemente na plenitude de nosso Ser,
Laços do Amor:
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sonho
terça-feira, 27 de abril de 2010
Amor discernimento
Amor não é se preparar para o futuro, independente do que seja, é se preparar e atuar em Todo presente - construindo o futuro que se deseja, aqui e agora.
É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.
Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.
No futuro, fruto do Amor presente,
É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.
Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.
No futuro, fruto do Amor presente,
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intuição,
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Piérre Levy,
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realidade,
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solução,
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A realidade do Amor
A co-criação da mensagem gera o meio.
Somos co-autores de toda criação. E se o meio é a mensagem, devemos estar duplamente atentos e responsáveis ao pensar, falar e agir.
Criemos um meio de puro Amor, mensagens vivas que somos.
Na extensão do homem, Amor que comunica, mídia que nos une e constrói a cada segundo uma nova realidade, cada vez mais sustentável, cada vez mais em rede,
Somos co-autores de toda criação. E se o meio é a mensagem, devemos estar duplamente atentos e responsáveis ao pensar, falar e agir.
Criemos um meio de puro Amor, mensagens vivas que somos.
Na extensão do homem, Amor que comunica, mídia que nos une e constrói a cada segundo uma nova realidade, cada vez mais sustentável, cada vez mais em rede,
sábado, 27 de março de 2010
Amor, o apelo da alma
O apelo de nosso alma, este clamor silencioso, esta pequena voz que nos guia, é o de compreender e superar nossas dores e medos, é o de nos libertar para alçarmos vôos mais altos, divinificando nosso Ser através da coragem de nos desprendermos de nossa face criatura e ficarmos face-a-face e ao lado do criador.
O apelo da alma é amar o conhecimento, é conhecer o Amor, é vivenciar a plenitude de nosso Ser.
Namastê, no Deus que é Amor e que habita a mim e a você, que, unidos, podemos alterar nossas realidades,
O apelo da alma é amar o conhecimento, é conhecer o Amor, é vivenciar a plenitude de nosso Ser.
Namastê, no Deus que é Amor e que habita a mim e a você, que, unidos, podemos alterar nossas realidades,
Laços do Amor:
alma,
apelo,
compreensão,
conhecimento,
Deus,
liberdade,
plenitude,
realidade,
Ser,
silêncio,
união,
voz
sábado, 12 de setembro de 2009
Amor - campo unificado do nascimento-morte
Quem morre quando chega a hora da passagem?
De uma perspectiva dualista a resposta deve ser - quando emitida pela coletividade - o Ser que morreu; mas para este Ser, quem morre é a coletividade, que é deixada para trás em sua caminhada transdimensional.
No campo unificado da realidade absoluta que é o Amor não há morte, apenas encontros e desencontros nas diversas dimensões da plenitude da existência e possibilidades da existência cíclica do Ser.
No nascimento-morte, vida que é Amor,
De uma perspectiva dualista a resposta deve ser - quando emitida pela coletividade - o Ser que morreu; mas para este Ser, quem morre é a coletividade, que é deixada para trás em sua caminhada transdimensional.
No campo unificado da realidade absoluta que é o Amor não há morte, apenas encontros e desencontros nas diversas dimensões da plenitude da existência e possibilidades da existência cíclica do Ser.
No nascimento-morte, vida que é Amor,
sábado, 25 de julho de 2009
Só Amor - múltiplo e uno
Só, perdido, me encontro.
Solteiro, me fecundo.
Busco a unidade-base antes do Outro.
Só, assim se consegue levar amor ao mundo.
O Outro passa a ser Eu,
na realidade nós,
não há barreiras,
só, apenas uma voz.
A unidade sussurra
o que todos no fundo já sabem,
amor incondicional,
a chave do progresso, ordem natural.
[vitória do bem contra o mal]
Ouça o grito do silêncio de seu Ser,
faça cair os véus e irás ver
a divina face da unidade
resplandecente em toda multiplicidade.
No verso do Amor, rima da eternidade,
Solteiro, me fecundo.
Busco a unidade-base antes do Outro.
Só, assim se consegue levar amor ao mundo.
O Outro passa a ser Eu,
na realidade nós,
não há barreiras,
só, apenas uma voz.
A unidade sussurra
o que todos no fundo já sabem,
amor incondicional,
a chave do progresso, ordem natural.
[vitória do bem contra o mal]
Ouça o grito do silêncio de seu Ser,
faça cair os véus e irás ver
a divina face da unidade
resplandecente em toda multiplicidade.
No verso do Amor, rima da eternidade,
Laços do Amor:
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base,
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mundo,
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uno,
véus,
voz
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